Paris e Milão cancelam semanas de moda por causa de pandemia do coronavírus
Eventos aconteceriam em junho e julho. Desfiles italianos foram adiados para setembro. Modelo desfila na Semana de Moda de Milão, em 2019 Alessandro Garofalo/Reuters A Fashion Week de Paris, prevista para junho, a Semana de Alta Costura, para julho, e os desfiles da Semana da Moda Masculina de Milão, previstos para junho, foram cancelados por causa da pandemia do novo coronavírus, informaram nesta sexta-feira (27) a Federação francesa de alta costura e moda e a Câmara Nacional de Moda italiana. "Não há condições para que aconteçam" os eventos de moda parisienses, "diante do aumento da epidemia de Covid-19 que está avançando no mundo da moda", indicou a federação francesa em um comunicado. "Medidas enérgicas são necessárias para garantir a saúde das empresas, dos seus funcionários e de todos que trabalham em nossa indústria", explicou a FHCM em comunicado. Diante das condições atuais, "a Fashion Week de moda masculina, prevista de 23 a 28 de junho, e a Semana de Alta Costura, de 5 a 9 de julho, não poderão acontecer", ressaltou o texto. Decisão semelhante tomou a Câmara Nacional da Moda italiana, que adiou os desfiles de moda masculina para setembro. "A decisão foi necessária devido à difícil situação causada pela propagação da pandemia", explicou a câmara em um comunicado, detalhando que os desfiles masculinos ocorreriam "por ocasião da edição dos desfiles de moda feminina de setembro de 2020". "Trabalhamos também em novos formatos digitais e novas modalidades de encontros para dar vida, durante os dias previstos para os desfiles masculinos, a outros momentos de narração (…) para as marcas e empresas de luxo", acrescentou.
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Daniel Azulay, desenhista e artista plástico, morre vítima de coronavírus, aos 72 anos, diz família
Ele estava internado havia duas semanas na Clínica São Vicente. Daniel lutava contra a leucemia e contraiu o vírus, segundo parentes. Artista plástico Daniel Azulay morre de coronavírus O desenhista, pintor e cartunista Daniel Azulay morreu nesta sexta-feira (27) no Rio de Janeiro. O artista plástico de 72 anos lutava contra uma leucemia e contraiu o coronavírus, segundo parentes e sua página oficial. Azulay estava internado havia duas semanas no CTI da Clínica São Vicente, na Gávea, zona sul carioca. Questionada, a Secretaria Estadual de Saúde informou que vai investigar se a morte de Daniel tem relação com o coronavírus. Biografia O artista gráfico Daniel Azulay Lucio Bernardo Jr./Câmara dos Deputados Daniel ganhou notoriedade no Brasil inteiro nos anos 70 e 80 por participar de programas educativos para públicos infantis, como a Turma do Lambe Lambe, em canais como TV Educativa e Bandeirantes. Posteriormente continuou trabalhando em outros programas e projetos na internet. DANIEL AZULAY: Autodidata e engajado em causa sociais Nascido no Rio em 30 de maio de 1947, Azulay foi um desenhista autodidata que se formou em Direito pela Universidade Cândido Mendes em 1969. Na mesma época, começou a publicar suas primeiras histórias em quadrinhos e cartuns em revistas e jornais. O trabalho de Daniel também ensinava a importância de conceitos como sustentabilidade e meio ambiente. Ao longo da carreira, o artista também se envolveu em vários projetos sociais e de conscientização. Daniel Azulay com agentes da Operação Lei Seca Divulgação Por exemplo, em 2014 Azulay criou "Soprinho e sua Turma", personagens infantis da Operação Lei Seca do RJ. O personagem Soprinho idealizado pelo desenhista é um bafômetro simpático e falante que, através de histórias bem-humoradas ao lado de seus amigos, alerta e conscientiza as crianças sobre os problemas causados pela mistura de álcool e direção. Até hoje, estes personagens são usados em ações educativas da Lei Seca para o público infantil. Repercussão Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text
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Roger Waters suspende turnê norte-americana por causa do coronavírus
Ex-baixista e líder do Pink Floyd tinha mais de 30 shows marcados nos EUA e no Canadá entre julho e outubro. Roger Waters durante show em Curitiba Giuliano Gomes/PR Press Roger Waters, ex-baixista e líder da banda britânica Pink Floyd, anunciou na sexta-feira (27) a suspensão da turnê que o levaria à América do Norte na segunda metade do ano, em meio à epidemia de coronavírus. Waters, de 76 anos, tinha mais de 30 shows planejados nos Estados Unidos e no Canadá entre julho e outubro. Initial plugin text "Tive que adiar minha turnê 'This is not a drill' até o próximo ano. Que pena, mas se salvar uma vida, vale a pena", disse o músico em sua conta no Twitter. A Organização Mundial da Saúde informou na sexta-feira que os casos de coronavírus excedem 500 mil em todo o mundo e que as mortes somam mais de 20 mil.
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Teatro Bolshoi da Rússia realiza transmissão online enquanto coronavírus restringe vida pública
Rússia registrou 1.036 casos do vírus e cinco mortes relacionadas. Moscou fechará cafés, restaurantes e lojas, com exceção daquelas que vendem alimentos e medicamentos. Bailarinas participam de ensaio antes de suspensão das atividades do Teatro Bolshoi Evgenia Novozhenina/Reuters O famoso Teatro Bolshoi de Moscou começou a transmitir online algumas de suas performances mais notáveis do passado, depois de ser forçado a fechar suas portas ao público como resultado de novas restrições destinadas a conter a propagação do novo coronavírus. O Bolshoi, que ficará fechado até 10 de abril, se junta a uma série de outros teatros, casas de ópera e museus russos que se voltaram ao streaming online para satisfazer as necessidades culturais dos russos durante o isolamento por causa do coronavírus. Até o momento, a Rússia registrou 1.036 casos do vírus e cinco mortes relacionadas e intensificou as medidas para conter a disseminação. Neste fim de semana, Moscou fechará todos os cafés, restaurantes e lojas, com exceção daquelas que vendem alimentos e medicamentos. Os bailarinos do Bolshoi estão se acostumando a treinar e manter a forma em casa. "É claro que é um momento muito difícil para nós", afirmou à Reuters Denis Rodkin, dançarino principal, nesta sexta-feira. "Realmente dependemos da nossa profissão… espero que isso não dure muito e que tudo volte a funcionar em breve." Enquanto isso, disse Rodkin, as performances transmitidas online podem ajudar a manter o ânimo das pessoas durante o confinamento em suas casas. "A arte e as transmissões do Teatro Bolshoi, em particular, apoiam as pessoas nessas condições difíceis", afirmou. "Elas serão inspiradas, recarregadas com arte, e tudo isso terminará."
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Daniel Azulay ficou conhecido como desenhista e criador da ‘Turma do lambe-lambe’
Artista plástico e educador de 72 anos lutava contra a leucemia e morreu vítima do novo coronavírus. Daniel Azulay agradece pelo prêmio da carreira dado no HQMix em 2018 Reprodução/Facebook/Daniel Azulay Daniel Azulay ficou conhecido no Brasil como o desenhista e educador responsável pela criação da "Turma do lambe-lambe", um grupo de personagens infantis que protagonizou programas de TV e quadrinhos. Ele morreu aos 72 nesta sexta-feira (27) vítima do novo coronavírus, no Rio de Janeiro. Nascido no Rio em 30 de maio de 1947, Azulay foi um desenhista autodidata que se formou em Direito pela Universidade Cândido Mendes em 1969. Na mesma época, começou a publicar suas primeiras histórias em quadrinhos e cartuns em revistas e jornais. Com o tempo, também se provou pintor, músico, escritor, ilustrador de livros infantis, apresentador de TV e educador, dedicando grande parte de sua carreira a desenvolver arte e educação para crianças e jovens. 'Turma do lambe-lambe' A maior invenção de Azulay foi a "Turma do lambe-lambe", criada em 1975. Os personagens estrelaram um programa de televisão por 15 anos na TVE e na Bandeiras, com o artista sempre no comando, aproveitando para falar de arte e de desenho para o público infantil. Nos anos 1980, Azulay também ensinou o público da TV a fazer brinquedos de sucata, esculturas de bexiga e a brincar e desenhar usando a imaginação com jogos de raciocínio. Em 1996, retornou à Band-Rio com seu programa "Oficina de Desenho Daniel Azulay". Entre 2003 e 2005, apresentou a "Turma do Lambe-Lambe", no canal fechado TV Rá-Tim-Bum, e "Azuela do Azulay" no Canal Futura, que contava com participações dos personagens. A turma também ganhou sua própria série em quadrinhos pela editora Abril entre 1982 e 1984. Em 2018, Azulay chegou a receber um troféu pela carreira no HQMIX, principal premiação da mídia no Brasil. Nos últimos anos, também ensinou desenho a crianças pela internet e criou o curso de ilustrações Oficina de Desenho, com unidades no Rio. O artista plástico lutava contra uma leucemia e contraiu o coronavírus, segundo parentes. Azulay estava internado havia duas semanas no CTI da Clínica São Vicente, na Gávea, zona sul carioca.
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‘1 contra todos’ leva anti-herói injustiçado à liderança de cartel em sua última temporada
Série, com primeiro ano no Globoplay, estreou final nesta sexta-feira (27). Júlio Andrade e Sílvio Guindane falaram com G1 sobre encerramento da história. João Fernandes e Júlio Andrade em cena de '1 contra todos' Divulgação/Fox Os últimos quatro anos não foram fáceis para Cadu Fortuna. Ao contrário do que seu sobrenome pode indicar, o anti-herói de "1 contra todos" enfrentou uma espiral de azar que o levou de um defensor público falsamente acusado à liderança de um cartel de drogas. A série estreou sua última temporada nesta sexta-feira na Fox — a primeira delas está disponível no Globoplay. Nestes últimos oito episódios, o personagem que deu duas indicações ao Emmy Internacional a Júlio Andrade ("Sob pressão") tenta voltar a algum tipo de normalidade. Mas seu destino, criado pelo diretor Breno Silveira ("Gonzaga: de pai pra filho"), logo dá um jeito de tirá-lo novamente dos eixos. "É o Cadu, né. Se ele se desse bem não teria série. Então logo no começo não dá certo", conta Andrade em entrevista ao G1. "Essa temporada ele começa até tentando se descontaminar dessa história do tráfico, que ele construiu junto com o Pepe (Roberto Birindelli), e voltar às origens da família, reconstruir uma nova família. A série é essa tensão, né?" Julia Konrad e Roberto Birindelli em cena de '1 contra todos' Divulgação/Fox Lua ou despedida O ator afirma que a decisão de encerrar a jornada do anti-herói parte da decisão de dar um curso natural à sua trajetória. "Foi um combinado meio que entre a gente. Acho que tanto da minha parte quanto do Breno e das outras pessoas da equipe", diz Andrade. "Não que '1 contra todos' não pudesse (continuar), mas a minha opinião é que o Cadu, eu não sei, não tenho na minha cabeça para onde ele iria mais. Até brinquei outro dia: 'ele iria para a lua', sabe? Vender drogas na lua. O companheiro de elenco Sílvio Guindane ("A divisão"), intérprete da travesti Mãe, compartilha a opinião. Ele conta que, apesar de concordar com a decisão de que era necessário encerrar o ciclo, sentirá falta dos companheiros. Sílvio Guindane em cena de '1 contra todos' Divulgação/Fox "Estou órfão. Há quatro anos com a mesma equipe, com as mesmas pessoas, com o Julinho, com o Breno. Esse ano foi uma dor no coração. 'Como assim a gente não vai filmar?'", brinca ele. "É uma das coisas mais chatas da nossa profissão. A gente passa 12 horas com essas pessoas, vira uma família. No '1 contra todos' eu cresci. Julinho teve filho, eu tive filho, a gente foi crescendo junto e, quando pára, a gente sente falta de estar ali naquele núcleo." Júlio Andrade em cena de '1 contra todos' Divulgação/Fox
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Por trás de vídeos no Instagram, o que famosos estão fazendo de concreto contra o coronavírus?
Celebridades brasileiras cantaram ‘Trem bala’ em vídeo de campanha para ajudar UTIs. Fora do Brasil, Rihanna, Justin Bieber e outros fizeram doações; assista no Semana Pop. Semana Pop conta quais famosos têm ações concretas para combater coronavírus
Parecia inofensiva a reunião virtual de uma turma de celebridades para cantar "Imagine", música de John Lennon, no Instagram.
Mas, em meio à pandemia do coronavírus, com a tensão que tomou conta do mundo inteiro, o vídeo gerou debate na internet – algumas pessoas criticaram a tentativa de dar uma máscara "good vibe" para o problema.
Veja todas as edições
Ouça em podcast
Por trás de ações como essa nas redes sociais, quais famosos têm projetos concretos para ajudar a diminuir os prejuízos da pandemia? O Semana Pop deste sábado (28) explica as ações de celebridades como…
Rihanna
Justin Bieber
Ryan Reynolds e Blake Lively
Xuxa
Fiorella Mattheis
O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Está disponível em vídeo e podcast.
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G1 lista lives musicais deste sábado (28): Miley Cyrus, Jay-Z, Jack Johnson, MC Rebecca…
Entre as transmissões ao vivo do dia também está um festival do Twitch com Rita Ora, Joe Jonas, Charlie Puth, John Legend, Thalia, Cage the Elephant, Lumineers e outros; veja lista do G1. Jack Johnson, Miley Cyrus e Jay-Z estão entre os artistas que fazem lives neste sábado (28) Divulgação A programação musical de lives, transmissões ao vivo na internet, inclui Miley Cyrus, Jay-Z, Jack Johnson, MC Rebecca e muitos outros neste sábado. O G1 lista as principais lives do dia abaixo. Continuam as séries #TamoJunto e #MúsicaEmCasa (clique nos nomes para ver a programação completa). O bastidor virou o show. Casas de músicos são os palcos possíveis no isolamento para conter o coronavírus. Na tentativa e erro, as transmissões apontam caminhos para a música pop em quarentena. O G1 fez um intensivão de lives e conversou sobre os desafios deste formato; leia. A lista abaixo está toda no horário de Brasília. Lives deste sábado (28) JAY-Z, J. Cole, Lil Wayne, Meek Mill, Gunna, City Girls, 21 Savage mais – 13h – Tidal AtHome – Link Rita Ora, Joe Jonas, Charlie Puth, John Legend, Thalia, Cage the Elephant, Lumineers e outros – Twitch Stream Aid 2020 – 13h – Link Sofi Tukker – 14h – Link Miley Cyrus – 15h30 – Link Xande de Pilares – 17h – Link (TamoJunto) Paul Oakenfold, Alan Fitzpatrick e outros – Beatport ReConnect – 17h – Link Projota – 18h – Link (TamoJunto) Brendan Benson – 18h20 – Link Orochi – 18h30 – Link (TamoJunto) Melim – 19h – Link (MúsicaEmCasa) Melissa Etheridge – 19h – Link Christine and the Queens – 19h – Link Vanessa Carlton – 19h – Link Ben Folds – 19h – Link Jack Johnson – 19h – Link MC Rebecca – 19h30 – Link (TamoJunto) Haikaiss – 20h – Link (TamoJunto) Ben Gibbard (Death Cab for Cutie) – 20h – Link Pedro Sampaio – 20h30 – Link (TamoJunto) Tropkillaz – 21h – Link (MúsicaEmCasa) Rael – 21h30 – Link (TamoJunto) Diplo – 0h – Link MC Rebecca Divulgação
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Dani Black entra em sintonia com Mariana Nolasco através de ‘Ser amado’
Cantor também lança o single 'O que você criou', amostra do álbum 'Frequência rara ao vivo'. ♪ Dani Black lança outras duas músicas inéditas somente duas semanas após apresentar os singles Feitos de luz e Temor estranho, primeiras amostras do repertório autoral do álbum Frequência rara ao vivo, previsto para abril. As novidades são Ser amado e O que você criou. Ambas as composições são ouvidas em singles extraídos da gravação de show apresentado pelo artista paulistano na cidade natal de São Paulo (SP) em 2019. Ser amado mostra Dani Black em sintonia com Mariana Nolasco, cantora paulista convidada a participar do registro audiovisual do show nessa música. Já O que você criou é solo de Dani que, acompanhando-se ao violão, dá voz a versos reflexivos como “Nem que a morada do invisível / Faca o possível pra te proteger / O problema que você criou / É o problema que você vai ter / … / O que você criou é o que você vai ter”. Capa do single 'O que você criou', de Dani Black Reprodução Primeiro álbum de Dani Black desde Dilúvio (2015), disco lançado há cinco anos, Frequência rara ao vivo antecede álbum de estúdio também intitulado Frequência rara e gravado com repertório similar, mas não exatamente igual. O cantor optou por inverter a ordem convencional do mercado fonográfico e, antes do disco de estúdio, apresenta o registro ao vivo do show.
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‘Tem que ter muita fé e sanidade mental’, diz Preta Gil sobre enfrentar o coronavírus
Cantora falou dos sintomas e passou uma mensagem de esperança para quem enfrenta a doença. Preta Gil fala sobre isolamento após contrair o novo coronavírus
Curada da covid-19, a cantora Preta Gil conversou com o RJ1 sobre seu quadro de saúde e os sintomas que enfrentou e disse para que quem está com o vírus que a fé na melhora é indispensável.
"Não existe remédio para o coronavírus, só existe remédio para os sintomas, então, você tem que ter muita fé, a sua sanidade mental em dia, porque se você fica muito nervosa, preocupada e com muito medo, isso piora o seu quadro clínico, graças a Deus não precisei ser internada", conta ela que ficou hospedada em um apart-hotel em São Paulo.
A cantora não teve um dos sintomas mais comuns, a febre. "Eu sentia muita dor no corpo, de não conseguir levantar da cama, muita dor de cabeça, calafrio, comecei a perder o olfato e o paladar e um pouco de diarreia e um pouco de dor de ouvido".
Ela acredita que o enfrentamento do coronavírus, que acontece em várias partes do mundo pode mudar a percepção que temos da vida "A vida parou pra todo mundo e essa retomada vai ter que ser com muita responsabilidade. A gente vai ter que aprender a viver de outra maneira e se reinventar", diz ela.
Na sexta-feira (27), a cantora havia falado em seu Instagram sobre o comportamento de vizinhos, que correram dela e pediu solidariedade aos que estiverem com coronavírus.
"É muito feio o preconceito”, disse Preta. “E as pessoas, quando souberem que alguém está com corona, não saiam fazendo fofoca. Liga, se solidariza, pergunta se precisa de alguma coisa. Tem que apoiar. Ainda mais as pessoas que não tem tanta estrutura, que não tem os privilégios que eu tenho. Elas vão ter que contar com a boa vontade da família, amigos, vizinhos. Apoiem as pessoas. Elas precisam de amor, carinho, apoio".
Preta Gil recebe alta após diagnóstico de coronavírus: 'Estou curada'
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