Movimento em casa: FitDance e Kondzilla anunciam lives de dança com Kekel, Ingryd, Mila e mais
Dois dos maiores canais do YouTube no mundo, produtoras de funk e de vídeos de coreografias fecharam parceria para transmissões de aulas que começam na segunda-feira (30). Mc Ingryd, do funk 'Vem me satisfazer' Divulgação As produtoras de funk Kondzilla e de vídeos de coreografias FitDance anunciaram uma parceria para transmissões ao vivo de aulas de coreografias com participações de MCs de sucesso no Brasil. As lives começam na segunda-feira (30). Veja a programação da primeira semana abaixo. Os dois canais estão entre os maiores em suas categorias no YouTube no mundo. As coreografias serão transmitidas no perfil FitDance. Na transmissão com o Mc Jottape a live acontece pelo perfil do fundador da empresa, Fabio BigBoss. Segunda (30) – Mila – 15h (O Amor que Tu Perdeu) Terça (31) – Kekel – 15h (Tanto Fez Tanto Faz) Quarta (1) – MC Ingryd – 15h (Encaixou Certin) Quinta (2) – JottaPe – 15h (Bate Palma) Sexta (3) – DJ Pernambuco – 15h (Solta o Ponto que Ela Desce) Aprenda antes do carnaval a dançar a coreografia de 'Tudo OK'
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Streaming musical cai nos EUA no início do isolamento; mas sobe audição de faixas infantis e clássicas
Mesmo com as pessoas em casa, consumo geral de música em streaming caiu 8% nos EUA. Faixas infantis e de música clássica estiveram entre os poucos estilos que cresceram. Cena de 'Baby Shark' Reprodução O consumo total de músicas em streaming nos EUA caiu 8% no início do período de isolamento social por causa do coronavírus. Os dados são da consultoria Alpha Data para a revista "Rolling Stone". Entre os únicos estilos de música que foram mais consumidos na semana passada estão o infantil (3,8% maior) e de música clássica (alta de 1,5%). Essa é uma notícia ruim para os artistas que confiavam ao menos na renda do streaming para compensar parte das perdas com o cancelamento de shows, como mostrou o podcast G1 Ouviu: A queda foi puxada pelos estilos mais populares, como pop, rap, R&B e música latina, todas menos consumidas do que no período anterior, mesmo com as pessoas em casa.
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Madonna faz homenagem a Mark Blum, ator que morreu após complicações causada pelo coronavírus
'Engraçado, amoroso e profissional', disse a cantora, que trabalhou com Mark em 'Procura-se Susan Desesperadamente'. Madonna faz homenagem a Mark Blum Reprodução/Instagram Madonna usou as redes sociais para homenagear Mark Blum. O ator morreu aos 69 anos após complicações causada pelo novo coronavírus. Sua morte foi divulgada pela companhia de teatro Playwrights Horizons e confirmada pelo sindicato de atores dos Estados Unidos. "Quero lamentar a morte de um ser humano notável, grande ator e amigo Mark Blum, que sucumbiu ao coronavírus. Isso é realmente trágico e meu coração está com ele, sua família e seus entes queridos". "Lembro dele como um cara caloroso, engraçado, amoroso e profissional quando fizemos 'Procura-se Susan Desesperadamente', em 1985", escreveu a cantora. Madonna também chamou a atenção para a gravidade da pandemia e para a importância do isolamento social. "Outro lembrete de que esse vírus não é brincadeira, nada casual ou para fingir que não vai nos afetar de alguma forma. Precisamos ficar agradecidos, esperançosos, ajudar uns aos outros, e seguir as regras de quarentena." Initial plugin text Mark Blum em cena de 'You' Reprodução/Netflix
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Renato Russo, imortal pensador da geração pop
Compositor, que faria 60 anos, vive na memória do Brasil por conta de obra que versou sobre amor, política e ética com alta carga poética. ♪ MEMÓRIA – Vocalista e principal compositor da banda brasiliense Legião Urbana, Renato Russo (27 de março de 1960 – 11 de outubro de 1996) poderia estar hoje festejando o 60º aniversário de vida se, há 14 anos, não tivesse sido uma das vítimas fatais da epidemia de Aids. Renato saiu de cena, mas, no caso dele, é válido o clichê do mundo do rock, povoado por estrelas imortais. Renato Russo vive! E permanece como um dos principais pensadores da geração coca-cola projetada ao longo da década de 1980 com a expansão do pop rock no mercado brasileiro. Somente o contemporâneo Cazuza (1958 – 1990) ombreia Renato Russo nessa seara poética, já que a individualidade de Arnaldo Antunes somente começou a ser mais bem delineada com a saída do artista do grupo Titãs. Renato Russo e Cazuza são para a turma dos anos 1980 o que Caetano Veloso e Chico Buarque e Caetano Veloso representaram para quem viu florescer a genial geração da MPB da década de 1960. Foram eles que deram o tom. Cazuza era mais desbocado e direto como poeta. Renato, de início, seguiu essa linha ao externar a virulência punk na composição do repertório da banda punk Aborto Elétrico, cancioneiro parcial e naturalmente herdado pela Legião Urbana. Mas, aos poucos, o poeta adotou discurso mais filosófico, lírico, interiorizado, metafórico, às vezes até depressivo. Em suma, Renato Russo fazia poesia urbana na forma de letras de música. Por ter vivido parte da vida em Brasília (DF), um dos epicentros da explosão do punk brasileiro, Renato falou muito de política na obra musical. Mas falou também de (des)amor e de ética nas esferas pública e privada. Tempo perdido (1986), Quase sem querer (1986), Há tempos (1989), Pais e filhos (1989) e Vento no litoral (1991) são somente cinco, entre dezenas de exemplos, da habilidade de Russo de encadear versos existencialistas sem rebuscamentos excessivos. As letras de Russo quase nunca foram escritas com a informalidade de conversas de botequim. Havia quase sempre alta carga poética embutida em certa coloquialidade, mas os versos do poeta tampouco soavam complicados, ininteligíveis. O sucesso massivo da Legião Urbana atestou a capacidade de Renato Russo de dialogar com a própria geração burguesa, filha da revolução. Todo mundo entendia o recado, mesmo que não decifrasse uma ou outra referência literária ou poética inserida em um verso. Por isso mesmo, o cancioneiro do compositor sobrevive à morte do poeta e atravessa gerações.
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Bob Dylan lança ‘Murder Most Foul’, 1ª canção inédita em oito anos; música tem 17 minutos
Nova música do cantor americano relata a história do assassinato do presidente americano e descreve a evolução da contracultura nos anos 60. Bob Dylan, durante show no festival Vieilles Charrues em Carhaix-Plouguer, no oeste da França, em julho de 2012 David Vincent/AP/Arquivo Bob Dylan surpreendeu os fãs nesta sexta-feira ao lançar sua primeira canção inédita em oito anos, uma balada de 17 minutos sobre o assassinato de John F. Kennedy. "Murder Most Foul" relata a história do assassinato do presidente americano e descreve a evolução da contracultura nos anos 60. "Esta é uma canção inédita que gravamos há algum tempo que vocês podem achar interessante. Fiquem seguros, permaneçam atentos e que Deus esteja com vocês", escreveu Dylan em seu site oficial, ao lado de uma foto de Kennedy, que foi assassinado em 1963 em Dallas. A canção está repleta de nomes e referências da cultura pop, incluindo os Beatles, Charlie Parker, Eagles, Stevie Nicks e o festival de Woodstock. Esta é a primeira música inédita lançada por Bob Dylan desde seu álbum de 2012 "Tempest". Nos últimos anos, no entanto, ele lançou álbuns de covers. "Murder Most Foul" também é a primeira canção apresentada pelo artista desde que aceitou, de maneira relutante, o prêmio Nobel de Literatura em 2016. Ele foi o primeiro compositor agraciado com a honraria. Aos 78 anos, Dylan mantém uma agenda intensa de turnês, mas teve que cancelar uma série de apresentações previstas para abril no Japão devido à pandemia de coronavírus. O cantor e compositor espera iniciar uma turnê em junho pela América do Norte.
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Uma despedida
Yvonne Maggie Luiz Alphonsus Ao longo de quase nove anos escrevi semanalmente para o blog A vida como ela parece ser, no G1. Este nome é "(…) uma paródia ao título da coluna de Nelson Rodrigues 'A vida como ela é' do jornal 'Última Hora', iniciada em 1950 e que durou cerca de uma década. É sabido que Nelson Rodrigues escrevia diariamente sua coluna com a ajuda de casos rascunhados por amigos, anonimamente, em pedacinhos de papel deixados sobre sua mesa na redação do Jornal. Daqueles cacos de casos fazia suas crônicas. Longe de me comparar ao genial Nelson Rodrigues, achei boa a paródia porque vivemos hoje repletos de informações fragmentadas que nos chegam das inúmeras redes sociais e meios internéticos, além dos jornais, das revistas e das TVs. Transformar milhares de informações em crônicas simples da vida como ela parece ser seria meu desafio". Escrevi assim no meu primeiro post, no dia 1º de junho de 2011. Procurei ao longo desses anos seguir a trilha aberta pelo grande cronista e um de nossos mais brilhantes romancistas. Claro que meu treinamento como antropóloga me fez e faz escrever sobre como as coisas "parecem ser", pois para "relativizar" é preciso captar "o ponto de vista nativo" e descrever a visão de muitos interlocutores observando o familiar como exótico. Não falei sobre a vida como ela é como fez Nelson Rodrigues, autor que melhor descreveu a vida dos cariocas e dos brasileiros com seus dramas da vida cotidiana. Pois bem, tudo na vida acaba e esta será minha última crônica. Uma despedida que me dói, mas necessária. Sempre estarei participando da vida pública em outros fóruns e escrevendo em outros espaços, mas aqui não mais, infelizmente. Digo que foram anos riquíssimos especialmente porque como pesquisadora e professora universitária dediquei-me obstinada e obsessivamente a temas específicos, como religião, relações raciais e educação. Pesquisei incansavelmente sobre estes assuntos sempre acompanhada de uma equipe composta por jovens estudantes que formei ao longo dos mais de quarenta anos no IFCS/UFRJ. Escrever para o Blog foi um trabalho mais solitário embora o alcance tenha sido maior, atingindo um público fora dos ambientes acadêmicos. Não imaginava poder contribuir como fiz com crônicas que me levaram a conhecer o Complexo do Alemão um ano depois da ocupação e da "pacificação" em junho de 2011, subir as ladeiras estreitas da Vila da Penha onde foi assassinado o grande e inesquecível jornalista Tim Lopes e conhecer o campo de futebol onde o jogador Adriano, o Imperador, deu seus primeiros chutes até chegar ao estrelato no Flamengo. E, também, ver a alegria do Complexo do Alemão e subir os degraus da Igreja da Penha livremente com a minha equipe de pesquisa. A crônica foi um dos momentos importantes na minha carreira de "blogueira", um passo entre a pesquisa de campo e a pesquisa jornalística. Outro momento muito importante para o blog e para mim foi quando da notícia do assassinato de Diego, um jovem estudante da UFRJ, no campus do Fundão em 2015. Instigada por meu amigo Peter Fry, fomos eu e ele, em uma espécie de jornalismo investigativo, desvendar o que havia acontecido. O brutal assassinato estava sendo visto como morte provocada por homofobia, o que na minha visão escondia outras dimensões da tragédia. A partir dos depoimentos dos amigos de Diego, que viviam como ele no mesmo alojamento e como ele eram todos pobres, reconstituí sua extraordinária biografia, exposta em uma das minhas crônicas. O crime não foi desvendado até hoje e os assassinos, como em metade dos das mortes violentas no país, permanecem impunes. Ao lado dos muitos posts sobre direitos humanos, segurança pública, religião, intolerância religiosa, racismo, educação e outros temas, não deixei de me posicionar sobre as consequências danosas da política de cotas raciais, as quais, na minha opinião, produzem mais danos do que benefícios. O tema vem sendo objeto de minhas dolorosas preocupações desde o início do século XXI. Um dos posts mais lidos foi o que escrevi recentemente sobre a comissão de heteroidentificação da UFRJ. Esses são alguns exemplos das crônicas que fiz e que foram importantes para mim e talvez para alguns leitores com os quais, graças às redes sociais, mantenho contato regular. Em tempos de guerra ao vírus que atacou o planeta, as coisas simples da vida e que nos são tão caras e concretas não deixam de fazer parte dos nossos pensamentos enquanto a peste propriamente parece uma abstração, como nos diz Albert Camus, escritor argelino, no seu livro "A peste", o qual reli (junto com milhares de outras pessoas pelo planeta afora nesses dias) para sair do meu tempo: "Logo depois, o médico balançou a cabeça. O jornalista tinha razão na sua impaciência de felicidade. Mas teria razão quando o acusava? 'O senhor fica na abstração.' Seriam realmente abstração esses dias passados no hospital, onde a peste se saciava em dobro, elevando a quinhentas a média de vítimas por semana? Sim, havia na desgraça uma parte de abstração e de irrealidade. Mas quando a abstração começa a nos matar, é necessário que nos ocupemos da abstração." Agora, na hora da despedida do blog A vida como ela parece ser, só tenho a agradecer à excelente equipe de editores e técnicos do G1, sempre cooperativa e amável, que me ajudou a superar meus limites da era da informática e aos diretores de jornalismo da TV Globo que me convidaram, me incentivaram e me deram grande oportunidade de expressar livremente meu pensamento sobre os mais variados temas. Senti o prazer e a responsabilidade de participar, com o meu blog, na plataforma digital mais importante e mais lida do país. Aos meus leitores e aos muitos amigos que me deram dicas, se dispuseram a me dar informações e entrevistas, me enviaram fragmentos de histórias que contei aqui e me ajudaram em momentos difíceis, não tenho como não dizer obrigada e até.
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Filme narrado por Meghan Markle será lançado em 3 de abril
'Elephant', sobre a jornada de uma família de elefantes na África, é o 1º trabalho da atriz desde que ela e o marido, o príncipe Harry, encerraram compromissos com realeza britânica Meghan Markle chega para visita a universidade em Johannesburgo, na África do Sul Michele Spatari / AFP Um filme narrado por Meghan Markle, a duquesa de Sussex, estará disponível para os espectadores a partir de 3 de abril, anunciou a Disney. Este é o primeiro trabalho da atriz desde que ela e o marido, o príncipe Harry, encerraram seus compromissos com a realeza britânica. O filme, intitulado "Elephant", estará disponível na plataforma americana Disney+. Em um trailer curto publicado na internet, o filme foi descrito como a jornada de uma família de elefantes através da África. Harry e Meghan abdicaram de suas funções reais no final do mês passado em busca de um "novo papel progressista", ao qual se dedicarão principalmente na América do Norte e que pretendem financiar por conta própria. Meghan, de 38 anos, participou de séries de televisão e filmes, como "Quero Matar Meu Chefe", mas conquistou fama principalmente no papel de Rachel Zane na série de advogados "Suits", ainda em exibição. Ela se casou com Harry, o sexto na linha sucessória ao trono britânico, em maio de 2018 em uma cerimônia exuberante no Castelo de Windsor.
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MV Bill faz jus à fama de ‘mensageiro da verdade’ no single ‘Quarentena’
♪ Voz ativa do rap da cidade do Rio de Janeiro (RJ), o cantor e compositor carioca Alex Pereira Barbosa adotou o nome artístico de MV Bill por ter ganhado o epíteto de “mensageiro da verdade” na Cidade de Deus, bairro onde nasceu e se criou. Atento aos sinais do avanço do coronavírus nesse populoso bairro carioca com alto índice de pobreza, Bill faz jus à alcunha e propaga verdades no inédito single Quarentena, lançado nesta sexta-feira, 27 de março. Quarentena é rap com mensagens de conscientização sobre a pandemia do covid-19, composto em ponte interestadual, mas à distância, como mandam as regras do isolamento social. Para dar forma musical aos versos de Quarentena, Bill firmou parceria com o produtor Mortão, de Goiânia (GO). A música ficou pronta em três dias. Na letra contundente, Bill critica a letargia de autoridades que minimizaram os efeitos do vírus e alerta para os cuidados necessários para evitar a contaminação, propagando a necessidade de se levar a sério as recomendações dos profissionais de saúde para a prevenção. Capa do single 'Quarentena', de MV Bill Divulgação ♪ Eis a letra do rap: Quarentena (MV Bill e Mortão) MV Bill tá em casa! Cuide-se Proteja-se Tempos difíceis A Organização Mundial de Saúde avisou Fizeram pouco caso Chefe de Estado minimizou Demorou Perderam tempo com coisa que não interessa Quem tem noção do vírus tá com medo, tá com pressa, sei Incompetência vem na frente sim Se dependesse deles a epidemia não teria fim Presos na inércia É cada um por si, a cena é essa O fim de tudo para alguns é quando tudo começa Sei, com povo gado é mais fácil levar de lambuja Lavaram as mãos mas a boca continua suja Alguém avisa pra esses "cara" Que a gripe é mundial A cada dia o número de infectados dispara As ruas estão vazias Assim que tem que ser Marcar uma temporada em casa se quiser viver Só sair em situações especiais Pra comprar itens considerados essenciais Na favela, pra nós a Covid é diferente As casas não são grande e geralmente muita gente Aglomeração inevitável Alguns lugares ainda não têm água potável Se cuida aí Ih, que vai faltar espaço na UTI Se a gente não fizer o certo pra se prevenir Lavando bem as mãos evitando toque na mucosa O bagulho é sério não tem cura milagrosa Pois bem não tem plano de contingência Alguns vão se contaminar por conta dessa negligência Outros vão pegar por conta da ignorância Liderança que se perde se acha na arrogância Você! Se ligou que o Corona deixa na lona O estrago veio à tona O mal contamina a cada esquina Mais sério do que se imagina Só faz a sua parte que eu faço a minha Não pense que é só uma gripezinha A guerra é grande pra uma mente tão pequena O mundo tá parado e a gente tá de quarentena O cuidado é nosso para não pagar com a vida Covarde do Covid o capiroto te convida A sua máscara caiu, caiu, caiu E todo mundo viu O mal é contagioso mas o bem é contagiante Lá na frente a gente se vê…ou não Fé em nós Original rap nacional
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Till Lindemann, vocalista do Rammstein, é internado na UTI e teste para coronavírus dá negativo
Imprensa alemã chegou a dizer que o cantor de 57 anos estava com coronavírus, mas notícia foi desmentida pela própria banda. Rammstein Daigo Oliva/G1 Till Lindemann, vocalista da banda alemã Rammstein, foi internado na UTI de um hospital em Berlim na quinta-feira (27). Ele fez um teste para cononavírus que deu negativo. O jornal alemão "Bild" chegou a dizer que ele estava com o novo coronavírus, antes de o perfil oficial da banda anunciar que o teste deu negativo, sem divulgar mais informações sobre seu estado de saúde. Ele tinha acabado de voltar de shows em Moscou e teve uma febre muito alta antes de ser internado.
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Mumuzinho faz show na varanda de casa na Barra da Tijuca durante isolamento
'Já que não posso sair para fazer show, faço em casa mesmo para os vizinhos', disse o cantor. Apresentação aconteceu na tarde desta sexta-feira (27). Mumuzinho faz show na varanda de casa na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio O cantor Mumuzinho fez um show na varanda de casa, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, na tarde desta sexta-feira (27). A apresentação animou vizinhos durante a isolamento contra o novo coronavírus. Eles registraram e aplaudiram. “É show em casa nessa quarentena. Já que não posso sair para fazer show, faço em casa mesmo para os vizinhos”, disse o cantor de sua varanda. O show aconteceu no Condomínio Majestic Cidade Jardim na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Cantor Mumuzinho faz show na varanda de casa nesta sexta-feira (27) na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio Reprodução/Instagram No meio da apresentação, Mumuzinho pediu aplausos para funcionários que permanecem trabalhando no condomínio mesmo com as medidas para conter o novo coronavírus. “Eu queria um aplauso a todos os funcionários que estão trabalhando aqui pra gente”, pediu o cantor. O repertório do show em casa teve canções como "Conselho", de Almir Guineto, e "Eu Mereço Ser Feliz", do próprio cantor.
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