6ix9ine diz que liderança de Ariana Grande e Justin Bieber na parada da ‘Billboard’ foi comprada
Rapper afirma que 30 mil cópias da música da dupla, 'Stuck with U', foram compradas com apenas 6 cartões de crédito, e que isso influenciaria classificação na lista dos EUA. 6ix9ine em clipe de 'Gooba' Reprodução/YouTube/Tekashi 6ix9ine O rapper Takeshi 6ix9ine afirmou nesta segunda-feira (18) que a liderança na parada da revista "Billboard" nos Estados Unidos nesta semana foi comprada. Em vídeo publicado em seu perfil no Instagram, o rapper diz que: 30 mil cópias da música em primeiro lugar na "Hot 100", "Stuck with U", de Ariana Grande e Justin Bieber, foram compradas com apenas seis cartões de crédito; a compra aconteceu na quinta-feira (14), último dia considerado pela publicação para sua lista; a revista "ilegalmente" considerou que sua canção, "Gooba", teve apenas 30 milhões de streams; esses fatores fizeram com que seu single, em terceiro na lista geral, ficasse atrás da dupla. Initial plugin text A "Hot 100" é uma lista semanal da "Billboard" que considera cópias vendidas, número de streams e transmissões no rádio para estabelecer as 100 canções mais populares nos Estados Unidos. "Quero que o mundo saiba que a 'Billboard' é uma mentira. Você pode comprar o primeiro lugar na 'Billboard'", afirma 6ix9ine. A revista não comentou o caso, mas em sua publicação sobre a lista contradisse o rapper em uma de suas acusações. Apesar do terceiro lugar no ranking geral, "Gooba" ficou com a liderança entre as músicas com o maior número de streams, com 55,3 milhões. O single de 6ix9ine, o primeiro desde que foi liberado para prisão domiciliar, também conseguiu a terceira posição entre as mais vendidas, com 24 mil cópias. Já "Stuck with U", ficou em 1º na mesma categoria com 108 mil vendas. Entre streams, ficou em quarto, com 28,1 milhões.
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Fafá de Belém anuncia sua primeira live para 13 de junho só com temas românticos de novelas
Transmissão musical 'em homenagem ao amor' vai comemorar o Dia de Santo Antônio, o santo casamenteiro. Anúncio da live 'Temas de novelas', de Fafá de Belém Divulgação Fafá de Belém vai fazer sua primeira live no dia 13 de junho, só com temas românticos de novelas. A data da transmissão foi escolhida para comemorar o Dia de Santo Antônio, o santo casamenteiro. O horário ainda não foi divulgado. Veja o link. “De Michael Sullivan a Chico Buarque, o meu forte sempre foi a música romântica, nunca tive pudor em cantar as coisas emocionadas. E, por isso, escolhi esse tema para a live. Eu tenho mais de 30 temas de novela, só na TV Globo. Vou fazer um apanhado disso e somar com temas de outros artistas que eu nunca gravei”, conta Fafá em comunicado à imprensa. No repertório estão “Coração do Agreste” ("Tieta"), “Filho da Bahia” ("Gabriela") e “Sereia” (Especial "Plunct Plact Zoom"). E de outros artistas, por exemplo “Dona” do Roupa Nova ("Roque Santeiro") e “Aguenta Coração” do José Augusto ("Bebê à Bordo"). “É para se emocionar mesmo, eu não quero meio de caminho. É uma live para mandar recado apaixonado”, diz Fafá.
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Polícia da Austrália prende adolescente alemão por roubo e selfies em museu
Jovem é acusado de roubar chapéu de caubói e um quadro. Imagem de câmera de vigilância mostra jovem tirando selfie no Australian Museum New South Wales Police/Reuters A polícia da Austrália autuou um adolescente alemão nesta segunda-feira (18) por invadir um museu de Sydney, e câmeras de segurança o mostraram supostamente tirando selfies perto de exibições de dinossauros. A polícia de Nova Gales do Sul disse que Paul Kuhn invadiu o Museu Australiano perto da 1h do dia 10 de maio, usando andaimes próximos para ter acesso ao local, e explorou suas atrações durante 40 minutos. "Ele tirou algumas selfies em algumas das exposições. Ele também roubou um chapéu e um quadro da parede e mais tarde saiu", disse Sean Heaney, inspetor-chefe da polícia de Nova Gales do Sul, aos repórteres em Sydney. O estudante de 25 anos compareceu a um tribunal nesta segunda-feira e foi acusado de roubar um chapéu de caubói e uma obra de arte. Ele saiu sob fiança com a condição de que entregue o passaporte e cumpra um toque de recolher. O Museu Australiano é o mais antigo do país, e está fechado ao público para reformas desde agosto de 2019.
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Meryl Streep e Benedict Cumberbatch leem livro online para iniciativa de caridade
Cineasta Taika Waititi convocou amigos de Hollywood confinados pelo coronavírus para lerem em suas casas o clássico 'James e o Pêssego Gigante', de Roald Dahl. Meryl Streep, Benedict Cumberbatch e Taika Waititi lêem 'James e o Pêssego Gigante' Reprodução/YouTube/Roald Dahl HQ O cineasta neozelandês Taika Waititi convocou alguns de seus amigos de Hollywood confinados pelo coronavírus por videochamada para lerem em suas salas de estar o clássico "James e o Pêssego Gigante", de Roald Dahl, para uma iniciativa de caridade. Waititi, diretor de "Jojo Rabbit" (2019) e "Thor: Ragnarok" (2017), lê o livro infantil de 1961 do autor britânico enquanto seus amigos — incluindo Meryl Streep, Benedict Cumberbatch e Cate Blanchett — participam dublando personagens e se divertindo. Cynthia Erivo, Beanie Feldstein, Josh Gad, Mindy Kaling, Gordon Ramsay, Eddie Redmayne, Olivia Wilde, Ruth Wilson e Archie Yates são alguns dos demais participantes. Em trailers divulgados nesta segunda-feira (18), Chris Hemsworth se gaba de sua "amabilidade" ao irmão Liam, astro de "Jogos Vorazes", o que se acredita ser sua primeira atuação conjunta. As vozes cômicas de Streep estão entre os destaques, e provocaram risadas em Cumberbatch. O romance será lido em 10 episódios, e os dois primeiros estão disponíveis a partir desta segunda-feira no canal de YouTube de Roald Dahl. Os fundos arrecadados irão para a Partners In Health, uma instituição de caridade de saúde materna de Serra Leoa. Waititi, ganhador do Oscar, disse que ele mesmo é "uma criança adulta" que leu o livro muitas vezes para suas filhas. O livro trata das aventuras de um órfão em um mundo mágico surreal dentro de um pêssego gigante, e Waititi diz que é a história perfeita para os tempos de confinamento. "Esta história doida e maravilhosa diz respeito à resistência das crianças, ao triunfo sobre a adversidade e a se lidar com a sensação de isolamento, o que não poderia ser mais relevante hoje".
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Discos para descobrir em casa – ‘Edu Lobo’, Edu Lobo, 1973
Capa do álbum 'Edu Lobo', de 1973 Cafi ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Edu Lobo, Edu Lobo, 1973 ♪ Há quem pense erroneamente que Missa breve é o título do álbum lançado por Edu Lobo em março de 1973 pela gravadora Odeon. É que os cinco temas que compõem a hermética suíte litúrgica conhecida como Missa breve – Kyrie, Glória, Incelensa, Oremus e Libera-nos – ocupou todo o lado B do LP a rigor intitulado Edu Lobo, com incômodo acento circunflexo na grafia do sobrenome do artista carioca. Disco que marcou a volta do cantor ao Brasil, após temporada de quatro anos nos Estados Unidos em movimento migratório feito em 1969, o álbum Edu Lobo apontou a evolução da obra do artista, reiterando a maestria do compositor na busca incansável da harmonia perfeita. Produzido por Dori Caymmi, sob direção musical do maestro Lindolfo Gaya (1921 – 1987), o disco foi pautado pelos elaborados arranjos criados pelo próprio Edu Lobo para os dez temas que compuseram o repertório inteiramente autoral. A bem da verdade, o álbum Edu Lobo soou como se fossem duas obras distintas, independentes, condensadas em cada um dos lados do EP editado com capa em que o artista é flagrado em movimento na foto desfocada de Cafi (1950 – 2019). A foto traduziu o conteúdo do disco porque, sim, o compositor foi flagrado em ação nesse disco de 1973. No lado A, mais palatável, cinco músicas – sendo três inéditas – soaram como espécie de continuidade do cancioneiro apresentado por Lobo nos anos 1960. O lado B trouxe, como já dito, a rebuscada suíte litúrgica. Expoente da geração da MPB projetada na era dos festivais da segunda metade daquela década de 1960, Eduardo de Góes Lobo entrara em cena precisamente em 1963 como filho temporão da Bossa Nova sem se filiar à estética do repertório ensolarado do gênero, como o contemporâneo Marcos Valle. Lobo sempre pareceu mais irmanado com o também contemporâneo Dori Caymmi, não por acaso o arquiteto efetivo da produção do álbum de 1973. Discípulo da maestria soberana do cancioneiro de Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994), Edu Lobo construiu obra também influenciada pela ascendência pernambucana, herdada do pai, o compositor e jornalista Fernando Lobo (1915 – 1996). Sem ranço folclórico, a vertente regionalista da obra de Lobo saltara aos ouvidos em músicas como Ponteio (1967) e reverberou no lado A do disco de 1973 em Vento bravo e em Viola fora de moda, duas grandes contribuições do álbum ao cancioneiro do compositor. Com tensão soprada pelos metais proeminentes no arranjo e acentuada pelo toque da percussão do baterista Rubinho Moreira, a gravação de Vento bravo apresentou a primeira parceria do artista carioca com o conterrâneo Paulo César Pinheiro. Vento bravo revolveu ares do Brasil imperial esculpido com marcas de chibata que ainda abriam feridas no país amordaçado de 1973. Já Viola fora de moda ampliou a obra do compositor com o parceiro José Carlos Capinan, poeta baiano que escrevera a letra da mencionada música Ponteio, marco da maturação precoce da obra de Edu Lobo. O lado A do álbum Edu Lobo também apresentou, na voz do autor, duas músicas que já haviam ganhado registros em disco, Porto do sol e Zanga zangada, ambas compostas por Edu com letras de Ronaldo Bastos, poeta fluminense que obtivera projeção no ano anterior como parceiro de Milton Nascimento em músicas emblemáticas do álbum Clube da esquina (1972). Porto do sol havia sido lançada na trilha sonora da novela O homem que deve morrer (TV Globo, 1971) em gravação creditada à dupla Wanda & Guto (Wanda era Wanda Sá, cantora com quem Edu se casara nos anos 1960). Já Zanga zangada tinha sido apresentada pelo Quarteto em Cy em álbum lançado pelo grupo em 1972. Aliás, as vozes de Cynara, Cyva e Dorinha Tapajós – integrante que ingressara em 1972 no Quarteto em Cy – reforçaram o heterodoxo coro sacro de três (Kyrie, Glória e Libera-nos) dos cinco movimentos da inovadora suíte Missa breve composta por Edu Lobo em formato então inédito na obra do compositor. Um dos temas da suíte, Incelensa, trouxe a assinatura de Ruy Guerra, também parceiro de Edu Lobo em Dois coelhos, canção inédita (nunca mais gravada desde então) que fechou o lado A do LP com arranjo calcado somente no toque do violão do próprio Edu. Presença luxuosa no registro da suíte sacra, a voz divina de Milton Nascimento elevou aos céus o movimento Oremus, gravado com o som do órgão do pianista Tenório Jr. (1941 – 1976). Embora tenha legado duas músicas dignas de figurar em antologias do cancioneiro do compositor (as já mencionadas Vento bravo e Viola fora de moda), o álbum Edu Lobo obteve moderada repercussão junto ao público e se tornou o único disco do artista editado pela gravadora Odeon. Sem se abalar com o fracasso comercial do estupendo álbum, Edu Lobo seguiu com convicção a trilha que escolhera pavimentar desde que renunciara nos anos 1960 ao posto de popstar galã da MPB. Em 1976, pela gravadora Continental, o artista retomaria a discografia com a edição do álbum Limite das águas, ao qual se seguiram – já pela Philips – outros dois álbuns, Camaleão (1978) e Tempo presente (1980), e um disco gravado e assinado de igual para igual com Tom Jobim em 1981. Desde então, Edu Lobo voltou a gravar somente nos anos 1990 e de forma cada vez mais esporádica, ficando progressivamente recluso, em casa, na busca obstinada do acorde perfeito. Perfeição atingida com maestria no álbum Edu Lobo de 1973.
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Gregory Tyree Boyce, ator de ‘Crepúsculo’, morre aos 30 anos
Segundo polícia, ele foi encontrado morto com a namorada em sua casa. Gregory Tyree Boyce em cena de 'Crepúsculo' Reprodução Gregory Tyree Boyce, ator que participou de "Crepúsculo" (2008), e sua namorada, Natalie Adepoju, foram encontrados mortos em sua casa na quarta-feira (13). Ele tinha 30 anos e ela tinha 27. De acordo com o site da revista "Variety", a informação foi confirmada pelo médico legista de Clark County, em Las Vegas. A causa da morte não foi divulgada, mas, de acordo com o jornal "Las Vegas Review-Journal", "o incidente não foi criminoso". Além do filme sobre vampiros, o único outro trabalho de Boyce no cinema foi no curta "Apocalypse" (2018). Segundo sua mãe, Lisa Wayne, ele estava montando um restaurante.
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Lives de hoje: Alanis Morissette, Tiê, Teatro Mágico e mais shows para ver em casa
Nesta terça (19) cantora canadense é o grande destaque em live que relembra o disco 'Jagged Little Pill'. Veja horários. Alanis Morissette Caio Kenji/G1 Alanis Morissette, Tiê e Teatro Mágico com Ellen Oléria fazem lives nesta terça-feira (19). Alanis vai fazer uma live beneficente que celebra o disco "Jagged Little Pill" (1995), com participação do elenco do musical inspirado no álbum. Veja a lista completa com horários das lives abaixo. Na onda das lives, o bastidor virou o show. Casas de músicos são os palcos possíveis no isolamento para conter o coronavírus. O G1 fez um intensivão de lives e avaliou os desafios deste formato; leia. Lives hoje e como assistir às lives: O Teatro Mágico com Ellen Oléria – 11h – Link Mike Shinoda do Linkin Park – 14h – Link Linda Perry e Jade Bird – 15h55 – Link Tiê – 19h (Sesc Ao Vivo) – Link Alanis Morissette – 21h – Link O debate sobre a bebedeira de sertanejos em lives
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Priscilla Alcantara fala de live com pop cristão e covers de RBD, Charlie Brown Jr e Spice Girls
Ao G1, cantora explica escolha do repertório e comenta segunda edição do 'Karaokê da Pri', após pedido dos fãs. 'Tem sido uma saída, um refúgio pra gente. Eu amo performance ao vivo.' A live que Priscilla Alcantara fez no início deste mês começou com dose dupla de Sandy & Junior e passou por RBD, Rouge, Calypso, Los Hermanos e Spice Girls. Rolaram temas da TV ("Friends", "As Visões de Raven"), "Evidências" e Charlie Brown Jr. O pop das divas foi lembrado com Rihanna, Adele, Beyoncé e Miley. A segunda edição do "Karaokê da Pri", ainda sem data marcada, deve ter pegada parecida. Há espaço para o pop cristão, mas também para essas covers variadas, em arranjos que buscam um ar mais classudo, refinado. Deram certo. Ela teve pico de 130 mil fãs simultâneos e mais de 2 milhões de views somados. "Escolhi músicas que carregassem uma mensagem que fosse positiva, que trouxessem bons sentimentos pra galera. Muitas vezes, a nostalgia promove um momento alegre", explica a cantora ao G1 (veja trechos de entrevista no podcast abaixo). "Na hora de escolher as músicas, escolho o filtro que eu sempre uso para poder analisar a arte que eu quero consumir. Vem a partir de um princípio filosófico sobre o bom, o belo e o verdadeiro." Priscilla tem 23 anos e foi revelada aos nove como apresentadora do programa infantil "Bom Dia & Companhia", do SBT. Desde 2009, investe no pop de letras com mensagens positivas. Ela diz que busca essas características também nos filmes e livros. O Pai tá on-line: Lives de Anitta, Luan, Latino e Gusttavo Lima são tomadas por reza e música gospel O G1 também perguntou sobre a presença de músicas religiosas nas lives de artistas que não tem uma carreira voltada à música gospel. Ela mais uma vez diz que essa tendência tem a ver com liberdade. Para ela, ver artistas como Anitta, Belo, Gusttavo Lima e Luan Santana cantando hinos de louvor em suas lives "traz um conforto". "A liberdade deixa as pessoas mais confortáveis para cantar uma música religiosa, fazer uma live religiosa, um álbum religioso, mesmo você não sendo conhecido como a tal pessoa religiosa", explica ela. "Vejo que tem sido uma via de mão dupla. Um artista que geralmente só grava música gospel também tem se sentido livre para poder escrever e cantar coisas sobre outros temas, fugindo da temática religiosa." Priscilla Alcântara em show da Virada Cultural, em São Paulo, em 2019 Fábio Tito/G1 Priscila opinou ainda por que as pessoas parecem estar ouvindo e cantando mais músicas com letras sobre fé e oração durante a pandemia do coronavírus. "É natural a gente recorrer a fontes de esperança, paz e amor, porque são elementos que a gente reconhece que está precisando naquele momento e estão em falta. Por isso que em momentos como esse talvez é que a galera recorra a mensagens que não alimentem só o seu entretenimento. Mas que também alimentem a alma." Priscilla Alcantara canta sobre Deus, mas rejeita ser gospel e diz que parte do fã-clube de Jesus 'dá umas mancadas' Priscilla Alcantara rejeita o rótulo gospel e mostra processo criativo A cantora ainda não começou a planejar oficialmente uma segunda live, mas é questão de tempo. "É uma coisa que os fãs estão pedindo muito. Então, eu estou cogitando, sim." "Eu que faço performance ao vivo, que costumava estar no palco toda semana… Essa tem sido uma saída, um refúgio pra gente", diz, sobre o formato que deu tão certo no Brasil. "Eu amo performance ao vivo, é um ambiente em que eu consigo me desafiar muito mais do que dentro de um estúdio. Eu acho que o ao vivo puxa coisas do nosso talento, das nossas habilidades que só o palco consegue extrair." Priscilla diz que a live tem sido uma boa ferramenta. "Mas nada pode substituir o palco, estar com o público, a energia, mas de acordo com as circunstâncias acho que pode ser uma saída."
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Monique Kessous reitera dom no terreno da canção popular ao mandar ‘SOS’
Cantora lança o inédito single autoral na sexta-feira, 22 de maio, véspera da live em que apresentará a música em transmissão ao vivo. Capa do single 'SOS', de Monique Kessous Divulgação Resenha de single Título: SOS Artista: Monique Kessous Compositora: Monique Kessous Gravadora: Edição independente da artista / ONErpm Cotação: * * * 1/2 ♪ Cantora e compositora carioca, Monique Kessous já mostrou que tem o dom de criar melodias de fácil assimilação. Essa habilidade para fazer no música no molde da canção popular de tonalidade pop romântica ficou especialmente evidenciada no bem-sucedido terceiro álbum da artista, Monique Kessous (2010), lançado há dez anos. SOS – inédito single autoral que Kessous lança na sexta-feira, 22 de maio – investe nessa linha. Com arquitetura tão simples quanto sedutora, a composição surge em embalagem elegante na gravação sucinta de dois minutos e meio – com direito a um refrão pegajoso, como manda o manual do gênero. Como o título já explicita, SOS soa como pedido de socorro em tempos tensos e incertos de pandemia e isolamento social. “SOS, por favor, me abrace agora / Diga que isso vai passar / Que tudo tem a sua hora / O vento traz, mas leva a dor embora”, suplica Kessous na canção gravada com produção musical capitaneada pela artista com o guitarrista Rodrigo Campello, também parceiro na produção do single anterior de Kessous, O seu celular (2019). A arregimentação dos músicos – Alberto Continentino no baixo, Cesinha na bateria, Denny Kessous no violão, Marcelo Costa na bateria e Rodrigo Tavares nos teclados, além de Campello – se mostrou acertada para dar à canção SOS a forma pop ideal. A música pode não ser a mais inspirada do cancioneiro de Kessous (sobretudo se for confrontada com Calma aí, Coração e Frio, destaques do álbum de 2010), mas o single é bom e flui bem. Fluência que os seguidores da artista poderão comprovar ao vivo na live agendada pela cantora para as 21h de sábado, 23 de maio. Admiradores de canções mais facilmente digeríveis – e nem por isso menos relevantes – devem atender o chamado de Monique Kessous.
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Lúcio Mauro Filho diz ter ‘agonia’ ao ver reprise de ‘Malhação’: ‘Estava com muito mais cabelo’
Ator falou sobre emoção de ser rever em cena ao iniciar novo passo na carreira longe do humor e destaca importância de seu personagem para 'desglamourização do artista'. Lúcio Mauro Filho durante gravação de "Malhação" Globo/Marília Cabral Lúcio Mauro Filho passou quase 14 anos dando vida ao personagem Tuco em "A Grande Família". Entre amigos, brincava que se o seriado não chegasse ao fim, não daria tempo de viver um pai em outros trabalhos artísticos, pulando direto para o papel avô. "E a profecia se concretizou", brinca o ator ao falar sobre seu trabalho em "Malhação: Viva a Diferença", em que dá vida ao ex-cantor Roney. "Eu não era só pai, mas também um avô. Tinha uma filha adolescente grávida e com todas as questões inerentes da gravidez na adolescência". Com a pausa nas gravações das novelas por causa da pandemia de coronavírus, a trama teen gravada e exibida em 2017 e 2018 voltou ao ar em uma edição especial. O retorno para a TV trouxe várias lembranças para o ator, que naquele momento, iniciava uma nova fase em sua carreira. Lúcio deixava a fase do humor para trás e retornava para as novelas após quase 20 anos de trabalho em outros formatos. "Eu estava me redescobrindo. Então eu era veterano pra galera de 'Malhação', mas eu me considerava tão novato quanto eles, porque eu estava voltando para as novelas, um outro tipo de dramaturgia." "Fui enxergar isso tudo agora, fico feliz", contou o ator durante uma entrevista com jornalistas por teleconferência. "Acho que todo ser humano, todo profissional, tem que continuar aprendendo, mas o artista que parou de aprender, que acha que chegou a algum lugar, acabou de morrer. Pra mim, é um alento ver minha evolução dentro desse trabalho, porque enxergo que continuo evoluindo na vida." Lúcio também brinca com outro ponto ao rever a novela: o estético: "Dá um pouco de agonia, porque eu estava com muito mais cabelo e a novela não faz tanto tempo. Como pode perder tanto cabelo?". Lúcio Mauro Filho Globo/João Cotta 'Memória maluca' Diferentemente de Dira Paes, que contou ter ficado surpresa ao perceber que não lembrava de muitas cenas da novela durante a reprise de "Fina Estampa", Lúcio Mauro diz se lembrar até do que acontecia nos bastidores antes da gravação. "Eu me lembro de tudo, tenho uma memória muito maluca. Eu não só me lembro das cenas, como me lembro do que aconteceu no camarim, no que o diretor me pediu… Esse lado também é muito bom, porque eu fico me lembrando das escolhas que fiz [em cena]." 'Desglamourização do artista' Para Lúcio, seu papel em "Malhação" não foi importante apenas para sua carreira, mas também para levantar a pauta de toda a classe artística. Na novela, Roney fazia um papel de um cantor que foi famoso na década de 1980 e que se tornou dono de uma lanchonete após a fama. "Meu personagem traz uma discussão interessante, que é a desglamourização do artista." "O artista, por causa, principalmente, desse último governo, foi meio que demonizado, apenas como um joguete para manipular as pessoas. Só que muita gente caiu nessa esparrela, porque quando elas pensam num artista, elas pensam sempre na gente, nós que somos os sortudos que conseguimos fazer uma carreira. Elas não pensam no artista comum." Lúcio cita ainda que o mercado é pequeno e que boa parte dos artistas no Brasil é de trabalhador que não tem estabilidade na carreira. "Então quando começou esse discurso de demonização dos artistas e as pessoas começaram a falar 'é tudo mamador, é tudo isso, é tudo aquilo', achei muito bacana fazer um personagem que experimentou o sucesso e que agora toca uma lanchonete e cuida de uma filha grávida", afirma o ator. "Para as pessoas entenderem que, pra maioria dos artistas, mesmo que aconteça o sucesso, pode ser que seja único e depois ele tenha que conviver com a vida comum de aperto, instabilidade e vulnerabilidade."
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