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Victor Hugo, do ‘BBB20’, é hostilizado em live e pede respeito

quinta-feira, 16 abril 2020 por Administrador

Participante abandonou transmissão chorando nesta terça-feira (14). O psicólogo Victor Hugo, que participou do "BBB20", começou a fazer uma live nesta terça-feira (14), mas foi hostilizado com comentários ofensivos e abandonou a transmissão chorando. Após encerrar a live, Victor publicou a palavra "respeito" no Instagram e uma carinha chorando no Twitter. Eliminado do programa no começo de março, Victor está em quarentena na casa dos pais em Imperatriz, no interior do Maranhão. A reação nas redes sociais foi imediata e a expressão "Victor Hugo merece respeito" foi bastante comentada no Twitter. Pyong Lee, Guilherme Napolitano e Lucas Gallina, participantes também eliminados do "BBB20", criticaram quem ofendeu e mandaram mensagens de apoio para o psicólogo. Victor Hugo no 'BBB20' Reprodução

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Diretor da OMS agradece Lady Gaga e equipe do festival One World: Together At Home

quinta-feira, 16 abril 2020 por Administrador

'Não se trata apenas de arrecadar fundos, mas de reunir o mundo', disse Tedros Adhanom Ghebreyesu. Globo, Globoplay e Multishow transmitem evento neste sábado (18). O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, em coletiva nesta segunda-feira (9). Fabrice Coffrini / AFP O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS) agradeceu Lady Gaga, a equipe e todos os artistas que vão se apresentar no One World: Together At Home. O festival será exibido na Globo, Globoplay e Multishow, a partir das 16h, deste sábado (18). Criado pela ONG Global Citizen em parceria com a OMS, o evento vai arrecadar doações para o Fundo de Resposta à Solidariedade. "Mas não se trata apenas de arrecadar fundos, mas sim reunir o mundo, porque somos um mundo, uma humanidade lutando contra um inimigo comum", afirmou Tedros Adhanom Ghebreyesu nesta quarta-feira (15). "Agradeço a Lady Gaga, Global Citizen e todos os que estão colaborando para montar esse show", continuou. Além de ter feito a curadoria artística, Lady Gaga também vai cantar direto de sua casa. Paul McCartney, Elton John , Billie Eilish e Finneas, Lizzo, Stevie Wonder, John Legend, Chris Martin (Coldplay), Andrea Bocelli, Billie Joe Armstrong (Green Day), também estão entre as atrações confirmadas. Paul McCartney, Lady Gaga e Billie Eilish cantam no festival One World: Together at Home Divulgação

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Rubem Fonseca, escritor que renovou a literatura brasileira no século 20, morre aos 94 anos

quinta-feira, 16 abril 2020 por Administrador

Contista, romancista e roteirista sofreu um infarto nesta quarta e foi levado ao Hospital Samaritano, mas não resistiu. Com estilo direto e seco, autor lançou livros clássicos, como os volumes de contos 'Lucia McCartney' e 'Feliz ano novo', além dos romances 'O caso Morel' e 'Agosto'. Morre, aos 94 anos, o escritor Rubem Fonseca O escritor Rubem Fonseca, que renovou a literatura brasileira no século 20 com uma linguagem coloquial e direta, morreu nesta quarta-feira (15), aos 94 anos, no Rio. Contista, romancista e roteirista, ele influenciou gerações de escritores e leitores. Segundo familiares, Rubem Fonseca sofreu um infarto e foi levado ao Hospital Samaritano, em Botafogo, na Zona Sul, mas não resistiu. Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre velório ou enterro. Dentre seus principais livros, estão obras-primas de nossa literatura policial e clássicos como os volumes de contos "Lucia McCartney" (1967), "Feliz ano novo" (1975) e "O cobrador" (1979), além dos romances "O caso Morel" (1973), "A grande arte" (1983) , "Bufo & Spallanzani" (1985) e "Agosto" (1990). Alguns foram adaptados para cinema ou para a TV. PERFIL: um dos maiores autores brasileiros VÍDEOS: a obra clássica do autor FOTOS: a trajetória do escritor LIVROS: veja as principais obras REPERCUSSÃO: artistas lamentam Marcado por um estilo urbano, violento, seco, erótico, repleto de palavrões e bem-humorado, o estilo do escritor foi classificado como "brutalista" pelo crítico Alfredo Bosi. A narrativa era ao mesmo tempo ágil e sofisticada, em texto sem afetação nem artifícios em excesso. Dentre os principais prêmios do autor, estão o Camões (principal da literatura em língua portuguesa), em 2003, e o Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras (ABL), em 2015 – ambos foram concedidos pelo conjunto da obra. Na época em que anunciou o Machado de Assis, a ABL disse que o autor "consagrou-se por sua narrativa nervosa e ágil, ao mesmo tempo clássica e moderna, entre o realismo e o policial, revelando a violência urbana brasileira, sem perder o olhar sensível para a tragédia humana a ela subjacente, a solidão das grandes cidades ou para os matizes do erotismo". "Seu estilo contido, irônico e cortante, ao mesmo tempo denota um leitor dos clássicos e um ouvido atento ao falar das ruas em seu tempo. Exerceu profunda influência em nossa cena literária, inaugurando a tendência que Alfredo Bosi chama de 'brutalista'", continuou o comunicado. Na juventude, Rubem Fonseca trabalhou como comissário de polícia, ocupação que influenciou diversas de suas histórias, muitas das quais com retrato do cotidiano e de personagens do submundo. Em "Grande arte", seu segundo romance, ele colocou como protagonista o advogado e detetive Mandrake, que retornaria em outros títulos. O livro foi adaptado para o cinema num filme de mesmo nome dirigido por Walter Salles ("Central do Brasil"). O personagem também inspirou a série "Mandrake" (2005-2007), estrelada por Marcos Palmeira. Outra adaptação é a minissérie "Agosto" (1993), exibida pela Globo (veja lista de obras e adaptações abaixo). A ficção histórica passa-se no Rio de 1954, à época capital da República – a crise da era Vargas e a morte de Getúlio são surgem na trama. Recluso e avesso a eventos públicos e entrevistas, o celebrado Rubem Fonseca era conhecido por ser, na intimidade, uma pessoa divertida, como lembrou o jornalista e escritor Zuenir Ventura, amigo do autor havia mais de 50 anos, em entrevista à GloboNews nesta quarta. "Era uma pessoa admirável, divertida e engraçada, no plano pessoal. Eu estava entre o choro e o riso, me lembrando das histórias do Zé Rubem. Acho que a literatura brasileira perdeu seu maior representante – a literatura urbana, policial, do subúrbio do Rio", lamentou Zuenir Ventura. Morre, aos 94 anos, o escritor Rubem Fonseca Também à GloboNews, a escritora Nélida Piñon lembrou que Rubem Fonseca era também respeitoso. "A perda de Rubem deixa um vazio imenso no Brasil", afirmou Nélida Piñon. "Trazia no bojo de seu texto uma grande cultura (…), às vezes até através de uma banalidade carioca." Rubem Fonseca era viúvo de Théa Mauad, que morreu em 1997 e com quem teve três filhos: a jornalista e escritora Bia Corrêa do Lago, o cineasta José Henrique Fonseca e José Antônio. Artur Xexéo: ‘O estilo de Rubem Fonseca influenciou toda uma geração de escritores’ Morre, aos 94 anos, o escritor Rubem Fonseca Biografia Rubem Fonseca Divulgação/Zeca Fonseca Nascido em Juiz de Fora (MG) em 11 de maio de 1925, José Rubem Fonseca mudou-se para o Rio aos 8 anos de idade. Em 1948, formou-se em Direito Forma-se na Faculdade de Direito da Universidade do Brasil. Em 1952, passou a trabalhar como comissário no no 16º Distrito Policial, em São Cristóvão, no Rio. Ficou na polícia até 1954. Na década seguinte, prestou serviços para o Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais (Ipes), vinculado ao golpe militar de 1964. Mais tarde, ele negou que tivesse apoiado o regime. Rubem Fonseca recebe o Prêmio Machado de Assis da ABL Em 2015, ao receber o Prêmio Machado de Assis, pelo conjunto da obra, Rubem Fonseca citou seu livro de estreia, escrito aos 17 anos. Ele também falou sobre como a obra chocou o primeiro editor a quem ela foi oferecida. O "problema" teria sido, justamente, a presença de palavrões no texto (assista, no vídeo acima, a um trecho do discurso). Questionado sobre o fato de Machado de Assis e Eça de Queiroz, algumas de suas inspirações, não usarem palavrões em seus textos, Fonseca afirmou que as palavras não devem ser discriminadas. "Eu escrevi 30 livros. Todos cheios de palavras obscenas. Nós, escritores, não podemos discriminar as palavras. Não tem sentido um escritor dizer: 'Eu não posso usar isso'. A não ser que você escreva um livro infantil. Toda palavra tem que ser usada", disse. Veja, abaixo, os principais livros de Rubem Fonseca Contos e crônicas "Os prisioneiros" (1963) "A coleira do cão" (1965) "Lúcia McCartney" (1967) "Feliz Ano Novo" (1975) "O cobrador" (1979) "O buraco na parede" (1995) "A Confraria dos espadas (1998) "Secreções, excreções e desatinos" (2001) "Pequenas criaturas" (2002) "Mandrake, a Bíblia e a Bengala" (2005) "Ela e outras mulheres" (2006) "O romance morreu" (2007) "Axilas e outras histórias indecorosas" (2011) "Histórias de amor" (2012) "Amálgama" (2013) "Histórias curtas (2015) "Calibre 22" (2017) "Carne crua" (2018) Romances "O caso Morel" (1973) "A grande arte" (1983) "Bufo & Spallanzani" (1985) "Vastas emoções e pensamentos imperfeitos" (1988) "Agosto" (1990) "O selvagem da ópera" (1994) "Diário de um fescenino" (2003) "José" (2011) Novelas "E do meio do mundo prostituto só amores guardei ao meu charuto" (1997) "O coente Molière" (2000) "O seminarista" (2009) Antologias "O homem de fevereiro ou março" (1973) "Romance negro e outras histórias" (1992) "Contos reunidos" (1994) "64 Contos de Rubem Fonseca" (2004) "O melhor de Rubem Fonseca (2015) Veja, abaixo, as principais adaptações da obra de Rubem Fonseca: TV "Agosto" (1993) – minissérie "Mandrake" (2005-2007) – série Cinema "Lúcia McCartney, uma garota de programa" (1971) "A grande arte" (1991) "Buffo & Spallanzani" (2001) "O cobrador" (2006) Veja, abaixo, os principais prêmios recebidos por Rubem Fonseca: Jabuti – 6 vezes O Jabuti é atribuído pela Câmara Brasileira do Livro e é tido como um dos mais tradicionais da literatura brasileira. Em 1970, por "Lucia McCartney" Em 1984, por "A grande arte" Em 1996, por "O buraco na parede" Em 2002, por "Secreções, excreções e desatinos" Em 2003, por "Pequenas criaturas" Em 2014, por "Amálgama" Prêmio Camões 2003 Instituído em 1988, o Prêmio Camões de Literatura tem o objetivo de reconhecer um autor de língua portuguesa que tenha "contribuído para o enriquecimento do patrimônio literário e cultural" do idioma através de seu conjunto da obra, segundo a organização. Entregue pelos governos de Brasil e Portugal, é o principal da literatura em língua portuguesa. Os vencedores a cada edição são escolhidos dentre autores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP.) O júri tem representantes do Brasil, de Portugal e de países africanos de língua oficial portuguesa. Prêmio Machado de Assis 2015 O Prêmio Machado de Assis foi criado pela Academia Brasileira de Letras em 1941. Já teve como ganhadores Mario Quintana, Carlos Heitor Cony, Ferreira Gullar e Guimarães Rosa. Escritor Rubem Fonseca completa 90 anos Rubem Fonseca comemora 50 anos de sucesso Em foto de 2003, o escritor brasileiro Rubem Fonseca mostra retrato e escultura de bronze, confeccionado pelo artista mexicano Alfredo Lopez Casanova, dedicado a ele durante o Prêmio Guadalajara International Book Fair, no México AE/Guillermo Arias/AP Initial plugin text

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Rubem Fonseca escreveu primeiro livro aos 17 anos e foi um dos maiores autores brasileiros

quinta-feira, 16 abril 2020 por Administrador

Com 77 anos de carreira e mais de 30 obras, como 'Lucia McCartney' (1967), 'Feliz ano novo (1975) e 'Agosto' (1990), autor ganhou homenagens como o Prêmio Camões em 2003. Em foto de 2003, o escritor brasileiro Rubem Fonseca mostra retrato e escultura de bronze, confeccionado pelo artista mexicano Alfredo Lopez Casanova, dedicado a ele durante o Prêmio Guadalajara International Book Fair, no México AE/Guillermo Arias/AP O escritor Rubem Fonseca – que morreu aos 94 anos nesta quarta-feira (15) – foi um dos maiores nomes da literatura brasileira. O autor mineiro, entretanto, não se deslumbrava com o reconhecimento: era avesso a eventos públicos. Com estilo direto, ele chegou a trabalhar como comissário de polícia na vida real, mas foi na ficção que suas tramas urbanas ficaram marcadas. OBITUÁRIO: morre Rubem Fonseca VÍDEOS: a obra clássica do autor FOTOS: a trajetória do escritor LIVROS: veja as principais obras REPERCUSSÃO: artistas lamentam Dentre seus principais livros, estão os clássicos e obras-primas da nossa literatura policial, como os volumes de contos "Lucia McCartney" (1967), "Feliz ano novo" (1975) e "O cobrador" (1979), além dos romances "O caso Morel" (1973), "A grande arte" (1983) , "Bufo & Spallanzani" (1985) e "Agosto" (1990). Alguns foram adaptados para cinema ou para a TV. Mundo policial na vida e na arte Nascido em Juiz de Fora (MG) em 11 de maio de 1925, José Rubem Fonseca mudou-se para o Rio aos 8 anos de idade. Formado em Direito, trabalhou como comissário de polícia no início dos anos 1950. Rubem Fonseca Divulgação/Zeca Fonseca Ele abandonou o trabalho na polícia, mas a experiência acabou traduzida em uma obra em que a violência e o submundo das cidades têm destaque. Na década seguinte, prestou serviços para o Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais (Ipes), vinculado ao regime militar. Mais tarde, ele negou que tivesse apoiado o regime. Um dos seus maiores livros, "Feliz ano novo", chegou a ser censurado. Reconhecimento Em 2003, o contista, romancista, ensaísta e roteirista venceu o Prêmio Camões, o mais prestigiado da literatura em língua portuguesa. Morre, aos 94 anos, o escritor Rubem Fonseca Em 2015, ao receber o Prêmio Machado de Assis, entregue pela Academia Brasileira de Letras (ABL) pelo conjunto da obra, Rubem Fonseca citou seu livro de estreia, escrito aos 17 anos. 'Não podemos discriminar palavras' Ele também falou sobre como a obra chocou o primeiro editor a quem ela foi oferecida. O "problema" teria sido, justamente, a presença de palavrões no texto. Questionado sobre o fato de Machado de Assis e Eça de Queiroz, algumas de suas inspirações, não usarem palavrões em seus textos, Fonseca afirmou que as palavras não devem ser discriminadas. "Eu escrevi 30 livros. Todos cheios de palavras obscenas. Nós, escritores, não podemos discriminar as palavras. Não tem sentido um escritor dizer: 'Eu não posso usar isso'. A não ser que você escreva um livro infantil. Toda palavra tem que ser usada", disse ele. VÍDEO DE ARQUIVO – Rubem Fonseca comemora 50 anos de sucesso Initial plugin text

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Rubem Fonseca morre aos 94 anos; veja FOTOS da carreira

quinta-feira, 16 abril 2020 por Administrador

Escritor mineiro escreveu livros como 'O caso Morel', 'A grande arte' e 'Agosto'. Rubem Fonseca Divulgação/Zeca Fonseca Em 2003, Rubem Fonseca recebe das mãos de Gabriel García Márquez o Prêmio Juan Rulfo de Literatura da América Latina e do Caribe, em cerimônia em Guadalajara, México Hector Guerrero/AFP/Arquivo Rubem Fonseca Zeca Fonseca/Divulgação O escritor e roteirista Rubem Fonseca, em retrato de julho de 1987 no Rio de Janeiro Iarli Goulart/Estadão Conteúdo/Arquivo Ferreira Goulart com Rubem Fonseca em 2015 Cristina Boeckel / G1 Initial plugin text

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VÍDEOS: Relembre a trajetória de Rubem Fonseca

quinta-feira, 16 abril 2020 por Administrador

Escritor mineiro morreu nesta quarta-feira (15), aos 94 anos, no Rio. Autor de 'Feliz ano novo' era considerado um dos maiores da literatura brasileira. Escritor mineiro morreu nesta quarta-feira (15), aos 94 anos, no Rio. Autor de 'Feliz ano novo' era considerado um dos maiores da literatura brasileira.

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Lollapalooza vai fazer lives #LollaBRemCasa neste domingo; veja line-up

quinta-feira, 16 abril 2020 por Administrador

Segunda edição de transmissões organizadas pelo festival será homenagem ao palco Perry, que reúne artistas da música eletrônica. Chemical Surf animou público no Estação Verão Show de Praia Grande, SP Alexandre Valdívia/G1 O Lollapalooza anunciou uma segunda edição das lives organizadas pelo festival, o #LollaBRemCasa, que vai acontecer neste domingo (19). Dessa vez, as transmissões serão uma homenagem ao palco Perry, que reúne artistas da música eletrônica. O evento acontece no canal do Lollapalooza Brasil no YouTube, a partir das 16h. Veja a programação: Evokings – 16h às 16h45 Ashibah – 17h às 18h Fancy Ink – 18h15 às 19h15 Victor Lou – 19h30 às 20h30 Chemical Surf – 20h45 às 21h45 Dubdogz – 22h às 23h Vinne – 23h15 à 00h15 Fractall X Rockstead – 00h30 à 01h30 A primeira edição, que aconteceu no sábado (11), reuniu nomes como Rashid, Terno Rei, Wc no Beat, Jão, Cat Dealers e Clarice Falcão, e está disponível no canal do festival.

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Jornalista lembra luta do recluso Rubem Fonseca para salvar ipê roxo do Leblon

quinta-feira, 16 abril 2020 por Administrador

Avesso às interações com a imprensa, o escritor deu entrevista e autorizou divulgação de fotos do replantio da árvore. Rubem Fonseca comemora replantio de ipê no Leblon, em 2012 Rodrigo CAmarão/Arquivo pessoal Morto nesta quarta, Rubem Fonseca era avesso às entrevistas e interações com a mídia. Em 2012, porém, ele quebrou a timidez por um motivo nobre: cuidar da saúde de um ipê roxo, durante as obras de ampliação do metrô do Rio. A história é lembrada com carinho pelo jornalista Rodrigo Camarão, fã do escritor, que participou da história. A árvore teria o local alterado pelas obras da Linha 4 do Metrô. O escritor, que tinha o hábito de regar o ipê, manifestou preocupação e se mobilizou para impedir que a árvore sofresse danos durante a obra. Ela acabou, assim como diversas outras plantas, replantada na Praça Antero de Quintal, no Leblon, a poucos metros da casa de Rubem. "Queria agradecer essa formidável mobilização pelo ipê. Deu trabalho, mas valeu a pena. Nós somos pais e mães dessa árvore, é um gesto de carinho, amor pela natureza, um gesto de dendrolatria, uma demonstração de civismo e uma forma de manter a cidade mais confortável. Assim, temos mais prazer de viver depois de tantos problemas. Eu adoro a cidade, sentir o cheiro e a vida. Essa árvore é um símbolo de amor à natureza, à cidade e ao cidadão. Hoje, a história do ipê teve um final feliz", disse Rubem na época, em entrevista ao jornal O Globo. À época prestando serviços para o consórcio responsável pelas obras, Camarão considerava Rubem o maior escritor brasileiro vivo e lembra que ele comemorou muito o replantio: "No dia, ele não cabia dentro de si. Ergueu o braço, no ar como quem comemora o gol da vitória". De fã, Camarão passou a chamar Rubem de "amigo" em ligações, após a aproximação durante a negociação para que o ipê ficasse num lugar seguro. "Da primeira ligação que fiz para ele, com minhas pernas bambas, ao primeiro encontro, quando levei meu exemplar de 'Contos reunidos', o qual foi devidamente autografado, foram muitos contatos. Ele era avesso convicto a qualquer interação com a mídia, e eu virei quase seu fotógrafo e assessor pessoal", diz. "Seu Rubem fugia de conversa com a imprensa, que, sejamos francos, sempre reconheceu seu talento literário. Mas consegui que o autor de 'Agosto' autorizasse o envio das minhas fotos e informações para a imprensa", lembra o jornalista. Camarão e Rubem Fonseca continuaram trocando mensagens por uns tempos. No último dia 8, coincidentemente, o jornalista fez um post em suas redes sociais relembrando a história. Nesta quarta, se disse "devastado" com a perda do escritor e amigo. Rubem Fonseca (de boné) e o jornalista Rodrigo Camarão Rodrigo Camarão/Arquivo pessoal Sala de leitura para operários Rubem Fonseca acabou dando nome a uma sala de leitura para operários da Linha 4, que foi montada no canteiro da obra. Ele doou livros do próprio acervo para o projeto e discursou para os trabalhadores. "Ler nos torna melhor, permite que a gente entenda melhor o outro e permite a gente entenda melhor a nós mesmos. A leitura, a palavra é extremamente polissêmica. Cada pessoa lê de uma maneira diferente. Então, cada um de nós é cria do que está lendo. Então, essa é a vantagem da leitura. O leitor, nós, leitores, preenchemos as lacunas que os escritores deixam deliberadamente ou inocentemente e nós que preenchemos estas lacunas. Por isso que se diz que nós escritores reescrevemos o próprio livro" , disse Rubem. "Meus amigos, essa grande sala, é dirigida a vocês, dirigida a operários. A vida de vocês é trabalho, mas têm que ser leitura. Então, meus amigos, viva o trabalho e viva a leitura!", acrescentou. Initial plugin text

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Conar abre representação contra live de Gusttavo Lima por propaganda irregular de bebida

quinta-feira, 16 abril 2020 por Administrador

Conselho recebeu denúncias por 'potencial estímulo ao consumo irresponsável' sem restrição a menores; Ambev diz ao G1 que orienta artistas a seguir regras, mas lives podem ter tido erros e vai reforçar pedido. Gusttavo Lima bebe durante live Reprodução O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) abriu nesta quarta-feira (15) representação ética contra ações publicitárias de bebida alcóolica nas lives de Gusttavo Lima. A representação aponta a responsabilidade da Ambev e do cantor pelas transmissões "Live Gusttavo Lima – Buteco em Casa" e "Buteco Bohemia em Casa". Nestes vídeos transmitidos ao vivo, Gusttavo aparece bebendo cerveja com marcas em destaque. A Ambev disse ao G1 que orienta artistas das lives que patrocina a seguir as regras do Conar, mas algumas transmissões, por serem espontâneas, podem ter tido desvios, e que a empresa vai reforçar esse pedido (veja nota completa abaixo). A assessoria de Gusttavo Lima disse que só iria se manifestar em resposta a ser enviada diretamente ao Conar, e que não vai comentar o caso agora. "A representação foi aberta a partir de denúncias recebidas de dezenas de consumidores, que consideraram que as ações publicitárias carecem de cuidados recomendados pelo Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária para a publicidade de bebidas alcoólicas", diz o Conar. "A denúncia cita a falta de mecanismo de restrição de acesso ao conteúdo das lives a menores de idade e a repetida apresentação de ingestão de cerveja, em potencial estímulo ao consumo irresponsável do produto", completa o texto divulgado pelo conselho. Em seu site, o Conar diz que este tipo de ação publicitária deve ser feita com a divulgação responsável de bebidas alcoólicas e sem diminuir os cuidado para que não seja difundida ao crianças e adolescentes. O conselho diz que aguarda defesas da Ambev e de Gusttavo Lima ao seu Conselho de Ética, ou que eles adaptem o conteúdo publicitário às regras. Os vídeos foram transmitidos ao vivo, mas continuam no ar. Veja comunicado enviado pela Ambev ao G1: Nesse momento de quarentena, sabemos que as lives de cantores e artistas assumiram um papel relevante e inovador para manter as pessoas dentro de casa e levar um pouco de entretenimento. Para promover a iniciativa, patrocinamos alguns desses eventos, sempre com o cuidado de assegurar as medidas de higiene e distanciamento social e com a devida orientação prévia aos artistas sobre as regras do CONAR de publicidade de bebidas. Além disso, enviamos um guia reforçando as regras do CONAR e treinamos as pessoas envolvidas. Sabemos que em algumas lives, de forma totalmente espontânea, algumas orientações não foram seguidas. Estamos reforçando as regras dado esse novo contexto de entretenimento virtual e estamos mais do que nunca comprometidos com o consumo responsável de nossos produtos.. Vale lembrar que a live é de propriedade do artista, muitas vezes realizada em sua casa, o que representa um desafio. Veja a nota de Gusttavo Lima enviada ao G1: Sobre a veiculação de que o cantor Gusttavo Lima está sendo processado pelo CONAR, a assessoria informa que o departamento jurídico já está acompanhando o caso, tratando-se, portanto, de uma citação de processo administrativo (representação ética – confidencial) em trâmite perante CONAR e não se trata de processo judicial. A citação é para prestar esclarecimentos sobre as lives realizadas pelo artista. Sendo assim, os esclarecimentos necessários serão prestados conforme determinado na referida citação. Em razão da confidencialidade, citada na intimação do CONAR, o escritório BALADA EVENTOS não comentará o caso e manifestará perante o órgão no prazo legal.

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Rubem Fonseca: veja repercussão da morte do escritor

quinta-feira, 16 abril 2020 por Administrador

Serginho Groisman, João Paulo Cuenca e Hélio de la Peña lamentaram morte nesta quarta-feira (15). Rubem Fonseca Zeca Fonseca/Divulgação Artistas lamentaram a morte de Rubem Fonseca nesta quarta-feira (15). O escritor, que renovou a literatura brasileira no século 20, tinha de 94 anos, sofreu um infarto e foi levado ao hospital no Rio de Janeiro, mas não resistiu. Serginho Groisman, João Paulo Cuenca e Hélio de la Peña prestaram homenagens em redes sociais. Marcada por um estilo urbano, violento, seco, erótico, repleto de palavrões e sem artifícios, a literatura de Rubem Fonseca era classificada como "brutalista" pelo crítico Alfredo Bosi. Dentre os principais prêmios que o autor recebeu, estão o Camões, em 2003, e o Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras (ABL), em 2015. OBITUÁRIO: morre Rubem Fonseca PERFIL: um dos maiores autores brasileiros VÍDEOS: a obra clássica do autor FOTOS: a trajetória do escritor LIVROS: veja as principais obras REPERCUSSÃO: artistas lamentam Veja, abaixo, a repercussão da morte: Nélida Piñon, escritora Nélida Piñon relembra eleição na ABL: ‘Rubem chegou lá em casa dizendo que eu ia ganhar' "Ele era muito respeitoso. Um homem com sólida formação pessoal. Uma formação moral, no melhor sentido", disse a escritora à GloboNews. Nélida lembrou histórias sobre Rubem Fonseca, como quando ela foi eleita para a Academia Brasileira de Letras: "Eu era candidata à Academia, e no dia da eleição, eu estava na minha casa na Barra. Tocaram a campainha. Quem chegou sem avisar? Rubem Fonseca. A eleição ia ser às quatro, ele chegou ao meio dia, uma hora. Ele disse: 'Eu não vou ao coquetel, mas eu sei que você vai ganhar, e vim fazer companhia a você.' Aí ficamos juntos os dois, até me arrumar e ir ao coquetel, sem saber que eu tinha ganho. Fui saber só depois." Veja o vídeo completo acima. Cândido Mendes, ensaísta e professor Cândido Mendes sobre Rubem Fonseca: ‘Sabia comunicar o cotidiano com coloquialidade’ "O que me impressionou sempre nele foi a capacidade de comunicar o cotidiano dentro de sua literatura. O cotidiano não épico, não romântico, o cotidiano realmente ligado a toda hora e todo dia." Veja o vídeo completo acima. Artur Xexéo, jornalista e escritor Artur Xexéo: ‘O estilo de Rubem Fonseca influenciou toda uma geração de escritores’ "Ele é o grande autor brasileiro do final do século 20. O grande autor dos anos 80 e 90, o grande romancista. Mas acho que ele transcende o romance policial, com algumas obras que fogem desse gênero. Como 'Agosto', que virou minissérie da Globo, e trata da morte do Getúlio. E 'O selvagem da ópera', uma biografia do Castro Alves, e a Maria Adelaide Amaral estava transformando em minissérie. E o estilo dele influenciou toda uma geração de escritores que surgiu no final do século passado". Veja o vídeo completo acima. Serginho Groisman, apresentador Initial plugin text João Paulo Cuenca, escritor Initial plugin text Hélio de la Peña, humorista Initial plugin text Arthur Dapieve, escritor e jornalista Initial plugin text Michel Laub, escritor e jornalista Initial plugin text Fred Di Giacomo, escritor e jornalista Initial plugin text Vasco da Gama, time de futebol Initial plugin text Initial plugin text

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