Flávio Migliaccio; Relembre a carreira do ator em FOTOS
Ele morreu aos 85 anos, em Rio Bonito (RJ). Seu último papel foi na novela 'Órfãos da Terra'; relembre a trajetória em imagens. Flavio Migliaccio em cena de 'Passione' Globo/Alex Carvalho Flávio Migliaccio é homenageado no Festival de Cinema de Gramado Cleiton Thiele/PressPhoto Flavio Migliaccio em cena de 'Casos & Acasos' (2008) Kiko Cabral/Globo Flávio Migliaccio contracena com Otávio Muller durante a quinta temporada de 'Tapas e Beijos' Caiuá Franco/TV Globo Flávio Migliaccio fez sucesso entre as crianças como tio Maneco Reprodução/GloboNews Flavio Migliaccio em cena da novela 'Senhora do Destino' Gianne Carvalho/Globo Fernanda Torres, Flavio Migliaccio e Andrea Beltrão na primeira temporada de 'Tapas e Beijos' Marcio Nunes/TV Globo Flávio Migliaccio em cena de 'Passione' com Alexandra Richter Globo/Estevam Avellar Flavio Migliaccio participou da série 'Entre Tapas e Beijos' como Chalita; na foto contracena com Evandro Mesquita Paulo Belote/TVGlobo Flavio Migliaccio e Suely Franco em cena de 'Êta Mundo Bom1' Globo/Mauricio Fidalgo Flavio Migliaccio participou da série 'Entre Tapas e Beijos' como Chalita; na foto contracena com Otávio Muller Paulo Belote/Globo Flávio Migliaccio participou de 'Entre Tapas e Beijos' como Chalita Estevam Avellar/Globo Flavio Migliaccio posa com Andréa Beltrão e Fernanda Torres nos bastidores de 'Entre Tapas e Beijos' Estevam Avellar/Globo Flavio Migliaccio e Nicette Bruno em 'Malhação: Vidas Brasileiras' Globo/João Miguel Júnior Flavio Migliaccio interpretou Mamede na novela 'Órfãos da Terra' em 2019 Globo/Paulo Belote
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Flávio Migliaccio: Famosos lamentam morte do ator
Ator de 85 anos foi encontrado morto na manhã desta segunda-feira (4) em um sítio de Rio Bonito (RJ). Flávio Migliaccio João Cotta/TV Globo Bruno Gagliasso, Vera Holtz e outros famosos usaram as redes sociais para lamentar e prestar homenagens a Flávio Migliaccio. O ator de 85 anos foi encontrado morto na manhã desta segunda-feira (4) em um sítio de Rio Bonito (RJ). "Meu amigo foi descansar desse mundo estranho", escreveu o ator Bruno Gagliasso. "Perdemos um pouco de cor e riso com a partida de um dos grandes atores do Brasil", lamentou Renata Sorrah. VEJA FOTOS DO ATOR Veja outras homenagens de famosos a Flávio Migliaccio: Fernanda Montenegro, atriz "É um adeus doloroso, sabe. Doloroso. Uma inteligência não exibicionista, mas ele era único, assim, dentro dessa modalidade de… realista de interpretar o brasileiro ou qualquer outro povo. Um fechamento de uma era riquíssima do ponto de vista cultural, teatral no Brasil e ele é um desses representantes numa chave máxima". afirmou à GloboNews. Renata Sorrah, atriz Initial plugin text Lázaro Ramos, ator Initial plugin text Renato Goes, ator "Seu Flávio. Que honra. Muito obrigado. Descanse em Paz." Initial plugin text Bruno Gagliasso, ator "Meu amigo foi descansar desse mundo estranho" Initial plugin text Ary Fontoura, ator "Nossa cultura teatral ficou mais pobre. Então eu queria aproveitar essa oportunidade para agradecer a você, meu grande amigo, tudo o que você fez pelo teatro, pelo cinema, pela televisão", disse à GloboNews. Nicette Bruno, atriz "Ele sempre trabalhando com prazer. E rimos muito. Muito felizes por trabalhar. Aliás essa era uma característica do Flávio Migliaccio. O humor. Vai com Deus, amigo." Vera Holtz, atriz "Um dia triste para a cultura nacional. Perdemos o genial ator Flávio Migliaccio, que ele descanse em paz." Initial plugin text Anderson Di Rizzi, ator Initial plugin text Mouhamed Harfouch, ator Initial plugin text Luiz Thunderbird, músico e apresentador "A gente perdeu um grande ator. Flávio Migliaccio sempre foi espetacular. Acho que os personagens dele eram cheios de vitalidade, alegres, aventureiros. Ele tinha esse olhar, às vezes tristonho também. Que dia mais triste!" Initial plugin text Walcyr Carrasco, dramaturgo e escritor "Outra notícia triste do dia: o falecimento do ator Flávio Migliaccio, aos 85 anos. Flávio era um querido e trabalhou comigo em 'Eta Mundo Bom' (no ar atualmente no Vale a Pena Ver de Novo). Desejo muita força pra toda a família e amigos neste momento. Descanse em paz!" Initial plugin text Bia Arantes, atriz "Seu Flavio Migliaccio vai deixar saudade." Initial plugin text Lúcio Mauro Filho, ator "O dia amanheceu com a triste notícia do falecimento do meu querido companheiro Flávio Migliaccio, mais um mestre que parte para o outro plano. Fui fã de primeira hora de seu mítico personagem Tio Maneco e tive a honra de fazer seu filho no espetáculo 'Os Ratos do Ano 2030', de sua autoria, uma história que se passava no futuro em que pai e filho só podiam se comunicar por videochamada. Alguma semelhança com os tempos em que estamos vivendo?" "Flávio era assim, visionário, louco, gentil e rabugento. Juntos fizemos a comédia infanto-juvenil 'Os Porralokinhas', na Chapada dos Guimarães. Mesmo quando estávamos no set ralando (põe ralação nisso!), ele sempre me divertia com suas histórias. No filme éramos rivais e ele interpretava Tio Maneco, depois de trinta anos!" "Eu amei poder ser o vilão de um filme de um dos meus primeiros ídolos e viver com ele essa experiência maluca de filmar em plena floresta, cuidados pelo índios. Vi ali um artista de 70 anos, cheio de energia e disponibilidade, dando o sangue (quase que literalmente) e mostrando que o ator pode tudo! Obrigado por tanto, Flávio!" Initial plugin text Bel Kutner, atriz "Obrigada por sua luz" Initial plugin text Cacau Protásio, atriz Initial plugin text
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VÍDEOS: Relembre a trajetória de Flávio Migliaccio
Ator morreu aos 85 anos, em Rio Bonito (RJ). Ele fez trabalhos na TV, teatro e cinema; seu último papel foi na novela 'Órfãos da Terra'. Ator morreu aos 85 anos, em Rio Bonito (RJ). Ele fez trabalhos na TV, teatro e cinema; seu último papel foi na novela 'Órfãos da Terra'.
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Aldir Blanc deixa obra com João Bosco que ‘caiu como viaduto’ sobre a ditadura dos anos 1970
♪ MEMÓRIA – Talvez tenha sido mero capricho do destino ou trapaça da sorte, mas o fato de o elo profissional de João Bosco com Aldir Blanc (1946 – 2020) – fortalecido ao longo da década de 1970 – ter começado a afrouxar justamente em meados dos anos 1980 revela muito sobre a natureza combativa da parceria do compositor mineiro com o letrista carioca, dissolvida em 1986 e retomada em 2005 sem a mesma repercussão popular. Compositores que formaram uma das duplas fundamentais da MPB dos anos 1970, João Bosco e Aldir Blanc construíram obra que “caiu como um viaduto” sobre a ditadura brasileira. Ruída a ditadura, em 1985, foi como se não houvesse mais razão de ser para essa parceria que se aliou às lutas inglórias do povo que sobrevive na pátria nada gentil e tampouco materna. Feita no verso inicial da canção O bêbado e a equilibrista (1979), hino da anistia vinda com a abertura iniciada em 1979 de forma “lenta, gradual e segura”, a alusão à queda do viaduto Paulo de Frontin, ocorrida em 1971 na cidade do Rio de Janeiro (RJ), foi somente uma prova da engenhosidade de Aldir Blanc na escrita de letras que, muitas vezes, desafiaram a moral vigente no Brasil sombrio dos anos 1970. Encerrada melancolicamente em 1986 com a composição do samba João do Pulo, gravado por Bosco no álbum Cabeça de nego (1986), a fase inicial e áurea da parceria de Aldir Blanc e João Bosco jamais fugiu à luta em defesa da liberdade de expressão e contra toda forma de opressão. Arquitetada com inquebrável sintonia entre ritmo e versos, a obra da dupla foi artilharia pesada de exército musical em que as armas eram letras escritas com metáforas que deram o recado que precisava ser dado na época. Vitor Martins, letrista das composições de Ivan Lins, também foi soldado valente nesse exército em que Aldir Blanc sobressaiu com versos corrosivos, alvos certeiros nos tiranos que ignoravam a fome que motivava O ronco da cuíca (1976), samba que exemplificou a verve politizada da dupla de compositores. Se O cavaleiro e os moinhos (1976) denunciou o açoite noturno, com crença na “existência dourada do sol”, O mestre-sala dos mares (1974) exaltou o destemido almirante negro que insurgiu contra a opressão. “Meu peito é do contra”, sintetizou o poeta no verso do samba Plataforma (1977). Da trincheira carioca, Aldir disparou Tiro de misericórdia (1977), acertando premonitoriamente na violência que dominaria as comunidades da cidade partida que retratou com lirismo que jamais temeu a feiura dos botequins imundos mencionados na letra de Bandalhismo (1980). Na guerra contra a ditadura, Aldir sempre tomou partido do povo brasileiro. Já nas cotidianas batalhadas conjugais, assuntos de sambas como Incompatibilidade de gênios (1976) e A nível de… (1982), o cronista poeta ficou do lado da espirituosidade com que retratou sem piedade a alma humana. Em qualquer trincheira e com qualquer parceiro (depois de Bosco, viriam Guinga e Moacyr Luz, para citar somente os dois mais frequentes), Aldir Blanc sempre situou a escrita fina do letrista bamba do lado certo da história.
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João Bosco lamenta morte de Aldir Blanc: ‘Não existe João sem Aldir’
'Perco o maior amigo, mas ganho, nesse mar de tristeza, uma razão para viver: quero cantar nossas canções até onde eu tiver forças', escreveu. Aldir Blanc morreu nesta segunda (4). Aldir Blanc e João Bosco recebem o Prêmio Shell de Música durante cerimônia e show realizado no Teatro Carlos Gomes, no centro do Rio de Janeiro, em novembro de 2004 Fábio Motta/Estadão Conteúdo/Arquivo João Bosco, parceiro de longa data de Aldir Blanc, lamentou a morte do cantor e compositor nesta segunda-feira (4). "Peço desculpas aos que têm me procurado hoje. Não tenho condições de falar. Aldir foi mais do que um amigo para mim. Ele se confunde com a minha própria vida", escreveu Bosco em texto publicado pela equipe no Instagram. Maria Rita, João Barone e outros artistas também lamentaram FOTOS: relembre carreira do cantor Veja trechos de obras do compositor e escritor "A cada show, cada canção, em cada cidade, era ele que falava em mim. Mesmo quando estivemos afastados, ele esteve comigo. E quando nos reaproximamos foi como se tivéssemos apenas nos despedido na madrugada anterior. Desde então, voltamos a nos falar ininterruptamente", continuou. "Fomos amigos novos e antigos. Mas sobretudo eternos. Não existe João sem Aldir. Felizmente nossas canções estão aí para nos sobreviver. E como sempre ele falará em mim, estará vivo em mim, a cada vez eu cantá-las". Eles escreveram juntos sucessos, como "O bêbado e a equilibrista", "Bala com Bala", "Dois Pra Lá, Dois Pra Cá", "Cabaré", "Agnus Sei", entre outros. MAURO FERREIRA: Aldir Blanc deixa obra com João Bosco que 'caiu como viaduto' sobre a ditadura dos anos 1970 Blanc estava internado no Hospital Universitário Pedro Ernesto, no Rio, com Covid-19 e seu quadro de saúde era considerado grave. Bosco ainda escreveu: "Perco o maior amigo, mas ganho, nesse mar de tristeza, uma razão para viver: quero cantar nossas canções até onde eu tiver forças. Uma pessoa só morre quando morre a testemunha. E eu estou aqui para fazer o espírito de Aldir viver. Eu e todos os brasileiros e brasileiras tocados por seu gênio". Aldir Blanc, compositor e escritor, morre de Covid-19 no Rio
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‘Star Wars’ vai ganhar novo filme escrito e dirigido por Taika Waititi
Ganhador do Oscar vai escrever roteiro com Krysty Wilson-Cairns. Anúncio acontece no Dia de 'Star Wars', 4 de maio. Taika Waititi levou a estatueta de roteiro adaptado por 'Jojo Rabbit' Chris Pizzello/AP A Disney anunciou que vai produzir um novo filme da franquia "Star Wars", dirigido e escrito por Taika Waititi ("Jojo Rabbit"). O cineasta, ganhador do Oscar de melhor roteiro adaptado por "Jojo Rabbit" (2019), vai escrever a história com Krysty Wilson-Cairns, indicada no mesmo ano pelo roteiro original de "1917" (2019). Com isso, Waititi aumenta sua participação no universo criado por George Lucas, depois de participar da série "The Mandalorian". Ele atuou em alguns episódios e foi o diretor do final da primeira temporada. Além disso, o estúdio confirmou os boatos sobre a produção de uma nova série da franquia, que será comandada por Leslye Headland, criadora de "Russian Doll". O anúncio foi feito neste dia 4 de maio, conhecido como o Dia de "Star Wars". A comemoração acontece por causa de um trocadilho com a data em inglês, "may the fourth", e a célebre frase repetida durante a franquia: "may the force be with you" ("que a força esteja com você"). 'Star Wars: A ascensão Skywalker': entrevista com Daisy Ridley, Oscar Isaac e John Boyega Esse é o primeiro filme da franquia anunciado pela Disney desde o lançamento do encerramento da saga principal com "A ascensão Skywalker". O capítulo nove recebeu as piores críticas de toda a série. Depois de divulgar que faria menos lançamentos dentro do universo "Star Wars" depois do relativo fracasso de "Han Solo: uma história Star Wars" (2018), a Disney encerrou a produção de uma trilogia comandada pelos criadores de "Game of thrones", David Benioff e D.B. Weiss. Mesmo assim, o estúdio ainda tem outros projetos anunciados, como um filme produzido pelo presidente da Marvel, Kevin Feige, e uma trilogia dirigida por Rian Johnson, diretor de "Os último Jedi" (2017).
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Cine drive-in no DF e cinemas no RS levam bilheteria total no Brasil a R$ 56,8 mil de arrecadação
Três cinemas reuniram 2.178 espectadores entre quinta (30) e domingo (3). Imagem aérea do Cine Drive-in de Brasília Divulgação/Site oficial Dois cinemas no Rio Grande do Sul e um cine drive-in no Distrito Federal estão abertos e arrecadaram R$ 56,8 mil de bilheteria neste final de semana, entre quinta (30) e domingo (3). Os três cinemas têm sete filmes em cartaz. "Luta por justiça", estrelado por Michael B. Jordan, foi o que mais faturou no período: foram R$ 21,3 mil de bilheteria, com mais de mil espectadores. Os dados são da ComScore, empresa de monitoramento. Trailer de 'Luta por Justiça' O segundo lugar ficou com o drama de guerra "1917", que arrecadou R$ 17,4 mil e teve 828 espectadores. O cine drive-in reabriu em Brasília após um decreto do governo distrital, publicado em 24 de abril, liberar o funcionamento deste tipo de cinema "desde que as pessoas permaneçam dentro de seus carros". '1917': Veja o trailer Veja a lista completa abaixo: "Luta por Justiça": R$ 21,3 mil "1917": R$ 17,4 mil "Pé Pequeno": R$ 17,2 mil "A maldição da Chorona": R$ 400 "Coringa": R$ 230 "Os órfãos": R$ 150 "Aquaman": R$ 20
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Camila Cabello, Steve Aoki e Terry Crews vão fazer lives para arrecadar doações
Rede social reúne celebridades em transmissões no evento Happy at Home: #OneCommunity LIVE, que acontece entre terça-feira (5) e sábado (9). Camila Cabello canta no Grammy 2020 KEVORK DJANSEZIAN / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP Celebridades como a cantora Camila Cabello, o DJ Steve Aoki e o ator Terry Crews vão realizar lives no TikTok como parte do evento Happy at Home: #OneCommunity LIVE, que acontece entre terça-feira (5) e sábado (9). Organizado pela rede social, o evento busca arrecadar doações para diferentes organizações sociais dos Estados Unidos. Veja a programação abaixo (em horários de Brasília): Terça-feira (5) 21h – Anna O'Brien 22h – Wayne brady Quarta-feira (6) 21h – Família D'Amelio 22h – Jabbawockeez 23h – Steve Aoki Quinta-feira (7) 21h – Addison Sterling e família 22h – Terry Crews e família Sexta-feira (8) 21h – Giadia De Larentiis 22h – Tabitha Brown Sábado (9) 21h – Camila Cabello 21h30 – Howie Mendel 22h30 – Kristin Chenoweth
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Aldir Blanc recebe homenagens de cariocas na web e nas janelas
Em Laranjeiras, moradores aplaudiram na janela. Nas redes sociais, estão marcados um velório virtual com roda de samba e cantoria de 'O bêbado e a equilibrista'. Aldir, que estava com Covid, morreu nesta segunda-feira, aos 73 anos. Initial plugin text
Cariocas anônimos e famosos têm prestado diversas homenagens ao compositor e escritor Aldir Blanc, que morreu de Covid-19 na madrugada desta segunda-feira (4). Aplausos e cantorias nas janelas e até um gurufim virtual estão marcados para esta noite.
Em 73 anos de vida, Blanc construiu uma obra musical e literária de grande valor para o Brasil. "O bêbado e a equilibrista", feita com João Bosco e eternizada na voz de Elis Regina, foi seu sucesso mais lembrado durante o dia.
Famosos e autoridades lamentam morte de compositor e escritor
A música vai ser cantada coletivamente em janelas às 20h. A convocação virtual foi divulgada em redes sociais por gente como a cantora Mariana Baltar, que lançou recentemente um álbum só com canções de Aldir. Em seu perfil no Instagram, ela vai transmitir ao vivo.
Ela e muitos outros músicos também participa do gurufim virtual, transmitido ao vivo a partir das 19h, sem hora para acabar, no perfil @rodadobip no Instagram.
O violonista Tiago Prata, o Pratinha, dá início à live, e depois passa a bola para Mariana Baltar e Marina Íris, que vão se revezar como mestre de cerimônias.
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Palmas na janela
As homenagens começaram logo depois da notícia da morte. Amigos, músicos e admiradores postaram mensagens e vídeos em redes sociais.
Em Laranjeiras, na Zona Sul, moradores foram às janelas bater palmas para Aldir (veja acima).
Aldir Blanc, compositor e escritor, morre de Covid-19 no Rio
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‘Tiger king’: Nicolas Cage vai interpretar Joe Exotic em série baseada em história real
Ator vai contar história real de dono de zoológico acusado de mandar assassinar rival, segundo a 'Variety'. Joe Exotic em cena de 'Tiger King' e Nicolas Cage em cena de 'Joe' Divulgação Nicolas Cage vai interpretar Joe King em uma série dramática baseada na história real do dono de zoológico acusado de mandar matar uma rival, de acordo com o site da revista "Variety". A nova série, produzida pelos estúdios Imagine Television Studios e CBS Television, vai se basear em reportagem da revista "Texas Monthly" sobre o caso. A história já foi contada na série documental "Tiger King: Murder, Mayhem and Madness" ("A máfia dos tigres"). Este será o primeiro trabalho regular de Cage na TV. O americano ganhou um Oscar de melhor ator por "Despedida em Las Vegas" (1995). A série vai ser comandada por Dan Lagana, da paródia de séries documentais "American Vandal".
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