TVK Web Cultural

  • CULTURA
  • TURISMO
  • NEGÓCIOS
  • POLÍTICA
  • GALERIA
  • CONTATO

Ivete Sangalo vai ser primeira atração de ‘Em casa’, programa de lives da Globo e do Globoplay

sexta-feira, 17 abril 2020 por Administrador

Cantora transmitirá show de sua casa na Bahia na estreia de projeto multiplataforma no dia 25 de abril. Ivete Sangalo abre Palco Mundo no domingo (29) no Rock in Rio 2019 Marcelo Brandt/G1 Ivete Sangalo será a primeira atração do "Em casa", novo programa de lives "caseiras" da TV Globo e do Globoplay. Estreia do projeto acontece no dia 25 de abril. O show da cantora será transmitido ao vivo de sua casa na Bahia na Globo após a novela "Fina Estampa". Apresentação contará com equipe reduzida, para respeitar os cuidados de isolamento social em época de pandemia do novo coronavírus. O evento vai ser transmitido simultaneamente no Globoplay, na Multishow, em plataformas digitais e em redes sociais. "Uma das coisas que me faz mais feliz é cantar, e eu estava louca para poder levar música aos meus fãs. E poder cantar nesse projeto incrível, que vem nesse momento em que temos que estar em distanciamento social, é uma alegria", afirmou Ivete em nota à imprensa. "Essa live, um projeto que pensei com tanto carinho, será especial demais, porque têm o poder de unir as pessoas, onde quer que elas estejam, rompendo barreiras e ser multiplataforma reforça isso, porque vou estar em todos os tipos de tela pelo Brasil e mundo afora. Vou mostrar ao público o meu cantinho e cantar muito pra vocês. Podem esperar muita animação e muita música, que mainha tá que não se aguenta." Em "Ivete em casa", ela vai cantar na sala, enquanto cozinha, e circular pela casa, para mostrar seu lar para os fãs. Durante o show, o público será convidado a conhecer a plataforma ParaQuemDoar.com.br, criada e lançada recentemente pela Globo para quem deseja apoiar institutos, fundações, entidades e movimentos sociais que estão trabalhando para minimizar os impactos da pandemia.

Leia Mais
  • Publicado em Cultura
No Comments

Sam Smith e Demi Lovato lançam nova música ‘I’m ready’ com clipe da colaboração

sexta-feira, 17 abril 2020 por Administrador

Cantores escreveram juntos canção, que estará no terceiro disco de Smith. Sam Smith e Demi Lovato em clipe de 'I'm ready' Reprodução/Youtube/SAM SMITH Sam Smith e Demi Lovato lançaram nesta quinta-feira (16) sua nova música, "I'm ready", com um clipe da colaboração. Assista ao vídeo abaixo. A canção, escrita pela dupla, estará no terceiro disco de Smith, que originalmente se chamaria "To die for", mas que terá o título alterado. "Esse vídeo festeja as identidades LGBTQ em todas as suas formas. Eu não sei se você é “queer” como eu. Mas para alguém que é, o esporte pode ser assustador, um gatilho. Então, ser esportista num clipe com Demi Lovato foi incrível", afirmou Smith em entrevista ao G1. "Foi tão libertador. E as Olimpíadas foram canceladas nesse ano, então as pessoas gays têm dar sua contribuição."

Leia Mais
  • Publicado em Cultura
No Comments

João Bosco mostra respeito por Aldir Blanc ao adiar lançamento de disco

sexta-feira, 17 abril 2020 por Administrador

Reprogramado para maio, álbum 'Abricó-de-macaco' traz no repertório músicas da fundamental parceria dos compositores. ♪ ANÁLISE – Pelo cronograma inicial de João Bosco, os seguidores do artista já poderiam estar ouvindo o álbum Abricó-de-macaco a partir do primeiro minuto desta sexta-feira, 17 de abril. Só que o público vai precisar esperar até maio para conferir este disco em que Bosco apresenta duas músicas inéditas – a composição-título Abricó-de-macaco e Horda, ambas feitas por João em parceria com o filho letrista Francisco Bosco – entre regravações de títulos do cancioneiro autoral do artista. É que, na noite de terça-feira, 14 de abril, veio a público a informação de que Aldir Blanc – parceiro letrista fundamental na construção da obra de Bosco no período que foi de 1972 a 1984 – enfrentava graves problemas de saúde e lutava por vaga na UTI em hospital público da cidade do Rio de Janeiro (RJ) em decorrência do agravamento de quadro provocado por infecção urinária e pneumonia, além de suspeita de infecção pelo covid-19 (Blanc segue internado em estado grave, mas estável). Tomada por Bosco em conjunto com as gravadoras MP,B Discos e Som Livre na tarde de quarta-feira, 15 de abril, a decisão de adiar o lançamento do álbum Abricó-de-macaco para maio – mês em que estão previstas as edições do CD e do DVD com o registro audiovisual da gravação feita (em estúdio) em outubro de 2019 – mostra o respeito de Bosco por Blanc, com quem o artista mineiro tinha retomado o contato nos últimos anos. A retomada do contato aconteceu após longo período de afastamento que resultou na desativação da parceria na segunda metade dos anos 1980. Fundamental na história da MPB, a parceria de Bosco com Blanc somente seria reativada duas décadas depois com a criação da música Toma lá, dá cá, tema de abertura da série homônima estreada pela TV Globo em 2007. Mas cabe lembrar que, anos antes, Blanc aceitou o convite de Almir Chediak (1950 – 2003) para cantar com Bosco uma das muitas obras-primas da parceria, O bêbado e a equilibrista (1979), no disco Songbook João Bosco (2003), marco público da reaproximação. Mesmo que os parceiros ainda estivessem afastados, é impossível falar de um disco revisionista de João Bosco sem mencionar Aldir Blanc, até porque o repertório do álbum Abricó-de-macaco inclui regravações de músicas assinadas pelos parceiros, caso do samba Profissionalismo é isso aí (1980), transformado em blues na releitura de 2020. Até mesmo por essa impossibilidade, João Bosco entendeu que inexistia clima para lançar o disco no momento em que Aldir Blanc luta pela vida.

Leia Mais
  • Publicado em Cultura
No Comments

Morre cantor francês Christophe, conhecido pelo sucesso ‘Aline’

sexta-feira, 17 abril 2020 por Administrador

Família não citou a Covid-19 e se limitou a dizer que a morte do cantor, aos 74 anos, foi 'consequência de um enfisema pulmonar'. Christophe em imagem de 11 de dezembro de 2019 em Paris Joel Saget / AFP Photo O cantor francês Christophe, de 74 anos, conhecido por diversos sucessos como "Aline" e "Les Mots Bleus", morreu de uma doença pulmonar, informou sua mulher, Véronique Bevilacqua, na noite desta quinta-feira (16). Daniel Bevilacqua (seu verdadeiro nome), deu entrada em um hospital de Paris no dia 26 de março com enfisema, sendo transferido posteriormente para Brest (oeste). Família não citou a Covid-19 e se limitou a dizer que a morte foi "consequência de um enfisema" pulmonar. "Christophe se foi. Apesar da entrega incansável das equipes médicas, suas forças o abandonaram", escreveram Véronique e sua filha Lucie em nota enviada à AFP. Christophe, amante da boemia, do jogo e dos carros esportivos, foi tanto um ícone pop, eternamente ligado à "Aline", como um músico experimental. Em 1965, Christophe ficou famoso com "Aline", e depois soube se manter em sintonia com as tendências, conservando sua carreira. "Tive altos e baixos", disse em dezembro de 2019 para resumir sua carreira. O compositor francês Jean-Michel Jarre, que escreveu letras em dois de seu álbuns, inclusive as de "Les Paradis Perdus" (1973) e "Les Mots bleus" (1974), disse que "perdeu um membro da tribo". "Era mais que um cantor, era um alfaiate da canção", disse Jean-Michel Jarre, lamentando o momento da morte: "Não poderemos lhe dizer adeus por culpa deste maldito vírus".

Leia Mais
  • Publicado em Cultura
No Comments

‘Just Dance’ inspira série de lives e desafios entre influenciadores durante quarentena

sexta-feira, 17 abril 2020 por Administrador

Influencers e jogadora profissional falam sobre transmissões para inspirar pessoas em isolamento social que acontecem até o final de abril. Influenciadores fazem desafio de lives de 'Just Dance'
Um grupo de influenciadores e a desenvolvedora Ubisoft estão fazendo uma série de lives com desafios para inspirar pessoas durante o isolamento social provocado pela pandemia do novo coronavírus a jogar o game de dança "Just Dance". Assista ao vídeo acima.
A ideia é animar o público e seus seguidores a se exercitarem em casa e conhecerem mais do jogo na campanha #JustDancEmCasa.
Nos canais da desenvolvedora na internet, a vice-campeã mundial e bicampeã brasileira de "Just Dance" Pâmella Ribeiro tem feito transmissões diárias, das 11h às 13h, para ensinar e promover desafios com o público. A série acontecerá todo dia até 26 de abril.
Daya Luz e Pâmella Ribeiro dão dicas para 'Just Dance' em casa
Além disso, influenciadores como Viih Tube e Nathany Petrin têm realizado em seus perfis no Instagram lives na qual desafiam uns aos outros — e todos com quem estiverem dividindo o isolamento — no game desde a última quarta-feira (15)
No dia 25 de abril, uma grande transmissão no canal de YouTube de Camila Loures encerra a série.
Veja a programação das lives:
Dia 17: @nandacaroll x @nathanypetrin – 18h
Dia 21: @viihtube x @belezateen – horário não definido
Dia 23: @bruumagri x @canalnerdshow – horário não definido
Dia 25: @camilaloures Xaudiência (“mega live” no YouTube) – das 13h às 15h

Leia Mais
  • Publicado em Cultura
No Comments

Roberto Carlos comemora aniversário com apresentação no Domingão do Faustão e no Globoplay

sexta-feira, 17 abril 2020 por Administrador

Público poderá acompanhar apresentação do Rei no Globoplay e no canal de Roberto Carlos no Youtube. Show do cantor Roberto Carlos Natália Clementin/G1 Roberto Carlos vai comemorar seu aniversário de 79 anos nesse domingo (19), com a TV Globo e o Globoplay. O cantor estará em seu estúdio, na Urca, no Rio de Janeiro, e o Domingão do Faustão exibirá, ao vivo, às 19h45, as duas primeiras músicas. O público poderá cantar todos os sucessos com o Rei e acompanhar a apresentação completa, com duração prevista de 45 minutos, no Globoplay e no canal de Roberto Carlos no Youtube. Com uma produção mínima e cercado de cuidados, Roberto Carlos estará acompanhado apenas do maestro Eduardo Lages e de Tutuca Borba, nos teclados. Além de curtir os sucessos e comemorar o aniversário junto com Roberto Carlos, o público será convidado a se juntar à corrente de solidariedade que toma conta do Brasil e do mundo e conhecer o ParaQuemDoar.com.br, plataforma criada pela Globo que reúne projetos de institutos, fundações, entidades e movimentos sociais que estão atuando e precisam de apoio para minimizar os impactos da pandemia.

Leia Mais
  • Publicado em Cultura
No Comments

Wagner Moura fala sobre ‘Sergio’ e conta que não gosta de dar vida a pessoas reais: ‘é muito mais difícil’

sexta-feira, 17 abril 2020 por Administrador

Em entrevista ao G1, ator discute filme sobre Sérgio Vieira de Mello, que estreia sexta-feira (17), e sequência de projetos baseados em fatos: 'É incrível como isso foi acontecendo'. Veja trailer de 'Sergio' Interpretar o diplomata brasileiro da Organização das Nações Unidas (ONU), Sérgio Vieira de Mello, na cinebiografia "Sergio" não foi fácil para Wagner Moura. Mais do que dar vida a alguém que admira, o ator conta que não é exatamente fã de representar um personagem baseado em alguém real. O filme sobre o diplomata brasileiro da Organização das Nações Unidas (ONU), morto em atentado terrorista no Iraque em 2003 estreia nesta sexta-feira (17) na Netflix. "Eu não gosto não, cara. É incrível como isso foi acontecendo", conta ao G1 o ator, que ao longo de sua carreira se tornou conhecido por personagens inspirados em pessoas reais. Além de Mello, o brasileiro interpretou Pablo Escobar, em "Narcos", e até seu capitão Nascimento, de "Tropa de Elite" (2007), foi baseado no ex-comandante do Batalhão de Operações Especiais (Bope) do Rio de Janeiro, Rodrigo Pimentel, um dos autores do livro que originou o filme. "Eu prefiro muito mais fazer personagens que eu não tenha obrigação com a vida de ninguém, sabe. Que eu não tenha responsabilidade de contar a história da pessoa." Wagner Moura e Ana de Armas em cena de 'Sergio' Divulgação Segundo Moura, o que atraiu no projeto foi a oportunidade de fugir dos estereótipos de personagens latinos no cinema americano e uma admiração pelo papel do diplomata na organização internacional. Em 2003, o alto comissário da ONU para os Direitos Humanos era um representante especial da entidade no Iraque, logo após a invasão americana, quando foi alvo de um atentado a bomba provocado pela Al-Qaeda. Na conversa por telefone de sua casa em Los Angeles, o ator falou sobre o isolamento, o adiamento de sua estreia na direção, "Marighella", também baseado em fatos, e o novo gosto pelo papel de produtor. Leia a entrevista abaixo: Ana de Armas e Wagner Moura em cena de 'Sergio' Divulgação G1 – Você já falou que o Sérgio era um ídolo seu, e que queria fazer esse filme há muito tempo. Como foi exatamente essa história? Quando foi que você tentou pela primeira vez conseguir os direitos do livro da Samantha Power? O livro da Samantha, eu tentei quando tive certeza que eu queria fazer o filme. O filme vem de uma, como você falou, de um interesse muito grande que eu sempre tive, desde menino, pelas Nações Unidas. Sempre tive uma fascinação pela ONU, o seu papel no mundo, ou sua fragilidade frente às grandes potências. Tudo isso sempre me inquietou muito. O fato de ter havido, no cenário da ONU, uma figura importante como o Sérgio e, neste caso, ser brasileiro, evidentemente para mim era um fator de interesse grande. Sinceramente eu comecei a procurar mais quem o Sérgio era depois que ele morreu. Em 2003, quando tiveram as notícias todas da morte do Sérgio eu comecei a procurar saber. Um pouco depois eu li o livro da Samantha, e logo um tempo depois eu fui ver o filme do Greg (Baker, documentarista que também dirige (Sergio). Mas não deixei quieto aquilo. Eu achava que aquilo podia virar um filme. Um pouco antes de "Marighella", eu comecei a pensar no que eu queria fazer no cinema americano e tal. Eu não estava afim de fazer as coisas que queriam que eu fizesse. E achei que poderia produzir meu próprio conteúdo. Na minha cabeça, para fazer filmes sobre personagens latinos que não reforcem o estereótipo e reforcem essa sub-representação que os latinos têm em Hollywood. E achei que um filme sobre o Sérgio era um excelente primeiro projeto nesse sentido. Aí fui procurar os direitos do livro da Samantha Power e descobri que quem tinha os direitos era o cara que dirigiu o documentário. Eu já tinha sondado algumas pessoas para dirigir o filme, mas quando conversei com ele — a gente teve uma conversa por Skype longa, cerca de uma hora — eu vi que nós dois víamos o mundo de forma parecida e que queríamos fazer um filme sobre o Sérgio pelas mesmas razões. Terminei essa conversa convencido de que o Greg tinha de dirigir o filme. Greg Barker conversa com Wagner Moura durante gravação de 'Sergio' Divulgação/Netflix G1 – Você tem falado bastante sobre o estereótipo latino. Qual seria ele exatamente? Primeiro, quando eu falo de sub-representação tem duas formas de analisar. As duas são péssimas. Uma é a quantidade de latinos em proporção, nos filmes americanos, ao tamanho da comunidade latina (nos Estados Unidos), que é enorme. Há poucos representantes da cultura latina no cinema norte-americano de um modo geral. E quando essas pessoas são representadas, elas o são de uma forma caricata. Ou é o latino violento, agressivo, ou o bandido, presidiário, ou o cara que trafica drogas, ou a latina sexy, aquela mulher latina matadora. E acho que isso já deu. Acho que fazemos parte da vida da sociedade de uma forma muito mais complexa. Por exemplo, uma coisa que eu adorei há um tempo foi poder ver o "Rogue One" com o Diego Luna falando, sendo o protagonista, com o sotaque mexicano. Isso para mim é uma coisa que faz muito sentido politicamente. Os latinos podem estar fazendo um personagem que é um médico, ou um cara violento que seja, mas que possamos abrir mais horizontes do que nós representamos na sociedade. G1 – Na última vez em que conversamos, antes do lançamento de "Narcos", falamos sobre essa coisa de fazer personagens baseados em pessoas reais. E você tem ficado marcado, ao longo da carreira. Por que você gosta tanto de contar essas histórias de pessoas reais? Eu não gosto (risos). Eu não gosto não, cara. É incrível como isso foi acontecendo. Eu prefiro muito mais fazer personagens que eu não tenha obrigação com a vida de ninguém, sabe. Que eu não tenha responsabilidade de contar a história da pessoa. E é muito mais difícil isso. Não é uma predileção, não. Foram acontecendo. Eu fiz um filme ano passado ("Wasp Network") com o Olivier Assayas que era baseado na história dos espiões cubanos que foram presos em Miami, e, claro, "Marighella", Pablo (Escobar). Cena da série 'Narcos', protagonizada pelo ator brasileiro Wagner Moura Divulgação/Netflix Foram projetos que eu achava interessantes e que também não ia falar: "ah, não vou fazer. Acabei de fazer um que já era assim". Era bom, então eu fiz. Agora acho que não tem como eu ser acusado disso, entendeu? (risos) Mas, por outro lado, eu acho que tem duas coisas aí que me agradam muito. Uma é você revisar a história e revisar a forma como ela foi contada. No caso de "Narcos", no caso de "Marighella", acho que isso é interessante. Entender como o narcotráfico nasceu na Colômbia, ou entender como foi que se deu a resistência armada à ditadura militar no Brasil e revisitar a história, de qual ponto de vista ela foi contada. E a outra é trazer vivências de pessoas interessantes que possam iluminar, de alguma forma, o contexto atual, como é o caso do Sérgio, por exemplo. Se você comparar a atuação de Sérgio com a atuação da maioria dos líderes do mundo hoje você vê que falta faz um cara como esse. Dito isso, não é uma predileção, não. E eu pretendo me dedicar a outras coisas. Seu Jorge e o diretor Wagner Moura no set de 'Marighella'. Filme estreia no Festival de Berlim 2019 Divulgação G1 – E quais são esses planos então para quando voltarmos à normalidade? Os meus planos de trabalho são… Assim, eu gostei muito da experiência de produzir filmes, de fazer filmes aqui (nos Estados Unidos), coisas que eu queira fazer e, claro, eu estou aqui, então há projetos que não são meus e que me interessam, mas a maioria não me interessa. E acho que o que mais me anima é poder fazer mais filmes que possam juntar as pessoas com quem eu quero trabalhar. Eu tenho um projeto com o Karim (Aïnouz), um cara com quem eu fiz o "Praia do Futuro" (2014), a gente tem uma identificação muito legal. Estamos trabalhando nesse projeto juntos. E muitos outros. eu quero produzir e oferecer aqui no mercado americano. G1 – Falando então desses dias atuais. Você está conseguindo ficar em casa? O que está fazendo para se manter ocupado? Estou em casa. Estou me dedicando, refletindo, tentando me conectar com as pessoas que me interessam, sobretudo com a minha família. Não é muito comum eu ficar tanto tempo em casa, né? Eu viajo muito para trabalhar, então poder estar com meus filhos, com a minha mulher, ouvi-los, olhá-los. E poder olhar também mais para dentro de mim, também. Ter tempo de me olhar. De meditar. Ver o que eu quero. É um momento um pouco para isso também. Wagner Moura em 'Sergio' Divulgação G1 – Pra finalizar, como está a situação de "Marighella"? Agora, assim, esse adiamento de "Marighella" não me angustia tanto, porque é o que é. Todos os projetos que seriam lançados nessa época serão adiados. Me angustiou muito o começo, quando o filme não estreava por uma pressão do governo. Uma má vontade da Ancine. Um episódio claro de censura. Isso foi muito difícil, mas agora o filme está na barca do cinema no qual todos os projetos do mundo foram adiados. Não temos uma data ainda, porque é prematuro para saber, mas o filme vai estrear. Não recebemos o dinheiro do Fundo Setorial, o qual teríamos direito. Tomamos essa posição. Os produtores foram valentes em fazer isso. Então, estou muito tranquilo. O "Marighella" vai estrear.

Leia Mais
  • Publicado em Cultura
No Comments

WorkShow Live tem Marília Mendonça, Maiara & Maraisa, Zé Neto e Cristiano e mais nesta sexta

sexta-feira, 17 abril 2020 por Administrador

Festival de lives de agência goiana também terá João Neto & Frederico, Dilsinho, Paulo & Nathan, Diego & Victor Hugo, Luísa & Maurílio, Léo Santana e outros shows a partir de 19h . Maiara e Maraisa, Marília Mendonça e Zé Neto e Cristiano participam do WorkShow Live Divulgação Marília Mendonça, Maiara & Maraisa e Zé Neto & Cristiano são as atrações principais do WorkShow Live, festival de transmissões ao vivo que acontece nesta sexta-feira (17), a partir das 19h. O festival é promovido pela agência de música goiana WorkShow. Veja o link da transmissão. LISTA: Rennan da Penha e Diplo também fazem lives nesta sexta Cada show terá de 20 minutos a 1h30 de duração. A transmissão também vai acontecer simultaneamente no canal oficial de cada artista. Veja a escalação completa do festival. O horário de cada artista ainda não foi divulgado: Marília Mendonça Zé Neto e Cristiano Léo Santana Maiara e Maraísa João Neto e Frederico, Dilsinho Paulo e Nathan Diego e Victor Hugo Luísa e Maurílio Mariana Fagundes

Leia Mais
  • Publicado em Cultura
No Comments

Lives desta sexta (17): Marília Mendonça, Fresno, Rennan da Penha e mais shows para ver em casa

sexta-feira, 17 abril 2020 por Administrador

Festival WorkShow Live com Maiara e Maraisa, Zé Neto e Cristiano e outros é destaque. Alessia Cara, Robyn, Attooxxa, Emicida com Ana Tijoux e outros fazem transmissões; veja shows de hoje. Rennan da Penha, Marília Mendonça e Fresno fazem lives nesta sexta-feira (17) Divulgação e André Feltes/ Agência Preview O festival WorkShow Live, com Marília Mendonça, Maiara & Maraisa, Zé Neto e Cristiano e outros sertanejos, é destaque entre as lives desta sexta-feira (17). Veja a lista completa com horários das lives abaixo. Há opções aos sertanejos: a Fresno faz live com os músicos à distância, o DJ Rennan da Penha tenta de novo após falhas técnicas na semana passada e Emicida canta com a chilena Ana Tijoux. Também há lives estrangeiras. O festival Music Lives terá Anitta apresentando uma das atrações (mas não cantando). A canadense Alessia Cara e a sueca Robyn também se apresentam de suas casas. Na onda das lives, o bastidor virou o show. Casas de músicos são os palcos possíveis no isolamento para conter o coronavírus. O G1 fez um intensivão de lives e avaliou os desafios deste formato; leia. Lives hoje e como assistir às lives: Alessia Cara – 16h (Billboard At Home) – Link Robyn – 16h – Link Festival WorkShow Live – 19h – Link – Marília Mendonça, Léo Santana, Maiara e Maraísa, João Neto e Frederico, Dilsinho, Paulo e Nathan, Diego e Victor Hugo, Luísa e Maurílio – Link Attooxxa – 19h (Sala da Casa Natura Musical) – Link Emicida e Ana Tijoux – 19h (Festival Mucho) – Link Bhaskar – 19h – Link Festival Music Lives – 20h – Anitta vai apresentar uma das atrações (mas não cantar) no festival que terá J Balvin, Swae Lee, Nas, Trippie Redd e outros – Link Fresno – 20h – Link Tato, do Falamansa – 21h (Festival Áudio) – Link Leila Pinheiro – 21h (Festival Ziriguidum) – Link Rennan da Penha – 21h – Link Diplo – 0h – Link

Leia Mais
  • Publicado em Cultura
No Comments

Contra lives que viraram ‘DVD ao vivo’, Lucas Silveira testa Fresno em isolamento real

sexta-feira, 17 abril 2020 por Administrador

Ele diz que 'business do rodeio' levou sertanejos a gravar com muita gente junta e que live desta sexta será 'uma monografia para provar que dá para fazer com qualidade sem sair de casa'. Fresno em imagem de divulgação do disco mais recente, 'Sua alegria foi cancelada' Divulgação Comandar a live da Fresno nesta sexta-feira (17) será como uma "monografia" para o líder da banda, Lucas Silveira. "[Quero] provar para mim que posso fazer uma transmissão de qualidade sem sair de casa", ele diz. A ideia é ter participação dos outros membros (o guitarrista Vavo, o tecladista Mario Camelo e o baterista Thiago Guerra), mas cada um de sua casa. "Estamos todos quarentenadíssimos", garante Lucas. "A gente está sempre fazendo lives. Na nossa geração, fazer live é normal, as pessoas entendem como um ambiente de abrir uma janela na minha casa, uma coisa íntima", diz músico de 36 anos. Emicida, Tato, do Falamansa e Marília Mendonça também fazem live nesta sexta; veja LISTA Se ver Lucas em uma transmissão ao vivo não é novidade, o cenário mudou. Ele analisa o novo significado que as lives ganharam para o mercado musical brasileiro com a quarentena. "Para o pessoal do mainstream, o sertanejo, popularzão, que faz show todo dia, 28 por mês, o baque é muito maior, inclusive financeiro. Claro que se ele tem conforto financeiro, não é nem esse problema. Mas o business do show, do rodeio, do festão, fez os caras transformarem o rolê das lives em um bagulho muito profissional", Lucas opina. "Ao mesmo tempo, isso rendeu críticas, principalmente na minha bolha, porque é muita gente junta", ele completa. "Querendo ou não rola uma semiaglomeração quando você pega uma live que era para ser um bagulho íntimo e transforma em um DVD ao vivo", diz Lucas. Fresno no festival Planeta Atlântida 2020 André Feltes/ Agência Preview Ele se esforça para ir na direção oposta na live desta sexta. Não é o caso de uma "produção menor". Lucas também é produtor musical, e assinou trabalhos de Manu Gavassi e Capital Inicial. Ele quer usar sua habilidade em boas soluções para o vídeo à distância. "Procurei fazer uma live da Fresno direto do meu estúdio, onde eu não vou mobilizar ninguém para vir aqui em casa. E hoje em dia temos tantas ferramentas online que permitem que a gente interaja e faça todo tipo de coisa massa sem sair", ele afirma. "Essa live vai ser como uma monografia, até para eu provar para mim que posso fazer uma transmissão de qualidade sem sair de casa", diz Lucas. Lucas procurou empresas de tecnologia, mas admite que não achou um jeito de tocar à distância exatamente como se estivesse ao lado dos colegas. O G1 mostrou isso na live de Simone & Simaria, em que o delay (atraso) da transmissão travou o canto em dupla. "A tecnologia não permite que se faça uma 'jam', no sentido de tocar no Zoom ou uma ligação de grupo. Isso ainda é impossível, mas tem várias coisas que dá pra fazer, né?", diz Lucas. Para saber o resultado da "monografia", só vendo a live. Tudo da Fresno em 4 horas Banda Fresno Divulgação Lucas reflete sobre a relação dos fãs além da tecnologia. "Cabe ao povo da cultura reafirmar seu espaço, sua função social, que é trazer, além de alegria, esperança. Esse é um momento especial. A gente vai fazer do jeito que der", ele diz sobre a live. "Tenho certeza vai ser uma celebração com milhares de pessoas de suas casas. Minha ideia é tocar três, quatro horas, de maneira que eu possa cobrir todo o repertório da banda", adianta. "A gente já tem mais de cem músicas na rua, não tem como tocar tudo num show [físico]." "Então a ideia é tocar as 'antigonas'. O saudosismo traz coisas boas nesse momento. A galera vai se lembrar da adolescência, dos áureos tempos, isso vai ser incrível. Estamos ansiosos." As cenas de 'lives' da quarentena que já estão na história do entretenimento brasileiro

Leia Mais
  • Publicado em Cultura
No Comments
  • 364
  • 365
  • 366
  • 367
  • 368
  • 369
  • 370

Destaques

  • Câmara de Campo Grande aprova projetos sobre cultura, meio ambiente e inclusão de estudantes com TEA

    Na sessão ordinária desta terça-feira, 13 de ma...
  • Semana Nacional de Museus 2025: Programação especial em Campo Grande homenageia Lídia Baís

    A 23ª Semana Nacional de Museus acontece entre ...
  • Porto Geral de Corumbá recebe Festival América do Sul 2025 com atrações nacionais e celebração da cultura regional

    Entre os dias 15 e 18 de maio, o histórico Port...
  • Campão Cultural 2024 traz programação intensa e gratuita até 6 de abril

    O Campão Cultural está de volta, levando uma pr...
  • Casa de Cultura de Campo Grande oferece cursos gratuitos em música e dança

    A Casa de Cultura de Campo Grande está com insc...
TOPO