Rapper Black The Ripper morre aos 32 anos, diz jornal
Segundo informações do Daily Mail, causa da morte do artista é desconhecida. Rapper Black The Ripper Reprodução/Instagram O rapper Black The Ripper morreu aos 32 anos, segundo informações do jornal britânico Daily Mail. Dean West, nome verdadeiro do músico, estreou na carreira musical no início da década de 2000 e ficou conhecido após o lançamento das coletâneas de remix “Holla Black” e “Afro Samurai”. Além da música, o rapper também se tornou uma das maiores vozes a favor da legalização da maconha no Reino Unido. Além disso, comandava a Dank of Englang, que vendia uma variedade de produtos, como roupas e acessórios, relacionados à maconha. Segundo o Daily Mail, a causa da morte ainda é desconhecida. Na segunda-feira (6), artistas e amigos do rapper prestaram homenagens nas redes sociais. "Lágrimas verdadeiras. Eu nunca chorei. Descanse em paz, irmão. Eu estarei sempre aqui por seu filho", escreveu MC Chip, compartilhando uma foto com o rapper. 'Descanse em paz, The Ripper. Minhas mais sinceras condolências aos seus amigos e familiares", escreveu DJ Semtex no Twitter. Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text
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Série de TV ‘All Rise’ vai filmar episódio sobre o coronavírus à distância
Segundo a rede CBS, produtores usarão para a gravação diversas redes sociais e aplicativos, como FaceTime e Zoom. Elenco da série "All Rise" Reprodução/Instagram Um episódio da série "All Rise", do canal CBS, dedicado ao funcionamento da justiça durante a pandemia de coronavírus, será filmado à distância e com os atores em suas casas, uma novidade para uma produção americana. Os produtores usarão diversas redes sociais e aplicativos para filmar à distância, como FaceTime ou Zoom, informou a CBS. Depois de filmar as cenas de cada ator, a produção usará efeitos especiais para mudar a decoração e adicionar o que for necessário. O episódio seguirá as normas de confinamento em vigor atualmente no estado da Califórnia e em Los Angeles, cenário da série, indicou a CBS. Apenas o diretor de fotografia fará planos externos – e dentro de um veículo -, que devem permitir mostrar as ruas de Los Angeles desertas em consequência das medidas reais de confinamento. No episódio, "escrito e inspirado pelos acontecimentos atuais", a juíza Lola Carmichael (Simone Missick) é autorizada a presidir um julgamento à distância. Ao mesmo tempo, os personagens principais se adaptam às restrições de deslocamentos devido à pandemia de coronavírus. "All Rise" está em sua primeira temporada. O episódio deve ser exibido no dia 4 de maio.
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Joyce Moreno versa sobre a morte em samba-choro feito com Moacyr Luz
♪ “A morte é uma fronteira / Apenas baldeação / Se tudo vai passar / Somente a morte não”. Se lidos ou ouvidos neste momento em que o mundo caminha em marcha lenta com o objetivo de frear o contágio pelo coronavírus e os óbitos decorrentes da disseminação da covid-19, os versos escritos por Joyce Moreno para o ainda inédito samba-choro A morte é uma invenção soam extremamente atuais porque parecem versar sobre a pandemia. Mas a própria artista carioca fez questão de esclarecer, ao apresentar a letra em rede social, que os versos sobre os sentidos da morte foram escritos em dezembro de 2019, “antes de isso tudo começar”. A morte é uma invenção é parceria de Joyce com Moacyr Luz, compositor carioca que completou 62 anos no domingo, 5 de abril. A propósito, o aniversário de Moacyr foi o pretexto para Joyce divulgar em rede social a existência desse samba-choro que amplia a parceria aberta em 2017 com a composição de DNA, samba em tributo ao compositor Elton Medeiros (1930 – 2019). ♪ Eis a letra de A morte é uma invenção, parceria de Joyce Moreno com Moacyr Luz: A morte é uma invenção (Moacyr Luz e Joyce Moreno) A morte é uma invenção De quem pensou viver Foi feita pra assustar, pra esconder O que não foi, nem pode ser A morte é desmedida Virá pra mim, pra você A morte é uma extensão Do que se conheceu Do que se viu, do que se viveu Do que buscar, do que escolher A morte é igual à vida E seu contrário é nascer A morte de um país A morte dos seus sonhos De amigos, pais, irmãos, então Parece tudo estranho… A vida é passageira Num barco sem direção A morte é uma fronteira Apenas baldeação Se tudo vai passar Somente a morte não Amores, ideais, construção Tudo se faz por distração Até que a morte chegue E a morte é pura ilusão
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James King, participante de reality sobre obesidade mórbida, morre aos 49 anos, segundo TMZ
De acordo com a publicação, morte aconteceu na sexta-feira (3). Em última aparição no programa, James estava com 381 quilos. James King, participante de reality sobre obesidade mórbida, morre aos 49 anos, segundo TMZ Reprodução/YouTube James King, um dos participantes favoritos do "Quilos Mortais (My 600-lb Life)", reality show sobre obesidade mórbida, morreu em um hospital em Nashville, aos 49 anos, segundo o site TMZ. De acordo com a publicação, fontes familiares confirmaram a informação. Ainda segundo o site, James morreu na sexta-feira (3). Entre as doenças apresentadas por James, estavam sepse e cirrose hepática. Sua última aparição no reality aconteceu em 2018. Na ocasião, o participante havia ganhado peso desde sua estreia, em 2017. Ele passou de 358 quilos para 381 quilos. James era casado com Lisa Raisor King, tinha seis filhos e 19 netos.
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John Taylor, do Duran Duran, revela melhora após teste positivo para Covid-19: ‘Nem sempre mata’
Baixista da banda inglesa relata que foi diagnosticado com coronavírus há três semanas, descreve a doença como 'versão turbinada de uma gripe' e diz que quarentena o ajudou a se recuperar completamente. John Taylor, do Duran Duran, revela melhora após teste positivo para Covid-19: 'Nem sempre mata' Reprodução/Facebook John Taylor, do Duran Duran, usou as redes sociais para compartilhar que testou positivo para a Covid-19. No Facebook da banda inglesa, o baixista relatou que foi diagnosticado com coronavírus há três semanas, descreveu a doença como "versão turbinada de uma gripe" e diz que a quarentena o ajudou a se recuperar completamente. "Queridos amigos, depois de pensar um pouco sobre isso, decidi compartilhar com vocês que eu testei positivo para o coronavírus cerca de três semanas atrás." "Talvez eu seja particularmente um robusto homem de 59 anos de idade – gosto de pensar assim – ou fui abençoado com um caso leve de Covid-19. Mas após uma semana ou menos do que isso do que eu poderia descrever como uma versão turbinada de uma gripe, eu saí dessa e comecei a me sentir bem. Embora eu deva admitir que eu não ligava para a quarentena, que me deu a chance de me recuperar realmente." John ainda completou o texto deixando uma mensagem positiva para os fãs. "Estou me manifestando em resposta à enorme quantidade de medo que está sendo gerado com a pandemia, algo completamente justificável, e meu coração vai para cada um que está tendo que lidar com perdas e dores reais. Mas eu queria que vocês soubessem que isso nem sempre mata e nós podemos e vamos vencer isto." "Envio todo meu amor para meus amigos e fãs, na Itália particularmente, no Reino Unido, Estados Unidos e todos os lugares do mundo em que eu tive a sorte de visitar durante minhas turnês com o Duran Duran. Mal posso esperar para voltar aos palcos, compartilhar novas músicas, amor e alegria. Mantenham-se seguros, permaneçam conectados e sejam criativos." Veja famosos que foram diagnosticados com coronavírus Initial plugin text
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Pabllo Vittar aposta em ‘Lovezinho’ com Ivete Sangalo enquanto ‘Rajadão’ ganha remix de Rennan da Penha
♪ Dando continuidade à divulgação da segunda parte do álbum 111, Pabllo Vittar aposta na promoção da faixa Lovezinho (Pabllo Vittar, Arthur Marques, Rodrigo Gorky, Maffalda, Pablo Bispo e Zebu), gravada com Ivete Sangalo. Vittar lança em breve o clipe dessa música de sensualidade artificial que flerta com o arrocha. Ivete obviamente participa do clipe. Enquanto isso, a faixa Rajadão (Arthur Marques, Rodrigo Gorky, Maffalda, Pablo Bispo e Zebu) continua disparando na preferência popular e ganha remix do DJ Rennan da Penha. O DJ de funk já está divulgando em rede social um trecho do remix em 160 BPM de Rajadão, pop trance espiritualista de tom épico que converteu até seguidores de artistas evangélicos. Com versos esperançosos como “O poder da vitória vai curar a dor / … / A chuva da vitória vai reinar no fim / E quem caiu vai levantar e a gente vai vencer / Sofrimento acabar e o amor vai crescer”, Rajadão vai até ganhar lyric video oficial, mas, por ora, as ações de Pabllo Vittar estão teimosamente (con)centradas em Lovezinho.
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Gabriel Elias anuncia ‘Música pra curar brasileira’, álbum produzido em casa, na quarentena
♪ Assim como Baco Exu do Blues, rapper que gravou em casa o recém-lançado disco Não tem bacanal na quarentena, o cantor, compositor e músico mineiro Gabriel Elias também produziu álbum na quarentena. Gravado em estúdio na casa do artista, na cidade de São Paulo (SP), o álbum de Elias se chama Música pra curar brasileira. O primeiro single, Pensamentos soltos, aporta nas plataformas de áudio na sexta-feira, 10 de abril. A música Pensamentos soltos reverbera as boas vibrações presentes no cancioneiro de Elias, voltado para o folk e para o reggae de cepa pop. Com o álbum Música pra curar brasileira, o artista pretende versar com leveza sobre a necessidade do autoconhecimento para superação de ansiedade e depressão, problemas decorrentes do isolamento social necessário para frear o avanço da pandemia do coronavírus. “Este disco é extremamente leve e extremamente pontual com assuntos importantes que nem sempre são falados pelo meio pop. O álbum todo tem uma mensagem para ser compreendida, até nas músicas com conceito mais pop. É um disco para ser apreciado com o seu eu interior e dar voz a ele”, teoriza Gabriel em nota sobre o o álbum Música pra curar brasileira, gravado com os toques dos músicos que compõem a banda do artista, captados à distância, via aplicativos. Com 12 faixas, o álbum Música pra curar brasileira será apresentado em três partes ao longo deste ano de 2020.
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Duffy revela detalhes de estupro e sequestro no passado e explica afastamento da carreira musical
Cantora fez longa carta compartilhada em seu site onde diz agora se 'sentir livre' e ter 'deixado passado para trás'. Duffy Reprodução/Twitter A cantora Duffy fez um longo relato sobre a última década que passou longe da música. Na carta publicada em seu site, ela dá mais detalhes sobre o sequestro e estupro que sofreu e que a fez querer se manter longe dos holofotes. Em fevereiro, Duffy já havia citado nas redes sociais que o trauma causado pela violência foi o motivo que a fez se retirar da cena musical e desistir da carreira. Agora, a cantora publicou um texto em seu site relatando mais detalhes sobre o estupro e a longa jornada para se curar do trauma. Duffy inicia o depoimento lamentando que a história contenha tristeza em um tempo em que as pessoas precisam exatamente do oposto. Ela diz que não é nenhuma acadêmica para falar sobre momentos de crises em tempos de pandemia de coronavírus — que ela cita ter servido de catalisador para divulgar sua história –, mas que pode mencionar seus próprios momentos de crises, "que foram dias trágicos". "Espero que minhas palavras sirvam de uma momentânea distração ou talvez até algum conforto para que possam sair da escuridão". Estupro "Isso foi no meu aniversário. Eu estava drogada em um restaurante, eu fiquei drogado por quatro semanas e viajei para outro país", explica Duffy, que ao longo de todo o depoimento, não revela o nome do criminoso. Ela ainda diz que durante esse período, a pessoa 'fez confissões veladas de que estava esperado para me matar". Initial plugin text "Não me lembro de entrar em um avião ou de viajar na traseira de um veículo. Fui colocado em um quarto de hotel e o criminoso voltou e me estuprou. Lembro-me da dor e tentei ficar consciente. Eu pensava em fugir enquanto ele dormia, mas não tinha dinheiro e eu tinha medo que ele chamasse a polícia e eles me colocassem como desaparecida." "Eu não me senti segura em ir à polícia. Eu senti que se alguma coisa desse errado, eu poderia ser morta. E ele poderia me matar. Eu não poderia arriscar." Duffy conta que considerou mudar seu nome para poder "sumir para outro país e deixar o passado para trás". Ela ainda cita que sentiu que não falar sobre o estupro ao longo dessa década a fazia sentir como "se o estupro fosse um companheiro e que não queria mais sentir essa intimidade". 'Tive que me libertar". "Demorou tanto tempo para eu falar, porque depois que fui estuprada e mantida em cativeiro, fugi. Eu me mudei cinco vezes nos três anos seguintes, nunca me sentindo a salvo do estuprador. Fiquei tanto tempo fugindo. Encontrei um lugar para morar, a quinta casa, não era tão confinada quanto as outras casas, onde eu sofri silenciosamente. Neste lugar que eu passaria anos solitários para encontrar a estabilidade para me recuperar, eu parei de correr e me mudar. Me senti segura. Me sinto segura agora." Duffy diz também que passou longos períodos pensando em relatar toda a história e voltar para os holofotes, mas não o fez por inúmeras questões, incluindo “o risco de enfrentar constantemente questionamentos sobre "o que aconteceu", "onde desapareceu", "por que você desapareceu", "o que você faz ao longo desses anos". Agora, ela escreve: "Agora posso deixar esta década para trás, que pertence ao passado. Espero que não haja mais 'o que aconteceu com Duffy'. Agora você sabe … E eu estou livre.' Carreira musical Em 2018, o hit “Mercy”, de Duffy, passou cinco semanas nas paradas britânicas e se tornou a terceira faixa mais vendida naquele ano. "Rockferry", seu álbum de estreia, também foi bastante aclamado. Em 2010, a cantora lançou o disco "Endlessly", mas que não foi tão bem recebido pela crítica. Com o passar dos anos após o último lançamento, o público começou a especular sobre o desaparecimento da cantora. Apesar de ser otimista sobre um possível retorno para a carreira musical, Duffy não relata planos concretos e apenas diz que está " fazendo isso para se libertar”.
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Roberta Miranda manda abraço em forma de música com rap de Daniel Del Sarto
Clipe da composição inédita encadeia imagens, feitas por celular, de artistas como Zeca Pagodinho, Wanderléa e Péricles. Capa do single 'Te abraço com a música', de Roberta Miranda Reprodução ♪ Roberta Miranda lança Te abraço com a música, composição inédita de autoria da artista, de batida dançante. Lançada em single na última sexta-feira, 3 de abril, a gravação de Te abraço com a música ganha clipe colaborativo, gravado em quatro dias em produção viabilizada pela internet com as participações de artistas em imagens captadas via celular. No single e no clipe, Te abraço com a música incorpora rap escrito e falado pelo ator e cantor Daniel Del Sarto. Roberta inseriu o rap na música quando a gravação já estava sendo finalizada com produção musical e arranjo de Jovani Silveira. O clipe de Te abraço com a música encadeia imagens de artistas que dublam o verso-refrão-título da música. O elenco do vídeo inclui, entre outros nomes, Zeca Pagodinho, Wanderléa, Péricles, Salgadinho, Tânia Mara e a fadista Mariza, vista no clipe em imagem enviada de Portugal. O clipe de Te abraço com a música entrou em rotação no fim da noite de domingo, 5 de abril.
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Com curadoria de Lady Gaga, OMS organiza uma série de shows virtuais para arrecadar fundos para combater a covid-19
Evento 'One World: Together At Home' será transmitido no dia 18 de abril em redes sociais e plataformas de streaming . Evento será realizado em parceria com a instituição Global Citizen Reprodução A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta segunda-feira (6), em parceria com a cantora Lady Gaga e a Instituição Global Citizen, a "One World: Together At Home" ("Um Mundo: Juntos em Casa", em português), uma série de shows para arrecadar fundos no combate o novo coronavírus. Segundo Lady Gaga, os valores arrecadados irão beneficiar profissionais de saúde, que estão na linha de frente na luta contra a covid-19, e instituições de caridade locais e regionais que fornecem comida, abrigo e assistência médica àqueles que precisam de ajuda. Além de Lady Gaga, a programação musical inclui Paul McCartney, Elton John , Billie Eilish e Finneas, Lizzo, Stevie Wonder, John Legend, Chris Martin (vocalista do Coldplay), Eddie Vedder, Kacey Musgraves, J Balvin, Keith Urban, Alanis Morissette, Lang Lang e Andrea Bocelli, Billie Joe Armstrong (Vocalista do Green Day), Burna Boy e Maluma. Segundo Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS, "a pandemia da covid-19 continua afetando pesadamente famílias, comunidades e nações do mundo inteiro. Mas também está dando origem a atos incríveis de generosidade, solidariedade e cooperação". O evento será transmitido digitalmente no dia 18 de abril em diversas plataformas incluindo YouTube, Facebook, Instagram e Twitter. Durante a coletiva de imprensa, Lady Gaga informou que nos últimos 7 dias, a indústria do entretenimento levantou cerca de US$ 35 milhões para o fundo de solidariedade da OMS.
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