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Milton Nascimento se solta ao reinventar ‘Cais’ com Criolo e Amaro Freitas

segunda-feira, 04 maio 2020 por Administrador

Single é a segunda amostra de 'Existe amor', EP que reúne o cantor com o rapper e o pianista. Capa do single 'Cais', de Milton Nascimento e Criolo Divulgação Resenha de single – EP Existe amor Título: Cais Artistas: Milton Nascimento e Criolo – com o piano de Amaro Freitas Compositores: Milton Nascimento e Ronaldo Bastos Gravadoras: Nascimento Música / Oloko Records Cotação: * * * * ♪ Milton Nascimento reinventa Cais – música que compôs com Ronaldo Bastos e que lançou há 48 anos no álbum Clube da esquina (1972) – em gravação com Criolo e com o pianista Amaro Freitas. Disponível em single e clipe lançados nesta sexta-feira, 1º de maio, a atual gravação de Cais é a segunda amostra do projeto Existe amor, ação multimídia que abrange campanha solidária para ajudar a população mais vulnerável no enfrentamento da pandemia do covid-19 e EP previsto para ser lançado neste mês de maio. O disco contabiliza quatro faixas gravadas por Milton com o rapper paulistano – com quem o cantor carioca de alma mineira já tinha se reunido no show da turnê Linha de frente (2014) há seis anos – e com o pianista pernambucano, virtuose aclamado na cena instrumental brasileira pelo toque inovador que amalgama jazz e ritmos da região natal de Amaro Freitas. Nas mãos de Amaro e nas vozes dos cantores, Cais roça a beleza sublime do primeiro single do EP Existe amor, lançado em 24 de abril com abordagem impactante da balada Não existe amor em SP (2011), standard do cancioneiro autoral de Criolo. Na introdução e na parte final da releitura de Cais, Amaro Freitas desbrava mares harmônicos ao piano ao mesmo tempo em que permanece ancorado no porto seguro do arranjo orquestrado pelo maestro mineiro Wagner Tiso para a gravação original da música no álbum duplo Clube da Esquina. Nessa parte inicial, o vocal em falsete de Milton soa como o vento que sopra solidão, amor e dor no mar de sentimentos provocados pela canção. Alongando notas, Criolo solta a bela voz sem perda da densidade apontada por Milton nessa rota inicial. No clipe, dirigido por Beto Macedo e Denis Cisma, a imagem de saveiros vazios lançados ao mar – vistas quando Milton também se solta ao projetar a voz divina – acentua a sensação de solidão alimentada pelo poeta Ronaldo Bastos na criação da letra. Gigantesco no toque do piano ao navegar pela composição, Amaro Freitas arremata ao fim a reinvenção de Cais para o EP Existe amor. ♪ Cabe ressaltar, a título de informação e curiosidade, que Milton Nascimento também reinventou Cais para a trilha sonora da próxima novela das 18h da TV Globo, Nos tempos do imperador. O cantor regravou a música para a abertura da novela, em gravação ainda inédita, feita com produção musical de Rafael Langoni e Sacha Amback.

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Justin Bieber e Ariana Grande se unem para ajudar trabalhadores no combate ao coronavírus

segunda-feira, 04 maio 2020 por Administrador

Dupla vai fazer dueto pela primeira vez para financiar bolsas de estudos para filhos de profissionais de saúde e de emergência nas linhas de frente da pandemia. Justin Bieber se apresenta no Allianz Parque, na Zona Oeste de São Paulo Flavio Moraes/G1 As estrelas pop Justin Bieber e Ariana Grande estão se unindo pela primeira vez em um dueto que financiará bolsas de estudos para filhos de profissionais de saúde e de emergência nas linhas de frente da pandemia de coronavírus. O dueto, chamado "Stuck With U", será lançado em 8 de maio, anunciaram os dois cantores na sexta-feira (1º) no Instagram, onde juntos têm cerca de 316 milhões de seguidores. Initial plugin text Todas as receitas líquidas da transmissão e venda do dueto serão doadas à First Children Responders Foundation para financiar doações e bolsas de estudos para os filhos daqueles que trabalham durante a pandemia. Bieber e Ariana, ambos com 26 anos e entre os maiores cantores jovens dos Estados Unidos, com sucessos como "Love Yourself" e "Thank U, Next", nunca gravaram uma música juntos. "Esperamos fazer uma grande diferença e esperamos que isso os deixe mais animados e felizes", disse Ariana Grande em comunicado. O single é o primeiro da série de Scooter Braun, agente dos dois cantores, que beneficiará instituições de caridade durante o ano, segundo Braun.

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Filho de Bolsonaro é suspenso de plataforma de vídeos por violar políticas de conduta de ódio

segunda-feira, 04 maio 2020 por Administrador

Twitch afirma que atitude foi tomada por comentário feitos durante transmissão. Jair Renan Bolsonaro diz que foi banido e que fez só uma piada tirada de contexto. Jair Renan Bolsonaro fala na Twitch que pandemia 'é só uma gripezinha' Reprodução/Twitter/renan_bolsonaro Jair Renan Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, teve sua conta suspensa da Twitch por violar políticas de conduta de ódio da plataforma de transmissão vídeos focada em games. "De acordo com nossas políticas de conduta de ódio, Renan Bolsonaro foi suspenso temporariamente da Twitch por comentários feitos em sua stream e o conteúdo foi removido", afirmou a plataforma através de sua assessoria de imprensa. Em seu perfil no Twitter, Renan afirmou que tinha sido banido por fazer uma piada durante uma transmissão. "Interessante é que a rede social mantém perfis que disseminam claramente a misandria (ódio, o desprezo ou o preconceito contra homens ou meninos), mas não suportam uma brincadeira, por mais pesada que fosse", escreveu ele. Initial plugin text Em um vídeo que foi compartilhado nas redes sociais, ele joga um game e nega a existência da pandemia do novo coronavírus. "Que pandemia? Isso é história da mídia aí, para trancar você dentro de casa, para achar que o mundo está acabando. É só uma gripezinha, irmão", disse Renan. No Twitter, ele afirmou que fez apenas uma piada, e que ela foi tirada de contexto. "Muitos perfis utilizaram a brincadeira fora de contexto e diante toda essa briga política. Fui prejudicado. A ânsia de atacar alguém que afete o presidente da república é maior do que apurar uma simples piada e respeitar a liberdade de expressão." Initial plugin text Nesta quinta-feira (30), ele publicou o trecho da transmissão, na qual diz que prefere "morrer transando do que morrer tossindo", e a compara a uma declaração feita pelo cantor Leonardo.

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Lives de hoje: Alok, Jorge & Mateus, Lulu Santos e mais shows para ver em casa

segunda-feira, 04 maio 2020 por Administrador

Neste sábado (2), DJ é o segundo convidado do 'Em Casa', programa de lives da Globo, Globoplay e Multishow, da Globo. Veja horários e informações sobre os shows. Alok, Jorge e Mateus e Lulu Santos fazem lives neste sábado (2) Divulgação Alok, Jorge & Mateus e Lulu Santos estão entre as principais lives deste sábado (2). O DJ é o segundo convidado do "Em casa", programas de lives da Globo, Globoplay e Multishow, às 22h30, logo depois da novela "Fina Estampa". Veja a lista completa com horários das lives abaixo. Além de Lulu, o dia também tem os artistas de MPB Chico César, Zeca Baleiro, Ana Cañas, Jards Macalé na programação. Já a rádio NTS convidou artistas como Jorja Smith, Erykah Badu, Shrillex, Iasmin Turbininha e Tame Impala para 24h de transmissões neste sábado. Na onda das lives, o bastidor virou o show. Casas de músicos são os palcos possíveis no isolamento para conter o coronavírus. O G1 fez um intensivão de lives e avaliou os desafios deste formato; leia. Lives hoje e como assistir às lives: Alok – Depois da novela 'Fina Estampa' – na TV Globo, Globoplay e Multishow Pacheco – 14h – Link Suel e Thiago Soares – 15h – Link Devin Townsend – 16h – Link Rocinante no Estábulo com Leitieres Leite, Sylvio Fraga, Luizinho do Jejê e mais – A partir das 16h – Link Jorge e Mateus – 17h – Link Zeca Baleiro (Festival Carambola) – 17h05 – Link Ana Cañas (Festival Carambola) – 17h50 – Link Remote Utopias com Tame Impala, Jorja Smith, Erykah Badu, Iasmin Turbininha e mais – Evento dura 24h – Link Wado e Mopho (Festival Carambola) – 18h35 – Link Claudia Leitte – 19h – Link Mauricio Manieri – 19h – Link Chico César (Festival Carambola) – 19h20 – Link Xand Avião – 20h – Link André Abujamra e Marisa Brito (Festival Se Rasgum) – 20h05 – Link Jards Macalé (Festival Se Rasgum) – 20h50 – Link Lulu Santos – 21h30 – Link Maria Cecilia e Rodolfo – 21h30 – Link Renato Teixeira – 21h30 – Link Keila (Festival Se Rasgum) – 21h35 – Link Tierry convida Pablo – 21h – Link Kevin O Chris – 22h – Link Larissa Luz (Festival Se Rasgum) – 22h20 – Link Tropkillaz (Festival Se Rasgum) – 23h – Link O debate sobre a bebedeira de sertanejos em lives

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Discos para descobrir em casa – ‘Ave noturna’, Fagner, 1975

segunda-feira, 04 maio 2020 por Administrador

Capa do álbum 'Ave noturna', de Fagner Bina Fonyat ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Ave noturna, Fagner, 1975 ♪ Quando Alice Caymmi voltou ao universo da MPB no álbum Electra (2019), pautado por regravações de pérolas pescadas no baú, uma música sobressaiu especialmente no repertório pela beleza da composição e da interpretação pungente da cantora carioca. Foi Fracassos, balada melancólica de Raimundo Fagner que jazia esquecida em Ave noturna (1975), segundo álbum deste cantor, compositor e músico cearense projetado em escala nacional em 1972 com a projeção da canção Mucuripe ao longo daquele ano. A mais bem acabada dentre as seis músicas feitas pelo artista com o conterrâneo Belchior (1947 – 2017), Mucuripe apareceu primeiramente na voz de Elis Regina (1945 – 1982). A cantora apresentou a composição no roteiro do show Elis, no inicio de 1972, e a gravou na sequência imediata para o álbum também intitulado Elis e lançado em junho de 1972, mês em que Mucuripe também ecoou na voz de Fagner na gravação feita para o Disco de bolso do jornal O Pasquim, plataforma que também revelara João Bosco naquele mesmo ano de 1972. Mucuripe abriu as portas da indústria do disco para Fagner. Nascido efetivamente em Fortaleza (CE), ainda que tenha adotado Orós (CE) como cidade natal, o cantor cearense Raimundo Fagner Cândido Lopes migrara para o Rio de Janeiro (RJ) em junho de 1971 e, entre participações em festivais, conseguiu gravar singles de alguma visibilidade. Contudo, foi a exposição nacional de Mucuripe que garantiu o contrato para a gravação do primeiro álbum, Manera frufru, manera, lançado em 1973 com capa que estampava a alcunha regional "O último pau de arara" e com repercussão que cresceria com o decorrer do tempo. Artista de elevada autoestima, Fagner chegou falando alto na MPB. Em entrevista de julho de 1975 sobre Ave noturna, álbum gravado pelo cantor em novembro de 1974 com produção musical de Carlos Alberto Sion e lançado em 1975 pela gravadora Continental, Fagner disse que abrira as possibilidades existentes para a música brasileira com o álbum de estreia e que as fechara intencionalmente no segundo segundo álbum. De fato, Ave noturna flanou em segurança, alçando voo que seguiu rota mais linear, pautada pela tristeza entranhada em belas canções como Beco dos baleiros (Petrúcio Maia e Antonio Brandão) – balada que deu certa projeção ao álbum ao ser propagada na trilha sonora da novela Ovelha negra (TV Tupi, 1975) como a primeira das muitas gravações de Fagner que chegariam aos ouvintes como teletemas – e O astro vagabundo, boa amostra da parceria então recém-aberta do artistas com o poeta cearense Fausto Nilo. A música O astro vagabundo daria nome ao show estreado por Fagner na cidade do Rio de Janeiro (RJ) naquele ano de 1975. A rigor mais celebrado do que o álbum Ave noturna, o show O astro vagabundo ampliou a visibilidade de Fagner na mídia e funcionou como passaporte para a entrada do artista na CBS, gravadora onde, de 1976 a 1985, o cantor viveria período de auge artístico, inclusive abrindo a porta da companhia fonográfica para outros migrantes artistas nordestinos (a ponto de, no meio musical, a sigla CBS ser pejorativamente traduzida como Cearenses Bem-Sucedidos). Embora tenha sido recebido com certo entusiasmo, o álbum Ave noturna ficou meio perdido entre a estreia ruidosa de Fagner e a fase de maior sucesso do cantor na CBS. Ainda assim, Ave noturna sempre teve lugar relevante na discografia do cantor por ter apontado a estética seguida e burilada por Fagner em álbuns posteriores dos anos 1970. Ave noturna foi disco marcado pela opulência orquestral, marca dos arranjos de canções como a mencionada Fracassos – faixa arranjada pelo maestro Chiquinho de Moraes – e A palo seco (Belchior, 1973). A propósito, a regravação de A palo seco se encaixou bem no tom árido e interiorizado de disco de densa atmosfera poética. Havia tristeza no caminho de Estrada de Santana – música dos compositores de Petrúcio Maia e Antonio Brandão, os mesmos autores de Beco dos baleiros – e nas paisagens avistadas sob a ótica dos trilhos líricos de Última mentira, segundo título da parceria de Fagner com o poeta baiano José Carlos Capinan (aberta no álbum de 1973 com a canção Como se fosse). “O fim da festa é uma certeza”, sentenciou Fagner em verso de Retrato marrom (Rodger Rogério e Fausto Nilo), flash de lembranças perdidas e de bocas presas em bares escuros, como narra a letra imagética do poeta. “Eu sou vereda de espinhos / Seca flor do Juazeiro”, autodefiniu-se Fagner através de versos do cineasta e compositor bissexto Carlos Diegues, com quem Fagner abriu parceira efêmera na canção-título Ave noturna, reflexão da conexão do cantor com Diegues na feitura da trilha sonora do filme Joana Francesa (1973), para a qual Fagner gravara a música-título com o autor Chico Buarque. Com o timbre rascante, Fagner deu voz em Ave noturna a melancolias de corações do agreste, mas já vislumbrando paisagens e sonoridades urbanas. Tanto que o disco tem o toque da banda Vímana – que incluía os futuro popstars Lulu Santos, Lobão e Ritchie na formação de 1975 – no arranjo roqueiro com que Riacho do navio (Luiz Gonzaga e Zé Dantas, 1955) correu no álbum Ave noturna. A faixa mais regionalista do repertório, Antônio Conselheiro (Bumba meu boi), tradicional tema nordestino adaptado por Fagner, também apresentou o toque do grupo Vímana no arremate do álbum Ave noturna. Disco coeso, fechado dentro de atmosfera sombria, Ave noturna confirmou que Raimundo Fagner já estava pronto para altos voos dentro das possibilidades do artista.

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Arruda celebra andanças de Beth Carvalho e Cleber Augusto

segunda-feira, 04 maio 2020 por Administrador

Grupo carioca lança single em memória da cantora e aguarda edição de álbum em que homenageia o compositor de sambas como 'Lucidez'. ♪ Grupo que cultiva o samba que brota nos fundos dos quintais cariocas, Arruda aguarda o lançamento de álbum ao vivo em homenagem ao compositor Cleber Augusto, parceiro de Aldir Blanc em Ciranda do povo (1989) e de Jorge Aragão no sucesso Lucidez (1991) e em Minhas andanças (1984). Gravado em 15 de setembro de 2019, em show apresentado pelo octeto carioca no palco da Comunidade Samba do samba Maria Zélia na cidade de São Paulo (SP), o álbum ao vivo e DVD Flores em vida – Arruda canta Cleber Augusto tiveram o lançamento adiado por conta da pandemia do covid-19. Embora esteja garantida a edição do registro audiovisual do show, feito pelo Arruda sob direção musical do cavaquinista e arranjador Alessandro Cardozo, por ora os seguidores do grupo somente tem à disposição neste ano de 2020 o single Andança, lançado na sexta-feira, 1º de maio, dentro das homenagens prestadas a Beth Carvalho (1946 – 2019) por conta do primeiro aniversário de morte dessa cantora referencial na história do samba cultivado por Arruda. Capa do single 'Andança', do grupo Arruda Divulgação Composição de Danilo Caymmi em parceria Edmundo Souto e Paulinho Tapajós (1945 – 2013), Andança foi a música que deu projeção a Beth Carvalho ao ser apresentada em 1968 pela cantora com o grupo Golden Boys na terceira das sete edições do Festival Internacional da Canção (FIC). Com discografia iniciada em 2003, Arruda é grupo formado pelos vocalistas Maria Menezes e Nego Josy com os músicos Anderson Popó, Armandinho do Cavaco, Fabão Araújo, Gustavo Palmito, Marcelinho e Vitor Budoia.

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Como caso Pugliesi aponta crise e mudança de influenciadores em meio à pandemia

segunda-feira, 04 maio 2020 por Administrador

Pugliesi foi 'cancelada' mais de uma vez na internet durante a quarentena. Semana Pop explica o que o caso dela diz sobre transformação no mercado de famosos das redes sociais. Gabriela Pugliese e outras celebridades da web com atitudes desastrosas durante a pandemia
Nas últimas semanas, você provavelmente ouviu falar em Gabriela Pugliesi. O Semana Pop deste sábado (2) explica por que ela foi "cancelada" na internet – várias vezes -, em meio à quarentena e o que esse caso diz sobre a crise dos influenciadores na pandemia do coronavírus.
Veja todas as edições
Ouça em podcast
O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Está disponível em vídeo e podcast.

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Alok toca no ‘Em casa’, programa de lives da Globo, Globoplay e Multishow, neste sábado

segunda-feira, 04 maio 2020 por Administrador

DJ transmite set direto de casa em São Paulo, logo após novela 'Fina Estampa'. Ivete Sangalo estreou projeto multiplataforma há uma semana. Alok toca no 'Em Casa', programa de lives da Globo, Globoplay e Multishow, neste sábado (2) Divulgação Alok é a atração deste sábado (2) do "Em Casa", novo programa de lives "caseiras" da TV Globo e do Globoplay. A cantora Ivete Sangalo estreou o projeto direto de Salvador na semana passada. O set será transmitido ao vivo da casa do DJ, em São Paulo, na Globo, às 22h30, após a novela "Fina Estampa". A live também vai acontecer simultaneamente no Multishow, Globoplay e redes sociais. "Eu quero levar um pouco de alegria para as pessoas que estão em casa e também conscientizar sobre o momento que estamos passando. Quero passar uma mensagem de esperança, de que tudo vai dar certo", convidou Alok em nota à imprensa. O DJ deve aproveitar o momento para lançar a música "Living in Ghost Town", versão da música do Rolling Stones. Ela é a primeira inédita da banda em oito anos. Outra música que deve estar no set é o remix de "Physical", da inglesa Dua Lipa. A cantora ficou mais conhecida no Brasil depois de Manu Gavassi cantar e dançar "Don't Start Now" no "BBB 20". Antes da transmissão, Alok fará uma live especial ao lado de gamers, com partidas de jogos online no canal do YouTube do e-SporTV. Durante o show, o público poderá apoiar institutos, fundações, entidades e movimentos sociais que estão trabalhando para minimizar os impactos da pandemia através da plataforma ParaQuemDoar.com.br. Alok é próxima atração da live “Em Casa” após Ivete levantar o país na primeira edição Hit no streaming Alok é um dos mais famosos DJs brasileiros e já tocou em festivais de eletrônico no mundo inteiro, como o Tomorrowland. Natural de Goiânia, o DJ viu seu nome ser projetado no mundo com a música "Hear Me Now", parceria com Bruno Martini e Zeeba, em 2016. Alok, o 'topzera' do streaming: Como DJ goiano criou o hit 'Hear me now'? Depois de um carnaval agitado no Brasil, ele tinha apresentações marcadas na China e nos Estados Unidos, mas cancelou as turnês por conta da pandemia do coronavírus. "Não vou mais por causa do coronavírus. Prefiro não fechar nenhum show e ficar tranquilo em casa", diz o DJ ao G1, em fevereiro. A chegada de Ravi, primeiro filho com Romana Novais, mudou a rotina e a agenda de Alok. Durante a quarentena, ele tem postado foto com o pequeno que nasceu em janeiro. Initial plugin text

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Daniela Spielmann e Sheila Zagury ‘abrem janelas’ em tributo a Jacob do Bandolim

segunda-feira, 04 maio 2020 por Administrador

Saxofonista e pianista reavivam a obra do compositor em disco que traz a voz de Soraya Ravenle em duas músicas. ♪ Em 2018, a obra de Jacob Pick Bittencourt (14 de fevereiro de 1918 – 13 de agosto de 1969), o Jacob do Bandolim, foi alvo de diversas abordagens de instrumentistas em discos idealizados para celebrar o centenário de nascimento do influente compositor e músico carioca. Um dos principais difusores do choro, ritmo que executava com destreza no bandolim de toque singular, Jacob ganha – dois anos depois – mais um tributo fonográfico, descolado das homenagens pelo centenário do artista. Álbum instrumental lançado pela gravadora Kuarup, no formato de CD e em edição digital, Entre mil… Você! – Um tributo a Jacob do Bandolim reaviva a obra do chorão no sopro do saxofone de Daniela Spielmann e do toque do piano de Sheila Zagury. O disco foi batizado com o nome do choro de 1953 que, na gravação das instrumentistas, ganha ares de bossa nova, embora a composição Entre mil.. Você! tenha sido lançada cinco anos antes da revolução feita por João Gilberto (1931 – 2019). Como sintetiza o cavaquinista Sérgio Prata, diretor do Instituto Jacob do Bandolim, em texto escrito para o encarte da edição em CD do álbum Entre mil… Você!, Daniela Spielmann e Sheila Zagury reapresentam o cancioneiro de Jacob em tons arejados, de “janelas abertas”. Capa do álbum 'Entre mil… Você! – Um tributo a Jacob do Bandolim', de Daniela Spielmann e Sheila Zagury Divulgação Essa abertura de janelas possibilita às instrumentistas, no disco, temperar a brejeirice da obra do compositor com o exercício da liberdade consentida pelo jazz e com a formalidade da música de câmera, entre outras proezas estilísticas. O repertório do álbum alinha dez temas de Jacob em seleção que, em ordem cronológica, inclui Bole-bole (1951), Doce de coco (1951), Migalhas de amor (1952), Santa morena (1954), Benzinho (1955), A ginga do Mané (1962), O voo da mosca (1962), Receita de samba (1967) e Vibrações (1967), além da já mencionada música-título Entre mil.. Você! (1953). Cabe ressaltar que o choro Benzinho reaparece acoplado no álbum à canção Naquela mesa (1972), composição feita por Sérgio Bittencourt (1941 – 1979) para celebrar o pai que falecera em 1969. No álbum, Naquela mesa – propagada no canto de Elizeth Cardoso (1920 – 1990) – reverbera na voz de Soraya Ravenle, intérprete também convidada por Spielmann e Zagury a cantar Modinha, outra música de Sérgio Bittencourt, lançada em disco em 1968 na voz de Taiguara (1945 – 1996). Além de Ravenle, merece menção a participação no álbum do bandolinista Almir Côrtes, ouvido, por exemplo, na gravação em que A ginga do mané balança na cadência do ragtime. Ousadia estilística de disco em que Daniela Spielmann e Sheila Zagury buscam sopros e toques de renovação na abordagem da obra do centenário Jacob do Bandolim.

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Pedro Pastoriz joga ‘Pingue-pongue com o abismo’ na rede

segunda-feira, 04 maio 2020 por Administrador

Terceiro álbum solo do artista gaúcho tem título alusivo ao poema 'Uivo', de Allen Ginsberg, e música composta em parceria com Fausto Fawcett. ♪ Cantor e compositor gaúcho, Pedro Pastoriz se prepara para jogar Pingue-pongue com o abismo na rede pelo selo Risco – em tese, ainda neste primeiro semestre de 2020. Pingue-pongue com o abismo é o nome do terceiro álbum solo desse artista que também é vocalista e violonista da banda paulistana de folk Mustache e os Apaches. Com capa criada por Talita Hoffmann a partir de foto de Tuane Eggers, o disco Pingue-pongue com o abismo tem título niilista que alude a um poema, Uivo (1956), em que o escritor norte-americano Allen Ginsberg (1926 – 1997) – um dos expoentes da geração beat da década de 1950 – cita o termo em referência ao poeta (também) norte-americano Carl Solomon (1929 – 1993), muso inspirador da escrita de Ginsberg. Anunciado com o single Dolores, o álbum Ping-pongue com o abismo foi gravado com produção musical orquestrada por Pedro Pastoriz com os músicos Arthur Decloedt (baixo acústico e elétrico, sintetizadores e cordas midi) e Charles Tixier (MPC, sintetizadores, programações e percussões). Composto por 14 músicas e uma Intro (alocada na última faixa, antecedendo a música Boogaloo), o repertório do disco é inteiramente autoral. Pedro Pastoriz assina todas as composições, sendo que somente duas foram feitas pelo artista com parceiros. Faroeste dançante tem letra de Fausto Fawcett. Já Lydia réplica traz Lydia Del Picchia na coautoria. Alzira Ruth, Fricção, Janela, Sessão das sete e Sol sobre nossas cabeças são algumas composições do disco autoral de Pedro Pastoriz. Ping-pongue com o abismo está sendo apresentado como álbum em que Pedro Pastoriz pisa em territórios narrativos ausentes nos dois álbuns anteriores do artista, como a poesia, a publicidade, o teatro, a comunicação institucional, a auto-ajuda, o jingle, o rap e o esquete de comédia.

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