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Dave Grohl elogia live de Post Malone com covers de Nirvana e diz que até fãs mais ferrenhos curtiram

segunda-feira, 11 maio 2020 por Administrador

Em entrevista para a rádio ALT 98.7 FM, músico diz que assistiu um longo pedaço da transmissão e que se sentiu honrado ao ver Travis Barker tocando bateria. Dave Grohl elogia live de Post Malone com covers de Nirvana e diz que até fãs curtiram Reprodução/YouTube Dave Grohl elogiou a performance de Post Malone na live em que o rapper tocou covers de Nirvana, no dia 24 de abril, em uma live. Na ocasião, o Malone convocou Travis Barker, baterista da banda Blank-182, além do guitarista Nick Mack e o baixista Brian Lee para a transmissão. "Antes de tudo, assistir Travis tocar bateria para aquelas músicas do Nirvana… fiquei honrado. Eu achei super legal”, afirmou o vocalista do Foo Fighters e ex-baterista do Nirvana. O músico fez o relato durante uma entrevista para a rádio ALT 98.7 FM, na qual participou com a mãe, Virginia. "Foi tão estranho, porque eu estava escrevendo — eu comecei uma página no Instagram chamada Dave’s true Stories – e comecei a receber mensagens de amigos dizendo que ele estava ao vivo no YouTube fazendo diversos covers do Nirvana." "Eles estavam detonando. Então eu assisti um bom pedaço e eu estava, tipo, 'isso é legal, isso é realmente legal'" "Não vejo outras pessoas cantando músicas do Nirvana com frequência, e ele parecia perfeitamente confortável com isso, e parecia ótimo". "Até os fãs mais ferrenhos do Nirvana que eu conheço estavam, tipo, 'cara, ele está detonando'", disse o músico, que ao longo da live também falou sobre um documentário que deve lançar em breve, além de momentos em família e seus dias em quarentena. A live de Post Malone durou cerca de 1h15 e teve a renda das doações revertidas para o Fundo de Resposta de Solidariedade Covid-19 da Fundação das Nações Unidas para a Organização Mundial da Saúde (OMS).

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Festival Primavera Sound é cancelado em 2020 por conta do coronavírus

segunda-feira, 11 maio 2020 por Administrador

20ª edição do evento estava marcada para os dias 3 a 7 de junho em Barcelona, na Espanha. The Strokes era headliner do Primavera Sound neste ano, mas festival só vai acontecer em 2021 por conta do coronavírus Marcelo Brandt/G1 O festival Primavera Sound foi oficialmente cancelado em 2020 nesta segunda-feira (11). A 20ª edição do evento estava marcada para os dias 3 e 7 de junho em Barcelona, na Espanha. Com a pandemia do coronavírus, o festival foi adiado para agosto, mas a organização decidiu não realizar o evento neste ano. LISTA: veja shows, festivais e estreias de filmes cancelados por causa da pandemia "Hoje, o Primavera Sound anuncia a decisão mais difícil de sua história: nós não conseguiremos celebrar nosso aniversário de 20 anos em 2020", diz o comunicado. "Por conta da evolução da crise de Covid-19, nos sentimos obrigados a adiar esta edição, por motivos de força maior, até o ano que vem nos dias 2 a 6 de junho de 2021". The Strokes, Lana Del Rey, The National, King Princess e Tyler, The Creator eram algumas das atrações principais anunciadas. Pabllo Vittar e Arthur Verocai também estavam escalados na programação deste ano. O reembolso dos ingressos pode ser solicitado a partir de 3 de junho. Neste mesmo dia, a organização vai anunciar as primeiras atrações do festival em 2021. Como o medo do coronavírus está alterando rota do pop

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Lives de hoje: Bon Jovi, 3030, Thaide, Sérgio Britto e mais shows para ver de casa

segunda-feira, 11 maio 2020 por Administrador

Nesta segunda-feira (11), Mariah Carey, Sting, Jennifer López e Billy Joel também cantam no festival Rise Up New York!. Veja horários. Jon Bon Jovi canta no Rock in Rio 2019 Alexandre Durão/G1 Bon Jovi, Mariah Carey, Sting e Billy Joel cantam no festival Rise Up New York! nesta segunda-feira (11). O evento beneficente começa às 19h e tem duração de uma hora. Sérgio Britto, do Titãs, o grupo 3030 e o rapper Thaide também fazem transmissões. Moacyr Luz, Alexandre Marmita, Gabriel Damuda, Mingo Silva e Nego Álvaro fazem live do Samba do Trabalhador a partir das 17h. AGENDA DA SEMANA: Ludmilla, Bruno & Marrone e Lexa também cantam nesta semana Veja a lista completa com horários das lives abaixo. Na onda das lives, o bastidor virou o show. Casas de músicos são os palcos possíveis no isolamento para conter o coronavírus. O G1 fez um intensivão de lives e avaliou os desafios deste formato; leia. Lives hoje e como assistir às lives: Samba do Trabalhador – Moacyr Luz, Alexandre Marmita, Gabriel Damuda, Mingo Silva e Nego Álvaro – a partir das 17h – Link Sérgio Britto – 17h – Link 3030 – 19h – Link Toninho Ferragutti (Em Casa com Sesc) – 19h – Link Adão Negro – 20h – Link Bon Jovi, Mariah Carey, Billy Joel e Sting no festival Rise Up New York! – 20h – Link Thaide – 20h – Link Steve Aoki, Tony Hawk, Shaun White e Kelly Slater – 22h – Link O debate sobre a bebedeira de sertanejos em lives

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‘Distanciamento social exigido dos cubanos termina nas filas para comprar alimentos’, diz o escritor Leonardo Padura

segunda-feira, 11 maio 2020 por Administrador

Em entrevista, autor cubano reflete sobre a propagação do novo coronavírus, que isola os países dentro de suas fronteiras, e critica atuação do presidente brasileiro. Cubanos fazem fila para comprar alimentos no centro de Havana, em abril Alexandre Meneghini/Reuters Da quarentena em sua casa em Mantilla, na periferia de Havana, o escritor Leonardo Padura observa, todos os dias, filas enormes de cubanos diante de um mercado para comprar frango. E constata que é justamente na aglomeração estimulada pela busca de alimentos que se revela o traço mais ameaçador da pandemia do novo coronavírus em Cuba. O país mantém a doença sob controle e contabiliza 1.754 casos de infectados e 74 mortos. Seu sistema de saúde não sinalizou colapso, mas a escassez de mantimentos, sim. “Esta é a doença que se arrasta há 60 anos em Cuba”, diz o premiado escritor, de 64 anos, autor de “O homem que amava os cachorros”, “Hereges” e “A transparência do tempo”, entre alguns de seus romances publicados no Brasil pela editora Boitempo. O cotidiano da vida cubana está sempre presente em sua vasta obra, que inclui também roteiros de cinema, e o tornou mais conhecido fora do que dentro de seu país, onde ainda é pouco divulgado e publicado. Padura aproveitou o isolamento forçado pelo coronavírus para revisar o final do novo romance “Como o polvo en el viento” (“Como poeira ao vento”, na tradução livre para o português). Se a pandemia for controlada a tempo, deverá publicá-lo ainda este ano na Espanha e no próximo, no Brasil. O detetive-escritor Mario Conde, o personagem que é também um companheiro literário, não aparece nesta obra, mas já começa a se movimentar na mente de Padura para um próximo romance. Ele admite que a pandemia que infectou o mundo de forma global certamente lhe servirá, num futuro próximo, de fonte de inspiração. Enquanto isso, o autor cubano acompanha com atenção a falta de coordenação política entre os países, fechados dentro de suas fronteiras, confirma a política isolacionista de Donald Trump e reage com medo e preocupação ao desprezo do presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, diante da propagação do vírus. “Todos temos hoje uma informação maior sobre a pandemia em relação a outros assuntos. Por isso, considero irresponsável a atitude de Bolsonaro.” O escritor cubano Leonardo Padura AFP/Adalberto Roque Leia abaixo a entrevista do escritor cubano ao G1: Como você imagina que vamos sair desta pandemia? Melhor, pior? Em que mundo reentraremos? Leonardo Padura: Tudo que está ocorrendo no transcurso deste ano é algo que escapava de qualquer imaginação. Nunca poderíamos conceber o que se passa nestes primeiros meses de 2020. O mundo e o homem vivem em um contexto em que as epidemias sempre tiveram uma presença ao longo da história. Só que esta nos surpreendeu e agora nos encontramos sem saber como enfrentá-la e para onde vai nos levar. Teremos que revisar muitas das maneiras em que estávamos vivendo, para regressar a uma normalidade que vai custar muito para se estabelecer e que será muito difícil de definir em todos os seus termos. Ficou claro que havia coisas que não funcionavam. Um dos elementos é o sistema de saúde. No futuro, os governos terão que revê-lo. Uma doença que contagiou no mundo a mesma quantidade de pessoas que podem estar sofrendo de câncer neste momento cortou o sistema de saúde que existia. Acredito que também teremos que revisar as relações entre os países, já que as soluções têm sido de caráter nacional. Os países se fecharam e sua principal luta contra a doença é dentro de suas fronteiras. Olham pouco para fora, quando justamente estão diante de um problema universal. Leonardo Padura em foto de 2010. O que ele diz em Cuba é considerado o limite do que pode ser AFP Você esperava uma reação conjunta e coordenada de países a um vírus que se converteu em uma ameaça mundial ou esse esforço coletivo é apenas mais uma utopia? Leonardo Padura: Creio que confiávamos que a globalização era o sistema no qual toda a Humanidade iria participar. Com a pandemia, temos a parte negativa da globalização. Globalizamos a doença e estão globalizando as soluções nacionais. Há um caso muito revelador, que é a posição que Donald Trump teve na pandemia. Ele não foi incoerente com a política que mantinha. Desde o início, tratou de resolver os problemas dos Estados Unidos, para recuperar a grandeza dos Estados Unidos. E enfrentou a pandemia como uma agressão contra os Estados Unidos, que precisa resolver com seus próprios meios. Sua posição em relação à Organização Mundial da Saúde reflete bem essa política. Quando deveríamos todos contribuir para buscar uma solução global para um problema global, a economia mais poderosa do mundo tenta resolver o problema dentro de suas fronteiras. E em outros países do mundo começamos a ver políticas contra imigrantes e atitudes xenofóbicas que prejudicam a política de uma convivência global. A pandemia reforçou o desabastecimento em Cuba. As cadernetas de racionamento estão de volta, há filas enormes para conseguir alimentos, o que agrava a ameaça de contágio… Leonardo Padura: Sim, o grande problema que ocorreu em Cuba não foi com a saúde pública. As cifras de contágio e de mortes são controladas. O sistema de saúde pública não colapsou porque o país tinha experiências de eventos anteriores, como, por exemplo, furacões, a partir de um governo central, que organiza e distribui tudo. Felizmente, por obra divina, não houve mais contágio em Cuba. O distanciamento social que se exige da população termina com as filas para comprar produtos alimentícios ou de limpeza. Da minha casa, vejo todos os dias as filas para a compra de frango, que se produz em um mercado, com as pessoas aglomeradas, umas em cima de outras. Cuba arrasta há 60 anos a falta de alimentos. As carências econômicas do país têm estado presentes por muitos anos. A economia cubana tem problemas de funcionamento, de eficiência, de produtividade. Agora estamos vendo essa consequência de uma maneira muito mais dramática. O cubano Leonardo Padura em participação na Flip em 2015 Paola Fajonni/G1 Você acredita então que a escassez afeta mais os cubanos do que a ameaça do vírus em si? Leonardo Padura: As pessoas estão muito preocupadas com a pandemia. A população é, em sua maioria, escolarizada e tem percepção do risco. Mas tem necessidades. Há pessoas que jogam com esta ameaça e tentam resolver estas necessidades, fazendo negócios com a escassez. Vendem lugares nas filas, compram produtos para revendê-los a um preço maior e lucrar com isso. O que diferencia essa pandemia em Cuba da crise de desabastecimento e dos apagões de energia que marcaram os anos 1990? Ela reaviva o mesmo trauma entre os cubanos? Leonardo Padura: O que ocorreu naquela época é diferente, embora às vezes tenha efeitos semelhantes. Nos anos 1990, o risco maior era sensivelmente o de não comer. Hoje, este risco diminuiu, mas não desapareceu. Felizmente, o governo estabeleceu uma política para tratar de evitar fenômenos que ocorreram naqueles anos, como cortes de eletricidade. No entanto, o corte nos transportes públicos dificulta muito a vida da população. Há um aspecto interessante no nível global: como está ocorrendo o risco sobre a nossa vida e como cada um de nós tem uma responsabilidade civil, social e familiar maior. Se eu contrair o vírus, posso me curar, mas posso contagiar minha mãe de 92 anos. Temos que ser muito mais responsáveis e isso nos obriga de uma maneira, sem grandes conflitos, a entregar espaços de liberdade e de nossa decisão pessoal aos governos, como forma de proteger-nos e de salvar-nos todos. Isso ocorreu em vários países, como Espanha, Itália, China e Alemanha. Penso que o vírus tem também uma parte muito dramática em seu percurso pelo mundo. Demonstrou até que ponto os seres humanos devemos temer a morte. Preferimos perder muitas coisas para salvar a vida. Para mim, isso é muito dramático. A vida do homem é uma luta perdida, porque lutamos para viver sabendo o desfecho desta luta. Todos vão morrer. Sabemos, no final, quem será o vencedor. Pode ser que a vitória se produza antes ou depois. Conseguiremos viver 80, 90,100 anos, mas o fim é inevitável. Contudo, o medo da morte não desapareceu. No seu entender, o contexto atual isola o Brasil da comunidade internacional? Quais serão os reflexos do governo Bolsonaro para os brasileiros? Leonardo Padura: Tenho uma relação pessoal e cultural muito próxima do Brasil, para onde viajo frequentemente e tenho amigos. Sigo com especial interesse as notícias que vêm daí. Além disso, é um país muito importante em termos econômicos e demográficos para a América Latina e o mundo. Um grande problema no Brasil pode ter muitas repercussões no mundo. Ontem li uma entrevista com o pensador mexicano Enrique Krauze, que é um homem de direita e defensor da política neoliberal, e afirmava que Bolsonaro pode ser acusado de genocídio por sua atitude diante da pandemia. É a opinião de alguém que pode estar mais próximo da política de Bolsonaro. Sinto muito medo do que ocorre no Brasil, pela consequência terrível, caso haja um descontrole acelerado e definitivo da pandemia em seu território. A OMS propôs a única política que devemos seguir neste momento até que apareça a cura definitiva. Entendo que a economia é fundamental para qualquer país, seja em Cuba, EUA, Brasil. Mas eu também acredito que a responsabilidade de um político é muito maior porque tem em suas mãos as vidas de cidadãos. Não ter uma atitude responsável pode ser altamente perigoso. Diariamente, as primeiras notícias que lemos são sobre a pandemia. Acredito, então, que todos temos hoje uma informação maior em relação a outros assuntos. Por isso, considero irresponsável a atitude de Bolsonaro. O que você tem feito durante a quarentena? Como é a rotina na sua casa neste período? Leonardo Padura: O que mais sinto falta nessas semanas em que tenho estado muito isolado é a impossibilidade de estar com meus amigos. Sou uma pessoa que necessita dessa relação como um equilíbrio para o que faço todos os dias. Meu trabalho já exige de mim a solidão, a concentração. Pude aproveitar esse isolamento em função do trabalho. Terminei e enviei à minha editora um novo romance. Fiz a sua revisão final durante a quarentena. Se tudo der certo, o livro poderá ser publicado em espanhol em setembro deste ano e traduzido para outros países, inclusive o Brasil, no próximo ano. Estou trabalhando em um projeto de cinema, do qual não posso adiantar nada. Vamos manter o mistério sobre ele (risos). Isso me cai muito bem: fazer um trabalho distinto da literatura após terminar um romance. Tenho também em mente uma ideia para um próximo romance. Sempre prefiro me dar vários meses entre o fim de um romance e o início de outro. Gosto de aproveitar esse período, às vezes faço um trabalho para promover os livros, viajando e fazendo apresentações. Outras vezes faço trabalhos em outros gêneros, escrevendo ensaios, jornalismo ou escrevendo para cinema. Nos últimos anos, escrevi vários roteiros. Pessoas co máscaras caminham pela Cidade Velha de Havana Reuters/Alexandre Meneghini Do que se trata o romance que acaba de escrever? Leonardo Padura: O romance se chama “Como el polvo en el viento” (“Como poeira ao vento”, na tradução livre para o português) tomado da música “Dust in the wind”, do grupo Kansas nos anos 70. É uma história que tem a ver com a dispersão pelo mundo de minha geração cubana. Começa no fim dos anos 80, quando os personagens são adultos, por volta dos 30 anos, e chega até a segunda década do século XXI, vivendo em Cuba ou fora da ilha, em Espanha, Estados Unidos, Porto Rico, Argentina. É um pouco uma crônica de como a minha geração se dispersou pelo mundo. Seu companheiro literário, Mario Conde, está no romance? Leonardo Padura: Não, neste não. Mas Mario Conde estará no romance que estou pensando em começar a escrever, nos próximos meses. A pandemia do novo coronavírus poderá inspirá-lo para um romance futuro? Leonardo Padura: Eu creio que sim, que vá aparecer em algum dos projetos que tenho de maneira imediata. Mas, como em quase todos os meus processos, temos que esperar que ela termine. Hoje ela nos parece terrível, mas não sabemos como será em alguns meses, se conseguiremos controlá-la ou se o descontrole e nos fará entrar em alguma espiral. Como o senhor acha que Mario Conde enfrentaria a quarentena? Leonardo Padura: Acho que um pouco como eu. O que mais lhe faria falta é não poder estar com amigos e, como ele próprio diria, tomar uns tragos de rum e falar de qualquer coisa, inclusive, falar merda. Talvez estivesse lendo muito e escrevendo. Porque ele também é escritor. No meu último romance, “A transparência do tempo”, há, inclusive, uma parte escrita por Mario Conde. Qual a sua sensação de escrever tanto sobre Cuba e ser mais lido e conhecido em outros países do que no seu? Leonardo Padura: Esse é um problema que me afetou nos últimos 15, 20 anos porque tenho a possibilidade que meus livros sejam editados na Espanha, circulem por toda a América Latina e sejam traduzidos em 30 idiomas. Certa vez, caminhava por Copacabana com minha mulher e fui cercado por algumas pessoas e reconhecido como “Padura, o autor de 'O homem que amava os cachorros'”. As pessoas me reconhecem no Brasil porque meus livros são divulgados na TV, nos jornais e nas rádios. Isso não ocorre em Cuba, onde faço raras apresentações públicas. À exceção de “A Transparência do tempo”, todos os meus livros foram editados em Cuba, mas as edições têm apenas dois mil, no máximo quatro mil exemplares. Minha presença pública é muito limitada porque algumas pessoas definiram que eu não devo ser promovido no meu país. O que mais me afeta é que a quantidade livros que chegam a meus possíveis leitores cubanos é muito inferior do que poderia ser. Médicos cubanos serão convocados para ajudar no combate ao coronavírus no Pará

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Banda Scars revela capa e músicas de álbum sobre a destruição do mundo

segunda-feira, 11 maio 2020 por Administrador

Grupo paulistano de thrash metal lança o disco 'Predatory' em agosto através de selo norte-americano. ♪ Entre recessos e retornos, a banda paulistana de thrash metal Scars atua de forma espaçada na cena metaleira há quase 30 anos, tendo sido formada em 1991 na zona leste da cidade de São Paulo (SP). De volta às atividades em outubro de 2018, após dissolução em 2008 que manteve o grupo fora do ar por uma década, Scars anuncia o lançamento do segundo álbum de estúdio, Predatory, programado para 7 de agosto. O contrato assinado pelo quinteto com o selo norte-americano Brutal Records garante distribuição mundial para o álbum Predatory através da parceria do selo com a Sony Music. Com capa assinada pelo ilustrador e design gráfico paulistano Luís Dourado, o álbum Predatory apresenta nove músicas inéditas em que a Scars versa sobre assuntos como a matança de animais, a destruição do mundo e a natureza predatória do ser humano. O primeiro single é a música-título Predatory e tem edição agendada para 28 de maio. Às nove músicas inéditas do álbum, o quinteto – formado por pelo vocalista fundador Régis F. com Alex Zeraib (guitarra), Thiago Oliveira (guitarra solo), Marcelo Mitché (baixo) e João Gobo (bateria) – adicionou ao repertório como faixas-bônus os dois singles, Armageddon e Silent force, lançados em 2019 após a nova volta da Scars à cena. Assim como esses dois singles, o álbum Predatory foi produzido por Wagner Meirinho. ♪ Eis, na disposição do disco, as onze músicas que compõem o repertório autoral de Predatory, primeiro álbum da banda Scars desde Devilgod alliance (2008), disco lançado há 12 anos na encarnação anterior do grupo paulistano de thrash metal: 1. Predatory 2. These bloody days 3. Ancient power 4. Sad darkness of the soul 5. The unsung requiem (instrumental) 6. Ghostly shadows 7. The 72 faces of God 8. Beyond the valley of despair 9. Violent show 10. Armageddon – faixa-bônus 11. Silent force – faixa-bônus

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E agora, Manu Gavassi? Cantora fala de vida pós-BBB: ‘Pela 1ª vez, as pessoas sabem quem eu sou’

segunda-feira, 11 maio 2020 por Administrador

Cantora fala da trajetória no reality show: 'No 1º mês, estava bem apavorada por terem perfis de pessoas com comportamento que eu abomino'. Podcast tem entrevista e resumo da carreira. O "BBB20" fez Manu Gavassi ganhar 10 milhões de seguidores no Instagram. Fez também a cantora de 27 anos deixar de ser a estrelinha teen de "Planos Impossíveis". Agora, a melancólica "Áudio de Desculpas", do ano passado, é a mais ouvida da carreira nos streamings da vida. Ouça a entrevista no podcast acima e leia o bate-papo abaixo. Já são 10 anos lançando álbuns e clipes, mas quais serão os novos passos? E o que dizer da nova série, que ela vai estrelar e roteirizar? Em entrevista ao G1, por telefone, Manu responde essas perguntas e explica a demora para se soltar mais na casa. Manu Gavassi: evolução da carreira e do visual Amanda Georgia/G1/Arte G1 -No 'BBB', ficou bem claro que você se apegava a algumas músicas que tocavam, como Dua Lipa, Selena Gomez… E parecia difícil pra você não ter controle do que você ouvia, do que você podia fazer pra passar o tempo. Como foi isso? Manu Gavassi – Esse processo foi de amadurecimento em diversos aspectos da minha vida e do meu ser. As pessoas acabam vendo a parte mais divertida, os conflitos e as relações humana que têm lá. Mas só que grande parte de você estar confinado é você estar confinado [risos] e você lidar com as questões de confinamento total. Você não tem informação, você não poder ler um livro, você não poder escolher a tua música, não ter acesso a nada de cultura, de arte. Não ter acesso às pessoas que você ama ou a uma conversa, de repente, para tirar uma dúvida. Então, isso é grande parte do confinamento do que a gente sente quando está lá. E esse lance da música, como pra mim é muito importante, foi muito louco. Porque me fez escutar coisas que eu não escolheria escutar, talvez. Que não são coisas que fazem parte dos lugares que eu frequento e dos meus amigos. Eu ouço muito música pop. Então, tocava muito sertanejo lá, tocava muito pagode, axé antigo. E daí eles colocavam uma ou outra música pop pra mim. E foi por isso que eu me apegue com unhas e dentes a "Tamborzin, tamborzin". Manu Gavassi: evolução do visual e do figurino da cantora Amanda Georgia/Arte/G1 G1 – E como foi ir criando a coreografia [de 'Don't Start Now', da Dua Lipa]? Manu Gavassi – Na primeira festa, que era a festa que eu mais estava me sentindo perdida, logo no começo, uma semana que eu estava pensando "meu Deus, o que que eu tô fazendo aqui?", quando tocou essa música da Dua Lipa, nossa, eu dancei sozinha. E daí que começou assim. Então, eu me apegava às músicas que tocavam que tinham a minha cara, mas também abriu muito a minha cabeça pra conhecer outros estilos, respeitar absolutamente todos os estilos e ver como música é terapêutico, como faz bem. Porque qualquer música que a gente conhecia, que a gente gostava de cantar junto ali, quando tocava fazia muito bem pra gente. Então, eu entendi o poder que tinha a música, terapêutico mesmo, lá. G1 – A gente fez um levantamento no G1 mostrando que toda vez que você dançava, ela subia nas plataformas de streaming. A Dua Lipa chegou no top 10 do Spotify, a única gringa… Manu Gavassi – Que loucura. E a coreografia foi uma maneira de eu me divertir sozinha, porque nas primeiras festas tinha uma galera que dançava funk, que sabia todas as coreografias e eu não sabia nada. Eu nem conseguia dançar dessa maneira. Eu nem sei. Então, essa era a única música que tocava que eu amava de paixão, eu me dedicava. E daí, depois, todo mundo da casa. Eu comecei a ter intimidade com as pessoas da casa e eles começaram a perceber que eu fazia isso e começaram a me imitar de brincadeira. Então, de verdade, eu nunca imaginei que isso fosse virar alguma coisa. Dua Lipa faz show surpresa no BBB e deixa Manu paralisada Reprodução/TV Globo G1 – Assim que você saiu da casa, qual notícia te deixou mais impressionada? Acho que algo relacionado a corona mesmo, né? Manu Gavassi – O maior choque mesmo foi o corona, não tem como falar outra coisa, né? A gente pensava "Meu Deus, parece que tá grave, por esse texto dessa publicidade que a gente recebeu". Daí no outro dia, a gente pensava: "Não, mas não tá grave. Eles teriam parado o programa, ou a gente teria mais informações". Quando você não tem informação, você conspira muito, né? Quando eu saí e vi as pessoas de máscara, isso assustou muito, por eu não estar preparada. Vocês viveram isso de maneira gradativa, né? A gente foi jogada nesse mundo. "Eu sempre brincava que a primeira coisa que eu iria perguntar seria: 'Meu Deus, eu destruí minha carreira?' Não, a primeira coisa que eu perguntei foi 'Como as pessoas estão, qual a gravidade da situação, pelo amor de Deus?'" G1 – Você sente que você foi uma pessoa nas primeiras semanas e outra pessoa do meio pro fim, quando o povo que o Tiago Leifert chamava de 'sétima série' começou a sair? "Sinto que o primeiro mês eu estava bem apavorada. E acho que até por conta de terem perfis de pessoas com comportamento que eu abomino, que eram os meninos do começo, né? Então, isso me deixava mais travada, naturalmente, até mais protegida pelo fato de eu estar em um programa de TV e eu ter ciência disso. Eu acho que era um ambiente em que eu não me sentia segura. E depois eu fui, além de me acostumando, fazendo amizades. No primeiro mês, você ainda não entende direito, não dá valor a situações da casa, porque… pra mim, ainda era uma coisa meio distante: "Pô, que loucura. Isso daqui é um jogo e eles querem que a gente fale mal um do outro. Eu mal conheço essas pessoas para falar mal deles, gente". Então, eu me recusava a cair nessas ciladas que eles armam pra gente, sabe? Psicológicas. Porque isso atrapalha muito a convivência. E a convivência já estava muito difícil por conta de perfis de pessoas, de homens que têm comportamento que eu abomino. Então, eu decidi me preservar. "Como que eu sou eu e brinco com essa situação?" E por isso que eu brincava tanto nos jogos da discórdia. Manu Gavassi em 2010, 2013 e 2019 Divulgação Só que depois, eu fui me sentindo mais segura, eu fui tomando mais confiança, conhecendo mais as pessoas da casa, fui me sentindo mais segura no ambiente da casa também. E o jogo te pega pelo pé. Você tenta fugir e ele te arrasta pelo pé. Porque você tem que tomar a decisão de votar em alguém no domingo. O convívio começa a ficar um pouco mais complicado. É uma coisa que eu achava antes que dava pra você fugir e eu descobri lá, vivendo, que em três meses não tem como você fugir. Você consegue fugir dessa sensação no primeiro mês. Mas não depois. Eu sinto que no primeiro mês era uma coisa, eu era bem mais travada. No segundo e no terceiro mês, eu já era completamente eu. G1- Até chorou mais, né? Manu Gavassi – Sim, chorei bem mais. Eu estava bem mais sensível e me permitindo ser vulnerável ali naquele ambiente. Rafa, Thelma e Manu aguardam anúncio da vencedora do 'BBB20' Reprodução/Globo G1 – E o que você pensa para sua carreira agora? Manu Gavassi – Eu estou me respeitando muito nesse momento, sabe? Eu não quero correr com nada, quero ter muita certeza dos passos que eu dou. É uma experiência que eu respeito muito e eu tenho zero vergonha. "Eu amo a imagem que eu tenho com o programa, porque é uma imagem real. Pela primeira vez as pessoas sabem quem eu sou: chorando, feliz, fazendo palhaçada, quando eu sou madura e me posiciono a respeito que eu acredito." Quando sou imatura e faço brincadeirinhas bobas que parece que eu tenho sete anos de idade, quando a gente fica mais crianção lá, né, por não ter uma hierarquia, não ter profissão, não tem nada… Você vira meio criança. Estou muito feliz pelo que as pessoas conheceram ao meu respeito e o que elas estão falando de mim, com a identificação que rola. G1 – Uma entrevista para a Marília Gabriela, quando você tinha 19 anos, foi repostada nas redes sociais, a parte que você diz que seu maior medo é 'não conseguir mostrar quem eu sou pras pessoas'. E você comentou no 'BBB' que seu empresário sempre dizia que queria que todo mundo conhecesse a Manu que toma café ali com ele… Manu Gavassi – Eu vi que repostaram isso, essa frase da entrevista com a Gabi. Eu achei até muito curioso, né? Porque não é um medo normal, de você falar, de uma menina de 19 anos. Eu achei curioso ter falado isso e ser bem no início da minha carreira. Dez anos depois, praticamente, de um ciclo de várias coisas que eu vivi, eu consegui mostrar dessa maneira pra um país inteiro quem eu sou, na minha essência. Então, eu achei muito bonito que é uma sensação de missão cumprida, sabe? É uma paz você ser conhecida por quem você é. Eu sinto que eu preciso me explicar muito menos. Zeeba, Gee Rocha (ao centro) e Manu Gavassi no estúdio Divulgação G1 – A música com o Zeeba ['Eu te quero'] era parte dos planos pós-'BBB'? Manu Gavassi – Não, ela não era. Foi um convite do Zeeba [cantor, voz de 'Hear me now', de Alok]. Eu acho super talentoso, a produção é do Gee Rocha [ex-NX Zero], que eu conheço desde que eu comecei. Como eu gostava muito dos dois, eu super topei. Ele tinha o refrão em inglês e queria que eu fizesse a parte em português, o meu verso e um pré-refrão. E foi super tranquilo de fazer. A gente fez em dez minutos no estúdio. Ficou super legal, adorei trabalhar com ele, mas não era nada pensado. Eu nem sabia que ia entrar no BBB, quando a gente gravou. "Fazia tempo que não tinha uma parceria musical. É até algo que eu tenho nos meus planos. Me juntar com a galera que eu admiro. Só penso em fazer um álbum mais pra frente, sabe? Seria uma solução legal me juntar a artistas que eu curto e fazer parcerias. Então, essa é a primeira." G1 – Você viu a Ludmilla cantando 'Planos impossíveis' e caindo na piscina? Manu Gavassi – Isso eu vi, fizeram questão de me mostrar. Eu sou apaixonada na Ludmilla. Eu acho ela demais. Achei engraçadíssimo [risos]. Manu Gavassi Divulgação/Rodolfo Magalhães G1 – O que você pode adiantar da série? Vai ter a mesma pegada dos vídeos da série no YouTube, e dos vídeos feitos pro 'BBB'? Manu Gavassi – Ano passado inteiro, eu passei estudando roteiro, depois de ter feito esse experimento do "Garota Errada", no ano retrasado, que foram os cinco primeiros vídeos… Eu comecei a estudar muito roteiro, ler muito e entender que era algo que eu queria me aventurar. O que eu mais gosto é de contar histórias, até mais do que cantar, mais do que ser intérprete. Eu nunca gravei uma música que não fosse minha. Pra falar que eu nunca gravei, mentira. Eu gravei com 16 anos uma música do Lucas Silveira, da Fresno. Que foi quem produziu esse meu último EP. Então, eu gosto de contar as minhas histórias. Por isso eu me aventurei em roteiro. E agora eu me sinto pronta pra dar outro passo e crescer. Criar minha própria série é um sonho. E agora me juntando às pessoas certas eu me sinto preparada. Então, esse é meu foco no momento. É desenvolver isso da melhor maneira possível, tomar as melhores decisões e começar a trabalhar nisso. Que é algo que toma muito tempo, né? G1 – O que você já tem pronto pra série? Manu Gavassi – Cara, eu tinha três episódios de 30 minutos. Já estava bem encaminhado no ano passado e eu parei tudo e fiz essa versão BBB, do "retiro espiritual" [pílulas divulgadas nas redes sociais dela, durante o reality]. Não é a série, mas tem a alma da série. Ela mostra bem a personagem, meu jeito de falar, como minha cabeça funciona, como é meu raciocínio, minhas dúvidas, meus medos, o lance da ironia e nos vídeos é até mais, porque, enfim, é roteirizado. G1 – Os vídeos pro 'BBB' têm texto, piadas desses roteiros? Manu Gavassi – Sim, têm piadas que eu usei. Por exemplo, a Olga, que é a minha versão senhora de 80 anos que não gosta de festas. Era uma piada que eu já fazia no roteiro. Então, várias situações que são mesmo baseadas na minha vida e piadas que eu faço com os meus amigos, em coisas que fazem parte de mim e da minha personalidade, eu usei na série, no vídeo. Por isso que eu falo que tem a alma da minha personagem de mim mesma. Vou começar a reestruturar tudo, tomar decisões. Então, estou indo com bastante calma, porque é meio que o projeto da minha vida até agora. Estou analisando as propostas e tomando todas as decisões com bastante calma. Eu acho que é momento de fazer isso até pela visibilidade que eu atingi. Manu Gavassi em 2015 Divulgação/We are Alive Agency G1 – Mas isso quer dizer que você vai se dedicar menos à música? Manu Gavassi – Não sei menino, porque eu sou tão doida que eu não consigo fazer uma coisa só, né? Então, com certeza eu vou lançar músicas, eu vou lançar "featurings". Então não sei em que modelo eu vou lançar músicas, mas eu sei que eu vou neste ano. Eu sei que não vou abandonar a música não. Até porque eu fiquei feliz demais de ver a proporção que, por exemplo, "Áudio de desculpas", que era uma música lado super B. Que a maioria das pessoas não conhecia. E saber que ela entrou na maior playlist de pop do Brasil de maneira orgânica. Que ela passou "Planos impossíveis", que até então era meu maior hit desde que eu era bem novinha. Então, me dá um gás de trabalhar com isso, me dá muita felicidade, sabe? De ousar mais. G1 – Você já disse que conheceu e passou a dar mais valor a outros estilos, ouvindo no 'BBB'. Quem, por exemplo? Manu Gavassi – Ó. Pra mim, Marília Mendonça virou minha rainha. Eu gosto de grandes contadores de histórias na música, gosto de quem escreve letras e conta uma historinha. Pra mim, ela é demais. É alguém que passei a admirar muito porque tive acesso às músicas dela lá. Dilsinho, eu amei de paixão, gente, nunca pensei que eu fosse tão pagodeira. Pagode também, quando sofre, esse é meu fraco. Eu adoro música de sofrência. Isso engrandece tanto você não só como pessoa, mas no meu trabalho. "Eu sei que meu meio e as pessoas que são "blasé" do meu meio tinham preconceito enorme com reality show. Era algo que até amigos próximos, que eu convivia, tinham. Até por isso eu não contei pra ninguém [do 'BBB']. "Foi como quebrar todos os meus preconceitos, todos caíram por terra. Dessa bolhinha blasé da música, sabe? Realmente, eu me diverti lá dentro, foi uma das melhores e mais difíceis experiências da minha vida. E eu acho que me engrandeceu como ser humano." Acho que quando você está aberto a entender o outro mesmo quando foge da sua zona de conforto, isso te engrandece muito. Eu sou muito grata por isso. É a maior mudança que eu sinto em mim mesma. G1 – Eu perguntei do corona no geral e na música, mas não perguntei como essa situação está te afetando mais pessoalmente. Como ele te afetou? Manu Gavassi – Tem a distância das pessoas que eu amo, por exemplo meus avós. Estou morrendo de saudades dele e a gente tem se falado por Facetime. Até meu pai, que já está mais ou menos no grupo de risco também, a gente tem tomado muito cuidado. Eu vi ele só uma vez e a gente está tentando não se ver e se falar mais por telefone. Então, eu quero entender como é agir da maneira mais responsável. Eu ainda estou vendo como isso me afeta. Daqui pra frente, eu vou entender como esse novo confinamento me afeta. Mas eu acho que a princípio é a saudade das pessoas que eu amo. Eu já estou há 100 dias separada de todo mundo, né? Os planos do top 5 do 'BBB20' para depois do programa

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Ioga on-line se adapta para novo público durante pandemia

segunda-feira, 11 maio 2020 por Administrador

Professoras falam sobre aumento da procura por aulas no Brasil e dizem acreditar que interesse pela prática não deve diminuir após quarentena. Fernanda Raiol Reprodução/Instagram A busca na internet por ioga e meditação aumentou no Brasil com a pandemia de coronavírus. Páginas no Instagram, canais no YouTube e aplicativos sobre a prática têm sido ferramentas de auxílio para o controle emocional de muitas pessoas. A procura é de quem fazia aulas e também dos que nunca ouviram falar em posições como Balasana (postura da criança) ou Trikonasana (Postura do Triângulo). Segundo dados do Google Trends, a busca por temas relacionados à ioga se tornou crescente desde o dia 17 de março, quando aconteceu a primeira morte por Covid-19 no país. Logo após isso, a procura atingiu pico máximo no dia 28 de março. A busca pela prática variou ao longo do período, mas sempre se manteve em alta. Confira a série do G1 Paraná com posições de ioga para exercitar durante a quarentena A análise da ferramenta classifica o interesse da busca que vai até 100 pontos. Antes de 17 de março, ele ficava na média 50 pontos (muitas vezes, abaixo). Depois, se manteve sempre na média dos 75 pontos, atingido o pico em diversos momentos. O aumento de interesse é visto no crescente número de seguidores nas redes sociais de professores e praticantes famosos e inscritos em canais no YouTube. A plataforma organizou listas com base em vídeos que estão em alta: Yoga Comigo, Medite Comigo e Alongue-se Comigo. Números multiplicados na quarentena Pri Leite Divulgação Pri Leite, que mantém um canal voltado para a prática de ioga desde 2014, viu o número de seguidores no Instagram dobrar em menos de dois meses, passando de 51 mil (em 19/3) para 120 mil (6/5), segundo dados da Social Blade. No período, o canal no YouTube foi de 310 mil inscritos para 513 mil. "O maior feedback que eu tenho tido sem dúvida é: 'suas aulas estão salvando a minha quarentena." "A prática de ioga não promete resolver todos os nossos problemas, mas sem dúvidas nos ajuda a ter a calma necessária e discernimento para resolvê-los." Socióloga e professora de ioga, Priscilla tem 33 anos, nasceu na cidade de Maracaju, Mato Grosso do Sul, e mora em Los Angeles, EUA, há dez anos. "Este é um momento que exige muita adaptação e criatividade tanto para negócios quanto para famílias. Não existe manual de como lidar com toda essa mudança em um período tão curto de tempo. Por isso, as pessoas buscam uma válvula de escape. A ioga nos ajuda a nos conectar com o momento presente, além de cuidar do corpo e acalmar a mente, pode ser praticada por pessoas de todas as idades, inclusive crianças." Fernanda Raiol, que também apresenta números expressivos em seus canais ao longo da quarentena, tem opinião semelhante. "Algo novo sempre desestabiliza e nos tira de nossa zona de conforto. Então com a mente a mil, a gente sente a necessidade de parar um pouco nosso fluxo de pensamento." "E aí vem a necessidade por práticas que beneficiem o corpo e acalmem a mente". Assim como Pri Leite, Fernanda viu seus números crescerem. No Instagram, ela foi de 38 mil (em 19/3) para 66 mil seguidores (6/5). Já em seu canal do YouTube criado em 2018, quase triplicou o número de inscritos, passando de 53 mil para 148 mil no mesmo período. Fernanda Raiol Reprodução/Instagram O número total de visualizações nos vídeos do canal também quase triplicou, indo de 1,3 milhão para 3,5 milhões. Segundo Fernanda, os números dos vídeos que estão reunidos na playlist para iniciantes do canal contribuíram para este aumento. "Além disso, os de flexibilidade, vídeos pra dor nas costas e o de acordar bem, que são feitos na cama, também cresceram muito." Adaptações Com o aumento pela busca por ioga por iniciantes, os canais fizeram algumas alterações. Nas aulas on-line no Instagram, por exemplo, posições mais complicadas como a sirsasana (conhecida como invertida ou parada de cabeça) são evitadas. Alguns professores também citam adaptação de materiais para a prática em um primeiro momento (almofadas e toalhas, por exemplo, podem ser úteis para quem não tem o tapete para ioga). "A gente não precisou fazer tantas mudanças pelo fato de o canal já ter como foco oferecer um conteúdo didático e inclusivo pra tornar a ioga acessível a todos. A gente fez apenas algumas poucas mudanças na priorização das postagens do canal e deu um foco maior pra iniciantes", conta Fernanda. Já Pri Leite criou a playlist "Yoga para não surtar", onde selecionou aulas que ajudam as pessoas a lidarem com stress e ansiedade. Apesar do foco em novos usuários e na realidade da pandemia, Pri Leite não mudou sua rotina de gravação nem aumentou número de postagens. "Acredito fortemente que a minha saúde e da minha família vem em primeiro lugar, por isso continuei minha rotina. É muito comum entre os criadores de conteúdo o famoso burn-out, e eu não quero isso. Não tem como eu ajudar a minha comunidade se eu não estiver bem. Por isso, focamos tanto em autocuidado e autoconhecimento." "Acho importante falar sobre isso, pois todos nós – criadores de conteúdo ou não – precisamos encontrar um ritmo que seja saudável e sustentável." Pri Leite durante aula de yoga Divulgação Interesse pela prática no futuro Priscilla e Fernanda acreditam que o interesse pela ioga deve se manter mesmo após o fim da quarentena. "Talvez não seja na mesma intensidade por conta do tempo que muitas pessoas têm com o transporte ao trabalho e coisas do tipo, que agora não estão tendo", diz Fernanda. "Porém, muitas pessoas nunca haviam parado pra se conectar com elas mesmas. Nunca haviam meditado ou cuidado do corpo e da mente dessa forma. Hoje elas estão criando esse hábito. Essa conexão com o bem-estar fica gravada e acaba trazendo a vontade de continuar com a prática no tempo que conseguir", completa Fernanda. Priscilla acredita que a prática de ioga é uma tendência que veio para ficar: "Quando comecei a postar aulas de ioga em português no YouTube, era como se eu fosse uma anomalia. Aos poucos mais canais, empresas e apps foram surgindo. Vejo que o brasileiro tem cada vez mais interesse em conhecer a prática de ioga." Profissionais famosos na web usam redes sociais para ensinar exercícios durante quarentena

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Ivete Sangalo lança singles com Jão e Vitão em sintonia com ‘Live leve’

segunda-feira, 11 maio 2020 por Administrador

Capa do single duplo de Ivete Sangalo com Vitão e Jão Reprodução ♪ Ivete Sangalo aproveitou a Live leve – feita pela cantora em clima mais intimista no início da noite de domingo, 10 de maio – para divulgar dois singles estrategicamente programados para serem lançados no Dia das Mães. São singles gravados pela artista baiana com Jão e com Vitão, em colaborações providenciais, já que tanto os cantores como Ivete integram o elenco da mesma gravadora, Universal Music. Com Jão, cantor e compositor paulista que despontou em 2018, Ivete canta a inédita balada Me liga, composta por Jão no ano passado em parceria com Diogo Pirraça. Capa do single 'Me liga', de Ivete Sangalo com Jão Reprodução Aparentemente não se trata de sobra do segundo álbum do artista, Anti-herói (2019). De acordo com comentário postado por Jão em rede social, a composição foi feita sem destino certo e sem um disco à vista. “Sempre amei a música e a deixei guardadinha no meu baú, até que Ivete me convidou para participar do EP dela e eu mandei (a canção) pra ela”, contou Jão no post. Com Vitão, cantor e compositor paulistano que lançou o primeiro EP em março de 2019 e o primeiro álbum em janeiro deste ano de 2020, Ivete faz dueto em música também inédita, Na janela, canção de levada que tende para o R&B contemporâneo. Capa do single 'Na janela', de Ivete Sangalo com Vitão Reprodução Ambas as gravações foram produzidas por Radamés Venâncio – maestro da banda de Ivete – com Los Brasileros, trio formado pelos compositores e produtores Dan Valbusa, Marcelinho Ferraz e Pedro Dash. Pelo trabalho como produtor musical nos singles, o trio Los Brasileiros aparece creditado como coautor das composições – como é cada vez mais praxe na corrente mainstream do universo pop. Os dois fonogramas foram lançados nas plataformas de música na forma de singles avulsos e também como single duplo que reúne as duas faixas inéditas.

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Jerry Stiller, comediante e ator de ‘Seinfeld’, morre aos 92 anos

segunda-feira, 11 maio 2020 por Administrador

Morte por causas naturais foi confirmada pelo também ator Ben Stiller, filho de Jerry. 'Fará uma enorme falta'. Foto de arquivo mostra ator Jerry Stiller em 7 de novembro de 2013 Mark Von Holden/Invision/AP Jerry Stiller, comediante e ator americano, morreu aos 92 anos, nesta segunda-feira (11). A morte foi confirmada pelo ator Ben Stiller, filho de Jerry. Em uma mensagem no Twitter, Ben afirmou que Jerry morreu de causas naturais. "Triste em anunciar que meu pai, Jerry Stiller, morreu por causas naturais. Ele foi um grande pai, avô e o mais dedicado marido para Anne por 62 anos. Ele vai fazer uma enorme falta. Te amo, pai." Initial plugin text O veterano da comédia iniciou sua carreira com a mulher, Anne Meara, na década de 1950 e ressurgiu quatro décadas ao participar da série "Seinfeld". A sua interpretação de Frank Costanza na série lhe rendeu uma indicação ao Emmy de 1997. Ele também escreveu uma autobiografia sobre seu casamento de mais de 50 anos com a comediante Anne Meara, que morreu em 2015. Ben Stiller com o pai, Jerry Stiller, em fevereiro de 2011, durante evento em Nova York. AP Photo/Charles Sykes Jerry tem em seu currículo dezenas de trabalhos em filmes, como "Hairspray", e séries como "O Rei do Bairro" e "Zoolander,", além de ser responsável pela voz de tio Max nos filmes de "O Rei Leão". Ao longo da carreira, Jerry e Ben trabalharam juntos em diversos filmes, estreando a parceria profissional em "Férias Quentíssimas" (1987). Pai e Filho tambpem trabalharam juntos em "Zoolander" e "Zoolander 2". Embora tenha ficado bastante conhecido por seus trabalhos de comédia, Jerry Stiller também atuou em obras de drama, como a série "Homicídio" e "The Good Wife – Pelo Direito de Recomeçar". Em 2007, Jerry foi homenageado em Hollywood, ganhando uma estrela na Calçada da Fama. Anne Meara ao lado do marido, Jerry Stiller, em foto de 2003 Stefano Paltera/AP

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David Corrêa, criador de maravilhas no quesito samba-enredo, ‘vira constelação’

segunda-feira, 11 maio 2020 por Administrador

Ao morrer aos 82 anos, compositor deixa obras-primas na história da Portela, como 'Macunaíma, herói de nossa gente', e sucessos nas vozes de cantores como Almir Guineto e Elza Soares. David Corrêa deixa obras-primas como o samba-enredo 'Das maravilhas do mar, fez-se o esplendor de uma noite' Reprodução / Internet ♪ OBITUÁRIO – É clichê perdoável dizer que David Antonio Corrêa (5 de junho de 1937 – 10 de maio de 2020) “foi morar no infinito e virou constelação” na tarde de domingo. O perdão é concedido porque é justo poetizar a morte de David Corrêa, cantor e inspirado compositor fluminense que deixa grande legado como criador de sambas-enredo ao sair de cena a menos de um mês de festejar 83 anos de vida, vítima de complicações decorrentes de infecção pelo covid-19. Poesia foi quesito fundamental na criação do cancioneiro carnavalesco de David Corrêa, campeão do gênero, merecedor de várias notas dez pelos sambas que compôs para a Portela nas décadas de 1970 e 1980. A expressão “foi morar no infinito e virou constelação” usada no início deste texto, por exemplo, é reprodução de verso do primeiro samba-enredo de David – Macunaíma, herói de nossa gente (Portela, Carnaval de 1975), criado com Norival Reis – que extrapolou a avenida, permanecendo na boca do povo após a folia, inclusive pelo fato de ter sido gravado por Clara Nunes (1942 – 1983) – cantora associada ao samba e mais especificamente à escola de samba Portela – e até por Angela Maria (1929 – 2018). Macunaíma marcou época. Hoje tem marmelada (David Corrêa, Norival Reis e Jorge Macedo, Portela, Carnaval de 1980) também. No entanto, é outro samba-enredo da agremiação azul e branca, Das maravilhas do mar, fez-se o esplendor de uma noite (Portela, Carnaval de 1981), que mais bem exemplifica a maestria de David Corrêa na arte de criar obras-primas do gênero – no caso, em parceria com Jorge Macedo. Mesmo quem não é carioca ou ligado em Carnaval, se embeveceu com a arte de David Corrêa nesse samba se é seguidor de Maria Bethânia. É que o samba-enredo Das maravilhas do mar, fez-se o esplendor de uma noite foi revivido pela cantora no álbum Mar de Sophia (2006) em abordagem que reverberou no bis do show Dentro do mar tem rio (2006 / 2007), eternizado em álbum ao vivo e em DVD. Como muitos, Bethânia deixou-se encantar pela melodia esplendorosa desse samba e pela letra em que os compositores construíram universo poético ao versar sem clichês sobre as maravilhas do mar. Criador de sete sambas-enredos levados pela Portela à avenida do samba, David Corrêa também transitou por outras escolas. Em pelo menos duas, Salgueiro e Mangueira, foi coautor de sambas também populares. Com Jorge Macedo, parceiro dos tempos áureos, David Corrêa criou Skindô, skindô para o Carnaval do Salgueiro em 1984. Dez anos depois, o compositor foi um dos quatro autores – Bira do Ponto, Carlos Senna e Paulinho de Carvalho foram os outros três – de Atrás da verde e rosa só não vai quem já morreu, empolgante samba-enredo com o qual a Mangueira celebrou Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil e Maria Bethânia no Carnaval de 1994. A escola ficou em 11º lugar na apuração, mas o samba-enredo verde-e-rosa foi para as cabeças e se tornou o último grande sucesso de David Corrêa. Embora nascido na Baixada Fluminense, no município de São João de Meriti (RJ), David Corrêa foi criado no subúrbio carioca. O que explica a ligação forte com a Portela, escola celebrada pelo compositor em Bom dia, Portela, samba lançado na voz de Elza Soares em 1974. Além do universo carnavalesco, David esboçou obra como cantor e compositor, tendo gravado quatro álbuns – Menino bom (1976), Lição de malandragem (1981), Pique brasileiro (1986) e Chopp escuro (1991) – em discografia espaçada sem jamais obter, como cantor, a repercussão alcançada na avenida pelos sambas-enredos do compositor. Ainda assim, David Correa teve músicas gravadas por vários cantores ligados ao samba. Além de Elza Soares, pioneira ao gravar Madrugada vai chegar em 1969, as composições de David Corrêa ganharam as vozes de Agepê (1942 – 1995), Almir Guineto (1946 – 2017) – intérprete original do sucesso Mel na boca (1986) – e Roberto Ribeiro (1940 – 1996). Contudo, é mesmo pelo antológicos sambas-enredos portelenses que David Corrêa está sendo saudado ao partir para o infinito e virar constelação.

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