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Luisa Mell está com coronavírus; ativista relata pneumonia e perda de peso

terça-feira, 24 março 2020 por Administrador

'Estou muito abatida e muito magra', diz a ativista ambiental. Gilberto Zaborowsky, marido de Luisa, está internado. Ativista Luisa Mell Reprodução/Rede Social Luisa Mell usou as redes sociais para confirmar o diagnóstico de coronavírus. Ela e o marido, o empresário Gilberto Zaborowsky, testaram positivo para a Covid-19. Ambos estão com pneumonia e Gilberto está internado em um hospital de São Paulo. "Esta confirmado, estamos sim com coronavirus. Nossa pneumonia é decorrente desse vírus, que não é tao simples como algumas pessoas gostam de falar", afirmou Luisa. A ativista social também agradeceu as mensagens de apoio recebidas "até de pessoas que não me dou bem". Luisa Mell confirma que está com coronavírus e relata pneumonia e perda de peso Durante a madrugada, Luisa compartilhou novos vídeos com seus seguidores relatando perda de peso. "Estou muito abatida, muito magra, perdi tanto peso esses dias. Não dá fome esse negócio. O pior momento é de madrugada, é quando sinto mais dor", disse. "Mas estou bem." Luisa entrou para a lista de famosos que estão com coronavírus. Além dela, Fernanda Paes Leme, Gabriela Pugliesi, Tom Hanks, Idris Elba, e outras celebridades ao redor mundo testaram positivo para a doença. Initial plugin text

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Pabllo Vittar revela a ‘capa oficial’ do álbum ‘111’

terça-feira, 24 março 2020 por Administrador

♪ No fim da noite de segunda-feira, 23 de março, Pabllo Vittar revelou nas redes sociais da artista a capa do álbum 111. “Capa oficial”, ressaltou a legenda do post com a imagem de Ernna Costa que expõe cinco poses da cantora com look que combina as cores prata e preto. A capa do álbum 111 é mostrada quatro dias após Vittar ter lançado o single Tímida (Rodrigo Gorky, Pablo Bispo, Zebu, Arthur Marques e Maffalda, Danielle Sanchez e Gale, 2020), gravado com a cantora mexicana Thalía e apresentado na noite de quinta-feira, 19 de março. Tímida é uma das cinco músicas da segunda parte de 111, cuja data de lançamento ainda é ignorada. Outras quatro composições foram apresentadas em EP editado em 31 de outubro. A segunda parte do álbum 111 inclui dueto de Vittar com Ivete Sangalo e uma música, Rajadão, gravada sem colaborações. A faixa Rajadão é uma das apostas de Rodrigo Gorky, um dos produtores de 111, para repetir na sequência o sucesso de Amor de que (Rodrigo Gorky, Zebu, Pablo Bispo, Maffalda e Arthur Marques, 2019), música que sobressaiu na preferência popular entre as quatro faixas do EP inicial. A produção musical do álbum 111 é assinada pelo Brabo Music Team.

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Drag queen Mona Foot morre em Nova York

terça-feira, 24 março 2020 por Administrador

Geoffrey Mac, vencedor do reality 'Project Runway' e amigo de Nashom Wooden, fez o relato sobre a morte nas redes sociais. Drag queen Mona Foot morre em Nova York Reprodução/Instagram Nashom Wooden, conhecido como a drag queen Mona Foot, morreu nesta segunda-feira (23), em Nova York. O anúncio foi feito por Geoffrey Mac, vencedor da 18ª temporada do Project Runway, e amigo de Wooden, através de um vídeo nas redes sociais. Geoffrey chora bastante ao fazer o relato e atribui a morte ao coronavírus. Segundo a revista Billboard, a causa da morte ainda não foi oficialmente confirmada. Initial plugin text "Perdi meu melhor amigo hoje para o coronavirus. Nashom Wooden. Eu só quero ter certeza de que todos aí estão saudáveis e que cuidem um do outro, porque o vírus é realmente real. Eu realmente sinto muito", afirmou Geoffrey. Wooden começou a ser conhecido como Mona Foot, na noite de Nova York, em 1989, conforme relato publicado em uma entrevista de 2017. Nas redes sociais, Mona Foot recebeu diversas homenagens de amigos e nomes da noite novaiorquina. Initial plugin text Initial plugin text

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Elton John, Demi Lovato e Mariah Carey aderem campanha e citam por quem estão em isolamento social

terça-feira, 24 março 2020 por Administrador

Artistas usam a hashtag 'I stay home for' (estou em casa por…) para incentivar pessoas a se manterem em seus lares durante combate à disseminação do coronavírus. Elton John, Mariah Carey e Demi Lovato aderem campanha e citam por quem estão em isolamento social Reprodução/Instagram Elton John, Demi Lovato, Mariah Carey, Michelle Pfeiffer, David Beckham, Kevin Bacon e Bebe Rexha foram alguns dos famosos que seguraram seus cartazes para dizer por quem estão em casa durante o isolamento social. O ato faz parte da campanha "I stay home for" – algo como "eu estou em casa por…" — para incentivar que as pessoas fiquem em seus lares, ajudando no combate da disseminação do coronavírus. Demi Lovato, por exemplo, disse em seu cartaz que está em casa por seus pais, vizinhos e sua saúde. Mariah Carey também aderiu a campanha e, posando em uma foto ao lado de suas filhas, escreveu que está em casa "pelos trabalhadores da área da saúde e pelo mundo inteiro". Elton John escreveu que está em casa pelo marido, David Furnish, e os filhos, Elijah e Zachary. Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text

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Zélia Duncan, transformada em ativista, completa 30 anos de carreira fonográfica

terça-feira, 24 março 2020 por Administrador

Artista mostra que tem o dom da palavra na música e na vida, chamando a atenção com vídeos em redes sociais. ♪ MEMÓRIA – É possível que haja quem, na efervescência social de 2020, identifique Zélia Duncan mais pelos vídeos em que a artista se posiciona politicamente em redes sociais do que pelos discos que lança desde 1990. Sim, é transformada em ativista que a cantora, compositora e instrumentista fluminense Zélia Cristina Duncan Gonçalves Moreira completa 30 anos de carreira fonográfica em 2020. A rigor, a cantora pôs os pés na profissão em 1981, em Brasília (DF), e já caminha para os 40 anos de atividade profissional na música. Em 1989, a artista chamou alguma atenção na cidade do Rio de Janeiro (RJ) com o show Zélia Cristina no caos com o nome artístico que adotava até então. Mas foi em 1990 que começou a ser notada (timidamente) em escala nacional com o titubeante primeiro álbum, Outra luz, editado naquele ano com algumas pistas da (in)formação musical de Zélia em regravações de músicas de Luiz Melodia (1951 – 2017) e Rita Lee, além da primeira parceria da compositora com Christiaan Oyens. A primeira virada aconteceu quatro anos depois. Já adotando o nome artístico de Zélia Duncan, a cantora lançou em 1994 um segundo álbum de tom pop folk que denunciava a influência de cantoras compositoras como a canadense Joni Mitchell. Primoroso, Zélia Duncan – o álbum produzido por Guto Graça Mello – ampliou e solidificou a parceria da artista com Christiaan Oyens, retomada no recente Tudo é um (2019), afetuoso álbum que repôs Zélia no trilho autoral após discos e shows calcados em cancioneiros alheios como o fundamental Tudo esclarecido (2012) – disco em que a cantora abriu janela pop para o cancioneiro vanguardista de Itamar Assumpção (1949 – 2003) – e o menos impactante Invento + (2017), registro de estúdio de show em que Zélia abordou o repertório de Milton Nascimento somente com o toque do violoncelo de Jaques Morelenbaum. Com voz grave que ecoa o timbre de Lucina, de quem se tornou parceira nos anos 1990, Zélia Duncan é da mesma geração de Adriana Calcanhotto, Cássia Eller (1962 – 2001) e Marisa Monte. Nunca foi adulada pelos críticos como as colegas de geração, talvez pela generosidade com que Zélia sempre se permitiu colaborar com artistas de menor cotação na bolsa de valores do universo pop, mas chega respeitada aos 30 anos de carreira fonográfica. Zélia Duncan tem carreira fonográfica iniciada em 1990 com a edição do primeiro álbum, 'Outra luz' Roberto Setton / Divulgação Quando parecia que começaria a se repetir, lá pelo fim dos anos 1990, Zélia soube se reinventar. Soube se transformar em outras, para usar expressão já clichê quando se trata de reportar o maior sortimento que pautou a obra fonográfica da artista a partir dos anos 2000. Pré-pós-tudo-bossa-band (2005) e Pelo sabor do gesto (2009) são álbuns aliciantes que resistem bem ao tempo. No fundo sempre mutante, Zélia Duncan experimentou ocupar por um tempo o posto de vocalista do grupo de Arnaldo Baptista e Sérgio Dias no retorno da banda em 2006, deixando já em 2007 a função que havia sido da parceira Rita Lee na fase áurea d'Os Mutantes. No fim de 2006, enquanto ainda era oficialmente uma mutante. a cantora já estava em cena com Simone, dividindo o palco em show eternizado no álbum ao vivo Amigo é casa (2008). Em 2011, com a segurança de quem fez curso de atriz na juventude, a artista uniu música e teatro em antológico espetáculo, Totatiando (2011), baseado na obra do compositor paulista Luiz Tatit e editado em DVD em 2013. Em plena atividade, Zélia uniu música e ativismo no ano passado ao orquestrar, em parceria com Ana Costa, álbum-manifesto que saiu em defesa da mulher em mundo machista que registra intoleráveis casos diários de feminicídio. Gravado com estelar elenco feminino que incluiu Alcione, Daniela Mercury, Mônica Salmaso e Simone, o disco Eu sou mulher, eu sou feliz (2020) merecia ter sido mais louvado tanto pelo repertório inédito (composto por Zélia com Ana) quanto pelo caráter político. Inabalável aos 55 anos, enquanto espera a contenção da pandemia do coronavírus para poder estrear a turnê nacional do show que a juntará em cena com o amigo e parceiro Paulinho Moska, Zélia Duncan segue sendo a porta-voz de indignações sociais em vídeos que repercutem até mais do que os discos dessa cantora e compositora transformada em ativista. Mais letrista do que melodista, Zélia Duncan tem o dom da palavra.

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Manu Dibango, saxofonista e lenda do afro-jazz, morre após testar positivo para coronavírus

terça-feira, 24 março 2020 por Administrador

Artista de 86 anos estava internado há alguns dias e testou positivo para a Covid-19. Manu Dibango, lenda do afro-jazz, durante apresentação em 2019 Reprodução/Facebook Hospitalizado há vários dias, depois de ter sido testado positivo para a Covid-19, Manu Dibango, saxofonista camaronês e lenda do afro-jazz, morreu aos 86 anos na França. A informação foi confirmada na manhã desta terça-feira (23) por um dos responsáveis pela sua gravadora e publicada em sua rede social. A vida de Emmanuel N'Djoke Dibango, mais conhecido como Manu Dibango, foi inteiramente dedicada à música. Ele ficou conhecido mundialmente com o sucesso de Soul Makossa, em 1972, que entrou para a lenda do jazz. Initial plugin text A música fazia parte do lado B de um disco de 45 rotações, cujo título principal era um hino para o time de futebol de Camarões para a Copa Africana de Nações de futebol. Soul Makossa caiu nas graças de DJs de Nova York, e a canção conquistou os Estados Unidos. Manu Dibango acusou Michael Jackson de plágio em uma música do álbum "Thriller" e um acordo financeiro foi firmado e colocou fim ao litígio. Manu Dibango nasceu em Camarões em 1933. Foi no coral do templo religioso, onde sua mãe era professora, que ele aprendeu a cantar, enquanto a vitrola dos pais o fazia conhecer músicas francesa, americana e cubana, trazidas por marinheiros que desembarcam no porto de Douala. Aos 15 anos, seu pai o enviou para estudar na França. Foram três semanas de barco até chegar ao porto de Marselha onde desembarcou, como conta em sua biografia, com 3 kg de café em sua mochila. Mercadoria rara na França. Após a guerra, o produto rendeu dinheiro suficiente para pagar um mês de pensão. Precursor da World Music O jazz entrou na vida de Manu Dibango, e nunca mais o deixou, e o saxofone se tornou seu instrumento favorito. Ele conheceu o também músico camaronês Francis Bebey, e juntos formaram um grupo que se apresentava em bares e casas noturnas. Ao deixar de fazer os testes para entrar na Faculdade, seu pai deixou de sustentá-lo. Dibango se mudou para a Bélgica, onde seu jazz ganhou contornos mais africanos com o contato comunidade congolesa, em plena efervescência. O Congo Belga declarou independência em 1960. Manu Dibango partiu para Léopoldville, (atual Kinshasa), onde dirigiu uma casa noturna e lançou o twist. No início dos anos 1960, seu país, Camarões, estava em guerra civil e ele retornou à França, onde descobriu o R&B s e estrelas francesas da época como Dick Rivers e Nino Ferrer, que o contrataram como músico. Nos anos 1990, Manu Dibango gravou o álbum "Wakafrik"a com os maiores sucessos africanos, uma viagem de Dakar à Cidade do Cabo. Youssou N'Dour, Salif Keita, Angélique Kidjo, Peter Gabriel participam do projeto. Outros álbuns foram ainda gravados por esse artista genial, precursor da World Music Reações Artistas, autoridades e fãs de Dibango expressaram a tristeza pela morte do musico elas redes sociais. O músico senegalês Youssou Ndour escreveu no Twitter: "Não tenho palavras para traduzir minha tristeza. Você foi um gigante, meu irmão, um orgulho para os Camarões e para toda a África. Uma perda imensa! RIP o Rei da Makossa e Gênio (do) Sax”. Initial plugin text Já o ministro francês da Cultura, Frank Rieskier, escreveu. "O mundo da música perde uma de suas lendas. A generosidade e o talento de Manu Dibango não conheciam limites. Cada vez que subia ao palco, ele se entregava intensamente ao público para fazê-lo vibrar de emoção. Penso em sua família e seus entes queridos."

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Metallica adia turnê no Brasil por causa do coronavírus; shows devem ser em dezembro

terça-feira, 24 março 2020 por Administrador

Banda vai passar por Belo Horizonte, Curitiba, SP e Porto Alegre. Será a décima vez da banda americana no país. 'Estamos colocando a segurança em 1ºlugar', disse grupo. Kirk Hammett e James Hetfield, do Metallica, em show no Lollapalooza 2017 Marcelo Brandt/G1 O Metallica adiou a turnê que passaria por quatro cidades do Brasil. A confirmação do adiamento em um comunicado publicado no site da banda. "Estamos todos colocando a segurança em primeiro lugar, auto-isolando e com a distância social, mas não para sempre! Com isso dito, os shows da turnê sul-americana originalmente planejados para abril estão em processo de mudança para dezembro; Greta Van Fleet vai ficar a bordo para fazer esse passeio conosco, e iremos par cada cidade, mas alguns lugares dos shows podem mudar. Voltaremos ainda nesta semana com as novas datas e detalhes sobre ingressos, locais e tudo o que você precisa saber." O Metallica passaria por Porto Alegre (Arena do Grêmio, 21 de abril), Curitiba (Estádio Couto Pereira, 23), São Paulo (Estádio do Morumbi, 25) e Belo Horizonte (Estádio Mineirão, 27). Esta será a décima vez do Metallica no Brasil (após 1989, 1993, 1999, 2010, 2011, 2013, 2014, 2015 e 2017). Como é o show? A turnê sul-americana do Metallica faz parte da WorldWired Tour, que já teve mais de 150 shows desde o início de outubro de 2016. Com essa mesma turnê, eles se apresentaram no Lollapalooza em São Paulo, em 2017. Fizeram o show potente de sempre, mas com repertório renovado. Naquela noite, o Metallica cumpriu com louvor a missão de ser o primeiro headliner de heavy metal em uma edição de Lolla. A base do show, além dos clássicos, deve continuar sendo "Hardwired… To self-destruct", lançado no fim do 2016. O álbum mostra força, mas peca um pouco pelo excesso.

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Mallu Magalhães faz sambas e bossas em ‘live’ com música inédita

segunda-feira, 23 março 2020 por Administrador

Revelada pela internet em 2007, a artista também canta antigas composições de Caetano Veloso e Chico Buarque. Resenha de live – Festival #tamojunto Artista: Mallu Magalhães Data: 22 de março de 2020, às 21h30m Cotação afetiva: * * * * * ♪ Houve um tempo em que o mundo nem sonhava ficar de quarentena e Mallu Magalhães precisou permanecer em casa para amenizar os efeitos de insolação. Naquele momento, a cantora, compositora e violonista paulistana decidiu aproveitar a reclusão forçada para aprender a tocar Januária, samba de Chico Buarque, propagado em 1968 em gravações feitas pelo autor, pela dupla Cynara & Cybele e pelas cantoras Claudette Soares e Isaura Garcia (1923 – 1993). Hoje o mundo precisa estar em quarentena para deter a expansão do coronavírus e Mallu, da casa portuguesa em que vive em Lisboa, tocou Januária ao violão em live que mobilizou milhares de seguidores dentro da programação online do festival #tamojunto, promovido pelo jornal O Globo. Soou charmosa a lembrança do samba em que Chico Buarque perfila a Januária que fica na janela. Que, nos tempos atuais, bem poderia ser uma das incontáveis janelas em que os povos permanecem conectados em rede de solidariedade. Na live exibida às 21h30m de domingo, 22 de março, Mallu Magalhães mostrou sambas e bossas em roteiro que incluiu música inédita do vindouro quinto álbum solo de estúdio da artista, já inteiramente gravado, com repertório autoral que inclui parcerias de Mallu com compositores de outros universos musicais. Presumivelmente intitulada Quero-quero, a composição inédita persegue a cadência do samba e tem versos rimados em “eira” em letra graciosa que sinaliza álbum sem rupturas radicais com a estética do antecessor Vem (2017). Outra surpresa do roteiro, que incluiu a road-pop-song Guanabara (2017) e o samba Você não presta (2017), foi Baby, a canção de Caetano Veloso lançada pelo autor com Gal Costa no mesmo ano de 1968 em que a Januária de Chico Buarque veio ao mundo. Ao fim da abordagem de Baby, Mallu experimentou bossas na divisão da canção. Uma das primeiras artistas a ganhar projeção através da internet, em 2007, Mallu Magalhães voltou segura ao primeiro habitat profissional, após 13 anos, para reforçar a corrente solidária que tem levado música aos povos confinados no Brasil e no mundo.

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Sandy faz corrente de orações diária e recebe apoio de Luan Santana, Fernanda Souza e outros famosos

segunda-feira, 23 março 2020 por Administrador

Cantora colocou alarme em celular para orar ou meditar, todos os dias, às 18h, em meio à crise de coronavírus. 'De acordo com a sua crença, do seu jeito'. Sandy e Lucas Lima em transmissão durante isolamento por causa do coronavírus Reprodução/Instagram/sandyoficial Sandy usou seu Instagram para convocar amigos e fãs para uma corrente de orações e vibrações positivas em meio à crise de coronavírus. A cantora mostrou na rede social que colocou um alarme em seu celular para tocar às 18h, todos os dias, para "mentalizar, orar, rezar ou meditar, de acordo com a sua crença, do seu jeito". A cantora logo recebeu o apoio de muitos famosos, que compartilharam a ideia em suas redes sociais e se uniram à corrente. Luan Santana, Fernanda Souza, Fernanda Gentil e Thiaguinho foram alguns dos que aderiram a ação. "Oi, pessoal! Sei que meu último post foi sobre isso, mas voltei aqui a convite da minha amiga Fernanda Souza pra lembrar você sobre a importância de nos unirmos nesse momento pra mentalizar/ orar/rezar/meditar (de acordo com a sua crença, do seu jeito) todos os dias no mesmo horário, às 18h. Juntos somos mais fortes. A gente vai sair dessa. Marque seus amigos pra postarem a foto do alarme também e espalharem essa corrente positiva", escreveu Sandy. Na sexta-feira (20), Sandy se emocionou e não segurou as lágrimas durante a transmissão de um show para fãs em quarentena por causa do coronavírus. Ela também falou sobre saudade em uma live com o irmão, Junior. Initial plugin text Initial plugin text "O alarme da nossa Sandy tá assim! Marca sua amiga (o) que vai por o despertador igual ao da ídola”, compartilhou Fernanda Souza. "Já coloquei pra despertar e tudo… Todos os dias. Vamos orar, meu povo! Cada um do seu jeito! Vamos mandar energia boa pra gente! Estamos precisando", apoiou e incentivou Thiaguinho. "Tô junto", resumiu Luan Santana e compartilhando a imagem. Os músicos Guto e Mike, do duo OutroEu, e a apresentadora Fernanda Gentil também se uniram na campanha e incentivaram a ação.

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Alfredo Del-Penho e Mônica Salmaso fazem brilhar ‘A cor da esperança’ em live em dupla

segunda-feira, 23 março 2020 por Administrador

Com sensibilidade, cantores reverberam o recado de samba de 1978 em que Cartola professa a fé no amanhã. Alfredo Del-Penho e Mônica Salmaso em 'live' feita em dupla com samba de Cartola e Roberto Nascimento Captura de vídeo ♪ “Amanhã / A tristeza vai transformar-se em alegria / E o sol vai brilhar no céu de um novo dia / Vamos sair pelas ruas / Pelas ruas da cidade / Peito aberto / Cara ao sol da felicidade”. Embora pareçam ter sido escritos na semana passada, esses versos do samba A cor da esperança – composto por Cartola (1908 – 1980) em parceria com Roberto Nascimento (1940 – 2019) – foram lançados há 42 anos na voz do cantor João Nogueira (1941 – 2000) em gravação feita para o álbum Vida boêmia (1978). Por força do destino, esses versos otimistas ressurgiram, plenos de atualidade, nas vozes dos cantores Alfredo Del-Penho e Mônica Salmaso em live em dupla que iniciou no domingo, 22 de março, a série Ó de casas, iniciativa da cantora para engrossar a corrente de solidariedade formada por artistas do mundo todo para levar música aos povos confinados em quarentena para conter a expansão da pandemia do coronavírus. Munido do próprio violão, Del-Penho – que gravou A cor da esperança no álbum solo Samba sujo (2015) – se juntou a Salmaso (habilidosa na percussão de caixa de fósforo) em registro emocionante que deu o recado com sensibilidade e fé que o povo brasileiro precisa ouvir nesse momento. ♪ Eis a letra do samba A cor da esperança (Cartola e Roberto Nascimento, 1978): Amanhã, A tristeza vai transformar-se em alegria E o sol vai brilhar no céu de um novo dia Vamos sair pelas ruas Pelas ruas da cidade Peito aberto Cara ao sol da felicidade E no canto de amor assim Sei que vão surgir em mim novas fantasias Sinto vibrando no ar E sei que não é vã a cor da esperança A esperança do amanhã

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