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Com coronavírus, Dinho Ouro Preto diz sentir como ‘se corpo estivesse em guerra’

sexta-feira, 27 março 2020 por Administrador

Cantor relatou cansaço, febre, fraqueza, dor no corpo e dificuldade em se alimentar. 'Deve estar acontecendo uma batalha interna.' Com coronavírus, Dinho Ouro Preto diz sentir como 'se corpo estivesse em guerra' Reprodução/Instagram Diagnosticado com coronavírus, Dinho Ouro Preto usou as redes sociais nesta quinta-feira (26) para falar sobre seu estado de saúde. Em relato publicado no Instagram, o cantor disse sentir cansaço, febre, fraqueza, dores e dificuldade em se alimentar. "Deve estar acontecendo uma batalha interna, eu contra a Covid-19." "Por enquanto, acho que eu tô ganhando, porque não tô piorando”, disse o cantor. "Amigos, obrigado pelas palavras gentis que vocês me enviaram. Por aqui, tá tudo bem. A situação é a seguinte: eu sinto uma fraqueza e meu corpo doe. Hoje já é o quinto dia da luta do meu organismo contra vírus. A batalha começa pra valer sempre no final da tarde. Lá pelas 18h, minha temperatura começa a subir. E a partir daí, não consigo mais me concentrar. Não consigo muito fazer nada." "Fico prostrado, sinto enjoo e náusea. Tenho dificuldade em comer. Sinto como se meu corpo estivesse em guerra. Uma luta que me deixa exaurido. Vou dormir exausto. Durmo muito e acordo cansado. Como se, mesmo em repouso, meu corpo estivesse ocupado. Deve estar acontecendo uma batalha interna: eu contra o Covid-19. Por enquanto acho que eu tô ganhando, porque não tô piorando. Tomara que continue assim." Após o depoimento, Dinho recebeu o apoio dos seguidores, incluindo alguns famosos. "Continue se cuidando. Em pouco tempo, estará de volta", comentou Marco Túlio, guitarrista do Jota Quest. "Vai ficar tudo bem! Você vai se recuperar logo! E em breve estaremos todos juntos cantando de volta nos palcos", escreveu Tico Santa Cruz. Initial plugin text Initial plugin text

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Veja famosos que morreram por causa do novo coronavírus

sexta-feira, 27 março 2020 por Administrador

Dramaturgo Terrence McNally, vencedor de 4 Emmys, saxofonista Manu Dibango, lenda do afro-jazz e Vittorio Gregotti, arquiteto do Estádio Olímpico de Barcelona, estão entre vítimas. O dramaturgo Terrence McNally, vencedor de 4 Emmys e o saxofonista Manu Dibango, lenda do afro-jazz, estão entre as pessoas famosas que morreram por conta da Covid-19 no mundo. Veja a lista e saiba mais abaixo: Terrence McNally, dramaturgo Manu Dibango, saxofonista de jazz Mark Blum, ator Vittorio Gregotti, arquiteto Martinho Lutero Galati de Oliveira, maestro Floyd Cardoz, chef Veja os famosos que foram diagnosticados com coronavírus O aclamado dramaturgo americano Terrence McNally morreu na terça-feira (24) aos 81 anos em um hospital na Flórida, nos EUA. McNally ganhou quatro estatuetas do Tony, o principal do teatro americano, além de um prêmio honorário pela carreira em 2019. Saiba mais. Terrence McNally no Kennedy Center, em Washington, em foto de 2010 Jacquelyn Martin/AP Photo Manu Dibango, saxofonista camaronês e lenda do afro-jazz, morreu aos 86 anos na França. A informação foi confirmada na manhã de terça-feira (23). Sua vida foi inteiramente dedicada à música. Ele ficou conhecido mundialmente com o sucesso de "Soul Makossa", em 1972, clássico do jazz. Saiba mais. Manu Dibango, lenda do afro-jazz, durante apresentação em 2019 Reprodução/Facebook O arquiteto italiano Vittorio Gregotti, que projetou o estádio olímpico dos Jogos de Barcelona de 1992, morreu no domingo (15) aos 92 anos, depois de ter sido infectado com o novo coronavírus. O arquiteto também projetou o teatro da Ópera Arcimboldi de Milão, entre muitas outras obras. Saiba mais. Arquiteto italiano Vittorio Gregotti morre aos 92 anos após diagnóstico de coronavírus Reprodução/Facebook O ator Mark Blum, conhecido pela série "You" e pelo filme "Procura-se Susan desesperadamente" (1985), morreu aos 69 anos na quinta-feira (26), de acordo com o site "Deadline". Saiba mais. Mark Blum em cena de 'You' Reprodução/Netflix Martinho Lutero Galati de Oliveira, maestro e criador da Rede Cultural Luther King (1970), morreu em São Paulo, na quarta-feira (25), aos 66 anos. Ele tem cinco décadas ininterruptas de produção musical e criou o Coro Luther King aos 16 anos. Saiba mais Maestro Martinho Lutero Galati morre em São Paulo Divulgação O chef Floyd Cardoz, que competiu no programa "Top Chef" e venceu o "Top Chef Masters", morreu na quarta-feira (25). Ele tinha 59 anos e também havia trabalhado em restaurantes na Índia e nos Estados Unidos. Saiba mais. O chef Floyd Cardoz em 2014 Charles Sykes/Invision/AP Initial plugin text

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Naomi Munakata, maestrina titular do Coral Paulistano, morre aos 64 anos por coronavirus em SP

sexta-feira, 27 março 2020 por Administrador

Segundo a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), onde por duas décadas ela foi regente do Coro, Naomi teve complicações por causa do covid-19. A maestrina titular do Coral Paulistano Naomi Munakata, de 64 anos. Divulgação A maestrina titular do Coral Paulistano, Naomi Munakata, morreu aos 64 anos nesta quinta-feira (26). Segundo a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), ela faleceu por complicações em decorrência da Covid-19". Por duas décadas, Naomi foi regente do Coro da Osesp, além de diretora e professora da Escola Municipal de Música de São Paulo, diretora artística e regente do Coral Jovem do Estado, regente-assistente do Coral Paulistano e professora na Faculdade Santa Marcelina e na FAAM. Ao lamentar a morte da regente, a Osesp agradeceu a "contribuição inestimável dada por Naomi à música coral brasileira". "Com pesar, a Fundação Osesp recebe a notícia que Naomi Munakata, Regente Honorária do Coro da Osesp desde 2014 e que foi titular do grupo de 1995 a 2013, faleceu hoje por complicações em decorrência da Covid-19. Seremos eternamente gratos pela contribuição inestimável dada por Naomi à música coral brasileira e, especialmente, à nossa instituição. Que o tempo conforte os corações de todos nós, demais amigos e familiares", disse a nota da Osesp. A morte da maestrina também foi lamentada pela diretoria do Theatro Municipal de São Paulo, através de uma publicação no Facebook. "A família do Theatro Municipal está órfã. Perdemos no dia de hoje, aos 64 anos, a maestrina titular do Coral Paulistano Naomi Munakata. Os mais sinceros sentimentos aos amigos e familiares dessa grande artista que abrilhantou nosso palco nos últimos anos. Sentiremos sua falta Naomi", disse. Maestrina Naomi Munakata, da Osesp, morre aos 64 anos em SP Naomi Munakata iniciou os estudos musicais ao piano com apenas quatro anos de idade e começou a cantar aos sete, no coral regido por seu pai – Motoi Munakata. Estudou violino, harpa e formou-se em Composição e Regência em 1978 pela Faculdade de Música do Instituto Musical de São Paulo, na classe de Roberto Schnorrenberg. A vocação para a regência começou a ser trabalhada em 1973, com os maestros Eleazar de Carvalho, Hugh Ross, Sérgio Magnani e John Neschling. Anos depois, sua trajetória foi coroada com o prêmio de Melhor Regente Coral, concedido pela APCA – Associação Paulista dos Críticos de Arte. Repercussão A morte de Naomi Munata foi lamentada também por vários críticos, autoridades e músicos de São Paulo. "Lamento profundamente o falecimento da maestrina titular do Coral Paulistano Naomi Munakata.Toda equipe da Secretaria Municipal de Cultura, se solidariza com a dor da família, amigos e fãs desta grande artista. A música perde um talento extraordinário e todos nós perdemos uma querida colega e amiga", disse o ex-secretário municipal de Cultura, Alexandre Youssef. "Maestrina Naomi Munakata, uma das responsáveis pela excelência musical em São Paulo nas últimas décadas, faleceu hoje. Coronavírus. Senhores, quanto vale esta vida em percentual de desemprego ou do PIB?", comentou o diretor e dramaturgo Aimar Labaki. O falecimento também comentado pelo crítico de música erudita Irineu Franco Perpetuo: "Não há como aquilatar o tamanho dessa perda para a vida musical brasileira. Descanse em paz, querida Naomi!", disse.

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Mark Blum, ator de ‘You’, morre aos 69 anos por complicações causadas pelo coronavírus

sexta-feira, 27 março 2020 por Administrador

Ator também contracenou com Rosanna Arquette e Madonna em 'Procura-se Susan desesperadamente'. Mark Blum em cena de 'You' Reprodução/Netflix O ator Mark Blum, conhecido pela série "You" e pelo filme "Procura-se Susan desesperadamente" (1985), morreu aos 69 anos por complicações causada pelo novo coronavírus, de acordo com o site Deadline. Apesar dos papeis na TV e no cinema, o americano fez uma longa carreira também no teatro. Sua morte foi divulgada pela companhia de teatro Playwrights Horizons e confirmada pelo sindicato de atores dos Estados Unidos. Initial plugin text "Com amor e corações pesados, a Playwrights Horizons faz tributo a Mark Blum, um amigo querido de longa data e um artista consumado que morreu esta semana", escreveu a companhia. "Obrigado, Mark, por tudo que você trouxe ao nosso teatro, e aos teatros e audiências de todo o mundo. Vamos sentir sua falta." No cinema, além de contracenar com Rosanna Arquette e Madonna no filme de 1985, ele também participou de "Crocodilo Dundee", um ano depois. Na televisão, seu trabalho mais recente foi na série "Billions".

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Afetado por coronavírus, Cirque du Soleil cogita decretar falência

sexta-feira, 27 março 2020 por Administrador

Famosa companhia circense dispensou temporariamente a maior parte de sua equipe e está com dívida de aproximadamente US$ 900 milhões, segundo fontes da agência Reuters. Espetáculo "Ovo" da companhia canadense Cirque du Soleil Cirque du Soleil/Divulgação O Cirque du Soleil Entertainment Group está avaliando opções para reestruturar dívidas, entre elas um potencial decreto de falência, depois de ter sido forçado a cancelar apresentações por conta da pandemia de coronavírus, disseram pessoas familiarizadas com o assunto. A famosa empresa circense baseada em Montreal, amplamente conhecida por suas apresentações em Las Vegas, teve de dispensar temporariamente a maior parte de sua equipe após o cancelamento de seus próximos shows devido à implantação de medidas de distanciamento social para prevenir a propagação do vírus. O Cirque du Soleil está trabalhando com consultores de reestruturação para abordar uma crise de liquidez e suas dívidas de aproximadamente US$ 900 milhões, disseram as fontes na quinta-feira (26). Credores também estão se consultando com conselheiros enquanto se preparam para negociar com a empresa. O Cirque du Soleil ainda não decidiu como abordar suas finanças problemáticas, avisaram as fontes, que falaram em condição de anonimato para discutir deliberações ainda confidenciais. A empresa se recusou a comentar o assunto.

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Preta Gil recebe alta após diagnóstico de coronavírus: ‘Estou curada’

sexta-feira, 27 março 2020 por Administrador

Cantora fez série de vídeos no Instagram e chamou a atenção dos vizinhos: 'Não transmito mais, não precisa correr de mim'. Preta Gil recebe alta após diagnóstico de coronavírus Reprodução/Instagram Preta Gil compartilhou com seus seguidores que recebeu alta após ser diagnosticada com coronavírus. Ao longo dos últimos dias, a cantora relatou nas redes sociais todos os sintomas, seu quadro de saúde e sua rotina diária após testar positivo para a Covid-19. Preta se apresentou no casamento da irmã de Gabriela Pugliesi, na Bahia, em fevereiro. Dias depois, soube que três convidados da cerimônia haviam sido diagnosticados com coronavírus, incluindo Gabriela. Durante a fase de isolamento, Preta permaneceu em um hotel, em São Paulo. E, nesta quinta-feira (26), ela retornou para sua casa, no Rio de Janeiro, com o marido, Rodrigo Godoy. "A gente vai dormir juntos, na nossa cama", celebrou Preta. A cantora ainda chamou a atenção de alguns vizinhos. "Alô, vizinhos, estou curada, não transmito mais, não precisa correr de mim." Rodrigo, que também aparece no vídeo, entregou: "É, já correram hoje, eu vi". "É muito feio o preconceito”, seguiu Preta. “E as pessoas, quando souberem que alguém está com corona, não saiam fazendo fofoca. Liga, se solidariza, pergunta se precisa de alguma coisa. Tem que apoiar. Ainda mais as pessoas que não tem tanta estrutura, que não tem os privilégios que eu tenho. Elas vão ter que contar com a boa vontade da família, amigos, vizinhos. Apoiem as pessoas. Elas precisam de amor, carinho, apoio". Preta Gil recebe alta após diagnóstico de coronavírus: 'Estou curada'

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Indústria musical envia carta para Secretaria Especial da Cultura e pede medidas para amenizar impactos de pandemia no setor

quinta-feira, 26 março 2020 por Administrador

'A interrupção das atividades ou a diminuição de público desses locais, somada ao adiamento e cancelamento de shows, eventos e festivais, certamente trará prejuízos irreparáveis à classe artística', dizem associações. Plateia lota a arquibancada da Concha Acústica para o show de Ivete André Carvalho/Ag Haack Representantes da indústria musical enviaram uma carta para Secretaria Especial da Cultura para pedir medidas para amenizar os impactos de pandemia de coronavírus. No conteúdo, eles citam preocupação com os impactos que o setor cultural está sofrendo. A carta foi enviada à secretária especial da Cultura, Regina Duarte, e ao ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio. Assinam o documento, as seguintes instituições: Abramus (Associação Brasileira de Música e Artes) Amar (Associação de Músicos, Arranjadores e Regentes) Assim (Associação de Intérpretes e Músicos) Sbacem (Sociedade Brasileira de Autores, Compositores e Escritores de Música) Sicam (Sociedade Independente de Compositores e Autores Musicais) Socinpro (Sociedade Brasileira de Administração e Proteção de Direitos Intelectuais) UBC (União Brasileira de Compositores) Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) Em recente podcast, o G1 conversou com produtores e artistas, que explicaram como pandemia da Covid-19 afeta mercado de shows. "Embora o isolamento social seja a principal e necessária arma contra a disseminação da Covid-19, existe um expressivo prejuízo econômico que já pode ser sentido em estabelecimentos do setor, como teatros, cinemas, bares, restaurantes, lojas e demais comércios", citam as instituições. "A interrupção das atividades ou a diminuição de público desses locais, somada ao adiamento e cancelamento de shows, eventos e festivais, certamente trará prejuízos irreparáveis à classe artística". Os representantes citam ainda que, "entre os meses de março e maio de 2019, foram contabilizados uma média de 6,6 mil shows e eventos por mês, realizados em todo o Brasil, que equivale à arrecadação média de R$ 11,3 milhões de reais mensais em direitos autorais". "É possível, a partir destes números, dimensionar ou, ao menos, vislumbrar o volume da perda para milhares de titulares que vivem desta receita". Coronavírus: veja lista de shows, festivais e estreias de filmes que já foram cancelados por causa da pandemia Na carta, as instituições pedem para que, após o período de isolamento e crise, o Ministério de Turismo e Secretaria de Cultura, além de Prefeituras e Estados, realizem "eventos culturais e shows, que paguem direitos autorais, para possibilitar a recuperação do setor cultural; além de apoio para conscientização dos setores públicos, em todas as esferas." Confira abaixo carta na íntegra: "Expressamos nossa profunda preocupação com o momento atual vivido pelas indústrias da cultura e da música brasileiras em decorrência da pandemia do coronavírus. Embora o isolamento social seja a principal e necessária arma contra a disseminação da Covid-19, existe um expressivo prejuízo econômico que já pode ser sentido em estabelecimentos do setor, como teatros, cinemas, bares, restaurantes, lojas e demais comércios. A interrupção das atividades ou a diminuição de público desses locais, somada ao adiamento e cancelamento de shows, eventos e festivais, certamente trará prejuízos irreparáveis à classe artística. Entre os meses de março e maio de 2019, contabilizamos uma média de 6,6 mil shows e eventos por mês, realizados em todo o Brasil, que equivale à arrecadação média de R$ 11,3 milhões de reais mensais em direitos autorais. É possível, a partir destes números, dimensionar ou, ao menos, vislumbrar o volume da perda para milhares de titulares que vivem desta receita. Na condição de representantes da indústria cultural e musical e em nome de todas as categorias de profissionais que representamos, gostaríamos de solicitar a avaliação de algumas medidas que podem amenizar os impactos negativos e compensar, em parte, as perdas inevitáveis para o setor no curto prazo. Incentivo, após o período de isolamento e crise, via Ministério de Turismo e Secretaria de Cultura, além de Prefeituras e Estados, à realização de eventos culturais e shows, que paguem direitos autorais, para possibilitar a recuperação do setor cultural; além de apoio para conscientização dos setores públicos, em todas as esferas, visando à diminuição da inadimplência de entes públicos realizadores de eventos, que não efetuam o pagamento de valores referentes a direitos autorais de execução pública de música destinados a compositores, editores, intérpretes, músicos e produtores fonográficos. Apoio para a regularização de débitos e orientação para pagamento de direitos autorais por parte de todos os setores que utilizam música no seu negócio, principalmente emissoras de rádio e TV que mantêm a veiculação de músicas em suas programações, possibilitando que o devido repasse referente aos direitos autorais chegue aos artistas, compositores e demais titulares. Abertura de linha de crédito de capital de giro para empresas e pessoas que estejam ligadas ao setor musical, como compositores, músicos e intérpretes, entre outros do setor cultural, pela Caixa Econômica Federal; com juros reduzidos, carência e pagamento parcelado. A música e a cultura movimentam a economia e geram milhões de empregos, mas devido ao caráter autônomo de sua atividade profissional, os artistas são economicamente prejudicados por estarem impedidos de fazer seu trabalho. Precisamos nos mobilizar para preservar estas vidas e as de suas famílias de forma digna e humana. Colocamo-nos à disposição para qualquer esclarecimento e para trabalharmos em conjunto e em prol da cultura, da música e do incremento na economia gerado por estas atividades.

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Pabllo Vittar mantém padrões no tom sintético do álbum trilíngue ‘111’

quinta-feira, 26 março 2020 por Administrador

Com versos esperançosos como 'A chuva da vitória vai reinar no fim', a música 'Rajadão' é o grande destaque entre as faixas inéditas do disco. Capa do álbum '111', de Pabllo Vittar Ernna Cost Resenha de álbum Título: 111 Artista: Pabllo Vittar Gravadora: Sony Music Cotação: * * * ♪ Enfim disponibilizado na íntegra na noite de terça-feira, 24 de março, o terceiro álbum de Pabllo Vittar, 111, está longe de promover a experimentação alardeada pela cantora no texto sobre o disco. A rigor, 111 soa como desdobramento do antecessor Não para não (2018) em vez de promover ruptura com a estética musical da artista. Até porque o batidão sintético do som de Vittar continua entregue ao Brabo Music Team, coletivo integrado por Arthur Marques, Maffalda (codinome artístico do produtor Arthur Gomes), Pablo Bispo, Rodrigo Gorky e Zebu. São esses produtores e compositores que assinam – às vezes com adesões de parceiros de fora do time – as nove músicas fabricadas em escala industrial para dar forma a 111. A bem da verdade, a audição do álbum soa como anticlímax pelo fato de somente três das nove faixas serem inéditas. Deste trio de novidades, o grande destaque é Rajadão (Arthur Marques, Rodrigo Gorky, Maffalda, Pablo Bispo e Zebu), música aliciante em cuja introdução dá para perceber a potência vocal de Pabllo Vittar, por vezes abafada entre beats eletrônicos. “Inimigos vão cair ao som desse trovão”, brada Vittar na faixa. Principal arquiteto do álbum, Rodrigo Gorky tinha razão quando disse identificar em Rajadão o mesmo apelo popular de Amor de que (Rodrigo Gorky, Zebu, Pablo Bispo, Maffalda e Arthur Marques, 2019), música que sobressaiu no lote inicial de 111, apresentado em 31 de outubro em EP que deu o tom do álbum. Cercado de expectativa, o dueto de Pabllo com Ivete Sangalo em Lovezinho (Pabllo Vittar, Arthur Marques, Rodrigo Gorky, Maffalda, Pablo Bispo e Zebu) flerta com o arrocha e fica aquém do potencial desse inédito encontro entre as cantoras. A sensualidade da faixa soa artificial, sem a relativa espontaneidade da já conhecida conexão de Pabllo com o Psirico em Parabéns (Pabllo Vittar, Arthur Marques, Rodrigo Gorky, Maffalda, Pablo Bispo e Zebu, 2019). Terceira faixa inédita do álbum 111, Salvaje (Arthur Marques, Dani Sanchez, Enzo Di Carlo, Gorky, Maffalda, Pablo Bispo e Zebu) se insinua como balada em espanhol – introduzida pelo toque do piano de Enzo Di Carlos – antes de ser jogada na pista com os graves do groove que pauta a gravação. Pabllo Vittar flerta com o arrocha em dueto com Ivete Sangalo na música 'Lovezinho' Ernna Cost / Divulgação Aliás, se há uma experimentação em 111 é o fato de o álbum ser trilíngue, acenando para um mercado internacional que vinha sorrindo de volta para Pabllo antes de a pandemia do coronavírus paralisar o universo pop. Há músicas em português, espanhol e inglês. A calorosa faixa em inglês Flash pose (Aluna Francis, Arthur Marques, Charli XCX, Gorky, Maffalda, Pablo Bispo e Zebu, 2019), gravada por Pabllo com a britânica Charli XCX, é indício da desenvoltura da cantora brasileira para ir além das fronteiras nacionais. Faixas em espanhol, Tímida (Rodrigo Gorky, Pablo Bispo, Zebu, Arthur Marques e Maffalda, Danielle Sanchez e Gale, 2020) – colaboração de Pabllo com a mexicana Thalía – e Ponte perra (Arthur Marques, Dani Sanchez, Gorky, Maffalda, Wynnie Nogueira e Zebu, 2019) corroboram essa naturalidade, embora ambas soem bem pouco sedutoras no conjunto do álbum. Clima quente (Pabllo Vittar, Arthur Marques, Maffalda, Pablo Bispo, Weber e Zebu), faixa na qual a cantora dá “pisadinha” no forró em dueto com o funkeiro Jerry Smith, tem temperatura mais propícia para as paradas tropicais. Enfim, dentro do que se espera de artista do mainstream como Pabllo Vittar, o álbum 111 mantém os padrões da artista e cumpre a missão de disparar um ou dois singles com munição para manter a cantora na pista, com absoluto destaque para Rajadão, de versos tão atuais que parecem premonitórios. “O poder da vitória vai curar a dor / … / A chuva da vitória vai reinar no fim / E quem caiu vai levantar e a gente vai vencer / Sofrimento acabar e o amor vai crescer”, prevê Pabllo Vittar com esperança em Rajadão, petardo mais certeiro de 111. Que assim seja!

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Metallica anuncia datas dos quatro shows adiados para dezembro no Brasil

quinta-feira, 26 março 2020 por Administrador

Novas datas em dezembro são dia 14 em Curitiba, 16 em Porto Alegre, 18 em SP e 20 em BH. Será a 10ª vez da banda no país. Greta Van Fleet segue como banda de abertura. Kirk Hammett e James Hetfield, do Metallica, em show no Lollapalooza 2017 Marcelo Brandt/G1 O Metallica anunciou nesta quarta-feira (25) as novas datas dos shows adiados no Brasil por causa do coronavírus. As apresentações passaram de abril para dezembro. Eles tocam nos dias 14 em Curitiba, 16 em Porto Alegre, 18 em SP e 20 em Belo Horizonte. "Por favor continuem com seus ingressos dos shows iniciais, ou procure as empresas de ingressos para mais informações ou reembolso caso você não consiga", disse a banda. O Greta Van Fleet continua sendo a banda de abertura nas novas datas. Initial plugin text A banda já havia divulgado anteriormente que os shows seriam cancelados, mas ainda não tinha divulgado as novas datas. "Estamos todos colocando a segurança em primeiro lugar, auto-isolando e com a distância social, mas não para sempre! Com isso dito, os shows da turnê sul-americana originalmente planejados para abril estão em processo de mudança para dezembro; Greta Van Fleet vai ficar a bordo para fazer esse passeio conosco, e iremos par cada cidade, mas alguns lugares dos shows podem mudar. Voltaremos ainda nesta semana com as novas datas e detalhes sobre ingressos, locais e tudo o que você precisa saber." O Metallica passaria por Porto Alegre (Arena do Grêmio, 21 de abril), Curitiba (Estádio Couto Pereira, 23), São Paulo (Estádio do Morumbi, 25) e Belo Horizonte (Estádio Mineirão, 27). Esta será a décima vez do Metallica no Brasil (após 1989, 1993, 1999, 2010, 2011, 2013, 2014, 2015 e 2017). Como é o show? A turnê sul-americana do Metallica faz parte da WorldWired Tour, que já teve mais de 150 shows desde o início de outubro de 2016. Com essa mesma turnê, eles se apresentaram no Lollapalooza em São Paulo, em 2017. Fizeram o show potente de sempre, mas com repertório renovado. Naquela noite, o Metallica cumpriu com louvor a missão de ser o primeiro headliner de heavy metal em uma edição de Lolla. A base do show, além dos clássicos, deve continuar sendo "Hardwired… To self-destruct", lançado no fim do 2016. O álbum mostra força, mas peca um pouco pelo excesso.

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Stuart Gordon, diretor de ‘A hora dos mortos-vivos, morre aos 72 anos

quinta-feira, 26 março 2020 por Administrador

Cineasta também ficou conhecido por criar filme infantil 'Querida, encolhi as crianças'. Causa da morte não foi informada. Stuart Gordon Reprodução/In Search of Darkness Stuart Gordon, cineasta americano conhecido por filmes de terror como "A hora dos mortos-vivos" (1985) e por criar "Querida, encolhi as crianças" (1989), morreu aos 72 anos. A família divulgou comunicado sobre a morte, mas não informou a causa da morte. Nascido em Chicago, ele começou sua carreira no teatro. Seu primeiro filme como diretor foi "A hora dos mortos-vivos", a adaptação dos contos de H. P. Lovecraft. A história de experimentos que reanimavam os mortos se tornou um clássico cult do terror. Jeffrey Combs e David Gale em cena de 'A hora dos mortos-vivos' Divulgação Depois de mais alguns trabalhos no gênero, Gordon escreveu o filme infantil "Querida, encolhi as crianças", mas teve de abandonar a direção do projeto ao ser diagnosticado com hipertensão. Seu último trabalho como diretor e roteirista em um longa-metragem foi em 2007, com "Em rota de colisão", um drama baseado em uma história real, estrelado por Mena Survari ("Beleza americana") e Stephen Rea ("V de vingança").

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