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Harvey Weinstein é diagnosticado com coronavírus em prisão

segunda-feira, 23 março 2020 por Administrador

Segundo imprensa americana, ex-produtor está em isolamento. Ele é um entre os dois presos da Wende Correctional Facility diagnosticados com o vírus. Harvey Weinstein chega ao tribunal de Nova York para julgamento de casos de agressão sexual. Juri começa nesta segunda-feira (6) AP Photo/Seth Wenig Harvey Weinstein, preso por agressão sexual e estupro, testou positivo para o novo coronavírus, informou a imprensa americana. Weinstein, 68 anos, está em uma prisão de segurança máxima nos Estados Unidos desde 11 de março, quando foi condenado a 23 anos de prisão. Segundo a BBC e o site TMZ, Weistein é um dos dois presos que foram diagnosticados com o vírus na Wende Correctional Facility. O produtor está em isolamento na prisão. A informação foi dada para a imprensa internacional por Michael Powers, presidente da Associação benevolente de agentes de segurança prisional de Nova York. Representantes de Weinstein se negaram a responder as perguntas da imprensa. Weinstein foi transferido na quarta-feira passada para uma prisão perto de Buffalo, 560 quilômetros ao noroeste da cidade de Nova York. Antes ele passou um período na prisão de Rikers Island e em um hospital de Manhattan, onde recebeu tratamento por dores no peito. As prisões lotadas dos Estados Unidos são potenciais focos de contágios de coronavírus. Na semana passada, carcereiros de Rikers e da penitenciária Sing Sing, de Nova York, apresentaram resultado positivo para o novo vírus, de acordo com a imprensa local.

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Tom Hanks diz que ele e a mulher estão se sentindo melhor duas semanas após diagnóstico de coronavírus

segunda-feira, 23 março 2020 por Administrador

'Isso vai passar', escreveu o ator em suas redes sociais, incentivando para que as pessoas se mantenham em isolamento. Tom Hanks e a mulher, Rita Wilson Reprodução/Instagram Tom Hanks usou suas redes sociais para mandar notícias sobre a evolução de seu tratamento após ser diagnosticado com coronavírus. O ator e sua mulher, Rita Wilson, anunciaram teste positivo para a Covid-19 em 11 de março. Os dois deixaram o hospital cinco dias depois e seguiram para a quarentena em casa, na Austrália. 'Olá, pessoal. Duas semanas após os nossos primeiros sintomas e nós estamos nos sentindo melhor", escreveu o ator. Hanks ainda incentivou as pessoas a se manterem em isolamento. "Ficar em casa funciona tipo assim: Você não contamina ninguém – Você não é contaminado por ninguém. Bom senso, né? Vai demorar um pouco, mas se cuidarmos uns dos outros, nos ajudarmos onde pudermos e dermos algum conforto, isso também deve passar. Nós vamos dar um jeito nisso." Tom Hanks e Rita Wilson estão na lista de famosos que foram diagnosticados com coronavírus. Idris Elba, Placido Domingo e Rachel Matthews também estão entre os nomes de artistas que testaram positivo para a doença. Initial plugin text

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‘You’ll never walk alone’ é tocada nas rádios de 30 países como mensagem de esperança e solidariedade

segunda-feira, 23 março 2020 por Administrador

Em meio à crise do coronavírus, DJ holandês Sander Hoogendoor fez apelo para que rádios se juntassem e transmitissem clássico da banda britânica Gerry & The Pacemakers. "You'll never walk alone" ressoou na sexta-feira (20) em estações de rádio em trinta países da Europa, como uma mensagem de solidariedade em meio à crise do coronavírus.
A música, que em português pode ser traduzida para "Você nunca andará sozinho" e que foi adotada pela torcida do Liverpool como um hino do clube, foi transmitida simultaneamente por 180 estações europeias, anunciadas no Twitter por Sander Hoogendoorn, um DJ holandês da rádio 3FM que promoveu a iniciativa.
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O DJ fez um apelo ao maior número possível de rádios para que se juntassem e transmitissem o clássico da banda britânica Gerry & The Pacemakers como um símbolo de esperança e solidariedade contra a pandemia do Covid-19.
A iniciativa foi apoiada por vários internautas em toda a Europa.

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Djonga conta como uniu rap, ‘melodias de funk proibidão’ e voz ‘sentimental’ em ‘Histórias da minha área’

sexta-feira, 20 março 2020 por Administrador

Rapper fala de seu quarto álbum e sobre estilo combativo 'sem ser chato nem perder o swing'. Pela 2ª vez seguida, faixas do disco invadem ranking do YouTube, com 3 faixas no top 5. Djonga Daniel Assis / Divulgação Djonga não quer andar na linha. Em seu quarto disco, "Histórias da minha área", ele faz rap com um vocal rasgado que parece de funk melódico – "das antigas, proibidão, de bandido mesmo", ele define. O rapper não quer seguir padrões de estilo e nem ditar regras sociais. O cara que popularizou o grito "fogo nos racistas" continua contundente contra injustiças, mas não abre mão do bom humor e do "swing". "Senão não é arte, é panfleto. E panfleto deixa para outro entregar", explica o artista mineiro ao G1. Ele segue desobediente e relevante. O lançamento repetiu o feito do disco anterior, "Ladrão", de dominar a parada de vídeos "em alta" no YouTube: no top 5 das músicas novas em alta no Brasil, três faixas do disco novo do Djonga: "O cara de óculos", "Gelo" e "Deus dará". Leia a entrevista abaixo: G1 – Seu jeito de cantar está mais melódico e com partes rasgadas. De onde veio essa mudança? Djonga – É, o vocal está mais melódico mesmo. O funk é minha maior influência na música. Essa melodia que eu puxo é ligada ao funk das antigas, proibidão, de bandido mesmo. E com o nascimento da Iolanda [segunda filha dele] eu quis colocar mais melodia no disco. As crianças deixam a gente mais melódico, acho. A opção por deixar o vocal mais rasgado mesmo é para isso. Para não tirar a parte sentimental. Para dar para ouvir o que está lá no fundo da voz. G1 – E teve algum método para chegar a este vocal? Como foi a gravação? Djonga – Gosto de gravar com a luz apagada, às vezes tomar uma parada e estar descalço no estúdio sempre, para pegar a energia do lugar. Foi em um estúdio em Nova Lima (MG), bem afastado. Quase roça. Fiquei lá uma semana. E levei Iolanda, Jorge [dois filhos dele] Malu [esposa]. Também meu pai e os amigos. G1 – Por falar em amigos, o disco tem trechos de áudios de WhatsApp de um amigo seu. Quem é? Djonga – Marcola, um "brother" nosso, um dos caras mais engraçados do bairro. Ele era o único dos moleques que nunca tinha ido ao meu show. Quando foi no ano passado, ficou doido. É louco poder rir também em meio a isso tudo. Não dá para a gente ficar só com sofrimento. E é uma risada que não vem como deboche, é muito sincera. G1 – É forte na sua música essa parte de 'poder rir em meio a tudo isso', de misturar ironia e piadas no meio de um discurso social muito forte. Por quê? Djonga – Todo mundo gosta de rir, do mesmo jeito que gosta de saber das coisas. Então é uma forma minha de fazer o povo ficar sabendo das coisas sem ser chato, sem perder o swing. Tem que ter estilo. Senão não é arte, é panfleto. E panfleto deixa para outro entregar. Capa do álbum 'Histórias da minha área!', de Djonga Daniel Assis G1 – O disco é sobre 'histórias de sua área', e sei que sua região em BH tem um contraste grande entre as partes ricas e pobres. Quando você percebeu essa desigualdade pela primeira vez? Djonga – Eu sou da Zona Leste de BH, do bairro Novo São Lucas. A Zona Leste inteira é mesmo assim. Você vê um casão de um lado e uma casinha do outro. Mas quem é preto percebe isso até antes de notar o lance da desigualdade social. A gente percebe de cara na escolinha quando é pequeno, pelo jeito que você é tratado pelos seus coleguinhas. Você já cresce carregando isso. G1 – E como foi gravar "Mania" com o MC Don Juan [do funk "Amar amei"]? Djonga – Eu amo funk. E como vou contar a "história da minha área" sem colocar o funk no disco? É o tipo de música mais ouvido pela rapaziada da minha área – e de todas as áreas do Brasil. Eu já tinha falado do Don Juan no outro disco, então fez sentido trazer para esse. G1 – Você ia cantar pela primeira vez em abril no festival Lollapalooza, adiado por causa do coronavírus, além de todos os shows do lançamento. Há vários músicos nessa situação. Como os fãs podem ajudar? Djonga – Ouvir o disco é uma coisa que ajuda. A gente ganha também na internet. E continuar acompanhando, passar para a frente. Não é só eu, o mundo inteiro está passando por isso. Então é esperar. Eu tenho muita fé e certeza que vai passar. A gente tinha muito show marcado, agora a gente tem que esperar para ver como vai ser. A gente lança o trampo pra cantar. Estou ansioso para cantar. G1 – O Lollapalooza já anunciou os mesmos headliners para dezembro. Eles já falaram com os outros artistas? Você sabe se vai cantar? Djonga – Não sei se a gente tá ou não. Até onde eu saiba, segue tudo normal. Mas, sinceramente, não sei.

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Marcos Veras fala sobre transição do humor para outros gêneros: ‘Encontrei resistência no início’

sexta-feira, 20 março 2020 por Administrador

Ao G1, ator desabafa: 'Não está mais difícil fazer humor, não. Tá sobrando gente chata, frustrada e manipulada que repete discurso de gente perigosa e poderosa'. O 2020 de Marcos Veras começou agitado. Em janeiro e fevereiro, o ator se dividiu entre as gravações da comédia romântica "Um casal inseparável" e da série "Filhas de Eva", da Globo. No filme, o ator é Léo, um pediatra bem-sucedido sempre de bom humor. Ele se envolve com várias mulheres até conhecer Manu (Nathalia Dill). Já na série, sem previsão de estreia, Veras é Fábio Ferreira, um dedicado jornalista que trabalha em um caso de corrupção envolvendo um empresário de renome. Entre as filmagens, Veras "dormiu pouco e trabalhou muito". "Mas a gente sempre dá um jeitinho de jantar com a namorada, encontrar a mãe. Talvez menos que gostaria, mas dá", diz o ator ao G1. Após um tempo de folga, ele engata em abril a gravação da sexta temporada da "Escolinha Nova Geração". "Queria fazer uma viagem para fora do país, mas com o coronavírus fica difícil." Marcos Veras Divulgação "Filhas de Eva" convida o público a pensar sobre as mudanças da vida. A história a ser contada é a de Stella (Renata Sorrah), Lívia (Giovanna Antonelli) e Cléo (Vanessa Giácomo). E a série trouxe um momento de reflexão para Veras: "Estou sempre em busca de mudanças. Em 2015, quando sai do 'Encontro com Fátima Bernardes' para encarar outros desafios na carreira, ouvi de algumas pessoas: 'Você vai abrir mão de fazer um programa como esse, pra fazer cinema, novela…'." "Já tinha ficado três anos no programa e que foram lindos. Já me separei de um relacionamento de 12 anos, isso também é uma mudança grande. E agora estou vivendo a maior delas até agora: vou ser pai." G1 – Quais as mudanças que pretende fazer para sua vida a partir de agora, aproveitando esse novo ano? Marcos Veras – Esse ano quero me dedicar a chegada do meu primeiro filho. É um momento especial que requer foco e organização. Estou escrevendo meu segundo solo de humor e preciso terminá-lo porque quero fazer algumas apresentações no segundo semestre ainda. Estou interessado em Meditação Transcendental e venho estudando o assunto pra me tornar menos ansioso e mais focado em coisas que realmente interessam. Estou estudando espanhol também. E chega, né? Com isso já acabou o ano. G1 – Por falar em mudanças, você é um ator muito conhecido por seu trabalho com humor, mas tem cada vez mais feito uma transição para o drama e outros projetos longe do cômico. Como é fazer essa mudança, já que muitos atores que vieram do humor, por vezes, relatam uma espécie de preconceito e/ou falta de abertura para mostrar suas outras vertentes? Marcos Veras – Sempre fui ator antes de ser comediante, mas é claro que em algum momento da carreira você acaba tendo um cartão de visitas e o meu foi a comédia, é a comédia. E me orgulho muito disso. Acho algo muito difícil de fazer e muito nobre. Mas é fato que venho mostrando ao público e ao mercado que sei e gosto de fazer outros gêneros. Acho que o artista pode fazer tudo. Mas isso depende do próprio artista também. Encontrei resistência também no início dessa transição ao querer fazer um drama, por exemplo. Hoje encontro bem menos e venho fazendo cada vez mais outros gêneros, sem abandonar a comédia, claro. Marcos Veras em cena de "Divaldo – O Mensageiro da Paz" Divulgação G1 – Tem alguma preferência pra você atualmente? Marcos Veras – Minha preferência é de alternar sempre. Fazer uma comédia e em seguida um drama. Seja na TV, Teatro ou Cinema. Esse é o meu objetivo. Tenho muita vontade também de apresentar um programa meu. Também sou apresentador. E já existe um projeto piloto pra isso, aliás G1 – Como é fazer humor atualmente, em tempos de "cancelamento" na internet? Marcos Veras – Nunca me pautei pela polêmica, sempre fujo disso. Mas é claro que mesmo não sendo uma característica minha, posso errar, polemizar e ser cancelado. O humor também erra. Essa coisa de cancelamento é um mistério. Não sei muito o que pensar sobre. Porque às vezes parece uma moda de Twitter, às vezes parece uma brincadeira. Mas também pode causar estragos enormes na vida de uma pessoa. Muitas vezes me parece rasteiro, vazio. Um julgamento feito através das redes por pessoas que não te conhecem, não sabem o contexto da situação. Mas é óbvio que uma declaração racista, homofóbica deve e será cancelada junto com a pessoa. E aí a internet não perdoa e muitas vezes a rede está certa. G1 – Você planeja seus posts pensando nisso? Como é sua relação com as redes sociais? Marcos Veras – Meus posts ultimamente são os mais neutros possíveis. Em sua maioria buscando o humor. Mesmo que seja pra dar um recado ou criticar algo. Não quero e nem gosto de ser xingado, ameaçado. Me faz muito mal. Percebi que quando eu postava algo sobre política, aquilo me tirava energia, mas ao mesmo tempo não deixo de me colocar. Tenho minha opinião. Marcos Veras e Rosanne Mulholland curtem primeira noite de desfiles do Grupo Especial do Rio de Janeiro Iwi Onodera/Brazil News Posto charges e memes contra os absurdos do governo. Mas entendi também que prefiro discutir, dialogar ao vivo, na mesa de bar, olho no olho. Uso todas as redes sociais e me dou bem com todas. Ela é importante para democracia, para campanhas sociais e até pra mudanças como já foi provado através de abaixo assinado etc.. Busco as pautas positivas, na medida do possível, porque a coisa tá feia por aqui e no mundo. G1 – Lembrando a recente proibição e polêmica com o "Porta dos Fundos" de Natal, está mais difícil fazer humor hoje? Marcos Veras – Esse ataque ao "Porta dos Fundos" é o maior absurdo dos últimos anos. Até o humor que era algo quase acima do bem e do mal, entrou nessa briga idiota política/ideológica/religiosa. E pior, muita gente a favor dessa violência, gente que se diz cristã. Eu sou cristão e pratico minha religiosidade todos os dias. Tô fora dessa briga tosca que se tornou o país. Deus, Jesus tem mais humor que essa gente que prega o ódio. Jesus é hétero, gay, branco, negro. Jesus é tudo, pô! Que história é essa que não pode brincar com o presidente? Desde que me entendo por gente eu vejo imitação do Sarney, do Collor, do Brizola, do Lula, da Dilma. E por que não pode com o Bolsonaro? O político agora tomou o lugar dos times de futebol? As pessoas torcem? Chico Anysio, Jô Soares faziam paródias de Deus, Jesus. E brincavam com todas as religiões. Não está mais difícil fazer humor, não. Está mais fácil. Tá sobrando gente chata, frustrada e manipulada que repete discurso de gente perigosa e poderosa. O que não falta é matéria-prima pra fazer humor. Mas como sou um cara positivo eu tenho esperança que esse período difícil vai passar. Nosso país é muito melhor que isso que está sendo apresentado.

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DJ Pedro Sampaio faz remix de ‘Lavar as mãos’ após suspender agenda de shows por epidemia de coronavírus

sexta-feira, 20 março 2020 por Administrador

Em isolamento durante epidemia de coronavírus, artista também fez 'show particular' para vizinhos em prédio. DJ Pedro Sampaio faz remix de ‘Lavar as mãos’ após cancelar shows O DJ Pedro Sampaio aproveitou o período de isolamento domiciliar para fazer um remix da música "Lavar as mãos", de Arnaldo Antunes. Ele compartilhou um trecho em suas redes sociais e seus seguidores logo pediram para Pedro disponibilizar a faixa nas plataformas digitais. Um dia antes, Pedro havia feito um "show particular" para seus vizinhos, tocando algumas faixas direto da varanda de seu apartamento. Por causa do coronavírus, Pedro Sampaio cancelou sua agenda de shows. No final de semana, o DJ apresentou sintomas de gripe e seguiu orientações médicas para permanecer em repouso. "Desde ontem estou gripado, recebi visita medica e as orientações foram de repouso. Tendo em vista a atual situação do pais e visando não promover aglomerações, a agenda desse final de semana foi pausada, infelizmente os shows de Porto Alegre, Goiânia e Três Rios tiveram que ser suspensos. Agora é a hora de pensarmos no próximo, se você apresentar algum sintoma do coronavírus (tosse, febre, dor de garganta e/ou falta de ar) fique em casa, evite contato com outras pessoas. Os sintomas variam e o quadro pode ser, ou não, grave para alguns. Não seja um transmissor." DJ Pedro Sampaio Reprodução/Instagram

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Coronavírus: o que os famosos diagnosticados com a doença estão fazendo no período de isolamento

sexta-feira, 20 março 2020 por Administrador

Bolos, lives e exercícios leves. Fernanda Paes Leme, Preta Gil e Gabriela Pugliesi têm compartilhado com seus seguidores nas redes sociais um pouco da rotina caseira após testarem positivo para a Covid-19. Coronavírus: o que os famosos diagnosticados com a doença estão fazendo no período de isol
Bolo de cenoura, lives ao vivo para conversar com seguidores e exercícios leves, como yoga e alongamento. Essas são algumas das atividades dos famosos que estão em isolamento após serem diagnosticados com coronavírus.
Fernanda Paes Leme, Preta Gil e Gabriela Pugliesi são algumas das celebridades que testaram positivo para a Covid-19 e estão compartilhando com seus seguidores um pouco de seu dia a dia durante a fase de isolamento domiciliar.
Veja lista de famosos diagnosticados com novo coronavírus
Fernanda Paes Leme, por exemplo, testou uma receita de bolo de cenoura. Não deu muito certo e, então, ela pediu para que seus seguidores enviassem mensagem caso a tentativa deles dessem certo. Recebeu inúmeros vídeos de bolos perfeitos.
A atriz também tem compartilhado seu "pijama do dia" e relatado situações diárias, como o dia em que recebeu bolo e cachorro-quente dos vizinhos.
Entretenimento na quarentena: veja conteúdos culturais para consumir em casa
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Gabriela Pugliesi tem acompanhado bastante o "BBB20". Mariana Gonzales, uma de suas melhores amigas, está participando do reality show. A influencer também tem feito exercícios leves, como alongamento e yoga. E não deixou de fazer seus posts de publieditorial.
Preta Gil tem compartilhado um diário de bordo, onde relata como tem se sentido a cada dia. A cantora contou que tem lido e refletido muito neste período.
Preta também tem mostrado os alimentos e presentes que tem recebido em casa e reservado um momento para responder perguntas de seus seguidores na rede social.
Tom Hanks já recebeu alta do hospital e contou que uma de suas atividades em casa é o jogo de cartas. 'Minha mulher recebeu seis sequências de mãos de Gin Rummy e lidera com 201 pontos".
Já Idris Elba comentou que, entre outras coisas, tem tocado violão e jogado videogames.
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Famosos em quarentena
Muitos famosos optaram por fazer a quarentena mesmo sem terem sido diagnosticados com coronavírus. Estes também estão compartilhando sua rotina caseira com os seguidores.
Coma agenda suspenda, o DJ Pedro Sampaio aproveitou o tempo em casa para fazer um remix da música de Arnaldo Antunes "Lavar as mãos" e realizar um 'show particular' para os moradores de seu condomínio residencial.
Ivete Sangalo compartilhou com seus fãs um momento de cuidado pessoal, fazendo uma máscara facial.
A cantora Lady Gaga também está no time dos famosos em isolamento voluntário e controu que tem "jogado cartas, videogame e se cuidando".
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Michel Teló oferece segunda rodada de ‘churrasco’ em EP com modas

sexta-feira, 20 março 2020 por Administrador

♪ Michel Teló oferece neste mês de março a segunda das três rodadas do Churrasco do Teló, projeto ao vivo iniciado em julho de 2019 com a edição do EP intitulado Quintal em alusão ao fato de o show ter sido registrado no Quintal DeBetti, bar-restaurante paulistano com carnes e música ao vivo no cardápio. No primeiro EP, a música Casal modão (Rafael Augusto, Murilo Huff, Ricardo Vismarck e Ronael) atingiu o ponto das playlists e se tornou um dos hits do artista. No EP Churrasco do Teló vol. 02, editado pela gravadora Som Livre, o cantor dá voz a mais modas para atingir o gosto popular do universo sertanejo. Capa do EP 'Churrasco do Teló vol. 02', de Michel Teló Carlos Wilker Aposta do segundo volume, Quem falou mentiu (Gustavo Martins, Murilo Huff, Ricardo Vismarck, Ronael e Rafael Augusto) é uma das seis músicas que compõem o cardápio inédito do Churrasco do Teló 2. Fome de amor, Print, Desobediente, Bê e O choro é livre são as outras músicas do segundo volume do disco gravado pelo cantor sob direção musical de Ivan Miyazato. Arrocha, bachata e modões são alguns temperos rítmicos postos por Michel Teló no repertório. Projeto que totaliza 18 faixas, Churrasco do Teló gera, ainda em 2020, um terceiro EP com mais seis músicas.

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Cazuza é reavivado com disco de músicas inéditas, documentário, show, podcasts e atualização de livro

sexta-feira, 20 março 2020 por Administrador

♪ Projeto fonográfico arquitetado desde 2015, o disco com músicas inéditas feitas a partir de letras e poemas deixados por Cazuza deverá ser efetivamente lançado ao longo deste ano de 2020 juntamente com outras ações planejadas para celebrar os 30 anos da Fundação Viva Cazuza e louvar a memória desse emblemático cantor e compositor carioca nascido há 62 anos com o nome de Agenor de Miranda Araújo Neto (4 de abril de 1958 – 7 de julho de 1990) e morto há três décadas. Com participações de artistas como Adriana Calcanhotto, Alcione, Baby do Brasil, Bebel Gilberto, Caetano Veloso, Carlinhos Brown, Leoni (que criou melodias para duas letras, Estranha palavra e Tocha acesa), Rogério Flausino, Seu Jorge, Silva e Wilson Sideral, o disco integra o projeto multimídia Protegi teu nome por amor, batizado com verso da letra da canção Codinome beija-flor (Reinaldo Arias, Cazuza e Ezequiel Neves, 1985), sucesso do primeiro álbum solo de Cazuza. Mãe do poeta, Lucinha Araújo orquestra o projeto ao lado do vocalista da banda Jota Quest, Rogério Flausino, que desde 2016 vem fazendo show com músicas do compositor em projeto paralelo dividido com o irmão Wilson Sideral. Flausino, a propósito, se tornou parceiro póstumo de Cazuza ao musicar para o disco a letra de O amor é brega, escrita em 1989. Além do disco, para o qual Bebel Gilberto musicou a letra em inglês intitulada Brazilian prayer e creditada ao no de 1989, o projeto prevê documentário, show em tributo ao artista, podcasts e edição revista e atualizada do songbook Cazuza – Preciso dizer que te amo, lançado originalmente em 2001.

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Festival Glastonbury é cancelado no Reino Unido por conta do coronavírus

sexta-feira, 20 março 2020 por Administrador

Evento programado para final de junho chegou a anunciar line-up na quinta-feira (12) com Gilberto Gil e família, Paul McCartney, Taylor Swift e Kendrick Lamar. Em foto de 2019, Kylie Minogue canta no Festival Glastonbury, no Reino Unido; evento não vai acontecer em 2020 por conta da pandemia do coronavírus Grant Pollard/Invision/AP, File O Glastonbury, maior festival de música a céu aberto do mundo, foi cancelado por conta da pandemia do novo coronavírus, segundo comunicado da organização nesta quarta-feira (18). A 50ª edição do evento estava marcado entre os dias 24 e 28 de junho na fazenda de Eavis, no sudoeste da Inglaterra. "Claramente, este não era o curso de ação que esperávamos para o nosso 50º aniversário, mas após as novas medidas anunciadas pelo governo nesta semana – e em tempos de incerteza sem precedentes – agora é a nossa única opção viável", diz o comunicado assinado pelos organizadores do festival, Michael e Emily Eavis. "Esperamos que a situação no Reino Unido esteja bem melhor até o final de junho. Mas mesmo assim não vamos conseguir passar os próximos três meses com milhares de funcionários trabalhando aqui na fazenda, nos ajudando a construir a estrutura necessária para receber mais de 200 mil pessoas", continua. Indo contra todos os cancelamentos e adiamentos de shows e turnês no mundo, o festival chegou a anunciar o line-up na quinta-feira (12) com Paul McCartney, Taylor Swift, Kendrick Lamar e Diana Ross como atrações principais. O show de Gilberto Gil com a família também estava previsto no evento. Os organizadores disseram que as 135 mil pessoas que compraram ingressos – esgotados em apenas 34 minutos em outubro passado – terão a oportunidade de participar do evento em 2021. LISTA de eventos culturais cancelados ou adiados por conta do coronavírus Initial plugin text

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