Julia Roberts e Oprah pedirão união contra o coronavírus em live global ‘Call to Unite’
Evento unirá cerca de 200 líderes culturais e espirituais transmissão ao vivo de 24 horas entre sexta-feira (1º) e sábado (2); Julia Roberts chega à quarta edição do 'InStyle Awards' no Getty Center, em Los Angeles Jordan Strauss/Invision/AP Oprah Winfrey, Julia Roberts, Deepak Chopra e o ex-presidente norte-americano George W. Bush estão entre os cerca de 200 líderes culturais e espirituais que participarão de uma transmissão ao vivo de 24 horas entre sexta-feira (1º) e sábado (2) para pedir união contra a pandemia de coronavírus. "The Call to Unite" começará às 21h de sexta (horário de Brasília) e será transmitido globalmente por Facebook, YouTube, Twitter e outras plataformas de redes sociais, almeja amparar as pessoas que perderam entes queridos para a Covid-19 ou que se sentem isoladas, deprimidas ou sobrecarregadas. O músico clássico Yo-Yo Ma, o rapper Charlamagne tha God, o Coral de Crianças Africana, a guru de estilo de vida Marie Kondo e o pastor norte-americano Rick Warren contribuirão com orações, canções e mensagens espirituais, disseram os organizadores. "Por mais que pareça, ninguém está sozinho neste momento", disseram os organizadores em um comunicado, convidando pessoas de todo o planeta a "se unirem a milhões em solidariedade durante 24 horas poderosas". A transmissão ao vivo, um de vários eventos virtuais que visam unir as pessoas durante a pandemia, é organizado por Tim Shriver, presidente das Olimpíadas Especiais. Criadas em 1968, as Olimpíadas Especiais proporcionam treinamento esportivo para pessoas com deficiências intelectuais durante o ano inteiro, mas seus programas foram suspensos por causa do coronavírus.
- Publicado em Cultura
Beto Guedes e Lô Borges cantam em disco feito por Fabrício dos Anjos com músicas ‘novas e usadas’
Artistas mineiros integram o time de convidados do compositor paraense em álbum que também tem participação do gaúcho Vitor Ramil. ♪ Dois ícones do pop mineiro, ambos revelados em 1972 como integrantes do movimento conhecido como Clube da Esquina, Beto Guedes e Lô Borges integram o time de convidados de Fabrício dos Anjos no quinto álbum desse cantor, compositor e violonista paraense de visibilidade restrita ao norte do Brasil. Programado para ser lançado na próxima sexta-feira, 8 de maio, o álbum Novos & usados – Vol. 1 apresenta os artistas mineiros em duas faixas distintas. Beto Guedes participa de Solidão. Lô Borges figura em Pé na estrada. Ambas são músicas compostas por Fabrício dos Anjos em parceria com Paulinho Moura. Fabrício dos Anjos (à esquerda) com Lô Borges na gravação do álbum 'Novos & usados vol. 1' Flávio Charchar / Divulgação Indo além da ponte Pará-Minas Gerais, Fabrício também recebe o gaúcho Vitor Ramil no disco gravado em Belém (PA), cidade natal do artista, com arranjos e direção musical do tecladista Alcir Meireles. Ramil é o convidado da música Nuvens e varais. Conterrâneo de Fabrício, Nilson Chaves participa de Cordilheira, uma das 15 músicas do repertório autoral (o segundo volume do disco Novos & usados terá outras 15 músicas). Voz do Amapá, a cantora Patricia Bastos faz desabrochar Flor do amanhã.
- Publicado em Cultura
Oscar Chávez, principal nome da música de protesto do México, morre aos 85 anos
Músico foi internado após apresentar sintomas da Covid-19. Oscar Chávez, durante festival na Cidade do México em março de 2019 Christian Palma / Arquivo / AP Photo O cantor e compositor mexicano Oscar Chávez, que com sua música acompanhou lutas sociais e cantou para Macondo – a cidade imaginária de Gabriel García Márquez – morreu nesta quinta-feira (30) na Cidade do México, aos 85 anos, após apresentar sintomas da Covid-19. Oscar Chávez era "um representante da música tradicional local que, com seu trabalho, conseguiu retratar a realidade da sociedade mexicana e dar voz às causas justas com sua música", escreveu o Ministério da Cultura do México no Twitter. Na quarta (29), o cantor foi internado em um hospital público na capital mexicana após apresentar sintomas da Covid-19, segundo a gravadora do artista. Oscar Chavez (centro), com líder rebelde zapatista Marcos, (mascarado à esquerda), e os comandantes zapatistas Tacho e David (à direita), em março de 2007 Eduardo Verudog / Arquivo / AP Photo Considerado um dos maiores expoentes do Canto Novo no México, ele acompanhou o Movimento Estudantil de 1968 e o Exército Zapatista de Libertação Nacional nos anos 90, com suas canções. O sucesso ocorreu após sua participação no filme "Los Caifanes" (1967), de Juan Ibáñez, considerado uma maravilha do cinema mexicano independente. Seu legado é composto por mais de 25 álbuns, nos quais sua paixão pelo bolero se destaca. Durante sua carreira, compôs músicas baseadas em vários autores, como o mexicano Sor Juana Inés de la Cruz, Amado Nervo e Gilberto Owen, além de García Márquez.
- Publicado em Cultura
‘Streets of Rage 4’ recria diversão de clássicos dos anos 1990, mas com pouca novidade; G1 jogou
Game traz de volta série símbolo do gênero de briga de rua com belo visual moderno. Jogo chega a compitadores, Switch, PlayStation 4 e Xbox One. Depois de mais de 15 anos sem um novo capítulo, "Streets of Rage 4" trouxe de volta a série símbolo do gênero de briga de rua a computadores, Switch, PlayStation 4 e Xbox One nesta quinta-feira (30). Com atualização do visual da franquia, que torna o game o mais bonito da série, o jogo explora a nostalgia e recria com habilidade o clima e a diversão de seus antecessores, mas perde a chance de ir além. Isso não é bem um problema. Afinal, quem cresceu jogando video game nos anos 1990 em algum momento cruzou com pelo menos um dos "Streets of Rage" originais. E o quarto game consegue fazer qualquer um se sentir de volta ao fliperama ou ao Mega Drive. 'Streets of rage 4' é anunciado em trailer Reunindo a turma A história de "Streets of Rage 4" acontece dez anos depois de seus antecessor direto, com o encontro de heróis conhecidos com caras novas. Eles devem juntar forças para atravessar diferentes ambientes — quase sempre da esquerda para a direita — e derrotar os inimigos em seu caminho. A narrativa funciona como um bom paralelo ao game em si, muito mais divertido de ser enfrentado na companhia de amigos. Os modos multiplayer têm capacidade para duas pessoas através da internet ou até quatro no mesmo local. 'Streets of Rage 4' Divulgação Alguns dos personagens jogáveis são liberados ao longo do tempo e ajudam a aprofundar a nostalgia, mas são os novatos aqueles que melhor representam a renovação do espírito da franquia. Enquanto Cherry, filha de um dos originais, golpeia vilões com agilidade e uma guitarra, Floyd é um gigante cibernético mais lento, mas mais poderoso. Com certeza, duas adições que devem agradar aos fãs. Briga direta O sistema de combate continua tão simples quanto sempre foi, e qualquer um familiarizado com os anteriores não terá grandes dificuldades. É como andar de bicicleta. 'Streets of Rage 4' Divulgação Há golpes mais fortes que atacam uma área e consomem energia (recuperada ao golpear os adversários em pouco tempo) e um especial que acerta grande parte dos inimigos, além da possibilidade de pular e de correr. Mesmo assim, o botão mais acionado ainda é o de ataque, que constrói prazerosos combos, melhor aproveitado em múltiplos capangas ao mesmo tempo. Os vilões apresentam pequenas variações, mas ainda são comuns o suficiente para manter a lógica ao longo de todo o game. O jogador pode tomar alguns golpes no começo, mas depois dos primeiros não deve ter grandes problemas para evitá-los. 'Streets of Rage 4' Divulgação Falta algo Tudo isso, somada à ótima trilha sonora, é mais do que suficiente para deixar os fãs com mais de 25 anos felizes. Resta saber se vai conseguir conquistar muitos novos seguidores, acostumados a um pouco mais de complexidade. Há algumas poucas novidades, como um modo batalha que coloca um jogador para lutar diretamente contra outro, mas que não parecem tão inspiradas. Às vezes seria melhor dedicar o tempo de desenvolvimento para aprofundar algum outro aspecto do modo história. O combate, por exemplo, por mais satisfatório que seja, pode ficar um tanto repetitivo depois da milésima pressionada do botão de ataque.
- Publicado em Cultura
Daniel Peixoto e Filipe Catto refazem dueto de Fagner e Ney Matogrosso após 45 anos
Cantores regravam 'Postal de amor' em clima de trip hop que dilui a melancolia do registro original de 1975. ♪ Nascido em 1986, o Daniel Peixoto – cantor cearense associado ao universo da música eletrônica e geralmente apresentado à mídia como “o príncipe do electro brasileiro” por ter ganhado tal alcunha em programa da MTV norte-americana – nem tinha vindo ao mundo quando, em novembro de 1975, a gravadora Continental lançou single duplo com duas músicas então inéditas gravadas pelo cantor (também cearense) Raimundo Fagner com Ney Matogrosso. Uma dessas músicas – Postal de amor, parceria de Fagner com Fausto Nilo e Ricardo Bezerra – ecoou nos ouvidos de Daniel, no sertão do Cariri, quando o futuro artista ainda morava em Crato (CE), cidade do interior cearense onde foi criado. Esse eco se faz ouvir no single que Daniel Peixoto lança nesta sexta-feira, 1º de maio, com regravação de Postal de amor feita com o cantor Filipe Catto. Decorridos 45 anos da edição do compacto duplo de Fagner e Ney, Daniel e Catto recriam o inusitado dueto de 1975 com o simbolismo adicional de Catto – cantor gaúcho de voz potente, residente na cidade de São Paulo (SP) – sempre ter sido associado a Ney pelo fato de ambos terem timbre andrógino nas respectivas vozes metálicas. Filipe Catto e Daniel Peixoto reenviam 'Postal de amor' em single de aura 'queer' Rafael Monteiro / Divulgação Música revivida por Ney no ano passado no roteiro do show Bloco na rua (2019 / 2020), Postal de amor é canção reenviada por Daniel e Catto sem a melancolia do registro original e com alusões à cena queer em gravação produzida por Rodrigo Brandão e Carlos Gadelha com a intenção de inserir a canção em ambiente de trip hop. O orgulho gay reverbera sobretudo na ênfase do adjetivo feminino “louca” pelos declarados intérpretes no verso final da canção. Na sequência da edição do single, cuja expõe arte de Luiz Fernando Rodrigues finalizada por Fábio Viana, a gravação de Postal de amor por Daniel e Catto será relançada, ainda neste mês de maio, em remixes de electro e techno assinados pelos DJs L_cio e Malka. Postal de amor integra o projeto fonográfico DP, idealizado por Daniel Peixoto para apresentar músicas novas e antigas em embalagens criadas por DJs e produtores da cena eletrônica. Já em curso, DP é aperitivo para quem espera pelo terceiro álbum do artista, Iracema som sistema, produzido pelo DJ Gorky e previsto para ser lançado no segundo semestre deste ano de 2020, se juntando aos álbuns Mastigando humanos (2011) e Massa (2017) na discografia do artista.
- Publicado em Cultura
Mariana Aydar e filha de 7 anos estão com coronavírus: ‘Estamos bem’
Cantora falou sobre seu estado de saúde ao anunciar o cancelamento de uma live que faria em parceria com o Sesc. Mariana Aydar Reproduçãi/Instagram Mariana Aydar revelou em seu Instagram que ela e a filha, Brisa, de 7 anos, foram diagnosticadas com coronavírus. A cantora falou sobre seu estado de saúde ao anunciar o cancelamento de uma live que faria em parceria com o Sesc nesta sexta-feira (1). Mariana afirmou que é uma paciente assintomática e só fez o teste porque Brisa apresentou febre alta. "Estamos bem", destacou a cantora, antes de falar sobre os cuidados que estava tomando na quarentena. "Fiquei pensando muito se falava sobre o motivo aqui ou não mas para o intuito de informação achei por bem comunicar. Eu e Brisa fizemos o teste de Covid-19 e deu positivo. Estamos bem." “O motivo do cancelamento [da live] é preservar as pessoas que estão envolvidas. No caso do Sesc ninguém viria aqui, mas mandariam um equipamento e achamos prudente então cancelar." "Eu estava super em quarententa, até por ser grupo de risco por causa da pneumonia que tive ano passado, os médicos logo me alertaram então estava me cuidando muito. A única coisa que fazia fora da curva eram passeios sozinha com a Sanfona na rua e pedir supermercado delivery, percebi também que não higienizava todas as coisas tipo passar cândida na banana, mas só percebi recentemente e já tô melhorando sobre isso também." "Já a Brisa, as únicas saídas dela foram o revezamento com o pai, que descobri depois que a quarentena por lá não estava tão severa. Bom, fato é que semana passada Brisa teve um febrão, dor de cabeça e garganta por dois dias, fiquei encanada resolvi fazer o teste nela, a pessoa veio toda equipada e tomando todos os cuidados aqui na minha casa e o resultado foi positivo." "Dos sintomas eu só tive uma falta de ar uma noite que achei que ia morrer afogada no seco, mas achei que era algo que tinha comido porque também tava muito enjoada. Foi só isso. Não tive mais nada." "Sou uma paciente assintomática. Assim como muitas pessoas andando por aí! Se não fosse a febre da Brisa eu não faria o teste e estaria contaminando uma galera nas minhas saídas. Por exemplo, semana passada, por necessidade fui pessoalmente no supermercado e na farmácia, de máscara sempre e tomando todos os cuidados, mas nunca se sabe." Entenda algumas das expressões mais usadas na pandemia do covid-19 Initial plugin text Initial plugin text
- Publicado em Cultura
Tony Allen, baterista que ajudou a criar afrobeat, morre aos 79 anos
Empresário do músico nigeriano disse que 'causa exata da morte é desconhecida' e acrescentando que não era o novo coronavírus. Tony Allen Divulgação O músico nigeriano Tony Allen, baterista e criador do Afrobeat com seu compatriota Fela Kuti, morreu nesta quinta-feira (30), em Paris, aos 79 anos, disse empresário do artista à AFP. "A causa exata da morte é desconhecida", declarou Eric Trosset, acrescentando que não era o novo coronavírus. "Ele estava em sua melhor forma, foi bastante repentino. Falei com ele às 13H00 e duas horas depois ele se sentiu mal e foi transportado para o hospital Pompidou, onde morreu", relatou. O mestre do afrobeat morava perto de Paris. Nas décadas de 1960 e 1970, Tony Allen foi o baterista e diretor musical de seu compatriota Fela Kuti, com quem criou o afrobeat, um gênero sincopado que mistura ritmo iorubá, jazz e funk, que se tornou uma das correntes fundamentais da música africana no século XX. A essa música, Fela adicionou as letras revolucionárias e pan-africanistas que o tornariam um dos símbolos da luta pelas liberdades na África. Com Fela e o grupo Africa 70, Allen gravou cerca de quarenta álbuns, antes que os caminhos dos dois músicos se separassem após 26 anos de colaboração. Seu ritmo era tão intenso que, quando ele deixou Fela, foi necessário incluir quatro percussionistas na banda. O músico britânico Brian Eno definiu Tony Allen como o "melhor baterista" de todos os tempos. Autodidata, Tony Allen começou a tocar aos 18 anos e se alimentou do som de Dizzy Gillespie e Charlie Parker, além da música africana contemporânea. Também tocou bateria em The Good, The Bad e The Queen, um dos projetos do ex-líder do Blur Damon Albarn.
- Publicado em Cultura
Andrea Bocelli divulga clipe de ‘The Prayer’ com fãs de todo o mundo segurando cartazes com trechos da canção
Música com Celine Dion foi indicada ao Grammy de Melhor Parceria de Pop em 2000. Andrea Bocelli divulga clipe de 'The Prayer' com fãs de todo o mundo segurando cartazes com trechos da canção Reprodução Andrea Bocelli convocou crianças, adultos e idosos de todo o mundo para participar do clipe de "The Prayer", canção em parceria com Celine Dion. Nas imagens, as pessoas aparecem em suas casas segurando cartazes com trechos da canção indicada ao Grammy de Melhor Parceria de Pop na premiação de 2000. "Devido a nossa atual situação, pessoas de todo o mundo estão usando aplicativos de videoconferência para se comunicarem entre si. Celebrando essa nova união global, convocamos nossos fãs para se unir virtualmente e cantarem juntos a canção de Andrea Bocelli e Celine Dion", anuncia o texto de abertura do vídeo. Durante o domingo de Páscoa, Andrea Bocelli fez uma emocionante live direto da Catedral de Milão completamente vazia. A transmissão aconteceu pelo evento Music for Hope ('Música pela esperança') no YouTube. O tenor italiano cantou dentro e fora da Catedral.
- Publicado em Cultura
Aquário no Japão pede que pessoas conversem por vídeo com enguias-de-jardim que estão esquecendo a existência humana
Os bichinhos, que são sensíveis e estão acostumados com visitas, estão começando a se esconder quando os funcionários passam perto, diz o aquário. O 'festival de exibição de rostos', para ver as enguias, começa domingo (3). Enguias-de-jardim são vistas no Oceanário de Lisboa. Maksim Shutov/Unsplash As enguias-de-jardim do Aquário Sumida, em Tóquio, no Japão, estão acostumadas com visitas: quando tiram a cabeça da areia, o mais provável é que vejam olhos humanos encarando-as de volta através do vidro. Mas, com a pandemia de Covid-19 e o fechamento do aquário desde o início de março, os bichinhos estão enfrentando um problema inusitado: estão esquecendo que seres humanos existem, segundo o jornal britânico "The Guardian". As enguias também parecem estar esquecendo de como é a aparência humana. Por causa disso, o aquário está pedindo às pessoas que façam chamadas de vídeo com os pequenos animais, evitando o risco de que eles passem a ver os humanos como uma ameaça. O chamado "festival de exibição de rostos" começa domingo (3) e vai até terça (5). ""Aqui está um pedido urgente", escreveu o aquário no Twitter. "Você poderia mostrar seu rosto, de casa, para as enguias de jardim?" O aquário colocou cinco tablets de frente para o tanque. As pessoas, então, vão se conectar através do aplicativo FaceTime. Depois que as chamadas de vídeo forem iniciadas, as pessoas vão ser solicitadas a mostrar seus rostos, acenar e conversar com as enguias. Mas, dada a timidez natural dos animais, o pedido é que não levantem a voz. "Eles não veem pessoas a não ser os cuidadores, e estão começando a esquecer dos humanos", escreveu o aquário no Twitter no dia 27. "As enguias-de-jardim, principalmente, desaparecem na areia e se escondem toda vez que os cuidadores passam", disse o aquário. Por causa da natureza sensível dos bichinhos, está ficando difícil monitorar a saúde deles. O pedido do aquário atraiu bastante apoio on-line, diz o "The Guardian", com a hashtag em japonês para "Por Favor, Lembrem dos Humanos" (#PleaseRememberHumans). Embora as enguias-de-jardim sejam sensíveis e cautelosas por natureza, diz o jornal, as 300 que vivem em um dos tanques do aquário se acostumaram a visitantes humanos e raramente se escondiam quando abordadas pelas pessoas. "'Quando você olha para as enguias de jardim, as enguias de jardim olham para você."' Entendido. Fico feliz em participar", escreveu um usuário do Twitter. "Eles precisam de treinamento para aprender que os humanos não são uma ameaça!" outro escreveu. "Interessante." Muitos pediram que o aquário oferecesse acesso às enguias por meio de outro aplicativo para permitir a participação de usuários que não têm produtos da Apple, informou o "The Guardian". As enguias-de-jardim são chamadas assim por causa de sua aparência quando levantam, todas ao mesmo tempo, a cabeça da areia, explicou o jornal.
- Publicado em Cultura
Marília Mendonça lança clipe de ‘Vira Homem’ gravado em casa durante quarentena
Cantora lançou música nas plataformas digitais horas antes de divulgar novo vídeo gravado com câmeras de smartphones. Marília Mendonça lança clipe de 'Vira Homem' gravado em casa durante quarentena Reprodução Marília Mendonça lançou a música "Vira homem" nesta sexta-feira (1), conforme anunciou no início da semana. Horas depois de divulgar a canção nas plataformas digitais, a sertaneja mostrou o novo clipe, gravado em casa durante a quarentena e utilizando apenas utilizando câmeras de smartphones. "Tava doida por um lançamento em pleno feriado, né minha filha? seus pedidos foram atendidos. Primeiro lugar: eu cuido do rebanho. Segundo lugar: vira homem. Terceiro lugar: ce não vai perder, né?", escreveu Marília em sua rede social. Minutos antes de lançar a música, Marília explicou que "Vira Homem" "fala sobre responsabilidade afetiva com a pessoa que se encontra, caso haja dúvida. Escutem". Initial plugin text Initial plugin text A faixa caseira segue a tendência de muitos artistas que estão se adaptando à quarentena, como já abordado pelo G1. Marília divulgou o clipe no mesmo esquema de lives. Assim, os fãs puderam interagir e enviar comentários enquanto assistiam ao lançamento. A cantora já havia afirmado nas redes sociais, que tem aproveitado a quarentena para, também, estudar inglês. O debate sobre a bebedeira de sertanejos em lives
- Publicado em Cultura











