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LIVE DO #SESCEMCASA DESTA SEXTA-FEIRA SERÁ COM CHICÃO CASTRO E FABINHO

quinta-feira, 14 maio 2020 por Administrador

Nesta sexta-feira, 15, a LIVE do #SescEmCasa, será com os cantores Chicão Castro e Fabinho, com início às 19 horas. “Convidamos todos a participarem, além de música de qualidade, como costumamos oferecer no Sesc Morada dos Baís, também promovemos as LIVES com finalidade de sensibilizar a população para fazerem suas doações ao Mesa Brasil Sesc e de equipamentos de proteção individual, necessários nesta luta contra a pandemia do coronavírus”, convida a diretora regional do Sesc MS, Regina Ferro.

Doações de alimentos e EPIS para combate à pandemia do coronavirus podem ser feitas por meio do site https://doacoes.sescms.com.br/ ou scaneamento do QR Code que aparece na tela, durante a LIVE.

O calendário segue com Filho dos Livres no dia 22 e, fechando a programação especial, O Bando do Velho Jack, na LIVE de 29 de maio.

A transmissão será pelo Canal do Sesc no Youtube.

Sobre o Mesa Brasil Sesc – O Mesa Brasil Sesc, desde 1994, contribui para mudar o cenário da fome no país. O programa de segurança alimentar e combate ao desperdício busca onde sobra e entrega onde falta, conectando quem quer ajudar com quem precisa ser ajudado.  Em Mato Grosso do Sul, em 2019, reuniu mais de 1.340 toneladas de alimentos, 5.575 itens de vestuário e 3.738 produtos de limpeza e higiene pessoal, entregues em 131 entidades cadastradas, beneficiando mais de 300 mil pessoas!

Serviço – Mais informações no site http://sesc.ms/mesa-brasil

Fonte: Infinito Assessoria

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Billie Eilish adia shows que faria em maio no Brasil e resto de turnê até setembro

quinta-feira, 14 maio 2020 por Administrador

Cantora se apresentaria em São Paulo e no Rio de Janeiro nos dias 30 e 31. Novas datas não foram divulgadas. Billie Eilish canta no Grammy 2020 Matt Sayles/Invision/AP A cantora Billie Eilish anunciou nesta quarta-feira (13) o adiamento dos shows que faria no Brasil em maio e o resto de sua turnê, "Where Do We Go?", que tinha apresentações marcadas até setembro. A jovem cantaria em São Paulo e no Rio de Janeiro nos dias 30 e 31. Segundo a assessoria dos eventos, novas datas serão marcadas "e todos os ingressos serão honrados apropriadamente." Eilish lamentou a decisão em seu perfil no Instagram. "Infelizmente para a segurança de todos nós temos de adiar o resto dos shows esse ano. Meu time e eu estamos trabalhando para remarcar tudo e eu prometo que informarei vocês assim que pudermos. Fiquem seguros."

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Lives de São João: série de ‘arraial digital’ terá Zé Vaqueiro, Victor Fernandes e mais

quinta-feira, 14 maio 2020 por Administrador

Artistas de forró e piseiro estão em festival 'São João de Todos', que reúne ídolos do Nordeste em junho, veja programação. Clipe de 'O povo gosta é do piseiro', de Eric Land e Zé Vaqueiro Divulgação O fenômeno das lives musicais já chegou à programação de festas juninas. O festival digital 'São João de Todos' vai reunir ídolos do Nordeste em junho. O evento criado pela plataforma de streaming Sua Música terá artistas de forró e pisadinha como Zé Vaqueiro, Victor Fernandes e Magníficos. As transmissões acontecem de 4 a 30 de junho. Lives de quinta a domingo. Horários: Quintas e sextas: 18h às 19:30h e 20h às 21:30h Sábados: 17:30h às 19h e 19:30h às 21h Domingos: 17h às 18:30h e 19h às 20:30h Apresentações com datas confirmadas: 06/06 – Gleydson Gavião 07/06 – Junior Vianna 11/06 – Danieze Santiago 12/06 – Magníficos 13/06 – Wallas Arrais 20/06 – A Loba 20/06 – Romim Mata 21/06 – Caninana Outros artistas confirmados, aguardando definição de datas e horários: Zé Vaqueiro Edson Lima Cavalo de Pau Michelle Andrade Brasas do Forró Victor Fernandes Banda Libanos Aduílio Mendes Mara Pavanelly Tropikália Noda de Caju Walkiria Santos Matheus Fernandes Renno Guilherme Dantas Felipão Clipe da música 'O povo gosta é do piseiro', com Zé Vaqueiro (esquerda) e Eric Land (direita) Divulgação

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Lives de hoje: Anitta, Duda Beat, Lobão, festival com Milton Nascimento e mais shows

quinta-feira, 14 maio 2020 por Administrador

Festival 'The New Gig' com Milton Nascimento e Elvis Costello, além de Vanessa da Mata, Detonautas, Paulinho Moska, Pablo e Humberto & Ronaldo estão marcados para esta quinta (14). Duda Beat, Anitta e Lobão fazem lives nesta quinta-feira (14) Divulgação Anitta, Duda Beat, Lobão e o festival 'The New Gig', com Milton Nascimento, Elvis Costello e outros estão entre as lives agendadas para esta quinta-feira (14). Veja a lista completa com horários das lives abaixo. Veja lives do dia e onde assistir: Alexandre Carlo, do Natiruts – 16h – Link André Abujamra (Em Casa com Sesc) – 19h – Link Duda Beat e João Vicente (Popload) – 19h – Link Detonautas – 20h – Link Jaloo (ShowlivrePlay) – 20h – Link Paulinho Moska – 20h – Link Pablo – 20h – Link Humberto e Ronaldo – 20h – Link Vanessa da Mata – 20h – Link Fun7 – 21h – Link Milton Nascimento, Elvis Costello, Bootsy Collins, Sheryl Crow e outros no festival "The New Gig" (não foram divulgados os horários separados nem mais detalhes) – 21h – Link Rachell Luz e Pretinho da Serrinha – 21h – Link Lobão (Festival Cultura em Casa) – 21h30 – Link Anitta Dentro da Casinha – 23h (Multishow) – Link O debate sobre a bebedeira de sertanejos em lives

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Discos para descobrir em casa – ‘Sambas’, Dorival Caymmi, 1955

quinta-feira, 14 maio 2020 por Administrador

Capa do álbum 'Sambas', de Dorival Caymmi Reprodução ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Sambas, Dorival Caymmi, 1955 ♪ Até então disperso em gravações editadas em discos de 78 rotações por minutos, o cancioneiro de Dorival Caymmi (30 de abril de 1914 – 16 de agosto de 2008) começou a ser agregado em álbuns a partir dos anos 1950, década em que os LPs de dez polegadas apareceram para revolucionar o mercado fonográfico. Arquiteto de Bahia mística e brejeira, imortalizada em obra que chegou ao disco na voz do autor em 1939, o cantor, compositor e violonista baiano lançou em 1954 o primeiro álbum, Canções praieiras, nesse então novo formato de disco com oito faixas. Segundo álbum de Caymmi, Sambas foi lançado em 1955 no mesmo molde, em edição da Odeon, gravadora que abrigara o artista logo após a vinda para a cidade do Rio de Janeiro (RJ) em 1938 e para a qual Caymmi regressara em 1952 após passagens pela Continental e pela RCA-Victor. Em oito faixas, Caymmi exibiu a modernidade autoral que, a partir da segunda metade dos anos 1940, tinha dado no mar enlameado do samba-canção. O lado A do álbum Sambas apresenta quatro finos exemplares do gênero, amostras da habilidade do ourives baiano para depurar o samba-canção, limando os excessos melodramáticos sem evitar tocar na questão da desilusão amorosa, matéria-prima desse ritmo que proliferara no intimismo das boates cariocas e das vozes acariciantes de cantores como o carioca Dick Farney (1921 – 1987), intérprete original de Marina (1947), umas das primeiras refinadas incursões de Caymmi pelo universo do samba-canção. No lado B, o álbum Sambas trocou esse intimismo pelo animação dos temas mais buliçosos, mostrando a face mais brejeira do samba de Caymmi. Coube ao pianista, arranjador e maestro paulistano Luiz Arruda Paes orquestrar os oito sambas do álbum. E Paes o fez sem economia. Além de ter recorrido às cordas na maioria dos arranjos, o maestro arregimentou conjunto vocal não creditado na contracapa do LP, editado sem ficha técnica, mas que se supõe ser o conjunto Os Cariocas pela assinatura vocal. A combinação de cordas e vocais desviou os quatro sambas-canção do intimismo exigido pelo gênero sem deixar de evidenciar a modernidade melódica e poética da obra arquitetada por Caymmi nesse universo. Do lote de sambas-canção do álbum, um – Só louco (1955) – até então era inédito em disco. Nunca mais (1949) e Sábado em Copacabana (Dorival Caymmi e Carlos Guinle, 1951) já tinham ganhado registros fonográficos – ambos apresentados ao mundo no canto moderno do carioca Lúcio Alves (1927 – 1993), concorrente de Dick Farney nessa escola de interpretações mais suaves – mas eram inéditos na voz grave de Caymmi. Somente Não tem solução (Dorival Caymmi e Carlos Guinle, 1950) já tinha sido gravado por Caymmi em disco de 78 RPM editado em 1952, dois anos após o registro original do recorrente Dick Farney. De qualquer forma, tudo soou novo de novo pela presença do conjunto vocal (presumivelmente Os Cariocas), cujo arrojo dos vocais gerou cadências dissonantes no “lero lero lero lero” que ornamentaram Vestido de bolero (1944), samba lançado nas vozes dos Anjos do Inferno, grupo vocal que contribuiu para que João Gilberto (1931 – 2019) identificasse a bossa entranhada nos inusitados acordes do cancioneiro de Caymmi. Gravada pela primeira vez por Caymmi no álbum Sambas, a composição Vestido de bolero integra o percussivo lado B do disco. A mudança de lado foi anunciada pelo toque serelepe do cavaco que introduziu Requebre que eu dou um doce (1941), outro samba lançado pelos Anjos do Inferno que ganhou a voz de Caymmi neste disco de 1955, ano em que, após a gravação do LP, o artista se mudou com a família para a cidade de São Paulo (SP), onde viveu por cerca de dois anos, até voltar para o aconchego carioca. Apresentado pelo próprio Caymmi em disco de 78 RPM editado em 1946, o samba A vizinha do lado ganhou remelexo singular na abordagem de 1955. Encerrado com Rosa Morena (1942), outro samba apresentado em disco pelo grupo Anjos do Inferno, o álbum Sambas flagrou Dorival Caymmi em processo de adaptação ao LP, a nova mídia do mercado fonográfico. Como as bases sólidas da obra do ourives baiano já estavam fincadas na discografia brasileira, o artista passou a recriar as próprias criações na grande maioria dos 17 álbuns que lançou entre 1954 e 1992. Sambas, o disco de 1955, é uma entre tantas amostras fonográficas de um baiano que também soube ser musicalmente carioca quando veio morar no Rio de Janeiro, mas sem esquecer as síncopes da velha Bahia.

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Turma do Pagode põe Felipe Araújo e Los Hermanos na roda do EP ‘Versões’

quinta-feira, 14 maio 2020 por Administrador

♪ Em tese, é difícil imaginar uma canção como Oração (Leo Fressato, 2011) – sucesso d'A Banda Mais Bonita da Cidade na cena indie nacional – irmanada em medley com Atrasadinha (Wynnie Nogueira, Diego Barão e Léo Brandão, 2018), hit massivo do cantor Felipe Araújo em gravação feita com Ferrugem. Na prática, Oração se juntou com Atrasadinha na genérica roda de samba armada pelo grupo Turma do Pagode em apresentações feitas em Porto Seguro (BA), no litoral da Bahia, no fim de 2019. O medley com Oração e Atrasadinha abre o EP Versões, gravado ao vivo nesses shows na Bahia e lançado pela Turma do Pagode na madrugada desta quinta-feira, 14 de maio, na sequência da segunda live do grupo, feita na noite de quarta-feira, 13, e transmitida de piscina em condomínio da cidade de São Paulo (SP). Capa do EP 'Versões', da Turma do Pagode Divulgação No EP Versões, Leiz (tantã e voz), Caramelo (banjo e voz), Rubinho (pandeiro e voz), Marcelinho TDP (cavaquinho e voz), Leandro Filé (violão e voz), Fabiano Art (surdo), Neni Art (repique de mão, pandeiro e cuíca) e Thiago (reco-reco) também juntam hits do grupo Revelação, da banda Los Hermanos e do cantor Tim Maia (1942 – 1998). O pot-pourri com Tá escrito (Xande de Pilares, Carlinhos Madureira e Gilson Bernini, 2009), Anna Júlia (Marcelo Camelo, 1999) e O descobridor dos sete mares (Michel e Gilson Mendonça, 1983) fecha o disco. Na área do pagode propriamente dito, a Turma também põe na roda de Versões alguns hits de grupos do gênero, como Art Popular, Exaltasamba, Raça Negra e Só pra Contrariar.

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Quais as lives mais vistas do Brasil até hoje? Marília Mendonça lidera e pagode é surpresa

quinta-feira, 14 maio 2020 por Administrador

Entre os 20 artistas com vídeos de lives campeões de audiência no YouTube (não só na hora da transmissão), são 8 de sertanejo, 7 de pagode, 3 de forró, um de funk e um de eletrônica, Marília Mendonça em sua primeira grande live no YouTube, no dia 8 de março Caio Rocha/FramePhoto/Estadão Conteúdo Marília Mendonça é a campeã de audiência entre as lives mais vistas no Brasil até agora. Ela puxa o domínio dos sertanejos, mas o pagode e o forró também se destacam na onda de transmissões na quarentena. A lista mostra a audiência total dos vídeos até hoje, não só na hora da transmissão. Por isso, ficam de fora lives que tiveram muito público, mas que depois saíram do ar, como as de Gusttavo Lima, Cabaré de Eduardo Costa & Leonardo e Sandy & Junior. Veja a lista abaixo. Atualização: após a publicação desta nota, foram incluídos na lista Pedro Sampaio, Alexandre Pires e Thiaguinho. O filtro do YouTube em que a lista se baseou não mostra os cantores, mas os números de visualizações de suas lives estão no nível do top 20, por isso o G1 fez a alteração. Foi considerada apenas a live de maior audiência de cada artista. Se não fosse isso, Marília Mendonça apareceria três vezes na lista, pois também teve lives com 17 milhões e 8 milhões de exibições. Outro limite da lista é mostrar apenas as lives transmitidas no YouTube, sem contar outros meios. Mas ela ajuda a mostrar a popularidade de artistas e também dos estilos musicais nas lives brasileiras. Entre os 20 artistas campeões de lives, há oito de sertanejo, sete de pagode, três de forró, um de funk e um de eletrônica. Em comparação com as paradas de streaming antes do fenômeno das lives na quarentena, as surpresas são a quase ausência do funk e a presença maior do pagode e do forró. Não foram consideradas as lives coletivas, como da produtora Workshow e dos sertanejos Amigos. Veja a lista das lives musicais mais vistas abaixo: Marília Mendonça – 54 milhões Bruno e Marrone – 30 milhões Henrique e Juliano – 21 milhões Simone e Simaria – 18 milhões Luan Santana – 16 milhões Raça Negra – 14 milhões Jorge e Mateus – 13 milhões Alok – 12 milhoes Péricles – 11 milhões Sorriso Maroto – 9,8 milhões Thiaguinho – 9,1 milhões Maiara e Maraisa – 7,8 milhões Xand Avião – 7,6 milhões Barões da Pisadinha – 7,5 milhões Pixote – 7,1 milhões Pedro Sampaio – 7,1 milhões Mano Walter – 6,7 milhões Alexandre Pires – 6,3 milhões Ferrugem – 6 milhões César Menotti e Fabiano – 5,8 milhões Péricles canta em sua live no YouTube Reprodução/YouTube/Canal do Pericão O debate sobre a bebedeira de sertanejos em lives

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Presença vip em lives: como ex-BBBs e influenciadores querem faturar na quarentena

quinta-feira, 14 maio 2020 por Administrador

Eventos poderiam render R$ 1.500 a R$ 30 mil aos famosos, antes do isolamento. Preços de participações em lives podem ir de R$ 500 a R$ 5 mil, mas depende de cada caso. Marcela, Ivy e Fly posam em posts patrocinados nos perfis do Instagram Reprodução/Instagram Com a pandemia do coronavírus, os participantes do "BBB20" não só encontraram uma "vida real" diferente, mas as possibilidades de trabalho pós-programa também mudaram. As presenças vips em eventos eram uma parte considerável da agenda e do faturamento dos ex-BBBs, mas o que sobrou foi "presença vip virtual". Os posts patrocinados já eram uma atividade entre blogueiros e influenciadores, mas a procura das marcas por anúncios on-line aumentou na quarentena. Agora, além das publicações, também é possível cobrar para aparecer em lives. Mudança no planejamento durante pandemia Alex Monteiro, sócio da Non Stop Produções, disse que foram três momentos diferentes na relação das marcas com seus parceiros desde o começo de março. "O primeiro impacto foi parar tudo. Assim como nós paramos as vidas, as marcas também pararam", explica o empresário. Ele agencia Whindersson Nunes, Tirulipa, Christian Figueredo e outros humorista e influenciadores. "Depois, muito rapidamente, elas realinharam o discurso, porque perceberam que não dava para falar como antes. O terceiro momento foi uma procura louca de várias marcas para estar no digital, principalmente de empresas que antes não tinham uma conversa genuína com determinada comunidade". Outro aspecto que foi reformulado foi a programação do conteúdo. "O planejamento que antes era mensal agora é quase diário, porque os dados mudam a cada dia e a forma de comunicar também", explica Monteiro. LEIA MAIS: Gabriela Pugliesi tem contratos suspensos após fazer festa durante quarentena Gabriela Pugliese e outras celebridades da web com atitudes desastrosas durante a pandemia Faturamento vai ser menor? Não se sabe ainda se o faturamento vai cair durante o distanciamento social, dizem especialistas ouvidos pelo G1. Fabiano de Abreu, assessor que já trabalhou com Mendigata, MC Koringa e Latino, viu os contratos com novos clientes reduzir pela metade: "Com base no que estou vendo nos bastidores, está todo mundo bem ferrado. Muitas marcas pararam." Abreu já assessorou mais de 30 ex-BBBs, como Camila Salgado e Elieser, sabe da importância do momento pós-reality. "Você tem um ano pós-BBB e esse é o ano da presença vip. Muitos dependiam disso." Ele já chegou a vender participações em eventos por entre R$ 2 mil e R$ 30 mil. Para o assessor, hoje, ex-BBBs só conseguem se manter em alta se aliarem o trabalho nas redes sociais com suas especialidades de antes do programa. "Se ela for apenas uma pessoa que publica o cotidiano na praia, no hotel, não tem como ganhar dinheiro", explica. Indo por essa linha, depois do BBB, a médica ginecologista Marcela Mc Gowan ofereceu um curso sobre autoestima e sexualidade, em abril. Gabi Martins e Gizelly Bicalho posam em posts patrocinados no Instagram Reprodução/Instagram Presença vip online? Assim que saiu do programa, Ivy Moraes foi procurada por marcas de cerveja, cachaça, lojas de roupa, aplicativo e até clínicas estéticas. Marcela, Thelminha e Rafa fizeram posts pagos para o Dia das Mãe. Assessor de webcelebridades, Cacau Oliver acredita que a quarentena vai fazer com que os influenciadores e ex-BBBs ganhem mais dinheiro com a alta demanda das marcas. "Fala-se muito das lives dos sertanejos, dos cantores, mas as webcelebridades também ganham dinheiro com as lives. Algumas empresas nos procuraram para ter convidados em lives e elas pagam para elas falarem do produto, entrevistarem o dono da marca", explica Oliver. "É tudo muito novo, mas já fiz cachês como convidados que variam de R$ 500 a R$ 5 mil", afirma. Ele diz que quando as celebridades vão na loja o número vai de R$ 1.500 a R$ 30 mil. Nos dois casos, do presencial ou do virtual, depende do "tamanho" do influenciador: quanto mais seguidores, maior o cachê. Mesmo com as lives, Abreu não acredita que o faturamento vai ser igual a antes da quarentena. "Já vi cliente que cobrava R$ 5 mil e se pagar mil agora faz", conta. Ele também cita influenciadores de fitness que ganhavam o mesmo valor para visitar lojas do ramo. "Não tem mais loja de suplementos. A gente está falando de menos R$ 20 mil por mês, só para dar um exemplo", afirma. Sofá, cara amassada, pijama Com a quarentena, não é difícil encontrar posts de celebridades usando pijamas, com o rosto amassado em produções que seriam pouco prováveis antes de fevereiro, por exemplo. Para Isabela Ventura, CEO da Squid, empresa especializada em marketing de influência, o isolamento mudou tanto a percepção de quem produz, quanto de quem consome o post. Os planos do top 5 do 'BBB20' para depois do programa "É a quebra da estética perfeita", diz Isabela. "E está tudo bem isso cair, porque nesse momento não faz sentido. As pessoas estão preocupadas com saúde, alimentação e segurança." "Se eu colocar uma bolsa ou uma roupa que não faz sentido para estar dentro de casa, qual é a autenticidade da mensagem? Está caindo aquela coisa da minha vida é perfeita, está tudo lindo. Não, não está tudo lindo e vamos conversar sobre isso." Isabela diz que existe uma maior abertura de negociação por parte dos influenciadores. Monteiro, da Non Stop, também opina sobre esta nova estética: "Se você ver uma grande produção sendo feita hoje você duvida de qual é o intuito daquilo. Não tem como você parar hoje para fazer uma grande produção." O especialista diz que os influencers costumam ter bons equipamentos em casa para entregar um post com uma qualidade miníma , mas acredita que as produções maiores devem voltar pós-quarentena. "Acho que vai voltar a ter grandes produções, até porque o povo gosta de ver", opina Monteiro. "Não devemos ficar só nessas produções de baixo custo não e vai fazer bem esse retorno por conta de toda uma estrutura de funcionários que trabalha com isso".

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Rachell Luz lança canção inédita ‘Tudo vai passar’, escrita quatro anos antes da pandemia

quinta-feira, 14 maio 2020 por Administrador

Artista paulistana apresenta single sobre superação com música feita meses antes da descoberta de câncer e gravada em casa com produção de Pretinho da Serrinha. “Todo o temporal / Um dia vai passar / E o mistério é / O que ficará / E quem vai ficar / Até tudo passar” ♪ É difícil ouvir ou simplesmente ler os versos da letra da canção Tudo vai passar sem relacionar a música da cantora e compositora paulistana Rachell Luz com a pandemia do covid-19 que aflige o mundo desde janeiro deste ano de 2020. Na realidade, a música inédita foi escrita por Luz em 2016, quatro anos antes de a humanidade se assustar com a aparição e a veloz expansão do novo coronavírus. Em 2016, a artista voltava ao Brasil – após temporada de seis anos nos Estados Unidos, período em que estudou música para se aprimorar como cantora e compositora – quando fez essa canção sobre superação que ganha o mundo na sexta-feira, 15 de maio, em single gravado em casa com produção musical assinada por Rachell Luz com Pretinho da Serrinha. Embora Pretinho da Serrinha seja compositor e percussionista associado primordialmente ao universo do samba, Tudo vai passar é canção melodiosa, gravada no devido tempo de delicadeza, na levada serena do toque do violão da própria Rachell Luz. Na vida pessoal da artista, Tudo vai passar acabou soando premonitória, mas não por conta da pandemia. É que, meses após compor Tudo vai passar, a artista descobriu que estava com câncer, já tratado e vencido. É evidente que, em 2020, a canção Tudo vai passar adquire outro sentido além do relevante significado pessoal que teve na vida da artista. Com cordas programadas por Misael da Hora, a gravação de Tudo vai passar foi mixada por Alexandre Rabaço. Na discografia de Rachell Luz, o single Tudo vai passar sucede o álbum Ao nordeste do meu coração (2019), lançado três anos o álbum de estreia da artista, Kel (2016).

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Frejat envia ‘Cartas e versos’ como terceiro single de álbum solo previsto para junho

quinta-feira, 14 maio 2020 por Administrador

♪ Com lançamento remarcado para 4 de junho, o quarto álbum solo de Roberto Frejat, Ao redor do precipício, já tem um terceiro single, Cartas e versos, em rotação desde terça-feira, 12 de maio, com capa que expõe arte abstrata de Alice Pellegatti Frejat, filha do artista. Assim como a música do segundo single (Amar um pouco mais, lançado em 16 de abril), a composição inédita Cartas e versos é parceria do cantor, compositor e guitarrista carioca com o conterrâneo Leoni. Canção de letra apaixonada que pode ser lida no lyric video lançado simultaneamente com o single, Cartas e versos tem refrão de certo apelo pop – “Cartas e versos / Contos pra te alcançar / Tudo pra te trazer para cá” – que evoca a habilidade de Leoni como hitmaker na década de 1980. O single Cartas e versos está sendo alardeado como a “vertente latina” do repertório do álbum Ao redor do precipício, composto por 13 músicas, sendo 12 autorais, feitas por Frejat ao longo dos últimos anos com diversos parceiros. Capa do single 'Cartas e versos', de Frejat Arte de Alice Pellegatti Frejat A rigor, o toque de latinidade do single Cartas e versos é bem sutil e reside basicamente na levada da percussão de Leonardo Reis, músico da gravação feita também com o baterista Renato Calmon e com o quarteto – Frejat (voz, violão e guitarra), Kassin (baixo), Humberto Barros (piano) e Maurício Negão (guitarra) – que assina a produção musical do álbum Ao redor do precipício. Oficialmente anunciado em 12 de março com o single que apresentou a gravação da canção Pergunta urgente (Nenung, 2019), o álbum Ao redor do precipício foi gravado entre novembro de 2018 e maio de 2019. Masterizado por Ricardo Garcia, Ao redor do precipício é o primeiro álbum solo de estúdio de Frejat desde Intimidade entre estranhos (2008), disco lançado há 12 anos. No meio do caminho, houve a compilação 2016, lançada há quatro anos somente em edição digital, com a reunião de fonogramas até então dispersos na discografia solo do artista.

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