Lives de hoje: Aline Barros, Sampa Crew, Zeeba, Grupo Bom Gosto e mais shows para ver em casa
Nesta terça-feira (12), Flávio Venturini e Ná Ozzetti também fazem transmissões. Veja horários. Aline Barros faz transmissão nesta terça-feira (12); na foto cantora gospel durante apresentação na Festa do Peão de Barretos 2019 Ricardo Nasi/G1 Aline Barros, Sampa Crew, Zeeba e Grupo Bom Gosto estão entre as principais lives desta terça-feira (12). AGENDA DA SEMANA: Ludmilla, Bruno & Marrone e Lexa também cantam nesta semana Veja a lista completa com horários das lives abaixo. Na onda das lives, o bastidor virou o show. Casas de músicos são os palcos possíveis no isolamento para conter o coronavírus. O G1 fez um intensivão de lives e avaliou os desafios deste formato; leia. Lives hoje e como assistir às lives: Flávio Venturini – 16h – Link Alinne Barros – 17h – Link Tiê – 17h – Link Ná Ozzetti com participação de Dante Ozzetti (Em Casa com Sesc) – 19h – Link Grupo Bom Gosto – 19h30 – Link Felipe Original – 20h – Link Sampa Crew – 20h – Link O debate sobre a bebedeira de sertanejos em lives
- Publicado em Cultura
Trilha sonora da série ‘Arcanjo renegado’ é editada em disco de 50 faixas
Orquestrada por Sany Pitbull, a seleção musical da produção do Globoplay destaca o tema romântico 'Preto' e a apropriação em ritmo de rap do 'Hino Nacional Brasileiro'. ♪ Criada pelo DJ, produtor musical e compositor carioca Sany Pitbull, nome ligado ao funk e às comunidades da partida cidade do Rio de Janeiro (RJ), a trilha sonora da série Arcanjo renegado (Globoplay) ganha edição em disco pela gravadora Som Livre. Disponível em edição digital desde 8 de maio, três meses após a estreia da trama policial em 7 de fevereiro no Globoplay (plataforma para a qual a série foi produzida com exclusividade), o disco com a trilha original de Arcanjo renegado totaliza 50 faixas, entre músicas cantadas e temas incidentais. Dominantes no disco, esses temas instrumentais aparecem, na quase totalidade, em gravações feitas por Sany Pitbull com o tecladista Hiroshi Mizutani. Por alguns títulos dessas músicas incidentais (Angel of death, Condenado, Olhos da morte, Pesadelo, Psicopata e Trama e poder, entre muitos outros), já é possível ter ideia do tom tenso da história de ação criada por José Junior (um dos mentores do Grupo Cultural Afroreggae) e filmada para o Globoplay sob direção de Heitor Dhalia. Nas faixas cantadas do disco, a trilha sonora de Arcanjo renegado transita por gêneros como rap, funk, R&B e samba – ritmos recorrente na seleção musical cotidiana das favelas na vida real. Para dar voz a esses temas cantados, Pitbull foi atrás de jovens talentos das comunidades e bairros da cidade do Rio de Janeiro (RJ) e da Baixada Fluminense. De clima romântico, a música que promove o disco, Preto, é ouvida na voz da cantora Ikinya, parceira de Al-Neg e de Sany Pitbull na criação da composição. Ikinya já vinha se fazendo ouvir nas batalhas cariocas e paulistanas de rap. O disco é aberto com Ordem e progresso, apropriação do Hino Nacional Brasileiro (Francisco Manuel da Silva, 1822, com letra de Osório Duque Estrada, 1909) feita na batida do rap por Al-Neg, poeta descoberto por Pitbull em sarau no Complexo do Alemão. Entre músicos, cantores e compositores, a gravação da trilha sonora de Arcanjo renegado envolveu cerca de 20 pessoas, na contabilidade de Sany Pitbull, maestro da empreitada sonora.
- Publicado em Cultura
Lúcio Mauro Filho fala sobre quarentena com três filhos: ‘Eles amadureceram muito’
Dira Paes e Vivianne Pasmanter também relatam experiência com estudos de crianças e adolescentes no período em que estão longe das escolas. Lúcio Mauro Filho com a família Reprodução/Instagram Com a quarentena, muitos pais se tornaram também professores de seus filhos, que estão longe das escolas fisicamente. Além de ajudar com o material didático on-line, também precisam auxiliar no cronograma de estudo e, claro, com as angústias trazidas pela quarentena. Durante uma entrevista com jornalistas por teleconferência, Dira Paes, Lúcio Mauro Filho e Vivianne Pasmanter compartilharam suas experiências e falaram sobre as dificuldade e prazeres desse período. Mãe de Inacio, de 12 anos, e Martim, de 4, Dira Paes foi direta ao falar sobre o assunto: "Não tem sido fácil". "Porque as idades são diferentes. O Inácio tem 12 anos e tem uma capacidade muito grande de se organizar. Pra ele é quase só um apoio de ajudar a montar esquema de estudos, programar seus horários e tirar dúvidas. Agora, pro Martim, realmente tem sido um desafio, tanto pra escola quando pra gente." "Ele já não gosta dessa presença de aula através do computador, mas a gente tem conseguido fazer com que de outras formas ele acompanhe de alguma maneira o que está sendo proposto pela escola e tem alguns encontros com a turma virtualmente." "Então estou sentindo que com o Martim, realmente, a gente assumiu o papel da escola. Não é fácil, porque a escola também está tentando aprender como lidar com os pequenos." Descobertas Apesar da dificuldade na adaptação, Dira compartilhou o momento de descobertas das letras pelo caçula. "Foi muito bonito nesse período pequeno ver o Martim descobrindo algumas letras em alguns lugares que ele nunca tinha prestado atenção. Então a gente vê que isso funciona." Dira acredita que os desafios sejam maiores para quem tem filhos adolescentes. Dira Paes com o marido, Pablo, e os filhos Inácio e Bento Reprodução/Instagram Mãe de Eduardo, de 17 anos e Lara, de 15, Vivianne Pasmanter cita que a parte de estudos está mais tranquila, pois os filhos já são mais independentes. "Nesse sentido, eles se viram super bem, se adaptaram. Para meu filho, talvez seja mais difícil, porque ele entrou na faculdade e, assim que entrou, já começou essa coisa on-line. E é uma grande mudança entre escola e faculdade, mas está na mão dele. Não cabe mais a mim ficar ali do lado", explica a atriz. Para Vivianne, a maior dificuldade para os adolescentes está em mantê-los em casa. "É mais difícil segurar em casa. Quer sair, curtir os amigos. Nesse ponto, o sofrimento está maior." "Tenho muito amigo que tem filho menor e estão falando que é a melhor época da vida dos filhos, que estão felizes da vida que estão com a mãe 24h. No meu caso, o contrário, eles estão bem tristes de estarem com a mãe 24 horas", declara Vivianne aos risos. Mais velhos ajudando os mais novos Pai de Bento, de 17 anos, Luiza, de 15, e Liz, de 2 anos e meio, Lucio Mauro Filho diz não estar enfrentando dificuldades neste período com os filhos. O ator conta que, por sonharem com a irmã mais nova desde quando eram pequenos, Bento e Luiza são praticamente "segundo pai e segunda mãe de Liz". "Eles tomaram isso como uma missão e chegou ao cúmulo de eles fazerem o curso na maternidade pra trocar fraldas, dar banho em bebê. Eles ajudam de uma forma comovente", elogia Lúcio. "Eles amadureceram muito. Então de alguma maneira, eles suprem esse papel do professor da Liz. Isso está ajudando muito a bebê. Todo mundo lê uma história uma hora, a gente corta o tapetinho que tem letra, cor. Foi muito natural pra gente assumir o papel da escola dela porque a gente e eles já fazíamos isso naturalmente." Ele conta que Liz também tem curtido bastante a presença do pai em casa, após o ator se envolver em uma série de projetos em sequência. "Minha bebê está adorando, está vendo pela primeira vez o dia inteiro dentro de casa. Ela nasceu na 'Malhação', depois veio 'Bom Sucesso', nesse momento, papai escreveu o musical dos 'Novos Baianos'. Papai é workaholic, que trabalha muito, às vezes de domingo a domingo." Para ele, quem está sentindo mais dificuldade com o período são os filhos mais velhos. Embora se ajudem e sejam muito parceiros, Bento e Luiza estavam entrando em uma nova fase. "Eles estavam começando a tomar autonomia." "Eles experimentaram o primeiro carnaval deles, foram aos primeiros blocos, parece que foi uma despedida antes da quarentena."
- Publicado em Cultura
Los Hermanos perpetua show de 2019 em álbum com 27 músicas captadas em 11 cidades
♪ Quarteto carioca que se reagrupa de tempos em tempos para fazer turnês Brasil afora, Los Hermanos mobilizou cerca de 250 mil espectadores nas onze cidades em que a banda se apresentou na reunião de 2019, tocando em ginásios e estádios entre abril e maio do ano passado. Quem perdeu os shows poderá ouvir as músicas em registro ao vivo oficial. Marcelo Camelo (voz, guitarra e baixo), Rodrigo Amarante (voz, guitarra e baixo), Bruno Medina (teclados) e Rodrigo Barba (bateria) decidiram eternizar em disco o show da turnê Los Hermanos 2019. Também intitulado Los Hermanos 2019, o álbum ao vivo resultante da turnê tem lançamento programado para as 15h da próxima quinta-feira, 14 de maio, com capa que expõe o logotipo da turnê. Capa do disco 'Los Hermanos 2019', da banda Los Hermanos Divulgação O disco Los Hermanos 2019 alinha as 27 músicas do roteiro praticamente imutável do show. Essas 27 músicas foram captadas nas 11 cidades em que o quarteto se apresentou pelo Brasil, de 5 de abril a 18 de maio de 2019, em rota iniciada por Salvador (BA) e concluída em São Paulo (SP) depois de passar por capitais como Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), João Pessoa (PB), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ) e Vitória (ES). A captação do áudio dos shows foi feita por Arthur Luna com Daniel Carvalho, este também responsável pela mixagem e masterização da gravação ao vivo. ♪ Eis, na disposição do disco, as 27 músicas que compõem o repertório do álbum ao vivo Los Hermanos 2019 : 1. A flor (Marcelo Camelo e Rodrigo Amarante, 2001) 2. Além do que se vê (Marcelo Camelo, 2003) 3. Retrato pra Iaiá (Rodrigo Amarante e Marcelo Camelo, 2001) 4. O vencedor (Marcelo Camelo, 2003) 5. O vento (Rodrigo Amarante, 2005) 6. Todo Carnaval tem seu fim (Marcelo Camelo, 2001) 7. Condicional (Rodrigo Amarante, 2005) 8. Corre corre (Marcelo Camelo, 2019) 9. Primeiro andar (Rodrigo Amarante, 2005) 10. A outra (Marcelo Camelo, 2003) 11. Morena (Marcelo Camelo, 2005) 12. Pois é (Marcelo Camelo, 2005) 13. Sentimental (Rodrigo Amarante, 2001) 14. Samba a dois (Marcelo Camelo, 2003) 15. Tenha dó (Marcelo Camelo, 1999) 16. Quem sabe (Rodrigo Amarante, 1999) 17. Descoberta (Marcelo Camelo, 1999) 18. Anna Júlia (Marcelo Camelo, 1999) 19. O velho e o moço (Rodrigo Amarante, 2003) 20. Paquetá (Rodrigo Amarante, 2005) 21. Do sétimo andar (Rodrigo Amarante, 2003) 22. Último romance (Rodrigo Amarante, 2003) 23. De onde vem a calma (Marcelo Camelo, 2003) 24. Conversa de botas batidas (Marcelo Camelo, 2003) 25. Deixa o verão (Rodrigo Amarante, 2003) 26. Azedume (Marcelo Camelo, 1999) 27. Pierrot (Marcelo Camelo, 1999)
- Publicado em Cultura
Cannes planeja exibição de filmes selecionados para 73ª edição em outros festivais de cinema do 2º semestre
'Recebemos filmes de todo o mundo, trabalhos magníficos, e é nossa obrigação ajudá-los a encontrar seu público', afirma o diretor do festival, Thierry Fremaux, após descartar qualquer possibilidade da 73ª edição do evento em sua 'forma física'. Festival de Cannes começa nesta terça-feira (14) Joel C Ryan/Invision/AP Inicialmente programado para maio e adiado para junho e julho por causa da pandemia de coronavírus, o Festival Internacional de Cinema de Cannes descartou qualquer possibilidade de realizar a 73ª edição do festival em sua "forma física". Com isso, o diretor do festival, Thierry Fremaux afirmou que vai trabalhar em parceria com os eventos que acontecem no segundo semestre, redistribuindo as obras que fariam parte do evento em 2020 para outros festivais. Os trabalhos que seria exibidos em Cannes este ano, devem ser apresentador em festivais como os de Toronto, Deauville, Angoulême, San Sebastian, New York e Busan. "E com o de Veneza, queremos ir ainda mais longe e apresentar filmes juntos", afirmou Thierry. "Do fundo do nosso coração, o que queremos fazer é promover os filmes que vimos e amamos. Nós recebemos filmes de todo o mundo, trabalhos magníficos, e é nossa obrigação ajuda-los a encontrar seu público. Uma vez anunciada a lista, o objetivo é iniciar a organizar eventos nos cinemas", disse o diretor. Questionado se há planos para uma premiação este ano, ele descarta: "Não, é impossível reunir um juri". Em abril, o Festival Internacional de Cinema de Cannes já havia anunciado que não aconteceria "em sua forma original" em 2020 devido à pandemia do novo coronavírus. Na ocasião, os organizadores disseram que continuavam a estudar opções para o evento. "Reconhecemos que o adiamento do 73º Festival Internacional de Cinema de Cannes, inicialmente cogitado entre o final de junho e o início de julho, não é mais uma opção", disseram os organizadores em um comunicado. "Está claro que é difícil supor que o Festival de Cannes possa ser realizado neste ano em sua forma original."
- Publicado em Cultura
Tatuador Daniel Silva, do reality ‘Ink Master’, é preso após morte de youtuber em acidente de carro
Batida aconteceu no domingo (10). Segundo relato do irmão de Corey La Barrie, youtuber morreu 'em um acidente de carro com seu amigo bêbado dirigindo'. Daniel Silva, participante do reality 'Ink Master', é preso após morte de youtuber em acidente de carro Reprodução/Instagram O tatuador Daniel Silva, participante reality show "Ink Master", foi preso acusado de homicídio após o YouTuber Corey La Barrie morrer em um acidente de carro. Segundo a revista Variety, o anúncio da prisão foi feito pela polícia de Los Angeles na noite desta segunda-feira (12). A batida aconteceu em Los Angeles, no domingo (10), dia do aniversário de 25 anos do youtuber. Na ocasião, La Barrie estava como passageiro em um carro com Silva ao volante de um McLaren esportivo. Inicialmente, a polícia não confirmou os nomes dos envolvidos no acidente, mas afirmou que os dois foram levados ao hospital, onde o passageiro morreu. Informou também que o motorista não corria risco de morte, mas seguia em tratamento no hospital. De acordo com o TMZ, Silva sofreu uma fratura no quadril após a batida em uma placa e uma árvore. Segundo a Variety, detalhes sobre a causa do acidente estão em investigação, mas no Instagram, o irmão de La Barrie postou que o youtuber “morreu em um acidente de carro com seu amigo bêbado dirigindo”. A mãe de La Barrie também afirmou em um post no Instagram que, tanto o filho quando Daniel estavam bêbados. "Meu coração está partido. No aniversário de 15 anos do meu filho, ele estava muito embriagado e entrou em um carro com um motorista bêbado. O acidente o matou na hora. Sem palavras para descrever a tristeza que sinto ao perder um filho. Isso parece tão irreal. Estou devastada pela dor. Te amo muito, Corey, e vou sentir muito sua falta. Isso é tão injusto." Initial plugin text Initial plugin text Corey La Barrie tem um canal no TouTube com mais de 300 mil assinantes. O tatuador Daniel Silva participou inúmeras vezes do reality “Ink Master” e, em sua conta no Instagram, conta com mais de um milhão de seguidores.
- Publicado em Cultura
Wanessa Camargo celebra 20 anos de carreira com ‘Fragmentos’
♪ Embora tenha somente 37 anos, festejados em dezembro, Wanessa Camargo já completa 20 anos de carreira em 2020. Foi em novembro de 2000 que, após pré-história musical vivida em bandas adolescentes como Neon, a artista goiana se lançou oficialmente como cantora e editou o primeiro álbum, Wanessa Camargo, com visibilidade garantida pelo fato de a artista debutante ser filha de Zezé Di Camargo, cantor e compositor sertanejo que formava bem-sucedida dupla com o irmão Luciano. Aproveitando a efeméride, Wanessa inicia no mercado fonográfico as comemorações dessas duas décadas de trajetória profissional na música com a edição do EP Fragmentos – Parte I, disco programado para chegar às plataformas de áudio na sexta-feira, 15 de maio, com capa já revelada nas redes sociais da artista. É curioso que Wanessa Camargo tenha chegado aos 20 anos de carreira fonográfica como figura ainda midiática. Afinal, a artista jamais delineou uma assinatura própria como cantora ou compositora. A retirada do sobrenome Camargo no meio dessa trajetória – posteriormente reincorporado ao nome artístico de Wanessa – foi somente um indício dessa ausência de identidade na música. Wanessa tentou se firmar no pop brasileiro juvenil ao longo dos anos 2000 com som que, de início, acentuou influência da música country e, em momento posterior, perdeu esse estilizado sotaque pop rural contemporâneo à moda de cantoras norte-americanas como Shania Twain. A partir dos anos 2010, a cantora migrou para o universo da música eletrônica, fazendo dance pop no álbum W (2011), já então sem o Camargo no nome artístico. Em 2016, Wanessa tentou em vão pegar carona na explosão do movimento sertanejo feminino, o feminejo, mote do álbum 33, lançado naquele ano com o Camargo de volta ao nome artístico da cantora. A propósito, 33 foi o último álbum de Wanessa Camargo. Seguiram-se então singles e EPs de estilos diversos que mantiveram inalterado o status da artista no universo pop nacional.
- Publicado em Cultura
Violão de Kurt Cobain usado no ‘MTV Unplugged’ vai à leilão com estimativa de US$ 1 milhão
Em 2019, o cardigã verde oliva usado pelo cantor na gravação de 1993 foi vendido por US$ 334 mil (R$ 1,9 milhão). Kurt Cobain canta no 'Unplugged' do Nirvana, em 1993 Divulgação O violão usado por Kurt Cobain no "MTV Unplugged" do Nirvana vai a leilão em junho. A estimativa inicial da casa de leilões Julien's Auctions é arrecadar US$ 1 milhão (cerca de R$ 5,7 milhões). A Julien's Auctions informou nesta segunda-feira (11) que o violão Martin D-18E, de 1959, que Cobain tocou na gravação ao vivo de 1993 está à venda. O violão vem com caixa amassada, cujo compartimento de armazenamento contém uma pequena bolsa de camurça onde o músico teria escondido heroína, substância em que era viciado durante seus últimos anos. O líder do Nirvana gravou a sessão "Unplugged" em novembro de 1993. Cobain foi encontrado morto, aos 27 anos, em sua casa em Seattle, em abril de 1994. O executivo-chefe da Julien, Darren Julien, disse que o violão "ganhou seu lugar na história como instrumento tocado por um dos músicos e ícones mais influentes do rock em uma das maiores e mais memoráveis performances ao vivo de todos os tempos." O álbum "MTV Unplugged in New York", com versões acústicas de faixas como "About a Girl", "Apologies" e uma versão cover de "The Man Who Sold the World", de David Bowie, foi lançado após a morte de Cobain, liderou a parada Billboard e ganhou um Grammy. O cardigã verde oliva usado por Cobain na gravação foi vendido por US$ 334 mil (R$ 1,9 milhão) em um leilão realizado em outubro de 2019, o que a Julien's afirmou ser um recorde mundial para um casaco deste tipo. Violão de Kurt Cobain usado no 'MTV Unplugged' vai à leilão com estimativa de US$ 1 milhão Divulgação/Julien’s Auctions
- Publicado em Cultura
Sem picos: Quarentena muda forma de ouvir podcasts e músicas nos serviços de streaming
Horários de mais audição deixam de ser durante começo da manhã e fim da tarde, com consumo agora ficando mais espalhado ao longo do dia. Spotify e Deezer explicam mudanças. Usuária do Spotify observa playlist no celular Jamile Alves/G1 O distanciamento social, o home office e a pandemia da Covid-19 mudaram a forma que as pessoas usam as plataformas de streaming. Para entender o novo perfil de quem ouve podcasts e música nesses serviços, o G1 foi atrás do Spotify e da Deezer. As conclusões são as seguintes: Houve queda no começo da quarentena, mas a tendência é de estabilização; Horários de pico não são mais na hora do rush (começo da manhã e fim da tarde), o consumo agora é mais espalhado ao longo do dia; Audições de playlists de música infantil e música clássica cresceram; Quando a live de um artista bomba, é claro que a busca por músicas dele cresce. Marcos Swarowsky, diretor geral da Deezer no Brasil e América do Sul, explica que a maior "ocasião de consumo" sempre foi o deslocamento para o trabalho: "Nosso pico de usuários antes era sete da manhã e agora é entre nove e dez da manhã. Agora, o dia de maior consumo é o sábado, principalmente à tarde." A plataforma de streaming teve uma queda de 10% no número de streams na terceira semana de março, mas o número de usuários se manteve estável. No Spotify, a mudança de consumo foi parecida. Segundo a empresa, mais usuários têm ouvido conteúdo "em dispositivos como desktops de computadores, TVs, alto-falantes inteligentes e consoles de jogos". É algo natural. Quem pode está ficando em casa. Playlists com outra vibe Mulher utiliza seu celular com fones de ouvido GARO/Phanie Swarowsky conta que houve uma tentativa de repensar a parte de curadoria de playlists. "Antes, eram ouvidas mais playlists de gêneros. Agora, são mais playlists de 'moods', como as de calmaria, 'iniciando o dia', 'working from home'. Elas estouraram." Na Deezer, o estilo que mais caiu durante essas semanas de distanciamento social foi o punk. MPB e rap acústico foram dois dos gêneros com mais crescimento. As playlists com temas de culinária e serviços de casa foram as que mais bombaram no Spotify durante este período de isolamento. E isso é fruto de uma troca. Agora, todo mundo busca uma trilha para tarefas domésticas e familiares, em vez querer músicas para encontros com amigos. Podcasts de auto-conhecimento, bem-estar e meditação também tiveram aumento de audições nas duas plataformas de streaming, nas últimas semanas. Podcasts com notícias e explicações sobre o coronavírus, é claro, também estão com bom desempenho. Semana Pop faz homenagem aos artistas vítimas do novo coronavírus no Brasil
- Publicado em Cultura
Lives da semana: Bruno & Marrone, Diogo Nogueira, Zé Neto & Cristiano, Lexa e mais shows
Milton Nascimento, Bon Jovi, Wesley Safadão, Raça Negra, Turma do Pagode, Zeeba e Marcelo Falcão também fazem transmissões. Veja agenda de lives de segunda (11) a domingo (17). Bruno e Marrone fazem segunda live neste sábado (16) Divulgação Bruno & Marrone, Zé Neto & Cristiano, Molejo, Wesley Safadão e Raça Negra estão entre os artistas com lives programadas entre segunda (11) a domingo (17). Aline Barros, Marcelo Falcão, Turma do Pagode, grupo Bom Gosto, Pedro Sampaio também fazem transmissões. Ludmilla tinha uma live marcada para sábado (16), mas foi internada com problema no rim e adiou a transmissão. Veja a lista completa com horários das lives abaixo. Na onda das lives, o bastidor virou o show. Casas de músicos são os palcos possíveis no isolamento para conter o coronavírus. O G1 fez um intensivão de lives e avaliou os desafios deste formato; leia. Veja lives por dia e onde assistir: Segunda-feira (11) Sérgio Britto – 17h – Link 3030 – 19h – Link Toninho Ferragutti (Em Casa com Sesc) – 19h – Link Adão Negro – 20h – Link Thaide – 20h – Link Bon Jovi, Mariah Carey, Billy Joel e Sting no festival Rise Up New York! – 20h – Link Steve Aoki, Tony Hawk, Shaun White e Kelly Slater – 22h – Link Terça-feira (12) Flávio Venturini – 16h – Link Aline Barros – 17h – Link Ná Ozzetti com participação de Dante Ozzetti (Em Casa com Sesc) – 19h – Link Grupo Bom Gosto – 19h30 – Link Sampa Crew – 20h – Link Quarta-feira (13) Turma do Pagode – 18h30 – Link Josyara (Em Casa com Sesc) – 19h – Link Marcelo Falcão – 20h – Link Letrux (Festival Cultura em Casa) – 21h30 – Link Quinta-feira (14) Alexandre Carlo, do Natiruts – 16h – Link André Abujamra (Em Casa com Sesc) – 19h – Link Detonautas – 20h – Link Paulinho Moska – 20h – Link Fun7 – 21h – Link Milton Nascimento, Bootsy Collins, Sheryl Crow e outros no festival "The New Gig" – 21h – Link Rachell Luz e Pretinho da Serrinha – 21h – Link Lobão (Festival Cultura em Casa) – 21h30 – Link Sexta-feira (15) Day e Lara – 19h – Link Gabriel o Pensador – 19h – Link Léo Magalhães – 20h – Link Molejo – 20h – Link Pedro Sampaio – 20h – Multishow e Link Ana Carolina – 21h – Link As Bahias e a Cozinha Mineira – 21h – Link Sábado (16) Diney – 15h – Link Lexa – 16h – Link Alexandre Peixe – 18h – Link Zé Neto e Cristiano – 18h – Link Ludmilla – 20h – Link Bruno & Marrone – 21h – Link Rennan da Penha – 21h – Link Domingo (17) Diogo Nogueira – 12h – Link Wesley Safadão e Raça Negra – 16h – Link O debate sobre a bebedeira de sertanejos em lives
- Publicado em Cultura











