Pabllo Vittar será DJ em balada à distância pelo Zoom nesta quarta-feira (8)
Transmissão ao vivo é promovida pela revista americana 'Paper' e vai ser restrita para até mil pessoas. Senha para entrada gratuita será divulgada às 22h. Pabllo Vittar Ernna Cost / Divulgação Pabllo Vittar será DJ em uma balada à distância no aplicativo Zoom, promovida pela revista americana "Paper", na noite desta quarta-feira (8). A entrada na transmissão será restrita para até mil pessoas por vez (limite do aplicativo de conferências). As pessoas que não conseguem entrar ficam em uma fila virtual. A live também terá sets das DJs Minas, Nidia e Mazturbate, além de performance das drags Rify Royalty e Louisianna Purchase. A senha para entrada será divulgada às 22h pela revista nas redes sociais – veja mais detalhes aqui. Como é uma balada à distância? O G1 participou de uma festa pelo Zoom e fez o relato aqui. A festa carioca I Hate Mondays passou das 3h da manhã com gente ainda animada, cada um em sua casa, na "Boate aZoom". Repórter do G1 acompanha balada à distância na 'Boate aZoom' Rodrigo Ortega / G1
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Marília Mendonça faz live no YouTube com sofrência sertaneja durante quarentena
Cantora transmite pelo YouTube show com sucessos escolhidos pelos seguidores. Apresentação chegou a 3 milhões de espectadores. Marília Mendonça canta em live no YouTube Reprodução/YouTube/Marília Mendonça Marília Mendonça realizou sua live no YouTube nesta quarta-feira (8) com quase três horas e meia de show. A apresentação chegou a ter mais de 3 milhões de acessos na primeira hora. Veja a live de Marília Mendonça no YouTube. A transmissão fez parte de um projeto que busca doações para o Mesa Brasil Sesc, uma rede nacional de bancos de alimentos contra a fome, e para a compra de testes rápidos para o novo coronavírus. Durante a live, a cantora avisou que já tinham conseguido mais de 225 toneladas de alimentos, duas toneladas de produtos de limpeza, 250 quilos de pão de queijo, 3.600 litros de refrigerante, além de materiais de construção em doações. Mesmo assim, Marília lembrou que esta não é a única forma de ajudar a evitar a pandemia. "Se você não pode contribuir, de qualquer maneira você pode. É só ficar em casa." Com mais de um milhão de espectadores antes de começar, a transmissão teve problemas no início e algumas músicas não foram ouvidas pelos fãs. A primeira canção que foi transmitida melhor foi "Bebi liguei". O repertório foi sugerido nas redes sociais com a hashtag #MariliaTocaEssa nas redes. A sertaneja Marília Mendonça transmite show nesta quarta (8), no seu canal do YouTube. Diferente de outras exibições, a cantora tem feito com covers, desta vez a ideia é usar e abusar do repertório construído ao longo de quatro anos de carreira. Ela se cercou de cuidados para esta nova apresentação virtual. A intenção é arrecadar donativos para auxiliar às vítimas da crise que tem se instalado no Brasil com a pandemia do coronavírus. Caio Rocha/FramePhoto/Estadão Conteúdo "Chamando todos os cornos! A Rainha da Sofrência vai dar uma força para sua quarentena ser mais legal. Um show exclusivo pra você direto da casa da Marília", dizia a descrição do evento. A apresentação contou com uma equipe de oito profissionais, inclusive dois que farão tradução em libras. Este é o maior live realizado por Marília, depois de algumas transmissões mais simples no Instagram. Para limitar o número de envolvidos, o acompanhamento musical foi feito através de playback (gravação dos instrumentos sem a voz). A própria cantora explicou. "Estou respeitando todas as recomendações do Ministério da Saúde, por isso estamos só com a quantidade necessária de pessoas para levar essa live até vocês." Apesar disso, o show ainda teve uma produção mais modesta que algumas de seus colegas de gênero, como Gusttavo Lima ou Jorge e Mateus. Transmitida da casa de Marília, a apresentação permitiu até que a cantora trocasse os sapatos por chinelos. "Coloquei esse só para começar bonitinha", brincou ela. "Não foca na minha unha, porque eu não faço a unha tem uns dois meses." Com uma hora, a cantora emendou sucessos de sofrência de alguns anos atrás em sequência. Teve "Não casa não", "Entre quatro paredes" e "Infiel". Durante "De quem é a culpa", a cantora admitiu que se perdeu e pediu para desligarem a música. Ela brincou que ficou emocionada e lembrou: "inclusive essa letra é minha". Marília recomeçou depois de buscar a canção no celular. "Agora eu vou acertar, quer ver?", falou, ao chegar no momento em que tinha errado. Depois de grande parte do show sentada, Marília levantou para cantar "Folgado" e "Meu cupido é gari" depois de uma certa resistência. "Poxa, eu já estou suando sentada." Depois de lembrar mais uma vez que estava seguindo as recomendações de isolamento social, tanto na live quanto em casa, a cantora agradeceu um recado enviado pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. Durante coletiva de tarde, ele desejou uma boa live a Marília, disse que era fã de seu trabalho e agradeceu por ela estar ajudando a evitar aglomerações. Antes de cantar "Transplante", que gravou com Bruno e Marrone, ela contou que conheceu seu namorado, Murilo Huff, pai de seu filho, por causa da canção. Para finalizar a sofrência, entre brincadeiras e piadas, Marília emendou hits mais recentes, como "Ciumeira" e "Todo mundo vai sofrer". Após sucesso e controvérsia, sertanejos planejam mais lives com equipes de até 10 pessoas As cenas de 'lives' da quarentena que já estão na história do entretenimento brasileiro
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Morre Dona Nilza, bisavó dos filhos de Babu Santana
Ela lutava contra um câncer e estava internada, segundo namorada do Babu. Dona Ilza era considerada torcedora nº 1 do ator no Big Brother. Morre bisavó dos filhos do ator e cantor Babu Santana Reprodução/Redes sociais Morreu, nesta quarta-feira (8), a bisavó dos filhos mais velhos do ator e cantor Babu Santana, Laura Santana e Carlos Santana. Confinado, ele participa do Big Brother Brasil 20. Nas redes sociais, a namorada de Babu, Tatiane Melo, lamentou a morte de Dona Nilza, que seria a “torcedora número 1” dele. Ela estava lutando contra um câncer, segundo Tatiane. “Sei que vai ser difícil quando o Babu sair [do BBB]. Muitas coisas mudaram aqui fora”, disse Tatiane. Ela contou que, mesmo internada em um hospital, Dona Nilza continuava torcendo pelo ator e vestindo a camisa da torcida.
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Francisco, El Hombre se une com Luê no single ‘Juntos, nunca sós’
Inspirada em poema de Castello Branco, música inédita é a primeira amostra de EP de cumbias produzido pela banda na quarentena. ♪ A banda Francisco, El Hombre aprendeu a gravar músicas na estrada enquanto estava em turnê pelo Brasil com o show baseado no álbum Rasgacabeza (2019) para poder manter o fluxo de produção do grupo paulista. Esse aprendizado tem sido extremamente útil nestes tempos de quarentena. Tanto que o quinteto se impôs a tarefa de gravar e lançar EP de cumbias até o fim deste mês de abril. Várias faixas já estão sendo preparadas para dar forma ao disco. A primeira música do EP a ganhar o mundo, Juntos, nunca sós, une o grupo à cantora Luê e sai em single programado para sexta-feira, 10 de abril, três dias após o lançamento do clipe colaborativo da faixa, produzido com imagens caseiras enviadas por artistas como Aíla, Dona Onete, Drik Barbosa, Gretchen e Josyara. Inédita, a música Juntos, nunca sós foi composta por Francisco, El Hombre com Luê, tendo por inspiração um poema (“Juntos mas / Sós / Cuidamos de nós / Para cuidarmos de outros / Após”) do cantor e compositor Castello Branco, enviado aos músicos do grupo pelo produtor Dudu Marote através de mensagem de aplicativo. “Partimos do poema e fizemos uma melodia, adicionando palavras em cima da ideia central. É uma música sobre o momento na perspectiva da esperança”, contextualiza Luê.
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Marília Mendonça entretém ‘rebanho’ com live feita com espontaneidade e pérolas da sofrência
Cantora compensa eventuais erros nas letras com segurança vocal em apresentação de três horas e meia. Marília Mendonça em live feita na noite de quarta-feira, 8 de abril Reprodução / Vídeo Resenha de live Título: Live Local Marília Mendonça Artista: Marília Mendonça Data: 8 de abril de 2020, às 20h Cotação: * * * 1/2 ♪ “Agora (me) perdi… Para! Fiquei emocionada”, justificou Marília Mendonça ao interromper o canto da balada De quem é a culpa?, parceria da cantora e compositora com Juliano Tchula. Lançada no álbum ao vivo Realidade (2016), a canção ajudou a entronizar Marília como rainha da sofrência sertaneja e, por isso mesmo, integrou o farto roteiro da live feita pela artista na noite de quarta-feira, 8 de abril, no canal oficial de vídeo da artista. Marília recomeçou De quem é a culpa? com a mesma espontaneidade com que admitiu em público o erro no canto da música Estranho (2018). Patrocinada transmissão ao vivo que mobilizou três milhões de espectadores, de acordo com a contabilidade da equipe da cantora, a live de Marília Mendonça teve caráter beneficente ao estimular doações para o combate da pandemia do coronavírus. Emoldurada no cenário verde montado na casa da cantora, Marília começou cantando sentada em poltrona, como se estivesse no trono de atual rainha do universo pop sertanejo. Mas, na metade da apresentação, atendou pedido para se levantar e cantou de pé a partir de Folgado (2015), música do primeiro álbum ao vivo da cantora. Agendada para as 20h e aguardada com expectativa pelo público que consome o pop sertanejo, a live de Marília Mendonça travou nos primeiros dez minutos por problemas técnicos. “Começa! Meu chifre tá coçando”, gracejou um internauta nesse início atribulado. Resolvidas as questões técnicas a partir da música Bebi liguei (2018), a live engrenou até ser interrompida provisoriamente, após duas horas, para a cantora poder urinar. “Chegou o grande momento. Vou fazer xixi”, brincou Marília, com o bom humor com que conduziu a live. Entre menções a patrocinadores e recados sobre a importância de evitar aglomerações, mensagem reforçada com a exibição de vídeo em que o ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta saudou a cantora, Marília Mendonça encadeou sequência de músicas sobre dores de amores afogados no álcool. Como fez questão de explicitar, a cantora recorreu ao uso de playblack com as bases de músicas que às vezes tenderam para o forró e em outras reproduziram arranjos mais fiéis ao estilo sertanejo, mas soltou a voz para valer. E se confirmou cantora de verdade, mesmo com todos os eventuais esquecimentos de letras e erros de posicionamento perante às câmeras, todos perfeitamente desculpáveis pelo caráter inédito do evento. “Tô suando de nervoso”, admitiu a artista logo no início da transmissão. Marília Mendonça solta a voz na live que mobilizou três milhões de pessoas Reprodução / Vídeo Mesmo nervosa, Marília segurou no gogó um repertório que chegou a soar repetitivo sem deixar de se comunicar de imediato com o público-alvo da live. Com exceção de uma ou outra música que retratou amor feliz, caso de Apaixonadinha (2019), composição gravada por Marília com Léo Santana, o repertório da rainha da sofrência versou sobre traições, saudades, desilusões e insatisfações amorosas, com a intérprete alternando-se nos muitos papéis desse roteiro afetivo. “…E o preço que eu pago / É nunca ser amada de verdade”, lamentou em Amante sem lar (2107). “O que falta em você sou eu”, sentenciou no verso-título da canção O que falta em você sou eu (2014). “Te ver sofrendo não é bom, é sensacional”, rebateu, revanchista, em Passa mal (2018). “Se ele não te quer, supera”, aconselhou em Supera (2019), em momento de mulher para mulher. No roteiro, Marília alternou músicas recentes e composições (um pouco mais) antigas, caso de Hoje somos só metade, sucesso de 2015, ano-chave na trajetória ascendente da cantora. Em todos os momentos, pairou a espontaneidade. “Corta! Corta que essa eu não ensaiei”, pediu Marília assim que o técnico soltou o playback de música imprevista no roteiro. A live reiterou a empatia e o poder de comunicação da popular cantora com o próprio público, chamado de “rebanho”. Entre goles do “líquido misterioso”, que a artista revelou ser água com gás às 22h42m, e entre estratégicas divulgações de doações de empresas e artistas para ajudar no combate da covid-19, a cantora fez o que se esperava dela na live em nome de uma “proposta maior”, como ressaltou antes de reviver Quatro e quinze (2015), música das antigas, sendo que antiguidade, no caso de Marília, é composição de cinco ou seis anos atrás. Dando voz a músicas mais ou menos novas, como a seminal Alô porteiro (2014) e a recente Ciumeira (2018), Marília Mendonça entreteve o “rebanho” ao longo de três horas e meia de transmissão.
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Discos para descobrir em casa – ‘Sambossa’, Elza Soares, 1963
Capa do álbum 'Sambossa', de Elza Soares Reprodução ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Sambossa, Elza Soares, 1963 ♪ Renascida artisticamente ao longo dos últimos cinco anos, em mais um movimento de fênix iniciado com a edição do impactante álbum A mulher do fim do mundo (2015), Elza Soares tem passado musical desconhecido por grande parte do público que a segue somente em discos e shows recentes. Projetada em dezembro de 1959 com retumbante gravação do samba Se acaso você chegasse (Lupicínio Rodrigues e Felisberto Martins, 1938), a cantora carioca viveu proveitosa fase na carreira fonográfica nesse início de trajetória. De 1959 a 1973, Elza lançou pela gravadora Odeon série de singles e álbuns que evidenciaram a bossa negra da voz rouca, esperta nas divisões, cheia de manemolência. Em essência, Elza Soares atravessou os anos 1960 como hábil cantora de sambalanço. Quarto álbum da discografia da artista, Sambossa se inseriu nesse sincopado universo musical, como já sugeriu o título. O álbum Sambossa foi lançado em março de 1963, precedido por disco de 78 rotações por minuto editado em janeiro daquele ano de 1963 com as gravações de Só danço samba (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1962) – em interpretação apimentada – e Sim e não (Venâncio, Carlos Magno e Edilton Lopes, 1963), fonogramas registrados anteriormente, em dezembro de 1962, e reaproveitados para o álbum. Gravado de 8 a 22 de janeiro no estúdio da sede carioca da gravadora Odeon, sob a direção artística do pianista José Ribamar (1919 – 1982), o álbum Sambossa fez jus ao título. Resultou em disco de sambas amplificados com a bossa negra da voz de Elza, então com 33 anos. Como já mostrava a gravação do samba Rosa morena (Dorival Caymmi, 1942) alocada na abertura do disco com arranjo orquestral, a cantora recorreu aos scats para cair em suingue singular. Evocando com personalidade o canto jazzístico de Louis Armstrong (1901 – 1971), astro norte-americano que Elza conhecera em 1962, a cantora envenenou Gamação (José Roberto Kelly, 1962) e elevou A banca do distinto (1959), sucesso do cancioneiro de Billy Blanco (1924 – 2011), compositor paraense que vivia bom momento na carreira projetada nos anos 1950 na cidade do Rio de Janeiro (RJ). As duas faixas sobressaíram no álbum. Nome dominante nos créditos do repertório de Sambossa, Blanco assinou quatro das 12 músicas do disco. Além de A banca do distinto, Elza incluiu no álbum os já esquecidos sambas Primeira comunhão (Billy Blanco e Miguel Xavier, 1963), Vaca de presépio (1958) e Maria, Mária, Mariá (1962), composição lançada na voz da própria Elza no ano anterior. O toque do piano de Primeira comunhão deu molho jazzy à faixa. Com tom sentimental, quase dramático, Leilão (Nazareno de Brito e Armando Nunes, 1962) evidenciou a eventual falta de sintonia entre o repertório e o balanço de Elza. Quando Elza deu voz a um repertório à altura do canto da intérprete, o resultado quase sempre foi empolgante. A reluzente gravação de A corda e a caçamba (Antônio Almeida, 1962) exemplificou que Elza Soares era a tal na década de 1960 quando combinava samba e bossa negra. Com balanço aliciante, o samba Mulata de verdade (Sérgio Malta, 1963) – ambientado em clima de gafieira – corroborou essa sensação e completou com Quando o amor não é mais amor (Cirene Mendonça e Ricardo Galeno, 1963) o repertório de Sambossa, disco que retratou bem Elza Soares na fase inicial da carreira da cantora.
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Mais que views… Lives arrecadam ao menos 1,4 mil toneladas de alimentos e quase R$ 1 milhão
Levantamento do G1 leva em conta as principais transmissões ao vivo e cifras divulgadas pelas próprias equipes dos artistas. Veja lista das entidades beneficiadas. A sertaneja Marília Mendonça transmite show no YouTube Caio Rocha/FramePhoto/Estadão Conteúdo Desde 28 de março, quando Gusttavo Lima fez sua live de quarentena no YouTube, as transmissões on-line de shows viraram assunto e um programa ótimo para curtir em casa. Segundo levantamento do G1, estas são as cifras somadas das doações de nove das principais lives via YouTube, Facebook e Instagram: R$ 960 mil 1,4 mil toneladas de alimentos (*) (*) não foi levada em conta a quantidade arrecadada por Gusttavo Lima. A assessoria do cantor não informou qual foi a doação exata de alimentos. As doações feitas por fãs foram declaradas pelas equipes dos próprios artistas. Veja a lista completa no fim desta reportagem. Também foram registradas doações de: 60 mil sabonetes 210 mil máscaras de EPI hospitalar 10 mil gazes hospitalares 1 caminhão de snacks 10 mil frascos de álcool gel 200 cursos pra área de saúde 3 mil quentinhas As lives do levantamento foram feitas entre 28 de março e 5 de abril. São as de Gusttavo Lima, Hungria, Jorge e Mateus, Léo Santana, Tiee com participação de Ferrugem, Lucas Lucco, Xand Avião e do evento Villa Mix Esperança. As cenas de 'lives' da quarentena que já estão na história do entretenimento brasileiro Vale fugir da receita das lives intimistas? Qual o futuro das lives no Brasil? Para quais entidades vão as doações? Gusttavo Lima já começou, segundo a equipe do cantor, a entregar as doações para a Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus, a Comunidade Luz da Vida, a Legião da Boa Vontade, o Grupo Fraterno Paulo de Tarso, a Creche Dona Judith e a Fazendinha do Senhor Jesus, em Goiás. Segundo a assessoria de Gusttavo, 11 instituições devem receber as doações: "Porém, quando foi lançada a 'corrente do bem,' começaram a vir mais e mais doações, então atenderá um número maior." Durante sua live, Xand Avião anunciou os nomes de doadores e cada doação. Em muitos casos, ele se mostrava surpreso. "É sério isso?", perguntava, antes de anunciar a doação. Em uma publicação no Instagram, ele agradeceu "a nação aviãozeira". O valor em dinheiro será doado para o Instituto da Primeira Infância, em Fortaleza. Já as toneladas de alimentos e produtos não perecíveis, além de álcool em gel, serão distribuídos na região de origem de cada doador. As doações arrecadadas na live de Tiee e Ferrugem irão para instituições como Ação da Cidadania, UNICEF, Cruz Vermelha Brasileira e Médicos Sem Fronteiras, segundo informações da assessoria dos cantores de samba e pagode. O Villa Mix Esperança fará sua doação em dinheiro para a Santa Casa de Misericórdia de Goiânia. Jorge e Mateus ainda não anunciaram oficialmente os destinos de suas doações. Jorge e Mateus fazem live com mais de 4 horas de duração Reprodução/Youtube Uma polêmica gigante Criticado por anunciar uma doação condicionada ao número de espectadores de sua live, Léo Santana pediu desculpas e disse que se expressou mal. "A minha intenção sempre foi querer ajudar algumas pessoas, como já venho fazendo há bastante tempo", disse o cantor. "Primeira vez que eu tento divulgar isso e acabo me expondo um certo ponto errado, Mas, ao mesmo tempo, sendo certo por pensar em ajudar ao próximo, já é um ato certeiro." Nesta semana, o cantor diz que fará a entrega do que foi arrecadado na live. "Serão para várias instituições, projetos sociais e famílias da comunidade de Boa Vista do Lobato [Salvador, Bahia], bairro onde ele nasceu", explica a assessoria de Léo. Live de Léo Santana Reprodução A lista de lives compilada pelo G1 tem também uma do rapper Hungria. Ele arrecadou mais de R$ 80 mil em doações. O show teve participação de Whindersson Nunes, o que deve ter contribuído para o engajamento. O humorista também fez uma doação para a campanha Filhos sem Pais e Pais sem Filhos. Lucas Lucco segue com o Bazar do Lucco, que estreou no mesmo dia de sua live. Nele, o cantor realiza a sessão desapego em seu armário e disponibiliza roupas novas e usadas. A renda gerada será dividida entre abrigos de cães (Adote Gavaa e Pit Ales), e outras instituições como Cure a Marina e a Casa do Idoso de Patrocínio (MG), cidade do cantor. "Ninguém esperava passar pelo que estamos vivendo agora. É o momento de nos unirmos e, mesmo que de longe, nos aproximarmos cada vez mais de quem amamos. Além disso, pensar no próximo, pensar nas pessoas que estão sendo afetadas com toda esta crise", diz Lucco. Gusttavo Lima faz show pela web por causa da quarentena e tem mais de 10 milhões de visualizações Reprodução/Gusttavo Lima O que cada um arrecadou Gusttavo Lima (live em 28 de março) R$ 100 mil Dezenas de toneladas de alimentos, álcool em gel e outros itens que serão destinados a hospitais e instituições de caridade Hungria (live em 3 de abril) R$ 80 mil (valor de todas as doações) Leo Santana (live em 4 de abril) Mais de 40 toneladas de alimentos arrecadados (4 mil cestas básicas) Luccas Lucco (live em 4 de abril) R$ 214 mil (somando os boletos gerados e as doações das empresas) 1 tonelada de arroz para ser distribuído para famílias da cidade Patrocínio, em Minas Gerais Xand Avião (live em 4 de abril) R$ 322 mil 455 toneladas de alimentos 1500 cestas básicas 3 mil quentinhas Jorge e Mateus (live em 4 de abril) 172 toneladas de alimentos 10 mil frascos de álcool gel 200 cursos pra área de saúde Villa Mix Esperança (live em 5 de abril) 512,5 toneladas de alimentos R$ 250 mil 1.737 cestas básicas 60 mil sabonetes 210 mil máscaras de EPI hospitalar 10 mil gazes hospitalares 1 caminhão de snacks Tiee com Ferrugem (live em 5 de abril) 40 toneladas de alimentos Marília Mendonça (live em 8 de abril) 225 toneladas de alimentos 2 toneladas de produtos de limpeza 250 quilos de pão de queijo 260 litros de refrigerante 100 litros de tinta 2 toneladas de argamassa 50 metros de piso
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MPB4 regrava músicas da travessia em registros feitos na quarentena
Grupo lança abordagens inéditas de composições como 'Gota d'água' e 'Cicatrizes'. ♪ Quando deu vozes ao cancioneiro de Milton Nascimento no álbum Encontro marcado (1993), o MPB4 reviveu Travessia – parceria com Fernando Brant (1946 – 2015) que, em 1967, deu projeção nacional ao cantor em plataforma de festival da canção – em gravação valorizada pela presença do próprio Milton. Dedicado a regravar músicas da longa trajetória nesse momento de quarentena, o quarteto de origem fluminense – integrado atualmente por Aquiles e Miltinho (dois remanescentes da formação clássica do grupo) com Dalmo Medeiros e Paulo Magaluti Pauleira – volta a abordar Travessia, desta vez em registro feito com a adesão do Duo Gisbranco. Ainda inédita, a regravação de Travessia integra série de fonogramas produzidos pelo MPB4 para lançamento nas redes sociais e no canal de vídeo do grupo. Feita com o reforço vocal de Claudia Castello Branco, a regravação de Gota d'água (Chico Buarque, 1975) também faz parte da série, tendo entrado em rotação na quarta-feira, 8 de abril, e se juntado aos já lançados registros de Cicatrizes (Miltinho e Paulo César Pinheiro, 1972) e Pesadelo (Maurício Tapajós e Paulo César Pinheiro, 1972), duas músicas emblemáticas na carreira fonográfica do quarteto, ambas lançadas no álbum Cicatrizes (1972).
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Péricles faz live nesta quinta-feira (9) e pede ajuda de fãs para compor repertório
Cantor também vai disponibilizar espaço para perguntas de fãs enviadas previamente. Neste domingo, Péricles desembarca em Curitiba para apresentar o Pagode do Pericão. O show acontecerá no LLUM Eventos. Fabio Nunes. Um dia após Marília Mendonça levar sua sofrência para as lives de quarentena, Péricles vai mudar o ritmo das transmissões on-line e levar algumas de suas canções de pagode para os fãs. A live de Péricles será transmitida nesta quinta-feira (9), às 20h, no canal oficial do cantor no YouTube. Link. Initial plugin text Initial plugin text Para formar o repertório, o artista pediu a ajuda dos fãs, que poderão enviar sugestões do que querem ouvir através das redes sociais do cantor. Pelos mesmos canais, os fãs também podem enviar perguntas ao cantor. A internet já está ansiosa para a apresentação de Péricles e iniciou o compartilhamento de uma série de memes. Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text
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Chynna Rogers, rapper e modelo, morre aos 25 anos
'Chynna era profundamente amada e sentiremos muito sua falta', afirmou família através de comunicado divulgado pelo empresário. Chynna Rogers, rapper e modelo, morre aos 25 anos Reprodução/Instagram A rapper e modelo Chynna Rogers morreu nesta quinta-feira (9), aos 25 anos. A informação foi confirmada à imprensa internacional por seu empresário. "Lamentavelmente, eu confirmo a morte de Chynna Roges", informou John Miller em comunicado. Ele também compartilhou uma mensagem da família, dizendo: "Chynna era profundamente amada e sentiremos muito sua falta". A causa da morte não foi informada. Segundo o jornal Daily Mail, embora a rapper tenha lutado contra o vício de opioides no passado, não há nenhuma indicação de que a morte seja relacionada a isso. Nascida na Filadélfia, Chynna Rogers iniciou a carreira profissional como modelo. Aos 14 anos, ela assinou contrato com a agência Ford Models. Na mesma época que começou a modelar, Rogers se tornou próxima do rapper A$AP Yams. Ela lançou seu primeiro single, "Self", em 2013. Seu primeiro EP, "I'm Not Here", foi lançado em 2015.
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