Floyd Cardoz, chef do ‘Top Chef’, morre aos 59 anos por complicações do coronavírus
Ele tinha 59 anos e havia trabalhado em restaurantes na Índia e nos Estados Unidos. O chef Floyd Cardoz em 2014 Charles Sykes/Invision/AP O chef Floyd Cardoz, que competiu no programa "Top Chef" e venceu o "Top Chef Masters", morreu na quarta-feira (25) devido a complicações do coronavírus, informou a assessoria dele em comunicado. Ele tinha 59 anos e também havia trabalhado em restaurantes na Índia e nos Estados Unidos. Cardoz viajou de Mumbai para Nova York após passar por Frankfurt, na Alemanha, no dia 8 de março. Ele foi internado há uma semana no Mountainside Medical Center em Montclair, no estado americanoa de Nova Jersey, com febre. Depois, foi diagnosticado com o Covid-19. O chef ficou conhecido por sua luta para tornar a indústria de alimentos mais sustentável. Ele iniciou seu treinamento de cozinheiro em sua cidade natal, Mumbai. Mais tarde, ele se mudou para a Suíça, onde aprimorou suas habilidades na culinária francesa, italiana e indiana antes de seguir para as cozinhas de Nova York. A morte de Cardoz foi lamentada por amigos famosos da culinária e da televisão. "Amo tanto você, @floydcardoz", escreveu o empresário Danny Meyer no Twitter. Os dois trabalharam juntos por 17 anos. No restaurante Tabla, eles celebraram a nova cozinha indiana de Cardoz que fundia os sabores e especiarias sensuais de sua terra natal com técnicas ocidentais. Amigos lamentaram Padma Lakshmi, apresentadora da série de culinária "Top Chef", elogiou o sucesso de Tabla e ofereceu condolências aos parantes de Cardoz, incluindo sua esposa e parceira de negócios, Barkha. "Ele tinha um sorriso travesso, uma necessidade inata de fazer as pessoas ao seu redor felizes e um toque delicioso", escreveu Lakshmi em suas redes sociais. A conta no Twitter de "Top Chef" chamou Cardoz de "inspiração para chefs de todo o mundo". Em 2011, ele participou e venceu a terceira temporada de "Top Chef Masters". O chef usou seus US $ 110 mil de prêmio para apoiar o Young Scientist Cancer Research Fund na Faculdade de Medicina Mount Sinai, em Nova York. A fundação agora independente, chamada de Young Scientist Foundation, permite que estudantes do ensino médio e da faculdade trabalhem ao lado de pesquisadores para desenvolver novos tratamentos para doenças. Prêmios e livros Cardoz foi quatro vezes indicado ao James Beard Award, um dos mais famosos prêmios de culinária nos Estados Unidos. Ele publicou dois livros de receitas, “Once Spice, Two Spice” e “Flavorwalla”. Em 2008, lançou uma linha de pratos prontos para cozinhar, em colaboração com a mercearia online Fresh Direct.
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Veja famosos que fizeram doações para a luta contra o coronavírus
Rihanna, Justin Bieber, Xuxa, Conor McGregor, Bong Joon-ho, Ryan Reynolds e outros fizeram doações para instituições de apoio durante a pandemia; veja lista. Vários famosos doaram dinheiro para instituições na luta contra o coronavírus. Os cantores Justin Biber e Rihanna, a apresentadora Xuxa e o lutador Conor McGregor estão entre os que anunciaram contribuições até agora. Veja a lista com alguns destes famosos e saiba mais a seguir: Rihanna Justin Bieber Conor McGregor Xuxa Meneghel Bong Joon-ho e Suga (BTS) Ryan Reynolds e Blake Lively Justin Timberlake Rihanna Rihanna posa com boina Instagram/Rihanna A cantora doou US$ 5 milhões, por meio da ONG Clara Lionel Foundation, da qual é uma das fundadoras, Rihanna fez uma doação de US$ 5 milhões (R$ 25,6 milhões) para iniciativas que buscam deter o avanço da Covid-19 ao redor do mundo. Segundo a ONG, um dos principais focos da doação é na alimentação de comunidades em risco. O dinheiro também vai para a Organização Mundial da Saúde e para grupos de atendimento médico nos EUA, no Caribe e na África. Justin Bieber O cantor foi um dos primeiros artistas ocidentais a fazer uma doação, ainda quando o coronavírus se espalhava mais pela China, no início de fevereiro. Justin Bieber até mostrou o comprovante, mas não divulgou o valor da doação, que foi feita para a ONG chinesa Beijing Chunmiao Children Aid Foundation. Initial plugin text Xuxa Uma empresa da qual a apresentadora é uma das sócias doou R$ 1 milhão do seu faturamento ao Ministério da Saúde do Brasil para ajudar no combate ao coronavírus. Conor McGregor O lutador do UFC disse na quarta-feira (25) que iria doar 1 milhão de euros para os hospitais da região de Leinster, na Irlanda. A região é, até agora, a mais afetada do país natal do atleta. Bong Joon-ho e Suga, do BTS Bong Joon Ho recebe o Oscar de melhor filme internacional por 'Parasita' Chris Pizzello/AP O diretor de "Parasita" e o cantor da banda de k-pop BTS doaram, cada um, cerca de R$ 80 mil para uma associação da Coreia do Sn=ul, a Hope Bridge Korea Disaster Relief Association. As doações vão ser usadas para distribuir máscaras e álcool em gel no país, segundo a associação. Ryan Reynolds e Blake Lively O casal de atores anunciou a doação conjunta de US$ 1 milhão. A quantia será repartida entre as organizções Feeding America e Food Banks Canada, que cuidam e dão comida para pessoas em risco afetadas pela crise. Justin Timberlake O cantor disse em sua conta no Instagram que iria fazer uma doação, com valor não divulgado, para o Mid-South Food Bank, um centro de doação de comida, na sua cidade natal de Memphis, Tennessee. "Essa é uma época louca, mas lembrem-se de que estamos todos juntos. Apoie sua comunidade local levando comida para aqueles que precisam", ele disse. Justin Timberlake durante show do intervalo no Super Bowl Kevin Lamarque/Reuters
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Memes da quarentena: internautas ficam em casa sem perder o bom humor
Insistência para os mais velhos não irem para a rua, preguiça em casa, álcool em gel, papel higiênico e outros temas da quarentena rendem memes nas redes; veja. Isolamento social é coisa séria, mas dá para ser acompanhado por memes nas redes sociais. Brasileiros em casa estão compartilhando piadas enquanto fazem quarentena. Veja algumas:
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Mariah Carey e Billie Eilish farão show beneficente de suas casas para combate ao coronavírus
Elton John, Alicia Keys, Backstreet Boys, Billie Joe Armstrong e Tim McGraw também participarão de apresentação transmitida em rádios nos Estados Unidos. Mariah Carey posa para fotos no American Music Awards 2018 Jordan Strauss/Invision/AP Mariah Carey, Billie Eilish e Tim McGraw comandarão um show beneficente no domingo (29), tocando em suas casas, para arrecadar dinheiro e ajudar a combater a disseminação do coronavírus, anunciou a rede de televisão Fox nesta quarta-feira (25). O especial de uma hora, que será apresentado por Elton John e transmitido pelas estações de rádio da Fox e da iHeart, é o primeiro grande evento de âmbito nacional nos Estados Unidos para usar o apelo de celebridades para ajudar as pessoas afetadas pela doença. O "IHeart Living Room Concert for America" também contará com apresentações de Alicia Keys, Backstreet Boys e Billie Joe Armstrong, vocalista do Green Day. Todos eles vão se gravar em casa com celulares ou outros equipamentos. O especial visa homenagear os profissionais de saúde e aqueles nas linhas de frente dos esforços para enfrentar a pandemia, que está sobrecarregando os hospitais, e também incentivará os espectadores a doarem para as instituições de caridade Feeding America e First Responders Children's Foundation. Músicos como John Legend e Chris Martin, líder do Coldplay, não demoraram para se mobilizar na internet agora que estados norte-americanos emitiram ordens de interdição e de permanência em casa, realizando shows gratuitos em casa e transmitidos em redes sociais. Outros têm feito contribuições individuais a hospitais e organizações sem fins lucrativos, à medida que o coronavírus se espalha pelo país. Entre eles estão o cantor James Taylor, que nesta semana doou US$ 1 milhão ao Massachusetts General Hospital, e Rihanna, cuja fundação deu US$ 5 milhões para instituições de caridade fornecerem alimento e equipamento de proteção a agentes de saúde.
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Audiência de TV dispara com confinamento por coronavírus nos Estados Unidos
Séries como 'This is us' e 'NCIS' registraram aumento de mais de 20% depois de medidas de distanciamento social no país. Chrissy Metz e Justin Hartley em cena de 'This is us' Divulgação Do drama familiar "This Is Us" à série criminal "NCIS", as audiências de programas de televisão subiram para números não registrados em até um ano, já que o isolamento e o distanciamento social por causa do coronavírus têm mantido milhões de norte-americanos em casa. A série de ação policial "NCIS" alcançou sua maior audiência desde fevereiro de 2019 na noite de terça-feira (24), atraindo cerca de 13 milhões de telespectadores – um aumento de 22% em relação à sua última transmissão original em 10 de março, informou a CBS nesta quarta-feira (24). O final da temporada da série "This Is Us", da NBC, também na terça à noite, foi o episódio mais assistido desde setembro de 2019 e teve um aumento de telespectadores de 21% entre 18 e 49 anos sobre a semana anterior, disse a NBC. Audiências das quatro grandes redes de televisão dos EUA – ABC, CBS, Fox e NBC – vinham caindo nos últimos anos devido à forte concorrência de streaming, esportes e mídias sociais. Os cinemas dos EUA e os teatros da Broadway foram fechados por quase duas semanas, e vários Estados norte-americanos ordenaram o fechamento de restaurantes, bares, parques temáticos e casas de shows, em uma tentativa de conter a epidemia de coronavírus. Atualmente, há o registro de mais de 60 mil casos e mais de 880 mortes nos EUA. Vários outros programas na TV tradicional, incluindo "The Good Doctor – O Bom Doutor" na ABC, "The Masked Singer" na Fox e "Survivor" na CBS, também estão vendo um aumento nos telespectadores, de acordo com dados de audiência.
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Mercado de shows pode quebrar com o coronavírus? Produtores pedem que fãs não peçam reembolso de ingressos
Brasil deve sair da rota dos principais artistas estrangeiros no 2º semestre, dizem produtores ouvidos pelo G1. Podcast explica qual o impacto do coronavírus na música. É cedo para afirmar como adiamentos e cancelamentos de eventos causados pela pandemia do coronavírus vão afetar o mercado de shows no Brasil. Mas produtores ouvidos pelo G1 explicaram o que pode acontecer (ouça no podcast acima). Lúcio Ribeiro (Popload Gig e Poplad Festival), Eric de Haas (shows de heavy metal) e Marco Antônio Tobal Junior (Espaço das Américas e Villa Country) citaram os possíveis impactos negativos: O Brasil pode sair da rota dos principais artistas estrangeiros no 2º semestre, porque eles vão priorizar os países não visitados da Europa, Ásia e América do Norte; O calendário será dominado por shows que deveriam ter acontecido no período do isolamento, fazendo com que produtores desistam de novos shows; A volta será mais lenta do que você pensa, com público aos poucos perdendo o medo de ir aos eventos cheios de gente; Festivais e casas de médio e pequeno porte podem quebrar se os fãs decidirem pedir reembolso de ingressos além da conta, mesmo sem saber se poderão ir na data remarcada. Fãs se emocionam com show da banda Death Cab for Cutie no Popload Festival Marcelo Brandt/G1 O G1 também entrou em contato com três das maiores produtoras que atuam no Brasil. Live Nation, Time For Fun e Move Concerts preferiram não falar agora. Retomada vai ser devagar Lúcio Ribeiro, que além de produzir eventos também cobre festivais e shows como jornalista, garante que nunca viu outro caso assim: "É um negócio geral, internacional. Nunca pensei que pudesse ocorrer algo do tipo. Eu já vi coisas como, por exemplo, no 11 de setembro, Nova York ficar parada. Em um primeiro momento, os Estados Unidos inteiro, mas depois Nova York, aí foi a retomada devagar, mas até aí perto de tudo que está acontecendo é fichinha." É fichinha e essa pausa no calendário de shows em todo mundo deve prejudicar muito o segundo semestre de shows por aqui. A tendência é que o calendário de atrações gringas seja um dos piores em muito tempo. Mas por quê? "Porque eles vão dar prioridade lá fora, como sempre deram, né? Primeiro o mercado deles lá, americano, inglês, e depois Europa, Ásia. Pode demorar pra uma banda internacional vir pra cá em um festival de médio porte pra baixo. Vão priorizar um tempo perdido com outros mercados", explica Lúcio. Público curte show do Ego Kill Talent Alexandre Durão/G1 O produtor que já trouxe nomes como Blondie, PJ Harvey, Wilco, Libertines, Iggy Pop, XX, Tame Impala e Lorde ao Brasil também respondeu uma questão que parece óbvia. Mas que vale uma explicação. Falando da música como um negócio, cancelamento é bem diferente de adiamento, né? "Sim, obviamente adiado é diferente de cancelado", diz Lúcio. "Em shows que já estavam em curso, vendendo ingressos, casas reservadas, planejamento feito, pra você cancelar isso é um custo grande, que quebra clubs, pode quebrar festivais. Se você não tem uma estrutura, um colchão um pouco mais firme pra aguentar turbulências, pode dar bem ruim." Se puder, não peça reembolso… Lúcio também deixa clara a importância de o fã não pedir o reembolso, caso possível: "Existe um movimento muito saudável que meio que começou na Bélgica e se espalhou pelo mundo, inclusive pelo Brasil, que é pras pessoas não pedirem a devolução do dinheiro do ingresso." Ele diz que as casas de shows e os festivais de médio e pequeno porte vão sentir muito os efeitos da crise. "Se você não tem uma estrutura muito gigante, um fluxo de caixa, enfim, não está muito preparado e faz um festival pra pagar o anterior… Isso é um sinal de que você pode quebrar." "A galera acha que todo mundo que faz shows, os produtores só querem dinheiro, as casas só querem cobrar caro a cerveja, tudo, mas tem um custo muito alto e é sempre muito feito no fio da navalha. Se alguma coisa der errado, ela dá muito errado", pondera Lúcio. Público do Lollapalooza Fabio Tito/G1 A cena de rock pesado também vai ser prejudicada pela onda de cancelamentos e adiamentos, necessários após a pandemia da Covid-19. Essa é a opinião de Eric de Haas, um holandês que começou como fotógrafo e editor de revistas de rock, mas hoje é um dos principais produtores de shows de heavy metal no Brasil. "Essa é a situação mais difícil que eu já vivenciei como produtor. Por exemplo, a primeira turnê do Sonata Arctica tem 20 datas na América Latina", explica Eric. Os shows que seriam em abril foram remarcados para novembro. Além do prejuízo com a remarcação, o produtor também garante que deve sofrer também nos próximos meses. E ele tem uma péssima notícia para fãs de metal: "Eu estava já negociando com outras bandas, só que com a enxurrada de shows que vai ser empurrada para o segundo semestre, eu parei negociações que eu estava planejando." Keane toca no Espaço das Américas em São Paulo Stephan Solon / Move Concerts Quem também sabe bem dos prejuízos de agora do mercado de shows é Marco Antônio Tobal Junior, diretor do grupo São Paulo Eventos, que comanda Espaço das Américas e Villa Country. São duas casas com público máximo de 8 mil pessoas, em São Paulo. O Espaço das Américas tem shows de todos os estilos, e o Villa Country é voltado para o sertanejo. "O prejuízo que traz pra todo mercado será enorme e até o momento incalculável", diz Marco Antônio. "Não temos ideia do período de interrupção das atividades. O retorno será lento e gradativo. Não acredito que o mercado vai retornar do ponto que ele parou." Até agora foram desmarcados 20 shows do Espaço das Américas. Em cada evento, trabalham aproximadamente 500 pessoas. "A rotina de remarcação é bastante trabalhosa. Vai ser um desafio pros artistas e pras casas sintetizar um ano de trabalho em um período de praticamente seis meses."
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‘The Walking Dead’ adia final de temporada por causa do coronavírus
Episódio final será transformado em especial ainda sem data para ser exibido. Cena do seriado 'The Walking Dead' Divulgação O final da série pós-apocalíptica "The Walking Dead" foi adiado até segunda ordem. Os produtores revelaram que não conseguiram terminar o último capítulo por causa do coronavírus, que forçou 50% dos Estados Unidos a permanecer em casa para evitar sua propagação. "Os acontecimentos atuais tornaram impossível completar a pós-produção do final da décima temporada de 'The Walking Dead', por isso a temporada atual terminará no episódio 15, em 5 de abril [nos EUA]", informou a rede AMC no Twitter. "O final planejado será um episódio especial (a ser exibido) mais adiante no ano", acrescentou. Initial plugin text "The Walking Dead", baseado em uma HQ ambientada em um mundo pós-apocalíptico, mostra um grupo de sobreviventes de um vírus que transformou boa parte da população em zumbis. É um dos programas de maior sucesso da história da TV americana e bateu vários recordes de audiência. Sem data definitiva para o episódio final, muitos fãs expressaram frustração e também destacaram a ironia do momento gerado pela pandemia do novo coronavírus. O programa "está se tornando um documentário, em vista da situação atual do planeta", manifestou-se um fã nas redes sociais. Streaming ganha ainda mais força, após eventos serem cancelados devido ao coronavírus Relembre filmes, séries e livros que falam sobre epidemias de vírus na ficção
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Com coronavírus, Fernanda Paes Leme relata piora em sintomas: ‘Me assustou’
Atriz esta em 14º dia de isolamento. Fernanda testou positivo para a Covid-19 após participar de festa de casamento de irmã de Gabriela Pugliesi. Fernanda Paes Leme Reprodução/Instagram Fernanda Paes Leme relatou a piora de alguns sintomas apresentados após ser diagnosticada com coronavírus. A atriz testou positivo para a Covid-19 após participar do casamento da irmã da influencer Gabriela Pugliesi, na Bahia. Fernanda está no 14º dia de isolamento. "Fui pega de surpresa com uma piora. Passei muito mal durante a noite. Isso tem acontecido com alguns pacientes de, no final, dar uma piorada. Me assustou porque eu tava me sentindo muito bem. E agora não estou tão bem assim" disse a atriz. Com coronavírus, Fernanda Paes Leme relata piora em sintomas: ‘Me assustou’ “Tive muita dor na barriga, vômito. E eu achando que tava acabando. Mas está acabando. Estou no 14º dia de confinamento, mas faltam dois dias”, afirmou Fernanda, que explicando que se isolou antes de apresentar os primeiros sintomas da doença. No domingo (22), a atriz compartilhou com seus seguidores no Instagram que estava se sentindo melhor e chegou a fazer uma videoaula de dança. Initial plugin text
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Discos para descobrir em casa – ‘Olho d’água’, Maria Bethânia, 1992
Capa do álbum 'Olho d'água', de Maria Bethânia Reprodução ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Olho d'água, Maria Bethânia, 1992 ♪ Por ser artista de personalidade indomável, imune aos caprichos e modismos da indústria do disco, Maria Bethânia amargou períodos de baixa visibilidade no mercado fonográfico. Lançado em 1992, o álbum Olho d'água veio ao mundo numa dessas fases em que Bethânia estava recolhida como ostra produtora de pérolas para poucos. Fiel ao universo poético e musical da intérprete, impregnado da religiosidade sincrética que move a fé da cantora, Olho d'água é disco para dentro, interiorizado, como Ciclo (1983) e A beira e o mar (1984), álbuns fora do tom tecnopop da década de 1980. Talvez por isso mesmo, Olho d'água permaneça, 28 anos após o lançamento, como um dos títulos menos ouvidos da discografia da cantora. Pautado pelos violões, alguns tocados por Jaime Alem, produtor musical e arranjador do álbum, Olho d'água é disco acústico de repertório pouco conhecido que inclui, por exemplo, obscura parceria de Caetano Veloso com Djavan, Invisível, inexplicavelmente nunca gravada pelos autores e por nenhum outro cantor depois de Bethânia. Há outros diamantes ainda mais verdadeiros no veio de Olho d'água, disco batizado com música de Caetano Veloso sobre poema de Waly Salomão (1943 – 2003). Banhada com o ouro da eternidade, Medalha de São Jorge é obra-prima da parceria de Moacyr Luz e Aldir Blanc, compositores que debutavam na discografia de Bethânia em dose dupla. Samba em louvação a Clementina de Jesus (1901 – 1987), Rainha negra também é da lavra preciosa dos compositores cariocas. Pérola também apresentada na correnteza deste Olho d'água, O tempo e a canção é do fino estilista ruralista Renato Teixeira, compositor (em parceria com Almir Sater) de Tocando em frente (1990), sucesso do suntuoso álbum anterior com que Bethânia comemorara 25 anos de carreira. E por falar em sucesso, Olho d'água é disco sem hits, embora a gravadora PolyGram tenha feito (algum) esforço para fazer o samba Ilumina (Noca da Portela, Tranka e Toninho Nascimento) tocar nas rádios. Um ano depois, a canção Além da última estrela – parceria de Dominguinhos (1941 – 2013) com Fausto Nilo – chegou a ser incluída na trilha sonora da novela Renascer (TV Globo, 1993), mas a ação surtiu nenhum efeito. Tanto que a canção permanecera esquecida até ser lembrada há dois anos por Elba Ramalho, que a regravou no álbum O ouro do pó da estrada (2018). Por ter obtido tão pouca repercussão, Olho d'água carrega músicas quase nunca revisitadas por outros intérpretes e pela própria Bethânia. Bilhete de despedida (Sueli Costa e Paulo Emílio) é uma delas. Parceria de Roberto Mendes e Jorge Portugal, Vida vã revolveu raízes de Santo Amaro da Purificação (BA), terra natal da artista, ao evocar a cadência da chula, em diálogo com Filosofia pura, música dos mesmos compositores lançada por Bethânia no já mencionado álbum Ciclo (Roberto Mendes assina outras duas músicas em Olho d'água, Búzio e Louvação a Oxum, em parcerias com J. Velloso e Ordep Serra, respectivamente). Sim, Vida vã parece estar em Olho d'água como a sinalizar que tudo é cíclico e ao mesmo tempo imutável na coerente trajetória da artista. Quem achou que Bethânia tinha sido derrotada em 1992 viu com surpresa os dados rolarem um ano após Olho d'água. Em 1993, Maria Bethânia daria a volta (mercadológica) por cima ao abordar o cancioneiro de Roberto Carlos e Erasmo Carlos em álbum majestoso, As canções que você fez pra mim, que a reconduziu ao trono das paradas populares. Mas ficou no mundo este também nobre Olho d'água, disco aberto e encerrado com vinhetas de Sodade, meu bem, sodade (Zé do Norte, 1953) na costura de repertório que inclui regravação de Modinha (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1958). Analisado sob perspectiva do tempo nessa quarentena, o álbum Olho d'água justifica o uso do clichê íntimo e pessoal para caracterizar a força que nunca seca da indomável intérprete.
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Professor interrompido por filhos durante entrevista em 2017 volta à TV em momento família para falar sobre isolamento
Cientista político americano Robert Kelly foi convidado para falar sobre reação da Coréia do Sul ao coronavírus e apareceu ao lado dos filhos, Marion e James, e da mulher, Jung-a Kim. O cientista político americano Robert Kelly ao lado dos filhos, Marion e James, e da mulher, Jung-a Kim Reprodução/Twitter Os filhos do cientista político americano Robert Kelly, que se tornaram sensação em 2017 ao invadir o quarto do pai durante uma entrevista para a BBC News, retornaram para as telinhas nesta terça-feira (25). Mas desta vez a aparição das crianças estava programada. Em março de 2017, os pequenos Marion e James roubaram a cena quando Kelly, doutor em Ciência Política, falava sobre o caso de corrupção que levou à destituição da presidente da Coreia do Sul. Ele não percebeu quando sua filha abriu a porta da sala onde ele estava e entrou caminhando alegremente. Logo, apareceu um bebê em um andador, e, por fim, a mãe das crianças, a ex-professora de ioga Jung-a Kim, veio ao resgate, as tirando rapidamente dali e fechando a porta. Initial plugin text Desta vez, a convite da BBC, a família inteira se reuniu para falar sobre os desafios de se trabalhar em casa no momento de isolamento diante da pandemia de coronavírus. Enquanto os pais falavam, Marion e James quase não ficavam parados. E a pequena Marion dava inúmeros abraços no pai. "É muito difícil ficar em casa por muito tempo. É primavera por aqui [na Coréia do Sul], então tentamos sair e ver as flores, as árvores", disse a mãe das crianças. Kelly então é questionado sobre como os sul-coreanos estão respondendo às restrições, mas quase não consegue falar o assunto. Kelly chega a pedir desculpas durante a entrevista, pois a garotinha começa a gritar. O apresentador se diverte e diz que ele não precisa se desculpar.
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