Chico Buarque agradece Prêmio Camões e lamenta não poder receber por causa da pandemia
Cerimônia de entrega foi adiada durante crise do novo coronavírus. 'Esta tarde, deixarei na janela cravos vermelhos', afirmou o cantor e escritor brasileiro. Chico Buarque agradece Prêmio Camões e lamenta não poder ir à cerimônia Reprodução/Facebook/Companhia das Letras Portugal Chico Buarque agradeceu aos organizadores do Prêmio Camões e lamentou não poder comparecer à cerimônia de entrega, adiada por causa da pandemia do novo coronavírus. O cantor e escritor brasileiro comentou a situação em vídeo divulgado no sábado (25), dia em que aconteceria a entrega. "Vai aqui a minha saudação aos amigos portugueses pelo 25 de abril", afirmou Buarque, em referência ao dia da Revolução dos Cravos, que em 1974 derrubou o regime político que vigorava desde 1926. "Infelizmente, não estou aí, não haverá entrega de prêmios, nem descerei com vocês a avenida. Mas esta tarde, deixarei na janela cravos vermelhos e cantarei em alto e bom som "Grândola Vila Morena, de Zeca Afonso." Initial plugin text Chico Buarque foi anunciado vencedor do Prêmio Camões 2019 no dia 21 de maio, após reunião do júri, na Biblioteca Nacional, no Rio. O prêmio, de 100 mil euros, é dividido entre Portugal e Brasil, mas o presidente Jair Bolsonaro se recusou a assinar o diploma. Na ocasião, Buarque afirmou que a não assinatura era equivalente a um segundo prêmio. "Se possível, peço ainda a vocês que guardem o pensamento para seus irmãos brasileiros, que estão, mais do que nunca, necessitados de um cheirinho de alecrim", disse o cantor ao encerrar sua declaração aos portugueses.
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Discos para descobrir em casa – ‘Sandra!’, Sandra de Sá, 1990
Capa do álbum 'Sandra!', de Sandra de Sá Jejo Cornelsen ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Sandra!, Sandra de Sá, 1990 ♪ Como muitos intérpretes negros associados ao funk e ao soul brasileiro dos anos 1970 e 1980, Sandra de Sá sofreu preconceitos e pressões da indústria fonográfica para gravar repertório mais pop. Cantora carioca revelada em 1980 na plataforma nacional do festival MPB-80, produzido e transmitido pela TV Globo, Sandra conseguiu gravar três álbuns iniciais dentro do genuíno universo musical black do Brasil entre 1980 e 1983. De 1984 em diante, essa cantora de voz grave e calorosa abriu mais o leque estilístico do repertório. Sandra acertou quando gravou samba para a abertura da novela Partido alto (TV Globo, 1984) – a obra-prima Enredo do meu samba, parceria de Ivone Lara (1922 – 2018) com Jorge Aragão – e quando fez álbum mais pop e eclético, Sandra Sá (1985), um dos títulos mais obscuros da discografia da artista. Contratada pela gravadora RCA em 1985, a cantora viveu a fase de maior sucesso comercial com as edições dos álbuns Sandra Sá (1986) e Sandra de Sá (1988), ambos promovidos com aliciantes canções de (des)amor compostas em escala industrial para as FMs da década. O disco de 1986 soou inclusive como greatest hits tanta a quantidade de sucessos radiofônicos gerados pelo repertório de apelo mais popular. Contudo, a permanência garantida nas playlists da época pareceu ter provocado certa insatisfação na cantora pela falta de autonomia na escolha do repertório. Tanto que, em 1990, Sandra virou o disco e a mesa com a ajuda do jornalista e compositor Nelson Motta, produtor ideológico de um dos melhores e mais arejados álbuns de uma carreira irregular que contabiliza 40 anos em 2020. Lançado no segundo semestre de 1990, Sandra! rejeitou a engessada fórmula do sucesso da RCA (na época já denominada BMG) e, por isso mesmo, foi solenemente minimizado pela gravadora. O que reduziu o alcance deste disco dedicado por Sandra ao amigo Cazuza (1958 – 1990), então recentemente falecido em julho daquele ano. Com exceções do funk pop Arrocho (Mu Chebabi, Hubert e Robertinho Freitas) e de Blue eyes (Jorjão Barreto e Ronaldo Barcellos), balada apaixonada que soou similar a tantas gravadas antes pela cantora por interferências artísticas da BMG, o repertório do álbum Sandra! foi composto por iguarias, degustadas pela intérprete sob a direção musical de Guto Graça Mello. A começar por Slogan (1973), funk de autoria de Cassiano, fino estilista do soul nacional que gravara a música há 17 anos no segundo álbum solo. O charme da gravação de Sandra foi a junção da cantora com Djavan e Marina Lima em trio tão inusitado e harmonioso. Do mesmo álbum Apresentamos nosso Cassiano (1973), Sandra e Nelson Motta recuperaram o funk folião Cinzas, arranjado no melhor estilo Black Rio por Serginho Trombone (1949 – 2020) com direito a gritos de guerra dos bailes da pesada na letra. Na mesma linha black, mas com outra pegada, a regravação do funkaço Eu quero alguém (1989) escancarou a urgência verborrágica de Cazuza, letrista da música de Renato Rocketh, gravada com toque de rap. Como Nelson Motta revela no faixa-a-faixa escrito para o encarte do álbum (lançado em LP e em raríssimo CD de tiragem limitada), Eu quero alguém entrou em Sandra! quando o disco já estava em tese fechado com 11 faixas. Embora Cazuza já tivesse gravado Eu quero alguém no álbum Burguesia (1989), a cantora – a julgar pelo relato de Motta – somente prestou a devida atenção na música quando Rocketh foi contratado para tocar como baixista no show de lançamento deste disco de Sandra. Afropop de Guto Graça Mello e Ronaldo Barcellos, Mandela celebrou a então recente liberdade do ativista político africano Nelson Mandela (1918 – 2013), que saíra da prisão em fevereiro de 1990 para continuar a luta contra o apartheid, câncer extirpado da África em 1994. Com os olhos voltados para o apartheid social do Brasil, Sandra deu voz a Charles Anjo 45 (Jorge Ben Jor, 1969) com o baticum do grupo afro-baiano Olodum, erguendo ponte que ligou as comunidades cariocas ao Pelourinho, epicentro do orgulho negro de Salvador (BA). Duas versões em português de canções norte-americanas – ambas escritas por Nelson Motta – mantiveram a classe do álbum em tons mais serenos. Como um rio era versão de Cry me a river (Arthur Hamilton, 1953), balada jazzy e bluesy popularizada na gravação lançada em 1955 pela cantora norte-americana Julie London (1926 – 2000). Já Love will lead you back (1989) era balada então recente da compositora Diane Warren que virou Quem é você na aveludada gravação de Sandra, feita por sugestão do executivo Mariozinho Rocha para a trilha sonora da novela Mico preto (TV Globo, 1990) e, por isso mesmo, escolhida pela gravadora BMG para promover (sem real empenho) o álbum nas rádios e TVs. Dentro das fronteiras musicais dos Estados Unidos, a cantora gravou dois blues no disco, um em bom português e outro no original em inglês. Ninguém comigo agora era blues inédito de Roberto Frejat, roqueiro que sempre cultuou o gênero, like a rolling stone. Já Send to me the electric chair (George Brooks, 1927), era blues feminino, altivo, empoderado, que fora amplificado pela voz de Bessie Smith (1894 – 1937). Não bastasse a alta qualidade do repertório do álbum, encerrado com a balada Imensamente só (Reinaldo Arias e Nelson Motta), flash lindo e melancólico de fim de festa, Sandra de Sá estava no auge da forma vocal em 1990, elevando os tons quando necessário, mas dosando o canto com a sofisticação das grandes intérpretes. Sem intensas ações de marketing na promoção, o álbum Sandra! jamais obteve o reconhecimento popular a que fazia jus, o que motivou a volta de Sandra de Sá para o padrão pop da gravadora com o álbum Lucky! (1992). Mas ficou na história este disco de 1990 que merece ser descoberto. Por tanta beleza esquecida no baú, o álbum Sandra! ainda justifica o ponto de exclamação do título e causa espanto após 30 anos.
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‘BBB20’: Thelma é a campeã do com 44,1% dos votos e ganha R$ 1,5 milhão
Médica anestesiologista, parte dos integrantes inscritos no programa, ganhou reality show na final desta segunda-feira (27) com Manu e Rafa. Thelma é a campeã do 'BBB20' Reprodução/Globo Thelma venceu a final do "BBB20" nesta segunda-feira (27). Com 44,10% dos votos, a campeã levou para a casa o prêmio de R$ 1,5 milhão. "Muito obrigada, gente. Eu estou totalmente lisonjeada assim. Ainda não caiu a ficha", afirmou a médica anestesiologista de 35 anos em entrevista ao Gshow após a vitória. "Eu estava do lado de meninas maravilhosas, que são a Rafa e a Manuzinha." Rafa ficou com o segundo lugar com 34,81%. Manu fechou o top 3 com 21,07% dos votos. Com a vitória de Thelma, as mulheres se igualaram aos homens em número de conquistas no programa. Os planos do top 5 do 'BBB20' para depois do programa "Estava tudo contra a Thelma e ela sabe jogar assim, é assim que ela joga melhor, é assim que ela brilha, que ela samba na cara da sociedade. Que mulher corajosa", disse Tiago Leifert, apresentador do reality. "Uma temporada histórica como essa não podia terminar sem uma vitória histórica. O BBB 20 só pode ser seu, ele tem que ser seu, Thelma", anunciou Leifert. Os outros 17 concorrentes, eliminados ao longos dos últimos três meses, participaram por meio de ligação de vídeo. Participantes eliminados do 'BBB20' participam da final através de vídeo Reprodução/Globo Vitória da pipoca Thelma era a única finalista pertencente ao grupo Pipoca, composto pelos integrantes anônimos da edição. Mesmo assim, fez amizades cedo e integrou o grupo autointitulado comunidade hippie, que também tinha Manu e Rafa. Com a evolução do programa, continuou amiga das concorrentes na final, além de manter relação próxima com Babu, quarto colocado do reality. Sua maior rivalidade foi com Flayslane, com quem dividiu um dos grandes momentos da edição, ao ganhar sua segunda liderança e indicar ao paredão a cantora logo após voltar de uma votação na qual foi colocada pela integrante. Rafa, Thelma e Manu aguardam anúncio da vencedora do 'BBB20' Reprodução/Globo
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‘BBB20’: com vitória de Thelma, mulheres se igualam a homens em número de vitórias
Médica anestesiologista é a campeã da vigésima edição do programa com 44,1% dos votos. Thelma é a campeã do 'BBB20' Reprodução/Globo Com a vitória de Thelma no "BBB20" nesta segunda-feira (28) com 44,1% dos votos, as mulheres ganharam a mesma quantidade de edições do "Big Brother Brasil" que os homens. Após eles terem vencido oito edições na primeira década do programa, nos últimos dez anos, as mulheres ganharam força e venceram 8 das 10 edições entre 2011 e 2020. As mulheres foram as que mais chegaram às finais do programa: foram 31 mulheres contra 21 homens nas 20 finais, algumas com dois e outras com três participantes. Thelma campeã Os planos do top 5 do 'BBB20' para depois do programa "Estava tudo contra a Thelma e ela sabe jogar assim, é assim que ela joga melhor, é assim que ela brilha, que ela samba na cara da sociedade. Que mulher corajosa. Uma temporada histórica como essa não podia terminar sem uma vitória histórica. O BBB 20 só pode ser seu, ele tem que ser seu, Thelma", anunciou o apresentador Tiago Leifert A médica anestesiologista de 35 anos era a única finalista pertencente ao grupo Pipoca, composto pelos integrantes anônimos da edição. Mesmo assim, fez amizades cedo e integrou o grupo autointitulado comunidade hippie, que também tinha Manu e Rafa. Com a evolução do programa, continuou amiga das concorrentes na final, além de manter relação próxima com Babu, quarto colocado do reality. Sua maior rivalidade foi com Flayslane, com quem dividiu um dos grandes momentos da edição, ao ganhar sua segunda liderança e indicar ao paredão a cantora logo após voltar de uma votação na qual foi colocada pela integrante. Rafa, Thelma e Manu aguardam anúncio da vencedora do 'BBB20' Reprodução/Globo
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Thelma comemora vitória no ‘BBB20’: ‘Ainda não caiu a ficha’
Médica anestesiologista venceu vigésima edição com 44,1% dos votos nessa segunda-feira (28). Thelma falou sobre vitória no 'BBB20' ao Gshow Reprodução/Gshow A campeã do "BBB20", Thelma, falou sobre a vitória e sobre os desafios do programa em entrevista ao Gshow na madrugada desta terça-feira (28). "Muito obrigada, gente. Eu estou totalmente lisonjeada assim. Ainda não caiu a ficha", afirmou a médica anestesiologista. "Eu estava do lado de meninas maravilhosas, que são a Rafa e a Manuzinha." Na final desta segunda (27), ela ganhou R$ 1,5 milhão ao ganhar 44,1% dos votos do público. Rafa ficou com o segundo lugar ao levar 34,81%. Manu fechou o top 3 com 21,07% dos votos. Initial plugin text "Eu queria muito chegar à final. Quando eu voltei do meu quarto paredão, que eu falei: 'meu Deus. Eu estou na final. Missão cumprida. Agora eu estou ao lado de duas meninas maravilhosas. O que tiver que acontecer eu estou muito feliz'. Porque as duas, as três, eu acho que a gente levantou nossa bandeira e a gente se conectou." A entrevista contou com participações da cantora Preta Gil, que torcia pela médica, do marido da participante, o fotógrafo Denis Santos, e a mãe, dona Yara. "A gente está rico", brincou Santos ao rever a mulher. "Foi difícil mas valeu a pena." Emocionada ao falar com a família, Thelma agradeceu à mãe. "Foi tudo por vocês. A gente vai ser muito feliz", disse a dona Yara. "Você me colocou no seu coração e me permitiu chegar até aqui." Rafa, Thelma e Manu aguardam anúncio da vencedora do 'BBB20' Reprodução/Globo Rafa e Manu As duas outras finalistas também conversaram com o Gshow. "Eu queria muito estar na final, mas na primeira semana quando entrei, eu pensei: 'não vou durar um dia'", afirmou Manu. "Se eu gravei 100 vídeos é porque eu tinha essa esperança", brincou a cantora, sobre as publicações feitas em suas redes sociais durante a sua participação. Ela cantou que todos foram gravados em um só dia, em 12 horas, por não saber quando seria isolada por causa do programa, com a ajuda da família. Outra concorrente convidada à edição, Rafa também explicou o motivo pelo qual não teve estratégia parecida. "Ela sempre foi mais planejada mesmo e eu sempre fui mais da bagaça nas redes sociais." A influenciadora também teve chance de conversar com a família e a amiga e cantora Naiara Azevedo. Já Manu conseguiu rever Igor, que foi pedido em namoro pela cantora na primeira semana do programa, e a amiga e atriz Bruna Marquezine. "Manoela, eu aprendi a fazer mutirão, Manoela", brincou Marquezine. "Eu queria tanto que você ganhasse para pagar a minha terapia. Eu fui cancelada todos os dias desde o início desse programa." Os planos do top 5 do 'BBB20' para depois do programa
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Clipes na quarentena: artistas fazem vídeos caseiros criativos que dão cara ao pop isolado
De funkeiros da Kondzilla aos Rolling Stones, videoclipes com soluções caseiras, mas engenhosas, se adaptam à quarentena e traduzem em imagens sentimentos de angústia e isolamento. Cena do clipe de 'Pheom', do grupo americano Thao & The Get Down Stay Down Divulgação Amy Lee, líder do Evanescence, higieniza as compras e chora. O maior canal de clipes do mundo, o brasileiro Kondzilla, dirige o MC DR em casa, via Facetime. Yungblud grita na laje do prédio em vez do palco do Lollapalooza. Uma trupe indie transforma videoconferência em arte. Os videoclipes mudaram. As produções são caseiras, mas há ideias engenhosas. As imagens traduzem a ansiedade do isolamento para a cultura pop. E vem mais: Dua Lipa vai mostrar um hit arrasa-quarteirão presa em casa; Lô Borges fará um mosaico de sua "Paisagem da janela". O G1 assistiu a vídeos recentes feitos sem equipe presencial – mas com colaboração remota – e falou com diretores sobre os videoclipes durante o isolamento. Cenas da quarentena de Amy Lee, do Evanescence no clipe de 'Wasted on you': tédio, compras, limpeza e lágrimas Divulgação Amy Lee é gente como a gente no clipe de 'Wasted on you', do Evanescence: fica entediada no quarto, recebe as compras, higieniza os pacotes e chora. O clipe antecipa o disco "The bitter truth". As cenas são amargas: os outros músicos também aparecem em casa, entre roupas para lavar e olhares para a janela, ao som da música sobre um amor desperdiçado. Passeio fantasma O vídeo e a letra de "Living in a ghost town", primeira faixa inédita em oito anos dos Rolling Stones, também são pura ansiedade da quarentena. O clipe tem imagens anteriores da banda em estúdio, mas a base é um passeio pelo vazio surreal das cidades de hoje. 'A vida era tão bonita, mas aí todo mundo foi trancado. Parece que eu sou um fantasma', canta Mick Jagger acompanhado do vídeo com cidades fantasmas. Outra estrela que prepara clipe de quarentena é Dua Lipa, que lançou o festejado álbum "The Future Nostalgia" no início da pandemia. Uma das melhores faixas, "Levitating", vai ter vídeo gravado em casa. Ela adiantou que o roteiro tem uma "historinha", mas não revelou a trama. Reunião-arte E "o grande clipe da era do Zoom", como definiu o jornal americano "The Washington Post", é de um grupo menos conhecido: o quinteto indie Thao & The Get Down Stay Down, de San Francisco, nos EUA, com "Phantom". O vídeo foi concebido em oito dias pela vocalista Thao Nguyen e o diretor e coreógrafo Erin S. Murray. Em seis horas de ensaio mais um dia inteiro de filmagens, eles criaram a coreografia no app de reunião. Os oito dançarinos se movem como se quisessem expandir o quadradinho de conversas virtuais em que eles – e todos nós – estão confinados atualmente. No auge do vídeo, todos viram uma pessoa só. Clipe de 'Phenom', do grupo americano Thao & the Get Down Stay Down Divulgação Do Lolla à laje A aflição da quarentena também é visível em "Weird!", do cantor de pop punk americano Yungblud. A letra feita na quarentena diz: "Eu me sinto ansioso o tempo inteiro… A gente está em uma época estranha da vida". Ele estrearia em abril no Brasil, no palco gigante do Lollapalooza SP. No clipe, ele grita em espaços menores: uma cama de beliche e a laje do prédio em Los Angeles. O orçamento, segundo Yungblud, foi de US$ 100. "O videoclipe sempre se adaptou a mudanças de orçamento, linguagens, gênero… A indústria fonográfica já teve muito dinheiro e os clipes se aproximaram do cinema. Depois mudou a verba, mas o clipe se reinventou. Não seria diferente agora", diz o diretor mineiro Conrado Almada. "Na quarentena as pessoas querem ver coisas novas. Apesar de estarmos limitados, a tecnologia e as boas ideias sempre levam a alternativas. É o que estamos vendo. As pessoas estão vindo com ideias interessantes", diz Conrado, parceiro do Skank, vencedor do VMB em 2009 com "Sutilmente". Conrado finaliza um projeto colaborativo de Lô Borges. Ele editou imagens de fãs de mais de 20 países e todos os estados do Brasil cantando em suas casas os versos de "Paisagem da janela", que são a cara da quarentena: "Da janela lateral, do quarto de dormir…" Lô Borges na janela de sua casa, em vídeo de convocação para o projeto colaborativo "Paisagem da janela" Divulgação / Conrado Almada DR à distância O canal de clipes musicais com mais seguidores do mundo, o brasileiro Kondzilla, criou o projeto #FunkEmCasa para dirigir à distância cantores de funk. "A gente orienta os MCs a filmarem com o celular e edita aqui", diz Kaique Alves, executivo criativo da Kondzilla. O primeiro lançamento foi "Filho de Deus", do MC DR. Uma ironia: o resultado lembra a simplicidade dos primeiros clipes de funk feitos em celular, antes de a Kondzilla revolucionar o gênero, com fotografia e equipamentos profissionais. Há mais cinco vídeos prontos no projeto, e a Kondzilla busca patrocínios. Um quase fechado é com um app de videochamada. A referência é justamente o clipe do Thao & the Get Down Stay Down no Zoom. Felipe Sassi, que já dirigiu vídeos de Ludmilla, Iza, Lexa e outras, não está parado: "Esse jeito de produzir sempre foi explorado por youtubers, gente que usa recursos pessoais para fazer conteúdos. Os clipes estão explorando isso de maneira incrível com webcam e celular. E há outras possibilidades". Em seu projeto, o material está em casa: Felipe mora com o cantor pop Caio e planeja o clipe de "Canto da liberdade". Um amigo diretor de fotografia vai enviar equipamentos e ajudar na gravação à distância. Outra amiga diretora de arte estuda figurinos e cenários. Tudo assim, em parceria remota. Letrux no clipe de 'Eu estou aos prantos' Divulgação Gambiarra na serra Outro exemplo de colaboração caseira é "Eu estou aos prantos", clipe da Letrux, marcado para sair no dia 8 de maio. A cantora está em isolamento na serra fluminense com o marido e com outro casal, que inclui o iluminador e designer Julio Parente. Letrux convocou Julio para dirigir o clipe e os cônjuges para serem assistentes de produção. "Foi divertido porque foi como o início da carreira", ela compara. "Ninguém começou a carreira fazendo clipe com megaprodução. Todo mundo começou de uma maneira meio capenga, criativa, com gambiarras. E acho que a gente fez uma volta a isso", diz Letrux. O debate sobre a bebedeira de sertanejos em lives
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Marcelo Camelo mostra músicas do próximo álbum em live em Portugal
Na apresentação que teve participação de Mallu Magalhães, artista carioca sinaliza que vem por aí outro disco zen, calcado no samba. Marcelo Camelo na live feita na noite de segunda-feira, 27 de abril, em Lisboa Reprodução / Vídeo Resenha de live Artista: Marcelo Camelo Data: 27 de abril de 2020, das 18h às 19h Cotação afetiva: * * * * * ♪ Marcelo Camelo apronta em Portugal o terceiro álbum solo de estúdio com repertório autoral e músicas inéditas com letras– o primeiro no gênero desde Toque dela (2011). A notícia foi dada pelo próprio artista carioca na noite de segunda-feira, 27 de abril, em live transmitida da casa de Camelo, em Lisboa, cidade onde o cantor reside com a mulher, Mallu Magalhães, e a filha Luisa, de quatro anos. "Venho gravando ele (o disco) já há um tempo. Tá para ir para a mixagem. Já está quase pronto", anunciou o cantor, compositor e músico revelado em 1999 como integrante do grupo carioca Los Hermanos. Além de ter falado do álbum, Camelo mostrou em primeira mão quatro inéditas músicas autorais que farão parte do disco previsto para ser lançado no segundo semestre deste ano de 2020. A primeira, Samba pra ela, foi apresentada logo no segundo número da live, iniciada às 18h com a música Luzes da cidade (2013) e encerrada pontualmente às 19h após o canto de Morena (2005). Ao longo dessa hora de duração, Camelo sinalizou, ao apresentar essas quatro boas novas, que vem por aí disco calcado no samba, ritmo da quarta composição inédita na disposição do roteiro essencialmente autoral da live. Marcelo Camelo e Mallu Magalhães Reprodução / Vídeo “Volta meu benzinho para os carinhos que eu te dou”, suplicou Camelo, com certo dengo, ao dar voz a versos que remeteram ao universo temático do samba sincopado. Em outro samba inédito apresentado na live, Camelo citou a filha do artista com Mallu, Luisa, na letra que retrata cenário bucólico ao mencionar “jabuticaba e beira de estrada”. Completando o lote de inéditas, o cantor mostrou composição na mesma linha zen, com versos como “seus cachos são como ondas”. A sós com o violão, afinado por ele durante a live, Camelo iniciou a apresentação com louvação aos médicos e enfermeiros que estão cuidando do pai do artista, a quem a live foi dedicada com emoção. “Hoje a noite é para você”, disse o cantor após exaltar as qualidades do pai nessa abertura falada. Repetindo algumas músicas por detectar erros na interpretação e/ou no toque do violão, Camelo conseguiu tempo para reviver sucesso autoral do grupo Los Hermanos, Casa pré-fabricada (2001), e para convidar Mallu Magalhães para participação aparentemente feita sem combinação prévia. A cantora entrou em foco e cantou Janta (2008) com Camelo ao violão. A intervenção de Mallu deu charme adicional a uma live afetuosa, feita por Marcelo Camelo com doses fartas de samba e amor.
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‘Aruanas’ estreia na Globo com ativistas vividas por Taís Araújo, Leandra Leal e Débora Falabella
Série do Globoplay será exibida toda terça-feira depois da novela 'Fina Estampa'. Clara (Thainá Duarte), Verônica (Taís Araújo), Natalie (Débora Falabela) e Luiza (Leandra Leal) são as ativistas de "Aruanas" Fábio Rocha/Globo A série "Aruanas" estreia nesta terça-feira (28) na Globo, depois da novela "Fina Estampa". A história de investigação ambiental protagonizada por Taís Araújo, Leandra Leal e Débora Falabella, original do Globoplay, vai ser exibida toda as terças. Amigas de infância, a ativista Luiza (Leandra), a jornalista Natalie (Falabella) e a advogada Verônica (Araújo) fundaram a ONG Aruana e são destemidas quando o assunto é alguma causa que elas acreditam. Após uma denúncia anônima, a ONG passa a investigar a mineradora KM, do empresário Miguel (Luiz Carlos Vasconcelos). As gravações foram feitas em regiões próximas a Manaus. VÍDEOS: Aruanas inspira histórias com ativistas da vida real 'Aruanas': Taís Araújo e Débora Falabella comentam papéis e experiência na Amazônia Além disso, elas precisam continuar tocando suas vidas com relacionamentos abusivos, traições, decepções e filhos. "Eu me considerava uma pessoa consciente antes de fazer a série, mas no meio eu vi que consciência sem ação serve para pouca coisa, se não até para nada. É urgente, é preciso agir", afirma Taís Araújo ao G1 (veja entrevista no vídeo acima). Parte do elenco é formada por atores e atrizes locais. "Levamos uma produção inteira para a Amazônia. A gente teve um elenco inteiro de lá, um elenco indígena incrível. Eu fico muito feliz de estar nesse projeto", disse Débora Falabella.
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Músico que teve Covid-19 após casamento da irmã de Pugliesi sente sequelas: ‘Cansado e ofegante’
Guitarrista Rafael Maiolino tocou na banda da cantora Preta Gil, que se apresentou na festa. Músico visitou família após voltar da Bahia e outros 4 parentes testaram positivo. Músico que contraiu Covid-19 no casamento da irmã de Pugliesi relata como reagiu à doença “Uma faxina parecia uma maratona”. O relato do guitarrista Rafael Maiolino, de 33 anos, é sobre os sintomas que ele apresentou durante seu tratamento para o novo coronavírus (Sars-Cov-2). Até segunda-feira (27), o músico ainda sentia sequelas, apesar de já estar curado da doença. “Até hoje eu me sinto cansado e ofegante. Eu estou fazendo fisioterapia pulmonar para melhorar essa questão. (…) Estou com uns cansaços até hoje. Fazer coisas simples ainda é difícil. Em casa, eu acabei de fazer uma faxina e ficava exausto parecia que eu tinha corrido uma maratona. Mesmo 40 dias depois, eu sinto uns resquícios”, completou Rafael. Morador de Niterói, na Região Metropolitana do Rio, ele teve os primeiros sintomas da Covid-19 no dia 10 de março, três dias depois de participar do casamento de Marcela Minelli, irmã da influenciadora digital Gabriela Pugliesi. Ele contou ao G1 detalhes de como ficou debilitado com a doença, confirmada a partir de um exame realizado no dia 14 de março. Rafael contou ainda que está curado da Covid-19, mas ainda se sente ofegante e cansado para realizar algumas atividades simples. Ele fez um segundo teste que comprovou a ausência do novo coronavírus. “Na fase mais crítica, os dois primeiros dias foram muito tensos, muito 'brabos mesmo'. Febre muito alta. A questão da tosse, da falta de ar é bem intensa. Muita dor no corpo, um cansaço extremo. Cheguei a ter 39,5ºC de febre”, afirmou o músico. Guitarrista Rafael Maiolino ao lado de Preta Gil durante casamento Arquivo Pessoal Pais e avós foram infectados A preocupação com a doença foi ainda maior porque, sem saber que estava infectado, Rafael visitou seus pais depois que voltou de Itacaré, na Bahia, cidade em que a cerimônia foi realizada. Seus pais, sua avó e um tio-avô também foram diagnosticados com Covid-19. “Na terça-feira que eu senti os sintomas, eu estive na casa dos meus pais. Eu estive a tarde lá, mas senti os sintomas à noite. Antes de saber que eu estava, eu estive com eles. No dia que eu testei positivo, meu pai sentiu os sintomas. Meu pai foi no hospital e o resultado dele deu positivo também.” Dúvidas sobre o contágio Maiolino substituiu o guitarrista da banda de Preta Gil. A cantora que também testou positivo para a doença, e já está curada. O músico disse que não teve contato direto com nenhum convidado e, por isso, não sabe onde pode ter sido infectado. Além do casamento, ele diz que passou por aeroportos e o contágio pode ter sigo no terminal. “Eu fui tocar com ela [Preta Gil] no casamento da irmã da [Gabriela] Pugliese, que foi no dia 7 e voltei no dia 8. No dia 10, eu comecei a sentir os sintomas à noite. Começou com uma dor de cabeça só. Quando foi de madrugada eu tive febre, cheguei a ter 39,5ºC. Com muita dor no corpo e dor de cabeça. Tomava remédio para febre e não abaixava”, disse. “A gente tinha um camarim, a [Gabriela] Pugliesi foi no camarim falar com a Preta [Gil]. Não abracei ninguém, apertei a mão de ninguém. Mas o banheiro era em comum para os convidados e para nós que estávamos trabalhando. Eu não sei se na hora que fui ao banheiro eu encostei na maçaneta da porta, que a pessoa infectada encostou. Não sei como peguei, posso também nem ter pego no casamento”, afirmou. Gabriela Pugliesi pede desculpas após fazer festa em casa durante quarentena Pugliesi faz festa Ao ser perguntado sobre pessoas que estão desrespeitando as medidas de isolamento social, Rafael afirmou que acha as atitudes “irresponsáveis”. No último fim de semana, a influenciadora digital Gabriela Pugliesi reuniu amigos em casa e publicou, em rede social, que se arrependeu. “Não é só uma gripezinha, é bem pesado. Quem puder, fique em casa. Sobre isso [festa da Gabriela Pugliesi], eu vejo as pessoas indo para a casa de outros amigos ou dando ‘rolezinho’ na praia e saindo para correr, isso me deixa triste”, afirmou o músico. “Acho muito irresponsável as pessoas não pensarem no outro. Essa coisa de ‘eu peguei e estou imune’, ninguém sabe. Ainda estão feitos estudos. Não sei se posso ter uma reinfecção. Tem que ficar em casa mesmo”, completou. Devido à repercussão da festa, Pugliesi perdeu parceiros comerciais e saiu do Instagram enquanto perdia muitos de seus 4,4 milhões de seguidores.
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Um mês de lives… De Gusttavo Lima no churrasco a Ivete de pijama: 12 momentos icônicos
Gatonet, tombo de Ludmilla, Anitta gospel e recordes de Marília Mendonça e Wesley Safadão estão em lista do G1. Ouça análises e relembre transmissões que bombaram da quarentena. Gusttavo Lima, Roberto Carlos, Ivete Sangalo e Marília Mendonça fizeram algumas das lives mais comentadas nos últimos 30 dias Reprodução/YouTube dos artistas e Reprodução/TV Globo Há um mês, Gusttavo Lima pediu uma asinha de frango, bebeu cerveja direto da garrafa, quase se esqueceu do nome da esposa, mandou alô até para a empresa que instalou o sistema de energia solar da casa dele. E também cantou com carisma e talento 100 músicas em 5 horas, 6 minutos e 37 segundos de transmissão ao vivo. A live daquele dia 28 de março se tornou um modelo. O formato de unir repertório diversificado, produção caprichada, pedido de doações e muita propaganda pegou nos tempos de isolamento por causa da pandemia da Covid-19. A única mudança mais perceptível foi o aumento da preocupação com a segurança dos profissionais envolvidos na live: os artistas passaram a tomar mais cuidado com aglomerações. Para celebrar um mês da live que deu nova cara ao formato no Brasil, o G1 lista abaixo 12 momentos das lives brasileiras nos últimos 30 dias. Marília Mendonça e um recorde Marília Mendonça em sua primeira grande live no YouTube, no dia 8 de março Caio Rocha/FramePhoto/Estadão Conteúdo Durante a primeira live de Gusttavo Lima, ele conseguiu reunir até 750 mil fãs assistindo ao mesmo tempo. Depois, Jorge e Mateus (3,2 milhões simultâneos) e Marília Mendonça voltaram a bater o recorde (3,3 milhões). Para limitar o número de envolvidos, o acompanhamento musical foi feito através de playback (gravação dos instrumentos sem a voz). Leia mais. Safadão e outro recorde Safadão e Tirulipa durante live Reprodução/YouTube/WesleySafadao Wesley Safadão cantou, falou e brincou com o humorista Tirullipa em uma live que durou mais de 10 horas e teve pico de 1,8 milhão de visualizações simultâneas. Entre os cantores famosos, ninguém ficou tanto tempo no ar. O show ao vivo, transmitido no YouTube, começou pouco depois das 20h do sábado (18 de abril) e terminou com o cantor e o comediante tomando café da manhã no domingo. Leia mais. Dennis DJ, o cara da after Se a live sertaneja é o maior fenômeno pop do Brasil na quarentena, Dennis DJ vem logo depois. O veterano do funk que já fazia o circuito de rodeios do país agora virou do DJ oficial do "after" das transmissões online. Dennis falou ao G1 (ouça no podcast acima) sobre o sucesso de suas discotecagens em noites de isolamento. Ele também abriu bastidores: a filha Tília, e os dois irmãos Daniel e Fabíola, que estão passado a quarentena com ele em casa, viraram equipe de produção. Leia mais. 'Gatonet de lives' Muita gente que só queria ver uma livezinha tranquilamente, durante o isolamento social por causa da pandemia da Covid-19, acabou sendo vítima de um golpe. Criminosos criaram uma "gatonet de lives" e vêm tentando roubar dinheiro de fãs. Leia mais. Anitta gospel Anitta canta músicas religiosas em live neste domingo (26) Reprodução/YouTube/Anitta Anitta fez uma live cantando músicas religiosas, em transmissão que fez parte da programação do festival "Ao Vivo Pela Vida", liderado por Enzo Celulari. Além de louvores evangélicos e músicas gospel, a transmissão também teve mensagens de líderes de diferentes religiões. Leia mais. Ivete de pijama Ivete Sangalo na live da noite de sábado, 25 de abril Reprodução Ivete estava em casa, no palco improvisado à frente da cozinha. E foi de casa que a artista fez rolar a festa para todo o Brasil ao inaugurar o projeto "Em casa" – da TV Globo e do Globoplay. Foi um show com o já notório carisma, com a voz tinindo e com um repertório pontuado por hits carnavalescos da música baiana. Com participação do marido e do filho, aperformance teve duas horas e meia. Leia mais. Lives proibidonas Pk Delas (centro) e Gabriel do Borel (topo e abaixo) reagem enquanto mulheres dançam em lives no Instagram Reprodução/Instagram/pkdelas/djgabrieldoborel Enquanto mulheres dançam e, em alguns casos, tiram a roupa, funkeiros como Gabriel do Borel e PK Delas incentivam, comemoram e atuam como DJs em lives no Instagram. São transmissões ao vivo na rede social, em que os artistas e seus amigos aparecem em uma janela, fazendo um DJ set. Na outra janela, eles adicionam fãs, que estão dispostas a rebolar e até se masturbar ou receber sexo oral do parceiro ao som da live. As "lives proibidonas" começaram no início deste mês e entraram na mira do Instagram, porque não respeitam as diretrizes da rede social. Leia mais. Bruno fanfarrão Bruno canta durante live de Bruno e Marrone Reprodução/YouTube/Bruno e Marrone A live de Bruno e Marrone não teve apenas músicas, visualizações e doações. A transmissão on-line do show de quarentena da dupla também teve Bruno chorando, fazendo declarações de amor para Marrone e uma "ventania" declarada pelo cantor após um desequilíbrio. Pulos, sofrência e frases que chamaram atenção dos espectadores também foram destaques. "Uma coisinha só: comunismo e capitalismo. Acho que tem que equilibrar mais. Nem tanto ao céu, nem tanto ao inferno. Acho que tem que ser mais equilibrado", disse. Leia mais. Roberto Carlos, o rei Roberto Carlos pede uso de máscaras Reprodução/GloboPlay Com roteiro que surpreendeu ao incluir "Caminhoneiro", "Jesus salvador" e "Todos estão surdos", a apresentação ao vivo de Roberto Carlos foi vista por mais de um milhão de fãs na noite de 19 de abril. Foi também a comemoração do 79º aniversário do cantor. Nas brechas do roteiro do show transmitido pelo Globoplay e pelo YouTube (com as duas primeiras músicas exibidas no "Domingo do Faustão"), Roberto falou do uso da máscara para evitar a contaminação. Ele também exaltou os heróis que trabalham durante a pandemia como os profissionais de saúde e os caminhoneiros. Leia mais. Ludmilla na piscina Ludmilla cai na piscina durante live Reprodução/YouTube/Ludmilla Ludmilla levou um tombo e caiu em uma piscina durante sua live transmitida no YouTube. A queda aconteceu enquanto ela fazia uma cover em ritmo de pagode de "Planos Impossíveis", música de Manu Gavassi. "Alguém poderia ter botado uma proteção ali", disse a cantora, logo após o tombo. Ela não se machucou. Leia mais. Jorge, Mateus e uma polêmica Foto compartilhada nas redes sociais com aglomeração nos bastidores de live de Jorge e Mateus chama a atenção Reprodução/Instagram Durante a transmissão da live Jorge e Mateus, no dia 4 de abril, circulou nas redes sociais uma imagem que mostra a aglomeração de pessoas nos bastidores. A imagem chamou a atenção dos fãs, já que é intenso o pedido para isolamento social para evitar a disseminação do coronavírus. Segundo Jorge, a gravação contava apenas com quem "era realmente essencial". O cantor disse ainda que "estavam tomando todos os cuidados necessários'. "Tem mais álcool em gel aqui do que cerveja", brincou. Leia mais. Sandy e Junior em família Junior, Lucas Lima e Sandy cantam em show pela internet Reprodução/YouTube A live de Sandy e Junior no dia 21 de abril chegou a ter 2,5 milhões de pessoas assistindo ao mesmo tempo. Os dois irmãos fizeram uma apresentação em família, com o pai Xororó, a mãe Noely e o marido Lucas Lima participando. A transmissão no YouTube foi após Sandy cantar separada de Junior em uma live anterior, em união por meio de videoconferência. Na segunda vez, eles cantaram sucessos como "Eu acho que pirei", "As quatro estações" e "Imortal". Xororó foi convidado de surpresa para cantar "Evidências". Leia mais. O debate sobre a bebedeira de sertanejos em lives
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