Mulher do ator Idris Elba, Sabrina Dhowre testa positivo para coronavírus
Em entrevista à Oprah Winfrey, a atriz e modelo afirmou não estar surpresa com o resultado, já que optou por fazer quarentena com o marido assim que soube que ele foi exposto ao vírus. Idris Elba se casa aos 46 anos com a modelo Sabrina Dhowre Reprodução/Instagram/Seanthomas_photo Sabrina Dhowre Elba, mulher do ator Idris Elba, foi diagnosticada com coronavírus. Sem nenhum sintoma apresentado, a atriz e modelo aguardava o resultado dos exames desde que Idris testou positivo para a Covid-19. Idris e Sabrina falaram sobre o estado de saúde do casal durante a participação remota do primeiro episódio do programa "Oprah Talks Covid-19". Em quarentena, Idris comentou que Sabrina havia feito o teste na terça-feira (17), um dia após o ator revelar que estava com a doença. Oprah então perguntou se Sabrina já havia recebido o resultado e ela explicou: "Descobri esta manhã. Testei positivo", afirmou ela, dizendo ainda não estar surpresa. Ela contou que, assim que soube que o marido esteve exposto ao vírus, tomou a decisão de ir ao encontro dele para acompanhá-lo na quarentena. "Assim que soube que Idris esteve potencialmente exposto, fui ao encontro dele, queria estar com ele. Acho que é um instinto como esposa. Você só quer ir e cuidar dele", disse. Initial plugin text Assim como Idris, Sabrina afirmou que não teve nenhum sintoma da doença. Em uma live recente nas redes sociais, o ator explicou o motivo de ter feito o teste, mesmo sem ter apresentado nenhum sintoma. Idris relatou que soube na sexta-feira (13) que teve contato com uma pessoa que testou positivo para o Covid-19 no dia 4 de março. "Tivemos muita sorte de sermos testados tão rapidamente, devido à escassez de teste. Mas a meu ver, fazer o teste foi a melhor coisa, porque eu estaria cercado de muitas pessoas começando a gravar o filme", explicou o ator, que iria iniciar um novo projeto cinematográfico. As gravações foram interrompidas. Na ocasião, Idris contou no vídeo que Sabrina ainda aguarda o resultado de seu teste.
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Pandemia e o isolamento social
Profissionais de saúde da UPA Noroeste fazem parte da campanha pedindo isolamento para evitar coronavírus em Goiás Goiânia Divulgação/SMS Goiânia As notícias chegavam na velocidade do século XXI e em pouco mais de um mês declarou-se a Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus, como pandemia. As pessoas não estavam ainda acostumadas com o nome do vírus e muitos nem sabiam o que era pandemia. Em pouco tempo as palavras foram ficando corriqueiras e já se falava nelas com desenvoltura. Mas a doença mesmo, o vírus mortal, para espanto de todos não era muito conhecido. Alguns diziam não ser tão virulento, uma simples gripe. Outros espalhavam tratar-se de uma arma biológica para matar os chineses. Muitos disseram que Jesus salvaria. E tudo acontecia para a maioria das pessoas na tela da TV, não muito real, mas o noticiário informava não ser de forma alguma uma simples gripe e Jesus não salvava. O remédio, pois não havia remédio e muito menos vacina, era o isolamento. Era não sair às ruas a não ser por extrema necessidade. De repente, o primeiro caso no Brasil e, em proporção geométrica, a doença foi se espalhando, silenciosamente, pelas duas maiores cidades do nosso país. As autoridades da saúde, inclusive o ministro, davam diariamente notícias em entrevista coletiva. Eram sérios e buscavam conscientizar a população sobre o perigo instalado e sobre o que estava por vir. As notícias foram a cada dia mais alarmantes até que a maior emissora do país abriu a TV paga para todos os telespectadores e, durante seis horas seguidas, epidemiologistas, pneumologistas, cientistas dos maiores centros de pesquisa brasileiros debateram o tal novo coronavírus e a Covid-19. Herdeiros de Oswaldo Cruz e Carlos Chagas, nossos médicos e cientistas da saúde pública conhecendo a história das epidemias desde o início do século XX, quando seus mestres se impuseram na luta contra a febre amarela no Rio de Janeiro, haviam aprendido a falar com a população e a informá-la, trocando em miúdos a complexidade da situação. Participaram também do debate os governadores e prefeitos dos dois estados e das duas cidades mais atingidas até aquele momento e também a equipe do Ministério da Saúde. Foi uma aula inacreditável e assustadora. Durante aquela semana de março de 2020 na qual o estado calamitoso se foi desenhando, os cariocas nem de longe pareciam tocados pelo perigo. No final de semana anterior àquela aula do medo, as praias se encheram de gente, de pessoas amontoadas com seus aparelhos de som tocando de funk a MPB e rock a pagode, tudo junto e misturado como é da nossa cultura, mas contrariando as normas que haviam sido discutidas, as regras do isolamento social. Ninguém sabia muito bem o que era isso. Ninguém parecia ter entendido exatamente o que significavam as restrições sociais já, naquela altura, aplicadas em alguns países europeus. O medo vinha do norte da Itália com os hospitais cheios de infectados pelo vírus, os quais tinham como única solução a ventilação mecânica nos casos mais graves. Centenas morreram em centros de tratamento intensivo. A morte não era uma festa, nem era possível acompanhar os entes queridos na agonia do CTI e menos ainda velar os mortos no sepultamento. A ficha dos brasileiros foi caindo aos poucos. Para mim, havia caído depois da aula dos epidemiologistas quando de manhã o telefone tocou e era meu cunhado médico. Achei que fosse me dar a notícia de algum amigo com a nova peste. Não era, tudo ainda estava bem, mas ele queria me dizer com toda a gravidade que eu não poderia mais ficar com Dante, meu netinho de três anos. Parei de respirar por um segundo. O coração bateu mais forte e as lágrimas rolaram sem parar. Isso era o isolamento. Não adiantava lavar as mãos como pensei ter ensinado a Dante, que ao ouvir a conversa dos adultos sobre o fato de Preta Gil ter sido contaminada pelo coronavírus perguntara: "Por que? Ela não lavou as mãos vovó?". Era preciso isolar-se de Dante para protegê-lo e a mim também. Ficar em casa, não sair à rua. Pronto. O isolamento social significava uma parada na vida, uma suspensão dos abraços, dos encontros, do aperto de mão, tão fundamentais para a existência humana como o ar que respiramos. Restava-nos o celular e a maravilhosa cobertura da TV Globo que em um gesto inédito decidira parar a gravação da novela das nove, e outras, para evitar o contato entre os atores e técnicos e os abraços e apertos de mão presentes na narrativa da telenovela, e também para ensinar o que é o isolamento e o que teríamos pela frente. A loucura maior veio do presidente para horror da maioria dos brasileiros. Minimizou a pandemia, saiu para o abraço e selfies com apoiadores em manifestação na porta do Palácio do Planalto, em absoluto desrespeito às normas impostas pelo seu próprio ministro da saúde. Criticado, acusou a mídia de espalhar o pânico e frisou que se ele pegasse a doença o problema seria dele. Não entendera nada, era violento e, para dizer o mínimo, insensível à dor dos outros. Em um tempo em que o convívio social teve de ser suspenso para preservar a própria vida, saltava aos olhos a necessidade e importância da mídia profissional e a urgência de mais pesquisas científicas para combater o inimigo que nos afrontava e não era uma nação, nem um indivíduo, mas um vírus invisível que atacava principalmente os velhos e os doentes. O sistema de saúde de várias partes do mundo não suportava tantos pacientes ao mesmo tempo. Os italianos, no confinamento, foram para as janelas e cantaram para fazer com que esse tempo de obrigação tão desumana e tão necessária passasse mais rápido. Os espanhóis tocavam instrumentos e até jogavam bingo, nas varandas de seus apartamentos, cada um na sua. Transformaram o abraço em música que ecoou pelo mundo nas telas das TVs e por meio dos milhares de celulares. Houve também palmas nas janelas para agradecer as equipes de saúde que incansavelmente lutavam para aliviar o sofrimento dos doentes. Os brasileiros, iniciando sua jornada de enfrentamento à doença, ainda sem aquilatar a extensão do drama desenhado, certamente criariam seu abraço coletivo e conseguiriam superar a pandemia e a estreiteza do cérebro do seu presidente
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Sandy chora durante transmissão de show para fãs em quarentena por causa do coronavírus
Ela se emocionou enquanto cantava com o marido, Lucas Lima, e falou sobre saudade com o irmão, Junior. Sandy e Lucas Lima em transmissão durante isolamento por causa do coronavírus Reprodução/Instagram/sandyoficial Sandy se emocionou nessa sexta-feira (20) durante uma transmissão no Instagram para fãs que passam por quarentena por causa do novo coronavírus. A apresentação com a presença do marido, Lucas Lima, foi responsável pela abertura do "festival à distância" Música em Casa. A cantora chorou durante o refrão "isso vai passar", da música "Tempo". Ao final, a cantora repetiu o verso e, chamou o irmão, Junior, para uma participação. Os dois compartilharam o que estão fazendo em casa no período de isolamento social, incluindo atividades para distrair os filhos. "Eu não queria fazer esse show assim, mas é o que temos para agora", disse a cantora, depois falar que sentia saudade do irmão. Durante a transmissão, que durou cerca de 40 minutos, Sandy cantou alguns de seus sucessos e conversou um pouco com o público. O Festival Música em Casa reúne transmissões de apresentações de artistas que tiveram que cancelar shows presenciais para evitar a transmissão do vírus. Entre as outras atrações estão Di Ferrero, Atitude 67, Jão, Melim, Vitão, Projota, Léo Santana e Michel Teló. Sandy, Lucas Lima e Junior se emocionam durante transmissão no Instagram Reprodução/Instagram/sandyoficial
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Di Ferrero fala ao G1 sobre ansiedade na quarentena com coronavírus; ouça relato do cantor
Um dos primeiros brasileiros diagnosticados com o Covid-19, ele diz que fez 'linha do tempo' para lembrar com quem havia falado e se sentiu culpado por poder ter transmitido doença. Di Ferrero, ex-vocalista do NX Zero e hoje com carreira solo mais voltada para a música pop, foi um dos primeiros brasileiros diagnosticados com o novo coronavírus. Ouça acima uma entrevista com Di Ferrero no G1 Ouviu, o podcast de música do G1. O episódio também fala sobre o impacto da pandemia no mercado de música do Brasil e do mundo. O cantor de 34 anos falou dos dias de ansiedade e isolamento em Florianópolis. Ele divulgou o diagnóstico no dia 12 de março. Nesta semana, ele disse que está "curado e sem o vírus", mas segue em quarentena. "Como eu fui um dos primeiros a pegar o coronavírus por aqui, eu fiquei sem saber o que fazer no começo. Quando eu comecei a sentir os sintomas, eu estava em Floripa. Depois que eu saí do hospital, antes de sair o exame, eu já fiquei em casa e tal", disse o cantor ao G1. "Então, foi uma ansiedade pra saber o que estava acontecendo. Aí, me deu um pouco de febre, eu falei: 'Caramba velho, o que que tá acontecendo, será que eu tô com isso?' Quando saiu [o resultado positivo], tinha alguns shows pra rolar. Ninguém tinha cancelado nada ainda. Mas eu já tinha falado com a minha galera, que eu não tava bem, que eu achava que ia ter que cancelar um show que eu tinha no sábado, as [idas às] rádios que eu tinha na sexta-feira, com todos os fãs e tal." Di Ferrero e Isabeli Fontana no clipe de 'No Mesmo Lugar' Divulgação Ao ser perguntando sobre o medo de ter transmitido para alguém conhecido ou para algum fã, Di Ferrero contou que se sentiu culpado ao pensar nessa possibilidade: "Eu fiquei pensando, eu fiz uma linha do tempo, falei: 'Cara quem é que eu posso [ter contaminado], antes de saber que eu estava e de ir ao hospital e passar mal. Quem eu posso ter tido contato, meu Deus, sabe? Putz! Eu fiquei ansioso pra caramba tentando lembrar com quem eu falei e as pessoas… 'Olha, saiu positivo'." Ao chegar de Nova York, nos Estados Unidos, ele viajou direto para Florianópolis, devido a alguns compromissos que havia marcado. "Encontrei algumas pessoas, tipo o meu advogado, e ele deu negativo. A própria Isabeli [Fontana, modelo e esposa dele] também deu negativo. Que bom que a imunidade deles está boa, graças a Deus." "Mas não encontrei meus enteados e nem os meus fãs, não tive nada assim, ainda bem, cara. Porque senão eu acho que não iria conseguir dormir nas primeiras noites, porque só dessas poucas pessoas que eu tive contato eu fiquei bem me sentindo… não é nem culpado, talvez culpado. Pô, fiquei pensando 'Por que eu fui viajar pra fora? Por que eu fui pra lá?' Mas isso com o tempo foi acalmando." O cantor também disse que todos esses pensamentos fizeram com que ele ficasse ansioso. E essa ansiedade foi fazendo com que ele piorasse de saúde. "Então, eu voltei pro meu mundo, tocar música, fazer som", explicou, ao se referir às lives no Instagram que vem fazendo desde então. Nesses vídeos ao vivo, ele conversa com fãs, toca músicas e fala sobre o coronavírus. "Virou uma loucura, eu comecei a tentar informar a galera o máximo possível. Não de coisas técnicas do meu tratamento, porque cada caso é um caso, cada pessoa tem um tratamento, então a galera fica me perguntando sem parar sobre tratamento. E aí eu liguei para alguns médicos, fui atrás, lia todos os sites saude.gov, todos os sites do governo, principalmente, pra ver o que eu tinha que fazer." SAIBA MAIS da carreira solo pop de Di Ferrero Di também teve acompanhamento durante os primeiros dias da quarentena. 'Ficou uma pessoa falando comigo no WhatsApp todo dia, da vigilância epidemiológica. Eu ficava me reportando e aí meu papel foi pra acalmar a galera. Eu me acalmei e passei isso pra frente. As pessoas começaram a se acalmar. Eu vi que estava fazendo alguma coisa positiva, então comecei a me sentir melhor. Pra não ficar louco, então eu posso ajudar nessa hora." O ex-vocalista do NX Zero também mandou um recado pra quem não pode ficar em casa. Em suas lives, ele sempre se lembra das pessoas que continuam trabalhando: "Pra galera que é essencial trabalhar, eu estou agradecendo, a galera guerreira, né? Hospitais, mercados, farmácias… Não é todo mundo que pode ficar em casa, que nem eu. Eu quero acalmar pra esse cortisol não ficar alto, e aí eu ficar mais ansioso e baixar a minha imunidade de novo. Isso vale pra todo mundo." "Quanto mais junto a gente estiver em todos os sentidos, no mercado do entretenimento, não só no entretenimento, mas no geral, menos todo mundo vai perder. Porque todo mundo já perdeu ou está perdendo alguma coisa. Mas quanto mais junto a gente estiver menos a gente vai perder neste momento. Essa consciência que eu tento passar e isso me fez ficar mais calmo aqui e me senti melhor. Tamo junto, a gente vai passar por essa aí."
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Séries médicas dos EUA doam suprimentos para combater a Covid-19
Grey's Anatomy, The Good Doctor e Station 19 doaram equipamentos de proteção que estavam guardados para as gravações. Ellen Pompeo em cena de 'Grey's Anatomy' Divulgação Séries de televisão sobre médicos dos Estados Unidos, como Grey's Anatomy, doaram máscaras de proteção, roupas, luvas e outros suprimentos a funcionários de hospitais norte-americanos que enfrentam a pandemia do novo coronavírus. PANDEMIA: veja quais países já registraram casos da doença GUIA ILUSTRADO: sintomas, transmissão e prevenção CORONAVÍRUS: veja perguntas e respostas Os produtores desses programas estão esvaziando seus estoques para suprir a escassez de materiais por conta da rápida disseminação da Covid-19, que ameaça sobrecarregar os hospitais. Os responsáveis por Grey's Anatomy, da rede norte-americana ABC, têm "um estoque de roupas e luvas", disse a produtora-executiva Krista Vernoff. Ela disse que todo o equipamento será doado para os trabalhadores da saúde. Também no Canadá Já a série Station 19, da mesma emissora, doou cerca de 300 máscaras ao corpo de bombeiros de Ontário, no Canadá, depois de saber que elas estavam acabando e que as unidades estavam sendo forçadas a reutilizar as máscaras. "Eles ficaram tremendamente agradecidos", disse Vernoff. Personagens da série 'The Good Doctor' Divulgação / ABC Outro programa médico popular da ABC, The Good Doctor, é filmado em Vancouver e já entregou centenas de máscaras, aventais, botas descartáveis e roupas de isolamento aos serviços de saúde. Karen Law, uma médica de Atlanta, nos EUA, postou uma fotografia em seu perfil do Instagram com suprimentos médicos do lado de fora do Grady Memorial Hospital, fornecido pelo programa da Fox The Resident. "Ontem tive uma discussão séria com os residentes sobre como, embora os suprimentos sejam baixos, é improvável que um carregamento mágico de máscaras chegue", escreveu. "E ainda assim um carregamento mágico de máscaras chegou." Grey's Anatomy ABC/Richard Cartwright
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Kenny Rogers, ícone da música country, morre aos 81 anos
Carreira musical de sucesso que durou seis décadas e incluiu hits como 'The Gambler' e 'Coward of the county'. Cantor morreu de causas naturais, segundo família. Kenny Rogers se apresenta em Glastonbury Joel Ryan/Invision/AP O astro da música country americana Kenny Rogers, com uma carreira musical de sucesso que durou seis décadas e incluiu hits como "The Gambler" e "Coward of the county", morreu na noite de sexta-feira aos 81 anos, anunciou sua família neste sábado (21). "Rogers partiu em paz, em casa. Ele morreu de causas naturais, cercado por seus entes queridos", disseram os familiares em comunicado divulgado à imprensa. A família indicou que será organizada uma cerimônia de despedida íntima, sem que esta decisão esteja relacionada "à situação nacional de emergência causada pela pandemia de COVID-19". Kenny Rogers deixa uma marca indelével na história da música americana e "com musicas que tocaram a vida de milhões de pessoas em todo o mundo", disse seu representante, Keith Hagan. O cantor, também conhecido mundialmente por hits como "Lucille" ou "Islands in the Stream", ganhou três prêmios Grammy e vendeu dezenas de milhões de discos em todo o mundo. O álbum "The Gambler", lançado em 1978, foi um enorme sucesso internacional com vários discos de platina e se tornou sua música mais icônica. Rogers estrelou o filme "The Gambler", baseado em sua música, e gostava de brincar que não era um bom apostador. "Aprendi há muito tempo que não sou capaz de ganhar dinheiro suficiente para ficar empolgado, mas posso perder o suficiente para ficar deprimido", disse ele à NPR em 2015. "É por isso que não jogo". Seu último show foi em Nashville, em outubro de 2017, onde dividiu o palco com sua amiga e colaboradora de longa data Dolly Parton para uma apresentação final de "Islands in the Stream". Em abril de 2018, ele cancelou as últimas datas de sua turnê de despedida devido a problemas de saúde. "Não quero adiar minha aposentadoria para sempre", disse Rogers. "Gostei muito da oportunidade de me despedir dos meus fãs nos últimos dois anos", disse ele, acrescentando que "nunca poderia agradecer adequadamente o incentivo e apoio que me deram ao longo da minha carreira". Nascido em Houston, Texas, em 1938, filho de um carpinteiro e de uma enfermeira, Rogers iniciou sua carreira no final da década de 1950 e logo entrou no mundo do rockabilly, jazz e outros gêneros que mais tarde o conduziram ao estilo country. Ele rapidamente se tornou uma estrela: seus sucessos alcançaram alista dos mais ouvidos 24 vezes e ganhou seis "Country Music Awards". Kenny Rogers ficou famoso graças a seus duetos com Dolly Parton e a sua participação em alguns filmes e programas de televisão, como "The Muppet Show". Suas baladas melodiosas e turnês lotadas o tornaram um artista popularpelo público em geral, que também se rendeu às reinterpretações das canções clássicas de Natal. Casado cinco vezes, ele deixa sua esposa Wanda e cinco filhos, incluindo gêmeos.
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Pedro Luís evidencia apego de Luiz Melodia à Jovem Guarda em edição estendida de disco
Cantor inclui 'Negro gato' e 'O caderninho' entre as seis músicas adicionadas ao tributo fonográfico de 2018. ♪ Quando Roberto Carlos mandou tudo para o inferno em 1965, Luiz Melodia (1951 – 2017) ainda era adolescente, no Morro do Estácio, e entrou na onda do cancioneiro da Jovem Guarda. Mesmo quando o compositor já tinha imprimido forte assinatura autoral na MPB, a partir dos anos 1970, o repertório das jovens tardes dominicais ecoavam afetivamente na mente no Negro gato. Aliás, o apelido Negro gato surgiu quando Melodia gravou em 1980 a homônima composição de Getúlio Cortes lançada em 1965 e popularizada em 1966 na voz de Roberto Carlos. Por isso, Pedro Luís incluiu Negro gato entre as seis músicas que turbinam a edição de luxo do álbum Vale quanto pesa – Pérolas de Luiz Melodia (2018). Capa da edição de luxo do álbum 'Vale quanto pesa – Pérolas de Luiz Melodia' Nana Moraes Disponível desde sexta-feira, 20 de março, a edição estendida do tributo fonográfico também reaviva outra pérola do cancioneiro da Jovem Guarda lapidada pela voz aveludada de Melodia. Pedro Luís reabre O caderninho (Olmir Stocker, 1967), sucesso de Erasmo Carlos abordado por Melodia em álbum ao vivo de 2002. Promovido pela gravação de música inédita de Melodia, Feto, poeta do morro, o disco volta ao mercado com registros inéditos de três músicas – Farrapo humano (Luiz Melodia, 1973), Forró de janeiro (Luiz Melodia, 1973) e Maura (Osvaldo Melodia, 1991) – já presentes no roteiro de Pérolas negras (2018), show que deu origem ao álbum Vale quanto pesa – Pérolas de Luiz Melodia, gravado em estúdio.
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Maneva adia para julho a primeira gravação de disco ao vivo itinerante
Projeto prevê registros de shows pelo Brasil para celebrar os 15 anos da banda paulistana de pop reggae. ♪ Devido às medidas restritivas tomadas em todo o Brasil para a contenção da pandemia do coronavírus, a banda Maneva remarcou para 24 de julho a gravação ao vivo do show inicialmente programado para 25 de abril, em São Paulo (SP), cidade natal do grupo de pop reggae. A gravação da apresentação da banda na casa paulistana Unimed Hall seria o primeiro registro do projeto itinerante planejado pelo Maneva para celebrar os 15 anos do grupo formado em 2005. A rota da gravação do álbum ao vivo 15 anos pelo Brasil já tinha registros de shows agendados para 30 de maio (em Belo Horizonte – MG), 6 de junho (no Rio de Janeiro – RJ) e 11 de julho (em Porto Alegre – RS). Por ora, somente a gravação do show de São Paulo (SP) foi adiada.
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Titãs recorrem ao apelo popular de ‘Sonífera ilha’, primeiro hit da banda
Lançada em single e clipe, a regravação do ska de 1984 é a primeira amostra do registro de estúdio do show 'Trio acústico'. ♪ ANÁLISE – Em 1984, os Titãs ainda eram relativamente desconhecidos quando a banda lançou single com a gravação do pop ska Sonífera ilha, destaque do primeiro álbum do grupo, Titãs, editado naquele ano de 1984. A música invadiu as rádios na voz de Paulo Miklos e deu projeção nacional à banda paulistana, então com André Jung na bateria em função que seria assumida em breve por Charles Gavin. Ciro Pessoa – coautor da composição, também creditada a Branco Mello, Marcelo Fromer, Tony Belloto e Carlos Barmarck – já tinha saído do grupo em 1983 por defender pegada mais roqueira para o som inicialmente heterogêneo e new wave dos Titãs. A banda ganhou peso a partir do terceiro álbum, Cabeça dinossauro (1986), petardo de virulência punk ao qual se seguiu Jesus não tem dentes no país dos banguelas (1987), álbum igualmente contundente. Com estes discos, os Titãs cresceram e ganharam prestígio na história do rock brasileiro. Contudo, por ter melodia e ritmo aliciantes, Sonífera ilha permaneceu na memória afetiva do grupo, do público e de vários artistas, a ponto de a música ter sido regravada por cantores como Adriana Calcanhotto, Moraes Moreira e Paulinho Moska. E por bandas como Blitz e Pato Fu. ua Divulgação Não por acaso, os Titãs decidiram reanimar Sonífera ilha em 2020 em versão desplugada apresentada na sexta-feira, 20 de março, como primeiro single do álbum Titãs – Trio acústico, projeto fonográfico que será apresentado paulatinamente em três EPs (o primeiro tem lançamento agendado para abril) com o registro de estúdio do show apresentado em turnê nacional pelo grupo desde 2019. Reduzidos atualmente a um tripé sustentado por Branco Mello (no baixo ou violão), Sergio Britto (no piano ou baixo) e Tony Bellotto (no violão ou guitarra acústica), os Titãs preservam a agilidade da cadência do ska na abordagem de Sonífera ilha. A rigor, o charme da atual regravação reside sobretudo no clipe, filmado com participações afetivas de artistas como Elza Soares, Rita Lee, Fernanda Montenegro, Andreas Kisser, Edi Rock e Fábio Assunção, além dos músicos dos Paralamas do Sucesso. Mostrando o alcance da composição apresentada há 36 anos, o clipe alterna takes do elenco estelar dublando trecho da letra de Sonífera ilha no clipe gravado sob direção de Otavio Juliano e Luciana Ferraz. A canção permanece viva graças ao perene apelo popular, ao qual os Titãs recorrem em ação providencial e certeira.
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Ivete Sangalo compartilha vídeo de vizinhos cantando ‘Tempo de Alegria’ na janela; VEJA
'Não pode deixar a tristeza ter vez. Em casa, chamando a alegria!', escreveu a cantora em post no Instagram neste sábado (21). Ivete Sangalo compartilhou um vídeo de pessoas cantando sua música "Tempo de Alegria" na janela de suas casas. Veja abaixo. Initial plugin text "Não pode deixar a tristeza ter vez. Em casa, chamando a alegria!", escreveu a cantora em post no Instagram neste sábado (21). Neste período de isolamento social por conta do coronavírus, a cantora tem estimulado às pessoas a ficarem em casa. Fazer máscara facial, estudar com o filho, brincar de teatrinho com as filhas foram algumas das atividades citadas por Ivete em outro post desta semana. Ivete Sangalo em quarentena Reprodução/Instagram
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