Lives de hoje: Luan Santana, Diogo Nogueira, MC Rebecca e mais shows para ver em casa
Sérgio Reis, Zélia Duncan, Léo Chaves e festivais 'O show tem que continuar' e BudOneTeamLive também são destaques. Veja horários e informações sobre os shows deste domingo. Mc Rebecca, Luan Santana e Diogo Nogueira fazem lives neste domingo (26) Divulgação Luan Santana, Diogo Nogueira e MC Rebecca estão entre as principais lives deste domingo (26). Veja a lista completa com horários das lives abaixo. Na onda das lives, o bastidor virou o show. Casas de músicos são os palcos possíveis no isolamento para conter o coronavírus. O G1 fez um intensivão de lives e avaliou os desafios deste formato; leia. Lives hoje e como assistir às lives: Diogo Nogueira – 12h – Link MC Rebecca, WC no Beat, MC TH, Gabily, Felp 22 e mais (O show tem que continuar) – 14h – Link Drik Barbosa (15h30), Rashid (16h15), Marcelo D2 (17h), Rincon Sapiência (17h45), Karol Conka (18h30), Emicida (19h15), Ludacris (21h15) – BudOneTeamLive Festival – Link Sérgio Reis – 14h – Link Luan Santana – 18h – Link Zélia Duncan – 19h (Em casa com o Sesc) – Link Léo Chaves – 19h – Link O debate sobre a bebedeira de sertanejos em lives
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Em casa, Ivete Sangalo faz a festa rolar animada com ‘live da alegria’
O carisma, a musicalidade e os hits carnavalescos da cantora garantem o pique de apresentação que durou duas horas e meia. Ivete Sangalo na live transmitida pela TV Globo, pelo Globobay e pelo canal Multishow Reprodução / Vídeo Resenha de live – Em casa Artista: Ivete Sangalo Data: 25 de abril de 2020, das 22h30m às 1h Cotação afetiva: * * * * * ♪ “Vai começar a live da alegria”, anunciou pontualmente Ivete Sangalo, às 22h30m, ao entrar no ar simultaneamente na TV Globo, na plataforma Globoplay, no canal Multishow e nas redes sociais da cantora. Era noite de sábado, 25 de abril. Ivete estava em casa, no palco improvisado à frente da cozinha. E foi de casa que a artista fez rolar a festa para todo o Brasil ao inaugurar o projeto Em casa – da TV Globo e do Globoplay – com o já notório carisma, com a voz tinindo e com um repertório pontuado por hits carnavalescos da música baiana, motes de farto e animado roteiro, encerrado após duas horas e meia de apresentação que jamais perdeu o pique e que, minutos antes do fim, atingiu pico de alegria com medley com sucessos da disco music. Já era uma hora da madrugada deste domingo, 26 de abril, quando Ivete encerrou a live mais festiva da quarentena após encadear 44 músicas em roteiro pautado tanto por sucessos da cantora como por incursões por hits alheios. No fim, o pijama usado com figurino já estava suado. E o chão da casa estava cheio de confetes como se fosse o chão da Praça Castro Alves, epicentro da folia de Salvador (BA), em dia de Carnaval. Solidária, a live de Ivete também arrecadou dinheiro (cerca de R$ 400 mil) que, doado pelo público, será encaminhado a instituições que atendem populações carentes na pandemia. O público estava em casa, claro, mas, na casa de Ivete, os fãs foram personificados por bonecos dos filhos, alinhados na sala como se fossem os espectadores do show. Encerrada com o axé O mundo vai (Ivete Sangalo, Gigi, Ramon Cruz, Samir Trindade, Radamés Venâncio e Tierry Coringa, 2020), petardo certeiro que já havia sido disparado pela cantora na parte inicial da live, a apresentação de Ivete simbolizou um breve tempo de alegria em momento aflitivo da humanidade. Ivete Sangalo na live iniciada na noite de sábado, 25 de abril, e encerrada somente na madrugada de domingo, 26 Reprodução / Vídeo A cantora mandou bem, enfileirando um hit atrás do outro. Para quem acompanha o sobe-e-desce ladeira da axé music no mercado musical, foi fácil identificar sucessos sempre presentes nos Carnavais feitos por Ivete dentro e fora de época, casos de Festa (Anderson Cunha, 2001), do samba-reggae Sorte grande (Lourenço, 2003) e de Cadê Dalila? (Carlinhos Brown e Alain Tavares, 2009). A diferença é que, ao já conhecido bordão “Tira o pé do chão”, a cantora acrescentou outro, apropriado para esse período de isolamento social: “Empurra o sofá!”. Na companhia do marido Daniel e do filho Marcelo Sangalo, que improvisou um toque de percussão sobre as bases musicais pré-gravadas de músicas como O farol (Ramon Cruz, 2015), Ivete fez a festa com a adesão virtual de colegas como Claudia Leitte e Léo Santana. As vozes dos cantores foram ouvidas na live, reproduzidas das gravações originais de músicas que gravaram em dueto com Ivete. Goste-se ou não da estrela baiana, o talento de Ivete como cantora é inegável. Além da voz, a baiana tem suingue e musicalidade, como provou na live ao surfar no ritmo de Além do horizonte (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1975). A espontaneidade – perceptível quando a cantora disse que ia fazer “embromation” por não saber a letra de I will survive (Freddie Perren e Dino Fekaris, 1978), sucesso da cantora norte-americana Gloria Gaynor na era da disco music – também contribuiu para angariar simpatia popular para Ivete. Na live inaugural do projeto Em casa, que prosseguirá com apresentação do DJ Alok programada para 2 de maio, todas essas qualidades da cantora fizeram rolar uma festa digna de sábado à noite. O trio elétrico partiu da casa de Ivete Sangalo e foi atrás do público.
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G1 Ouviu #86 – Por que as lives gringas são mais sóbrias que as brasileiras?
G1 analisa as diferenças entre as transmissões musicais com euforia no Brasil e tom mais sério no exterior. E também aponta perigos do 'gatonet' de live e transmissões 'proibidonas'. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia… Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça – e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado G1 ouviu, podcast de música do G1 G1/Divulgação
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Gabriela Pugliesi faz festa em casa, posta na internet e pede desculpa a ‘quem se sentiu ofendido’
Influenciadora recebeu amigos e publicou encontro no Instagram, mas depois apagou. Gabriela Pugliesi publicou imagens de festa em casa, depois apagou e pediu desculpas Reprodução/Instagram/gabrielapugliesi A influenciadora Gabriela Pugliesi pediu desculpas neste domingo (26) depois de receber amigos para fazer festa em casa neste sábado (25), durante a quarentena por causa da pandemia do novo coronavírus. Pugliesi foi uma das primeiras celebridades brasileiras a serem diagnosticadas com a Covid-19, na metade de março. "Do fundo do meu coração, desculpa. Eu estou muito arrependida. Eu fui completamente imatura e irresponsável", afirmou ela em vídeo no Instagram. "Fica meu pedido de desculpas para quem se sentiu ofendido." Initial plugin text Ao longo da noite, ela publicou diversas fotos e vídeos do encontro com "meia dúzia de amigos", no qual pediram comida, beberam e dançaram. "Eu me passei, postei, falei besteira", afirmou. As publicações com outras pessoas foram apagadas. "Estou extremamente arrependida, estou mal comigo mesma. Errei porque não é para juntar gente em casa, porque eu sei que tem pessoas passando dificuldade."
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Discos para descobrir em casa – ‘Vamos que eu já vou’, Wanderléa, 1977
Capa do álbum 'Vamos que eu já vou', de Wanderléa Ronaldo Cientista ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Vamos que eu já vou, Wanderléa, 1977 ♪ Faz 55 anos em 2020 que Roberto Carlos mandou tudo para o inferno no reino encantado da Jovem Guarda. Desde então, Wanderléa – vértice feminino do triângulo formado pela cantora mineira com Roberto e com Erasmo Carlos na apresentação do programa de TV Jovem Guarda (1965 / 1968) – permaneceu associada à imagem juvenil da Ternurinha, construída na época por sólida estratégia de marketing que potencializou o apelo pop da artista com o lançamento de produtos associados a essa imagem. Justiça seja feita: uma vez desconstruído o reino encantado da Jovem Guarda, Wanderléa tentou expandir os horizontes musicais em série de discos lançados ao longo da década de 1970 sem conseguir se dissociar do repertório pueril (mas por vezes aliciante…) das jovens tardes de domingo. Alguns álbuns – como …Maravilhosa (1972), flerte com o desbunde que virou cult no decorrer do tempo – até surtiram algum (breve) efeito nessa tentativa de reposicionamento no mercado fonográfico. Outros álbuns foram recebidos com injusta frieza na época tanto pelo público como pela crítica e permaneceram obscurecidos na memória fonográfica brasileira. Foi o caso de Vamos que eu já vou, lançado em 1977. Nono álbum da discografia iniciada por Wanderléa em 1963, dois anos antes da criação da Jovem Guarda, Vamos que eu já vou marcou a estreia da cantora na EMI-Odeon – gravadora na qual a artista lançaria em 1978 um segundo álbum, Mais que a paixão, tão incompreendido quanto o antecessor – e marcou, sobretudo, o encontro da cantora com Egberto Gismonti, em parceria iniciada na vida e naturalmente estendida para a música. Compositor, multi-instrumentista e arranjador fluminense, Gismonti orquestrou as 12 faixas do álbum Vamos que eu já vou – sete com regências do maestro Lindolfo Gaya (1921 – 1987) – com uso pioneiro de sintetizadores que, aliados ao piano de Gismonti e aos toques elétricos de baixo e guitarra, criaram som geralmente vibrante. A eletricidade do disco saltou aos ouvidos já no rock metafísico que abria o álbum, A terceira força, contribuição dos amigos de fé Roberto Carlos e Erasmo Carlos para repertório que permaneceu esquecido, sendo que A terceira força ganharia registro de Erasmo no ano seguinte em gravação do álbum Pelas esquinas de Ipanema (1978). Com a notória habilidade, Egberto Gismonti soube embalar o regionalismo do estilizado congado Dança mineira (Aécio Flávio e Tibério Gaspar) – composição gravada por Emílio Santiago (1946 – 2013) no mesmo ano no álbum Comigo é assim (1977) – e respeitar a delicadeza do Poema para Léa (Paulo Diniz e Juarez Correya, 1976), lançado em disco no ano anterior pelo autor Paulo Diniz, e da bela canção Coisas da vida (Rosinha de Valença), simultaneamente gravada pela atriz e bissexta cantora Norma Bengell (1935 – 2013) no álbum Norma canta mulheres (1977). No álbum Vamos que eu já vou, Wanderléa apresentou o compositor e guitarrista fluminense Altay Veloso, cujo repertório ficaria mais conhecido a partir dos anos 1980 em vozes como a de Alcione. Além de ter integrado a banda do disco como guitarrista, Altay foi o compositor do rock Antes que a cidade durma, de Relva verde e da funkeada música-título Vamos que eu já vou. Como compositor, Altay somente foi suplantado por Egberto Gismonti, que marcou presença no disco com as inéditas Calypso – parceria com Geraldo Carneiro, arranjada somente com sintetizadores e percussões – e Educação sentimental (outra com Geraldo Carneiro, gravada com pegada nordestina), além das regravações de duas recentes músicas lançadas em disco em 1976, Café e a belíssima canção Carmo (mais uma parceria de Gismonti com Carneiro), embebida em nostalgia bucólica. A rigor, a única música conhecida do repertório do álbum Vamos que eu já vou é A felicidade bate à sua porta (1973), composição do primeiro álbum de Gonzaguinha (1945 – 1991) que o então novato grupo As Frenéticas fizera correr no trilho da disco music em gravação esfuziante lançada em single no fim de 1976. De tom pioneiramente tecnopop, a gravação de Wanderléa também resultou vibrante, roqueira, bem no estilo deste disco em que a cantora alternou eletricidade e ternura. Com o álbum Vamos que eu já vou, Wanderléa deu salto qualitativo na obra fonográfica. Mas o público não foi com ela e, ao se mostrar surdo à tentativa da cantora de ir além do tempo pueril da Jovem Guarda, acabou desestimulando a artista (e a indústria do disco…) a dar outros saltos em discografia que ficaria espaçada a partir da década de 1980 e, dos anos 2010 em diante, se tornaria nostálgica da breve modernidade experimentada na década de 1970 com álbuns como o desbundado …Maravilhosa (1972), o superestimado Feito gente (1975) e este interessante Vamos que eu já vou (1977).
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Final do ‘BBB’ é nesta segunda: relembre 10 momentos
Reality show ficou marcado por brigas, revelações, famosos e recorde em paredão. Thelma, Babu, Rafa, Mari e Manu foram os cinco primeiros colocados do 'BBB20' Reprodução/TV Globo O "Big Brother Brasil 20" acaba nessa segunda-feira (27) — e, com ele, uma edição marcada por brigas, divisões na casa, revelações, reviravoltas, famosos (participando e torcendo), lives e recorde em um paredão. Com tanta coisa acontecendo em três meses pode ficar difícil de lembrar de tudo. Por isso, o G1 preparou uma lista com dez dos momentos mais marcantes do "BBB20". Veja abaixo: Poder da fama Os planos do top 5 do 'BBB20' para depois do programa Antes mesmo da vigésima edição começar, ela já prometia uma grande diferença em relação às demais. Pela primeira vez, o programa contaria com metade do elenco formado por famosos. Mais conhecidos do grande público, nomes como o da cantora Manu Gavassi e da influenciadora Rafa Kalimann apareciam como favoritos desde o começo. 'BBB' musical Flayslane, Gabi Martins e Manu Gavassi são as cantoras do BBB 20 Divulgação/TV Globo/Victor Pollak Com os famosos, a edição também se tornou uma das mais musicais de todas. Entre os 22 participantes, três eram cantoras. Manu e Gabi entraram como convidadas, mas Flayslane era parte dos inscritos anônimos. O que levou à pergunta: se o "BBB 20" fosse um "The Voice", quem teria mais chance de ganhar? O muro Na estreia do BBB20, participantes descobrem que a casa está dividida em grupos por um muro Reprodução/TV Globo Na estreia do reality show, os participantes tiveram de encarar um grande mistério: o muro que dividia a casa entre o grupo do Camarote, com os integrantes famosos, e o da Pipoca, com os anônimos. Através de gritos, os dois lados foram se conhecendo, até a queda do grande muro no segundo dia da competição. Homens caídos Pela primeira vez, quatro homens foram eliminados no primeiro mês de 'BBB': Lucas Chumbo, Petrix, Hadson e Lucas Gallina. Reprodução/Globo Pela primeira vez na história do "BBB", quatro homens foram eliminados em seguida logo no começo. Tudo graças a um plano que envolvia seduzir concorrentes comprometidas para enfraquecê-las com o público. O tiro saiu pela culatra e serviu apenas para criar uma das edições que mais se falaram em feminismo na casa. Mensagens de fora Daniel e Ivy, da Casa de Vidro, são os novos participantes do BBB20 Reprodução/TV Globo Outra grande reviravolta aconteceu com a entrada dos dois integrantes da Casa de Vidro. Mais do que alterarem a dinâmica do jogo com sua presença, Daniel e Ivy levaram aos outros participantes mensagens enviadas pelo público, confirmando o plano dos homens e entregando os envolvidos. A arquibancada do 'BBB'… Initial plugin text Com campeonatos suspensos por causa do isolamento social, a edição ganhou audiência de torcidas esportivas, carentes de alguma competição. A adesão ficou mais clara na disputa entre Manu e Prior no paredão de 31 de março, mas continuou até essa última semana. Além de torcedores, o programa passou a ser acompanhado também por jogadores como Neymar e Gabriel Barbosa, que chegaram a fazer campanhas em votações. …e a torcida VIP A disputa do final de março também marcou uma divisão importante nas torcidas. Enquanto o arquiteto tinha a galera do futebol a seu lado, a cantora era defendida por famosos como sua amiga, Bruna Marquezine, e Bruno Gagliasso. Divisão de recorde Felipe Prior, Manu Gavassi e Mari Gonzalez estão no paredão Globo A disputa entre lados tão fortes favoreceu o espetáculo. O paredão entre Prior, Manu e Mari (que foi apenas coadjuvante no embate) bateu todos os recordes do programa ao atravessar a barreira do 1,5 bilhão de votos. No fim, o concorrente levou a pior, com 56,73% dos votos. Manu ficou na casa ao receber 42,51%. Surpresa de quatro dias Manu observa cronômetro na sala do BBB20: 'Um dia, seis horas e 52 minutos' Reprodução/Globo O sucesso da edição talvez possa ser medido pela decisão da produção de estender a duração por mais quatro dias. O "BBB20", afinal, tinha sua despedida marcada originalmente para a quinta-feira (23). Se o público foi surpreendido no último dia 13, os participantes foram ainda mais, com o contador, que anuncia os dias que faltam para a final, congelando e depois saltando para 99 dias. Dua Lipa e Manu Dua Lipa faz show surpresa no BBB e deixa Manu paralisada Reprodução/TV Globo Na reta final, uma coreografia feita por Manu para a música "Don't start now", de Dua Lipa, ganhou os fãs. Tanto que a canção se tornou a única estrangeira no top 10 brasileiro no Spotify em abril. O sucesso foi tanto que a própria cantora inglesa participou da edição com uma apresentação curta, mas suficiente para deixar a finalista em choque.
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Natiruts prepara documentário e álbum com gravação de show em estádio da Argentina
Banda de reggae lança single positivista 'Tudo vai dar certo' com o intuito de confortar o público aflito pela pandemia do coronavírus. ♪ Clicada por Gallo Blugermann, a foto acima flagra Alexandre Carlo, vocalista da banda brasiliense Natiruts, no palco armado no estádio Luna Park, em Buenos Aires, na Argentina, em 13 e 14 de setembro de 2019. Na ocasião, o grupo gravou show feito na capital argentina para o projeto multimídia intitulado América vibra. Idealizado para ser lançado em escala mundial, o projeto América vibra engloba a edição de documentário sobre a música do Natiruts – banda de pop reggae formada em Brasília (DF), em 1996, com o nome de Nativus (alterado para Natiruts a partir de 2000 por questões jurídicas) – e o lançamento do álbum ao vivo e do material audiovisual colhido na gravação do show feito pelo grupo no estádio de Buenos Aires. Capa do single 'Tudo vai dar certo', de Natiruts com Amani Kush Divulgação Uma das músicas inéditas incluídas no repertório do projeto, Tudo vai dar certo, teve o lançamento antecipado em single disponibilizado na quinta-feira, 23 de abril. É que, no entender de Alexandre Carlo, compositor desse pop reggae de tom positivista, as boas vibrações da música trarão conforto para o público seguidor da banda nesse momento em que o mundo se aflige com a pandemia do coronavírus. A gravação da música Tudo vai dar certo junta o Natiruts com Amani Kush, vocalista da GrooVI, banda gaúcha de reggae e black music.
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Marcelo Camelo faz live direto de Portugal nesta segunda-feira (27)
Cantor do Los Hermanos faz transmissão em seu perfil no Instagram, marcada para 18h. Marcelo Camelo durante show do Los Hermanos no Allianz Parque, em São Paulo Marcelo Brandt/G1 Marcelo Camelo vai fazer uma live nesta segunda-feira (27), em seu perfil no Instagram. O cantor que mora em Portugal marcou a transmissão para 18h (horário de Brasília). Ele fez o anúncio no próprio perfil, mas não deu mais detalhes sobre o repertório ou a possível participação de Mallu Magalhães, sua esposa. Camelo faz parte do Los Hermanos, banda que tem atividade esporádica, mas se dedica mais à carreira solo e projetos com Mallu, como produções dos álbuns dela e o grupo Banda do Mar. Seu trabalho mais recente é "Sinfonia Nº1, Primitiva" (2018). Veja o link para assistir à live de Marcelo Camelo. Vários fãs pediram que a transmissão aconteça também no YouTube, mas o anúncio cita apenas o Instagram. O debate sobre a bebedeira de sertanejos em lives
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E depois do ‘BBB20’? Planos de participantes incluem filho, série e carreira musical
Final é nesta segunda-feira (27). Babu, Manu, Rafa, Thelma e Mari, o top 5 desta edição do reality show, já têm planos para depois do programa; conheça. Os planos do top 5 do 'BBB20' para depois do programa É difícil desapegar do "BBB20", e mais ainda dos participantes com quem "convivemos" por três meses. Boa parte desse tempo, em meio ao confinamento que também tomou conta da vida real, por causa da pandemia do coronavírus. Mas, após a final nesta segunda-feira (27), quem quiser continuar acompanhando os cinco primeiros colocados do programa pode se deparar com… Uma carreira musical, até então, pouco conhecida; Uma carreira na atuação ainda mais conhecida; Um projeto social na África; Uma "sister" com um "bbbaby"; Um casamento. Da atuação para a música Aqui vai uma informação que, mesmo "convivendo" com Babu Santana por três meses, talvez muita gente não saiba: ele também canta. Thelma, Babu, Rafa, Mari e Manu foram os cinco primeiros colocados do 'BBB20' Reprodução/TV Globo Conhecido principalmente pelo trabalho como ator, Babu iniciou uma carreira na música em 2015, depois de interpretar Tim Maia na cinebiografia de 2014. Durante a participação dele no "BBB", foram lançados dois singles do cantor/ator: "Sou Babu" e "Soul África". Com a estratégia, ele aproveita a visibilidade que conseguiu no programa para tentar se consolidar na música. Nas duas faixas, Babu é fiel ao pop black, em estilo que lembra o do próprio Tim Maia. Manu Gavassi comanda dança ao som de Dua Lipa no BBB Reprodução / TV Globo Da música para a atuação Já Manu Gavassi deve seguir uma espécie de caminho inverso. O "BBB" ressuscitou várias de suas músicas e popularizou sua coreografia de "Don't start now", hit de Dua Lipa, mas o grande foco da participação dela no programa sempre foi a websérie "Garota errada". A trama tem episódios lançados pela internet. Durante todo o período em que ela esteve no reality, pílulas foram lançadas pelas redes sociais. Initial plugin text Novos roteiros da história já são negociados com plataformas de streaming. O empresário de Manu também negocia participações dela em filmes e até uma adaptação para o cinema do livro "Olá, caderno", escrito por ela e lançado em 2017. A equipe de Manu também anunciou anunciou a continuação de sua turnê “Cute but psycho”. Dessa vez, ela cantará em casas maiores para atender o aumento da demanda dos fãs. A produção espera ingressos esgotados para todas as datas. Missão na África Durante sua participação do reality, Rafa Kalimann mencionou várias o projeto do qual participa para ajudar pessoas na África. Ela é embaixadora de uma ONG que organiza bazares para arrecadar doações para moradores de Moçambique. Os planos que ela já divulgou para depois do "BBB" envolvem diretamente essas missões no país. Initial plugin text Sobre outras projetos, a assessoria dela diz que o que já havia sido pensado precisou ser pausado por causa da pandemia do coronavírus. Vem um neném por aí? O futuro de Thelma tem mais a ver com a família. O marido dela, Denis Santos, já contou que, antes da entrada da médica no programa, o casal estava pensando em ter um filho. Thelma com o marido, Denis Santos Reprodução/Instagram A própria participante já falou sobre o assunto na casa. Ela disse que, ainda neste ano, quer entrar para fila de adoção de uma criança. E deve ter casamento…. Falando nesse assunto, também pode haver um casamento para os próximos meses. Initial plugin text Mari Gonzalez, a quinta colocada desta edição, falou algumas vezes na casa sobre o desejo de se casar com o namorado, Jonas Sulzbach – que participou da 12ª edição do "BBB". Depois da saída dela do jogo, ele aceitou. "O que eu mais quero é casar com você", disse Jonas, em bate papo ao vivo, após a eliminação da namorada.
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Daniel flerta com a música latina no single ‘Tudo na vida passa’
Cantor lança gravação feita em Los Angeles sob a batuta do produtor Moogie Canazio. ♪ Mesmo sem se converter ao reggae como legítimo discípulo de Bob Marley (1945 – 1981) ou de Jah, Daniel se aproxima do balanço do gênero jamaicano na gravação da música Tudo na vida passa, apresentada em single lançado na sexta-feira, 24 de abril. Assim como Você não vai me encontrar, single editado pelo cantor em 20 de março, Tudo na vida passa é música gravada por Daniel em estúdio de Los Angeles (EUA) sob a batuta do produtor musical Moogie Canazio. Pelo título da música, Tudo na vida passa sugere conexão com o momento atual da humanidade, mas, a rigor, a composição sobre uma história de amor foi criada antes da pandemia do coronavírus pelo porto-riquenho Luis Fonsi em parceria com a argentina Claudia Brant e com o colombiano Andrés Torres. Daniel canta a música em português, na versão escrita por Manoel Santa Cecília. Mas a gravação, de refrão envolvente, sinaliza a imersão do cantor sertanejo de origem paulista na latinidade da música dos países de língua hispânica. Instrumentistas recorrentes nesse nicho do mercado, como o guitarrista Tim Pierce e o baixista Carlitos Del Puerto, participaram da gravação, que também tem os toques do piano e dos teclados do produtor Moogie Canazio, além de orquestra de cordas regidas por Kleber Augusto. E cabe lembrar que, tanto Você não vai me encontrar como Tudo na vida passa, são versões em português de composições de Luis Fonsi, coautor da música Despacito (2017), sucesso mundial que, há dois anos, ultrapassou as fronteiras do mercado latino.
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