Claudia Leitte aposta em ‘Rebolada bruta’ com funkeiro MC Zaac
Música promove a segunda parte de 'Bandera move', álbum trilíngue da cantora. ♪ Claudia Leitte lança na sexta-feira, 3 de abril, a segunda parte de Bandera move, álbum trilíngue que reúne músicas gravadas em português, inglês e espanhol. Na capa de Bandera move – P. II, a artista aparece em foto de Danilo Borges, em imagem incrementada com arte de Alceu Neto. A faixa escolhida para promover essa segunda parte do álbum é Rebolada bruta, música gravada pela cantora com o funkeiro paulista MC Zaac e já mostrada por Claudia Leitte em fevereiro, na temporada carnavalesca da Bahia. Gravado em novembro, sob direção de Jacques Dequeker, o clipe de Rebolada bruta entrará em rotação a partir das 13h de sexta-feira, 3, na sequência da edição do single à meia-noite. A segunda parte do álbum Bandera move chega ao mercado fonográfico quatro meses após a primeira, apresentada em dezembro em EP com quatro músicas. Esse EP inicial sinalizou que, sem deixar de ir atrás do trio elétrico, Claudia Leitte tenta com Bandera move se inserir no globalizado mercado pop latino de língua hispânica.
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Casa das Máquinas apronta o primeiro álbum em 44 anos
Em evidência na década de 1970, banda paulistana de rock reúne 10 músicas inéditas no disco. ♪ Erguida em 1973, desativada em 1978, remontada brevemente em 2003 e reconstruída para valer a partir de 2007, Casa das Máquinas lança em 2020 o primeiro álbum dessa banda de rock em 44 anos. Gravado em estúdio de São Paulo (SP), cidade natal desse grupo que surfou na onda do rock progressivo da década de 1970, o álbum contabiliza dez músicas e tem edição prevista para o fim deste primeiro semestre, via Monstro Discos, nos formatos de LP e CD. Uma das músicas, A rua, já está em rotação em single editado na sexta-feira, 27 de março. Com letra que versa sobre crianças que vivem abandonadas na selva das cidades, A rua é composição de autoria de José Aroldo Binda, músico integrante da primeira formação da Casa das Máquinas. Fora da banda desde meados dos anos 1970, Binda não integra a formação atual da Cada das Máquinas, composta por Mario Testoni Junior (teclados e vocal), Mario Thomaz (bateria e vocal), Cadu Moreira (guitarra, violão e vocal), Geraldo Vieira (baixo e vocal) e Ivan Gonçalves (voz). O vindouro quarto álbum da banda é o primeiro desde Casa do rock, editado em 1976.
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Filho de Martinho da Vila, Tunico da Vila gravita em torno da dinastia no álbum ‘Fases da vida’
♪ Filho de Martinho da Vila, o cantor, compositor e percussionista carioca Tunico da Vila lança o terceiro álbum, Fases da vida, na sexta-feira, 3 de abril. Embora reúna 12 músicas no repertório quase inteiramente autoral, o disco já chega ao mundo com baixo teor de novidade. É que, das 12 faixas, somente quatro são inéditas. A música-título Fases da vida, o samba Te levo pro boteco, o partido alto Na beira do mar (gravado com adesões de Dudu Nobre, Martinho da Vila e Xande de Pilares) e Pelos caminhos de um só (faixa em que Xande de Pilares também figura como convidado) formam o lote de novidades do repertório do disco produzido por Rildo Hora. Outras quatro músicas – Quero quero (2019), Madalena do Espírito Santo (Coração de Deus) (2019), Que paixão tão linda é essa (2019) e É dia de rede no mar (2019) – foram apresentadas em singles lançados ao longo do ano passado. Quero quero, cabe lembrar, se diferencia no disco por trazer o samba para o universo do hip hop, já que Tunico regravou a música do pai Martinho da Vila – lançada pelo compositor no álbum Presente (1977) – com intervenções dos rappers BK, Dexter, Rappin' Hood, Kamau e Rashid, além do coletivo Melanina MC's e do próprio Martinho. Já as quatro músicas restantes do álbum Fases da vida foram lançadas em 6 de março no EP Cadê você, cavaquinho?, batizado com o nome do samba de Tunico gravado com a participação de Péricles. No EP, Tunico também apresentou Iakalaiá (semba, ritmo angolano embutido na raiz do samba), Rio de fé (samba maxixado gravado com a cantora Ana Clara) e De fato e de direito (ode ao bairro carioca de Vila Isabel, terra de Tunico, habitada por bambas imortais como Noel Rosa e o próprio Martinho da Vila). O álbum Fases de vida flagra Tunico da Vila gravitando em torno da nobre dinastia e das presenças de convidados ilustres, com a ambição de iniciar ciclo com a edição do disco.
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Riachão, alegre sambista-cronista da Bahia, deixa obra inexplorada
Morte do compositor, aos 98 anos, põe em foco cancioneiro irreverente que, na memória popular, se resume a 'Cada macaco no seu galho' e 'Vá morar com o diabo'. ♪ OBITUÁRIO – É difícil dimensionar, em quantidade, a obra autoral do cantor e compositor baiano Clementino Rodrigues (14 de novembro de 1921 – 30 de março de 2020), o sambista conhecido como Riachão, apelido lhe atribuído na infância que virou nome artístico. “Conhecido”, no caso, é força de expressão, pois, a rigor, o nome de Riachão quase nunca extrapolou as fronteiras da cidade natal de Salvador (BA), embora o artista seja aclamado pela crítica de todo o Brasil. Foi na cidade de Salvador (BA) que Riachão saiu de cena na madrugada desta segunda-feira, 30 de março, aos 98 anos. De acordo com familiares, morreu dormindo, sem poder festejar o centenário vislumbrado no título, Se Deus quiser vou chegar aos 100, do álbum que planejava gravar neste ano de 2020 com repertório inédito e autoral. Estimada em mais de 500 composições, a maioria nunca registrada em disco, a própria obra do compositor parece resumida, na memória popular, aos sambas Cada macaco no seu galho (1972) – lançado nas vozes de Caetano Veloso e Gilberto Gil em gravação feita há 48 anos na volta dos cantores ao Brasil após exílio na Europa – e Vá morar com o diabo (2000), este propagado na voz da cantora Cássia Eller (1962 – 2001) em gravação feita um ano após o registro do autor em dueto com Caetano. Cronista irreverente do samba da Bahia, Riachão personificou a alegria da cidade de Salvador (BA), evocando uma malandragem do bem na obra construída com assinatura pessoal e com inspiração na efervescência rítmica do samba de roda, do partido alto e da chula. Consta que compôs a primeira música na adolescência, por volta dos 15 anos, e não mais parou. Riachão em ilustração de Mike San Chagas, feita para livro infantil escrito pela cantora Vânia Abreu, fã de Riachão Divulgação Iniciada na era do rádio em Salvador (BA), nas décadas de 1940 e 1950, a carreira de Riachão demorou a decolar. Mesmo tendo músicas gravadas por cantores associados ao forró, sobretudo Jackson do Pandeiro (1919 – 1982), Riachão somente obteve a chance de registrar a própria obra em disco em 1973, no embalo da repercussão do samba Cada macaco no seu galho nas vozes de Caetano Veloso e Gilberto Gil. Mesmo assim, Riachão teve que dividir o álbum Samba da Bahia (1973) com os conterrâneos contemporâneos Batatinha (1924 – 1997) e Panela (1937 – 1999). Na (generosa) parte que lhe coube neste disco coletivo, Riachão registrou músicas como Vou chegando, Fufú e Pitada de tabaco. O primeiro álbum solo, Sonho de malandro, veio ao mundo oito anos mais tarde, em 1981, por via independente, com músicas como Eu também quero e Quando o galo cantou. Neste disco, os títulos das composições Baleia da Sé e Lavagem do Bonfim já sinalizaram que a inspiração de Riachão vinha sobretudo da Bahia Natal, musa inspiradora de crônicas musicais como Incêndio no Mercado Modelo, composição da década de 1950. Os álbuns Humanenochum (2000) – repleto de convidados como Caetano Veloso, Carlinhos Brown, Ivone Lara (1922 – 2018) e Tom Zé – e Mundão de ouro (2013) deram continuidade à discografia espaçada de Riachão. Figura extrovertida, Riachão irradiou alegria somente estancada em 2008, ano em que acidente de carro matou a mulher e dois filhos do artista. Aos poucos, o sambista recuperou a alegria de viver. Deus não quis que ele chegasse aos 100 anos, como pediu no título do disco que não teve tempo de gravar, mas Riachão se vai aos 98 anos já tendo garantida a imortalidade artística e deixando no mundo um cancioneiro vivaz que, por ter sido pouco registrado, merece documentação urgente antes que se perca na tradição oral e no tempo.
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Turnê de despedida do Kiss no Brasil é adiada de maio para novembro por causa do coronavírus
Banda passará com a End of The Road Tour por Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Ribeirão Preto, Uberlândia e Brasília A banda KISS é fotografada durante lançamento na Sirius Satellite Radio, em Nova York. Andrew Kelly/Reuters A passagem da turnê de despedida do Kiss pelo Brasil foi adiada de maio para novembro por causa do coronavírus. As novas datas da "End Of The Road Tour" são: São Paulo, dia 14/11/2020, no Allianz Parque; Brasília, dia 10/11/2020, no Ginásio Nilson Nelson; Uberlândia/MG, dia 12/11/2020, no Estádio Parque do Sabiá; Ribeirão Preto/SP, dia 15/11/2020, na Arena Eurobike; Curitiba, dia 17/11/2020, na Pedreira Paulo Leminski; e Porto Alegre, dia 19/11/2020, local a definir. A produtora Mercury Concerts informou que todos os ingressos já adquiridos serão válidos para as respectivas novas datas. No comunicado divulgado nesta segunda-feira (30) à imprensa, não foram divulgadas informações sobre restituição de valores de ingressos. Em setembro de 2018, a banda Kiss anunciou sua despedida dos palcos. Desde janeiro, o grupo tem feito apresentações de sua turnê de despedida, já tendo passando pelo Canadá, Estados Unidos, México, Alemanha, Áustria, Rússia, Polônia, Ucrânia, França, Itália, Escócia, Inglaterra, entre outros países. "Tudo o que construímos e conquistado ao longo dessas mais de quatro décadas jamais poderia ter acontecido sem os milhões de pessoas pelo mundo que lotaram clubes, arenas e estádios ao longo dos anos. Essa será a celebração final com todos aqueles que já nos assistiram e a última chance para aqueles que não nos assistiram. Exército Kiss, estamos dizendo adeus em nossa turnê final com nosso maior show já feito e vamos sair do mesmo jeito que entramos: poderosos e incessantes”, escreveu o grupo em comunicado oficial divulgado no site.
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‘Festival da sala’ com Elton John, Dave Grohl, Billie Eilish e outros está disponível na íntegra; veja
iHeart Living Room Concert teve live no domingo e agora colocou todos os shows no ar: Elton John, Camila Cabello, Backstreet Boys, Billie Joe, Sam Smith, Mariah Carey, Demi Lovato… Dave Grohl canta no iHeart Living Room Concert Reprodução Na onda de lives feitas na casa de músicos durante a quarentena do coronavírus, o domingo (29) teve o projeto mais ousado nessa linha até agora. Foi um grande festival ancorado por Elton John, com estrelas do pop à distância. Nesta segunda (30), o iHeart Living Room Concert (festival da sala de estar, na tradução literal) foi colocado no ar na íntegra para ser visto ou revisto. O vídeo tem apresentações Dave Grohl (Foo Fighters), Billie Eilish, Camila Cabello, Alicia Keys, Backstreet Boys, Camila Cabello, Billie Joe (Green Day), Sam Smith, Demi Lovato, Mariah Carey e mais. Veja abaixo: Dave Grohl, Billie Eilish e Elton John são atrações do IHeart Living Room Concert Divulgação
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Sam Smith adia lançamento de disco por causa da crise do coronavírus e muda título que citava morte
'To die for', que sairia em maio, vai ganhar novo nome e outra data em 2020, ainda não anunciados. 'O nome e o lançamento agora não pareciam certos', diz o cantor. Sam Smith canta em show no Lollapalooza 2019 Fábio Tito/G1 Sam Smith adiou o lançamento do seu terceiro disco, que sairia no dia 1º de maio, para uma data ainda não definida em 2020. O título do álbum tinha sido anunciado como "To die for" (motivo para morrer, em tradução livre), mas o cantor diz que não vai usar mais este nome. "O título e o lançamento agora não pareciam certos", disse o cantor em comunicado aos fãs nesta segunda-feira (30). Ele diz que o disco vai sair até o final do ano, e mesmo assim vai lançar faixas novas até lá. Initial plugin text
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Cinema no Brasil tem bilheteria zero com salas fechadas por causa do coronavírus
Pela primeira vez, renda do final de semana foi nula; bilheteria da semana anterior já tinha caído quase totalmente, diz empresa de monitoramento Comscore. Cinemas de grandes redes vão ficar fechados por medidas contra coronavírus Divulgação Pela primeira vez, a bilheteria de cinema no final de semana no Brasil foi zero, com todas as salas fechadas por causa da pandemia do novo coronavírus, anunciou nesta segunda feira a empresa de monitoramento Comscore. Na semana anterior, entre quinta-feira (19) e domingo (22), a bilheteria já tinha caído para quase nada no país, devido às medidas necessárias para evitar o avanço do coronavírus. O filme mais visto, "Bloodshot", teve 166 pagantes em todo o país.
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Pintura de Van Gogh é roubada de museu holandês durante isolamento por coronavírus
Ladrões forçaram portas do Museu Singer Laren durante madrugada e levaram a pintura 'Lentetuin', ou 'Jardim da Primavera', que havia sido emprestada pelo Museu Groninger. Pintura 'Lentetuin', ou 'Jardim da Primavera', de Vincent van Gogh Museu Singer Laren/Reuters Ladrões roubaram uma pintura de Vincent van Gogh do Museu Singer Laren, na Holanda, durante a noite, disse seu diretor nesta segunda-feira (30). A galeria, na cidade de Laren, a leste de Amsterdã, está atualmente fechada ao público devido à pandemia de coronavírus. A pintura "Lentetuin", ou "Jardim da Primavera", que representa o jardim da reitoria de Neunen e data de 1884, havia sido emprestada pelo Museu Groninger, na Holanda. "Estou chocado e absolutamente irritado que isso tenha acontecido", disse Jan Rudolph de Lorm, diretor do Museu Singer Laren, em um vídeo postado no YouTube. "Esta obra de arte esplêndida e comovente de um dos nossos grandes artistas foi roubada, tirada da comunidade", afirmou ele. A polícia disse que os ladrões forçaram as portas da frente de vidro do prédio por volta das 3h15 no horário local. A pintura roubada mostra uma mulher em um jardim com arbustos esparsos de flores vermelhas e a igreja ao fundo. Os museus holandeses estão fechados por causa do surto de coronavírus desde 12 de março.
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Discos para descobrir em casa – ‘Rita e Roberto’, Rita Lee, 1985
Capa do álbum 'Rita e Roberto', de Rita Lee e Roberto de Carvalho Miro ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Rita e Roberto, Rita Lee, 1985 ♪ Em 2020, o coronavírus motivou Rita Lee a escrever letra, Vírus do horror, que gerou música punk. Há 35 anos, em 1985, outro vírus assustou a humanidade, o HIV, muso inspirador de Vírus do amor, música que abriu o álbum lançado pela cantora e compositora paulistana naquele ano de 1985. Imerso em atmosfera depressiva, o álbum Rita e Roberto – assim intitulado porque, de 1982 a 1990, Rita assinou todos os discos em dupla com Roberto de Carvalho, parceiro na música e na vida – interrompeu a sequência hegemônica de sucessos da artista na década de 1980. Em vez do rock pop e carnavalesco dos cinco álbuns anteriores, Madame Lee adotou tom dark em Rita e Roberto, mexendo na fórmula que já havia dado sinais de desgaste no então recente Bombom (1983), disco afogado no tecnopop que regeu os anos 1980. O tecnopop também reverberou no disco de 1985, como atestam as audições das faixas Choque cultural e Vítima, música – formatada com solo de guitarra do mutante Sérgio Dias – que ganharia projeção dez anos mais tarde ao ser propagada como tema de abertura da novela A próxima vítima (TV Globo, 1995). Só que o tom era outro. “Old bossa / New fossa”, avisou Rita nas rimas de Molambo souvenir, entre alusão a sucesso de Maysa (1936 – 1977) e evocação vocal do hobalalá de João Gilberto (1931 – 2019). É evidente que, embora bem recebido pela crítica, o álbum Rita e Roberto surtiu menor efeito popular pelo clima deprê, representando virada de disco (e de mesa) na carreira de artista que vinha dominando as paradas e os palcos. Dentro dessa atmosfera deprê, Rita tirou alguns sarros em repertório que contabilizou nove músicas então inéditas. Yê Yê Yê fulminou estrelas artificiais do pop dos anos 1980. Faixa com bom polimento pop, Noviças do vício perfilou as celebridades ocas da época. Já Não Titia foi petardo certeiro disparado contra Ezequiel Neves (1935 – 2010), jornalista, compositor e produtor musical que Rita acreditava ter sido o disseminador do boato de que a roqueira estava com leucemia. Das nove músicas do álbum, oito ostentaram a assinatura do casal Rita Lee e Roberto de Carvalho. A exceção foi Nave Maria, parceria de Roberto de Carvalho com Caetano Veloso, autor da letra que embutiu referências religiosas. Efeito de desgaste na vida pessoal da artista, então às voltas com internações para se livrar do vício em drogas (embaraços que levaram a gravadora Som Livre a improvisar em 1984 o disco de remixes Rita hits para a cantora ganhar tempo), o álbum Rita e Roberto encenou suicídio surrealista em Gloria F, faixa que perfilou a personagem-título em gravação que aglutinou no coro Paula Toller e Herbert Vianna (também na guitarra). Rita Lee segurou a onda deprê do álbum por pouco tempo. Após o disco, a cantora saiu da gravadora Som Livre, onde ingressara em 1975 para viver a década áurea da carreira fonográfica, e migrou para a EMI, companhia por onde lançou, dois anos depois, Flerte fatal (1987), álbum em que retomou com Roberto o tom pop rock carnavalesco de antes e reconquistou (por breve período) um lugar nas paradas com o hit Pega rapaz. Outros discos vieram, com e sem Roberto de Carvalho. Mas nenhum tão dark como álbum de 1985. Produzido e arranjado por Roberto de Carvalho, o álbum Rita e Roberto ficou na história como (interessante) ponto dissonante na obra fonográfica de Rita Lee. Uma ovelha negra.
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