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Maria Silvia Bastos Marques deixa o Goldman Sachs Brasil

sexta-feira, 11 dezembro 2020 por Administrador

Banco não anunciou substitutos para o cargo e diz que a condução da instituição no país será feita por um colegiado de seis executivos. Maria Silvia Bastos Marques, durante solenidade de posse como presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Marcelo Camargo/Agência Brasil vooiO banco Goldman Sachs comunicou nesta sexta-feira (11) que, após quase três anos, Maria Silvia Bastos Marques, presidente do Conselho Consultivo no Brasil, deixará a instituição no final deste ano. O Goldman Sachs anunciou nesta sexta-feira (11) que Maria Silvia Bastos Marques, presidente do Conselho Consultivo no Brasil, deixará o banco no final de 2020. O banco não anunciou substitutos para o cargo e diz que a condução da instituição no país será feita por um colegiado de seis executivos, responsáveis pelas áreas de Banco de Investimentos, mesas de Renda Fixa e Variável, além de departamento jurídico. "Maria Silvia, que ingressou no Goldman Sachs Brasil como presidente e CEO, ajudou a firmar, durante um período de mudanças significativas, a sólida posição do banco no país. Sua colaboração foi essencial para aprofundar nosso relacionamento com clientes, bem como para abrir novas frentes de negócios. Foi também uma grande mentora para nosso time no Brasil", diz o banco em nota. "Em nome de todos, agradecemos a Maria Silvia por seus serviços e sua dedicação, desejando tudo de bom a ela e à sua família nos próximos anos", prossegue o texto. Maria Silva é formada em Administração Pública e doutora em Economia pela Fundação Getúlio Vargas. O Goldman Sachs havia nomeado Maria Silvia como presidente e executiva-chefe (CEO) do banco no país em fevereiro de 2018, no lugar de Paulo Leme, que trabalhou no Goldman Sachs por 25 anos e seguiu para aposentadoria. Ela assumiu o cargo em abril, respondendo a Gonzalo Garcia e Ram Sundaram, corresponsáveis pelas operações do Goldman Sachs na América Latina. “Os seus conhecimentos do mercado e contatos locais nos ajudarão a expandir os negócios e aumentar a conectividade entre clientes nacionais e internacionais”, disse Garcia à época. Maria Silvia Bastos pede demissão da presidência do BNDES Antes do Goldman, Maria Silvia foi presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Ela deixou o cargo em junho de 2017, após enfrentar a resistência de uma ala do governo Michel Temer, insatisfeita com o endurecimento das exigências do banco para conceder empréstimos. Ainda no poder público, foi também secretária de Fazenda da cidade do Rio de Janeiro e presidente do Comitê Olímpico da Rio 2016. Também atuou nos conselhos consultivos da Petrobras e a Vale, além de presidente da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), do Instituto Brasileiro do Aço e da Icatu Seguros, além de sócia da MS & CR2 Finanças Corporativas. 00:00 / 07:53 VÍDEOS: Últimas notícias de Economia d

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Consumidores dos EUA recuperam a confiança em dezembro

sexta-feira, 11 dezembro 2020 por Administrador

É o segundo mês de maior confiança desde que a pandemia chegou aos Estados Unidos em março. A confiança dos consumidores se fortaleceu inesperadamente em dezembro nos Estados Unidos, impulsionada pela esperança em uma melhora da situação nos próximos meses, apesar do aumento contínuo de casos de covid-19 e das dificuldades no emprego.
O índice subiu para 81,4 pontos, contra 76,9 pontos em novembro, segundo estimativa preliminar da pesquisa da Universidade de Michigan, publicada nesta sexta-feira (11).
EUA vivem operação de guerra às vésperas de aprovação da vacina contra a COVID-19
Este é o segundo mês de maior confiança desde que a pandemia chegou aos Estados Unidos em março, e contradiz as previsões dos analistas, que esperavam uma queda para 75 pontos.
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Bolsas da Europa recuam, pressionadas por incertezas sobre o Brexit

sexta-feira, 11 dezembro 2020 por Administrador

Índice Stoxx 600 fechou o dia aos 390,12 pontos e registrou perdas de 1% ao longo da semana. A Bolsa de Frankfurt, na Alemanha, cujo índice acionário DAX é o mais importante da Europa continental Reuters Pressionados pelas incertezas relacionadas ao acordo comercial entre o Reino Unido e a União Europeia, os índices europeus encerraram a sexta-feira (12) em queda e acumularam perdas na semana. O índice Stoxx 600 fechou o dia aos 390,12 pontos, em desvalorização de 0,77% e registrou perdas de 1% ao longo da semana. Em Frankfurt, o DAX recuou 1,36%, a 13.114,30 pontos e, em Londres, o FTSE 100 perdeu 0,80%, aos 6.546,75 pontos. Em Paris, o CAC 40 cedeu 0,76%, a 5.507,55 pontos. Em Milão e Madri, as referências recuaram 0,97% e 1,46%, respectivamente. No acumulado semanal, as referências de Frankfurt, Londres, Paris, Milão e Madri caíram 1,39%, 0,05%, 1,81%, 2,15% e 3,12%, respectivamente. Demétrio sobre situação na Europa: ‘Vacina é esperança, mas não alívio para a 2ª onda’ Brexit A presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, disse, hoje, aos líderes europeus reunidos em Bruxelas que um Brexit sem acordo comercial ou de segurança é, agora, o resultado mais provável, de acordo com a Reuters, citando uma autoridade europeia a par do assunto. Von der Leyen não deu um percentual de probabilidade para que um acordo seja alcançado, mas disse aos líderes europeus que "há uma probabilidade mais elevada de não haver um acordo do que de haver um acordo", disse a fonte. A avaliação da presidente da Comissão Europeia segue na esteira dos comentários do primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, que disse, ontem, que há uma "forte possibilidade" de que não haja um acordo comercial entre o Reino Unido e a União Europeia. Ambos os lados disseram anteriormente que um acordo precisa ser alcançado até domingo (13). "Todas as indicações são de que a rodada final de negociações do Brexit está falhando, já que ambos os lados permanecem separados em questões-chave de uniformidade regulatória e tanto Johson quanto a presidente von der Leyen começaram a preparar seus respectivos constituintes para um possível rompimento sem acordo", afirmou Boris Schlossberg, diretor executivo da BK Asset Management. Segundo ele, a reação dos preços da libra, no entanto, não foi tão intensa quanto se esperava. "A indiferença talvez seja função de muitos avisos falsos no passado, já que os mercados estão acostumados com o adiamento constante do prazo final para as negociações", afirma, apontando que, desta vez, a história pode ser diferente. No início da tarde desta sexta, a libra recuava 0,62% ante o dólar, negociada a US$ 1,3218. As ações europeias não conseguiram ganhar tração mesmo após a decisão de política monetária do Banco Central Europeu de ontem, que expandiu e estendeu seu programa de compra de ativos. Segundo analistas, o avanço da pandemia de covid-19 na região segue pesando no otimismo de curto prazo. Pandemia OMS alerta que a pandemia na Europa está longe de ser controlada “Os números terríveis do coronavírus em toda a Europa também estão pesando sobre o apetite pelo risco. O número de novas infecções por covid-19 atingiu um recorde na Alemanha, e bloqueios mais rígidos parecem mais prováveis, agora, em toda a Europa ”, afirmou Milan Cutkovic, analista de mercado da Axi, em nota aos clientes. “Enquanto governos e bancos centrais estão tomando medidas decisivas para combater os efeitos negativos dos bloqueios prolongados, está se tornando mais difícil para os participantes do mercado ignorar os efeitos iminentes desta crise”, disse. Destaque Entre as ações de destaque no pregão de hoje, a Ericsson recuou 4,26%, depois que a fornecedora de equipamentos de telecomunicações sueca disse que entrou com uma ação contra a Samsung Electronics, nos EUA, por violações de compromissos contratuais. A Ericsson alertou que atrasos no pagamento de royalties e custos legais podem custar entre US$ 118,1 milhões e US$ 177,2 milhões por trimestre. As ações da Randstad avançaram 3,39%, após a empresa de recrutamento holandesa ter relatado uma recuperação mais rápida do que o esperado no quarto trimestre do ano até agora, e ter elevado sua projeção de lucros. As ações da Rolls-Royce caíram 7,87%, depois de a fabricante britânica de motores para aeronaves ter anunciado que, agora, espera uma saída de caixa maior, de US$ 5,58 bilhões para 2020, devido ao aumento de infecções pelo novo coronavírus, que retardaram a recuperação das viagens aéreas. A Koninklijke Ahold Delhaize anunciou que garantiu uma linha de crédito rotativa de sustentabilidade de US$ 1,21 bilhão, que ajudará a varejista de alimentos listada em Amsterdã a reduzir o desperdício e as emissões de carbono, fornecendo flexibilidade financeira em meio à pandemia. Mesmo assim, as ações caíram 1,24%. VÍDEOS: Últimas notícias de Economia

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Portugal prevê que TAP precisará de 2 bilhões de euros para continuar voando

sexta-feira, 11 dezembro 2020 por Administrador

Se Bruxelas aprovar o plano, a TAP poderá receber até 1,17 bilhão de euros de auxílios estatais apenas em 2021. Portugal espera que a companhia aérea TAP precise de cerca de 2 bilhões de euros em fundos extras com garantias do governo para cobrir seus gastos até 2024 no âmbito de um plano de reestruturação. A TAP pediu ajuda estatal em abril, depois de suspender quase todos os seus 2.500 voos semanais no auge da crise do coronavírus. O plano de reestruturação, que necessita de aprovação da Comissão Europeia, foi apresentado na quinta-feira (10) e prevê que a TAP terá de cortar cerca de 2.000 empregos até 2022 e realizar cortes salariais de até 25%. Também prevê que a companhia, que teve prejuízo de 701 milhões de euros nos primeiros nove meses de 2020 e teve queda de 70% no número de passageiros, atingirá o ponto de equilíbrio em 2025. Avião da companhia aérea portuguesa TAP, em imagem de arquivo Reprodução/Instagram Se Bruxelas aprovar o plano, a TAP poderá receber até 1,17 bilhão de euros de auxílios estatais apenas em 2021, afirmou o ministro da Infraestrutura de Portugal, Pedro Nuno Santos. "A TAP tem 28% mais tripulantes por aeronave do que a maioria das suas concorrentes, o que torna o ajuste que faremos muito mais difícil agora", disse ele. "Os pilotos ganham mais do que os de algumas de nossas concorrentes." O plano também prevê uma redução na frota da TAP para 88 aeronaves, contra pouco mais de 100 anteriormente. Assista as últimas notícias de economia

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Facebook diz que empresa no Vietnã é responsável por ataques cibernéticos contra ativistas e agências governamentais

sexta-feira, 11 dezembro 2020 por Administrador

Prestadora de serviços de TI diz que rede social cometeu 'erro' e que não é responsável por ataques. Grupo 'OceanLotus' também já foi associado a ataques contra empresas de vários setores. Facebook investigou atuação de ciberespiões na rede social e responsabilizou empresa no Vietnã. Dado Ruvic/Reuters O Facebook disse que rastreou a origem dos hackers conhecidos como "OceanLotus" para uma prestadora de serviços de tecnologia chamada CyberOne Group, sediada no no Vietnã. O OceanLotus já foi apontado como responsável por ataques contra ativistas de direitos humanos, várias organizações do setor privado e também agências governamentais do Camboja, da China e do Laos. Esse grupo de ciberespiões, também conhecido como "APT32", já foi associado ao governo do Vietnã. O Facebook, contudo, não mencionou esse vínculo. Em uma mensagem enviada à agência Reuters, a CyberOne negou envolvimento nas ações e disse que a acusação se trata de um "erro". Em ocasiões anteriores, o governo do Vietnã também já negou que estaria patrocinando esses ataques. A página oficial da CyberOne não está mais disponível na web, mas versões arquivadas mostram que a companhia procurava profissionais capazes de invadir sistemas. Esses profissionais podem atuar de forma legítima no chamado "Red Team" – a equipe que simula invasões para testar a segurança de empresas –, mas as técnicas são as mesmas que seriam utilizadas em uma invasão real. SAIBA MAIS: Hackers atacam empresa de segurança digital FireEye com técnicas 'nunca antes vistas' e roubam códigos de invasão O Facebook já atuou contra atividades de hackers e campanhas de desinformação em outras ocasiões, mas é a primeira vez que a rede social acusa instituições ou indivíduos específicos pelas ações. Veja páginas removidas pelo Facebook por promoverem desinformação e que foram apontadas em investigação Facebook remove campanhas de desinformação vindas de Rússia e Irã e anuncia medidas para evitar interferência em eleições Vírus contra macOS, Windows e Android A revelação da possível identidade dos ciberespiões do OceanLotus acontece pouco após diversas empresas de segurança detalharem atividades recentes desse grupo. No fim de novembro, a Microsoft e a Trend Micro detalharam pragas digitais usadas por esse grupo para espionar sistemas macOS e Windows. O Facebook explicou que esses hackers atuam principalmente com o envio de mensagens maliciosas para contaminar os computadores das vítimas com malwares – uma descrição alinhada às descobertas de outros especialistas. Mas, além de Windows e Linux, a rede social disse que os hackers também usavam apps de Android disponíveis no Google Play. Esses apps solicitavam diversas permissões e, com isso, podiam espionar seus alvos diretamente no smartphone. O uso de programas espiões para Android confirma descobertas publicadas em maio pela fabricante de antivírus Kaspersky. A empresa identificou que um programa de espionagem permaneceu ativo discretamente por vários anos na Play Store. Falsificação de denúncias Além dos hackers que o Facebook rastreou no Vietnã, a rede social também anunciou medidas para bloquear invasores localizados em Bangladesh. Embora não tenha qualquer relação com o grupo vietnamita, esses hackers também atuaram para censurar ativistas e jornalistas do país. A metodologia desses invasores era diferente. Em vez de espalhar códigos maliciosos, eles atacavam diretamente as contas dos alvos ou de outros usuários do Facebook com o objetivo era inundar a rede com denúncias de conteúdo indevido, como violação de direitos autorais, nudez e até terrorismo. Essa manipulação dos sistemas do Facebook poderia fazer com que as contas dos ativistas fossem removidas. O Facebook disse acreditar que esses invasores agiam fora de sua plataforma, comprometendo a conta de e-mail ou dispositivos usados pelos usuários, inclusive para abusar do serviço de recuperação de conta para usuários que esqueceram suas senhas. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com Veja 5 dicas se segurança para a sua vida digital: 5 dicas de segurança para sua vida digital Aprenda mais dicas em vídeos:

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Quase 70% das indústrias do RJ ainda têm dificuldade para adquirir matéria-prima e insumos, diz Firjan

sexta-feira, 11 dezembro 2020 por Administrador

Levantamento mostra que a dificuldade de abastecimento reflete na capacidade de atendimento das empresas: quase metade diz ter alguma dificuldade no atendimento da demanda. Um levantamento divulgado nesta sexta-feira (11) pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro mostra que 67,1% das indústrias fluminense enfrentaram, em novembro, dificuldade para aquisição de insumos e matérias-primas. Na comparação com setembro, aumentou em 2,3 pontos percentuais (p.p.) o percentual de empresas que relataram dificuldade. Considerando apenas as empresas que apontaram muita dificuldade de abastecimento, o aumento foi de 6,1 p.p. no período. Ao todo, 67,1% da indústrias fluminenses enfrentaram dificuldade de abastecimento em novembro. Economia/G1 Segundo a Firjan, a dificuldade em adquirir insumos e matérias-primas se reflete diretamente na capacidade de atendimento da demanda pelas empresas. Em novembro, quase metade (44,3%) das indústrias do Rio de Janeiro relataram alguma dificuldade para atender os clientes – um aumento de 7,3 p.p. na comparação com o mês anterior. “Vale destacar também a parcela das empresas que responderam que grande parte da demanda não está sendo atendida, que agora chega a 11,0%, ante 8,7% em outubro”, enfatizou a Firjan. Pesquisa da Firjan mostra que, em novembro, 44,3% das indústrias tiveram dificuldade para atender os clientes. Economia/G1 Baixo otimismo Ainda de acordo com a Firjan, o empresário fluminense não está muito otimista quanto à normalização da oferta de insumos e matérias-primas no curto prazo. Segundo o levantamento, mais da metade dos empresários ouvidos (50,7%) em novembro disseram que a oferta de insumos e matérias-primas nacionais se normalizará somente a partir do segundo trimestre de 2021. Em outubro, esse percentual era de 31,7%. Já para 16,2% dos empresários, a normalização da oferta deverá acontecer somente a partir do segundo semestre de 2021. O levantamento faz parte da Sondagem Industrial, uma pesquisa de opinião empresarial realizada pela Firjan com o objetivo identificar as situações passadas e expectativas futuras da indústria. A Sondagem é realizada mensalmente desde setembro de 2010 pela entidade em parceria com Confederação Nacional da Indústria (CNI). No levantamento de novembro, foram entrevistados 315 empresários. Assista aos vídeos mais vistos no G1 Rio na última semana:

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No ano, inflação da baixa renda é quase 3 vezes a dos mais ricos, mostra Ipea

sexta-feira, 11 dezembro 2020 por Administrador

Alta dos alimentos pressionou o custo de vida da população mais pobre. Base na refeição dos brasileiros, arroz foi um dos alimentos com maior alta Reprodução/TV Diário A forte alta dos preços dos alimentos pressionou o custo de vida da fatia mais pobre da população. Como resultado, a inflação para a classe de renda muito baixa, no acumulado do ano até novembro, foi quase três vezes a registrada entre a classe renda alta: 4,56%, ante 1,68%, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (11) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Em novembro, a alta de preços também pressionou mais os mais pobres: a inflação para essa faixa de renda foi estimada em 1%, enquanto para os mais ricos, ficou em 0,63%. "O forte aumento dos preços dos alimentos no domicílio foi o maior foco de pressão inflacionária nos segmentos de renda mais baixa", apontou o Ipea. Inflação por faixa de renda Economia G1 De fato, alimentos e bebidas foram responsáveis por 75% da inflação dos mais pobres no mês passado, com altas importantes nos preços do arroz (6,3%), batata (29,7%), frango (5,2%), óleo de soja (9,2%) e carnes (6,5%) no último mês. Segundo o Ipea, o gasto com itens de alimentação e bebidas compromete em média 28% do orçamento das famílias mais pobres. Com isso, os reajustes acumulados em 2020 de itens como arroz (69,5%), feijão (40,8%), carnes (13,9%), frango (14%), leite (25%) e óleo de soja (94,1%) contribuíram para uma alta inflacionária bem mais intensa do que a observada no segmento mais rico, em que o peso desse grupo nas despesas mensais é de 13%. Por outro lado, as famílias com renda alta foram as únicas com desaceleração inflacionária no último mês, com 0,63%, contra 0,82% em outubro. Para esta classe, os focos foram os aumentos nos transportes por aplicativos (7,7%), a gasolina (1,6%) e o etanol (9,2%). "Neste ano, o cenário inflacionário combinou forte aceleração de preços de alimentos com uma alta desaceleração da inflação de serviços, o que explica o diferencial da inflação entre as faixas de renda mais baixa e mais alta", apontou o Ipea em nota. Veja na tabela as faixa de renda consideradas pelo Ipea: Ipea – faixas de renda Reprodução Veja os últimos vídeos de economia

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Embraer investiga volume de dados vazados após ter sofrido ataque hacker

quinta-feira, 10 dezembro 2020 por Administrador

Empresa teve sistemas invadidos no dia 30 de novembro. Embraer afirma que recebeu pedido de resgate, mas se recusou a pagar e teve informações vazadas. Embraer investiga volume de dados vazados em ataque hacker Luis Lima Jr./Futura Press/Estadão Conteúdo A Embraer informou nesta quarta-feira (9) que apura a quantidade de dados vazados após ter sofrido um ataque hacker em seus sistemas de tecnologia da informação. A fabricante de aeronaves brasileiras informou que recebeu um pedido de resgate, mas se recusou a pagar e teve informações publicadas. A Embraer afirmou que abriu investigação interna e acionou as autoridades para apurar o caso. "A Companhia segue investigando as circunstâncias do ataque e a quantidade de informações exfiltradas ou divulgadas, avaliando a existência de impactos sobre seus negócios e terceiros, bem como determinando e tomando as medidas cabíveis", informou em comunicado direcionado aos acionistas e mercado. A invasão aconteceu no dia 30 de novembro. À época, a empresa admitiu o ataque cibernético e teve que, inclusive, suspender a operação de alguns de seus sistemas como medida de precaução. Após o ataque, nesta terça-feira (8), o site especialista em internet, ZDNet, publicou que a empresa teve informações vazadas na Deep Web. Entre os documentos publicados estão informações de funcionários, contratos, e modelos de aviões em 3D. Na manhã desta quarta-feira (9) a empresa divulgou um comunicado ao mercado em que confirma o pedido de resgate e a divulgação dos dados. "Como resultado da investigação interna conduzida pela Companhia até o presente momento, a Companhia apurou que certas informações foram divulgadas". Apesar disso, não confirmou quais seriam os dados vazados. A Embraer informou ainda que apura as circunstâncias do ataque e a quantidade de informações coletadas durante a invasão hacker. Disse ainda que acionou as autoridades para apurar o ocorrido e que trabalha com terceiros que foram afetados pelo incidente. Leia o comunicado na íntegra: A Embraer S.A. (a “Companhia”) informa a seus acionistas e ao mercado que restabeleceu a operação de todos os seus sistemas de tecnologia da informação que foram desligados temporariamente, como medida de precaução, em razão do ataque cibernético divulgado no fato relevante publicado em 30 de novembro de 2020. A Companhia segue investigando as circunstâncias do ataque e a quantidade de informações exfiltradas ou divulgadas, avaliando a existência de impactos sobre seus negócios e terceiros, bem como determinando e tomando as medidas cabíveis. A Companhia esclarece que recebeu pedido de negociação de potenciais pagamentos no contexto do ataque cibernético e que não iniciou qualquer processo de negociação, bem como não realizou quaisquer pagamentos a terceiros supostamente envolvidos em tal incidente. A Companhia informou o ocorrido às autoridades, as quais investigam o incidente. Como resultado da investigação interna conduzida pela Companhia até o presente momento, a Companhia apurou que certas informações foram divulgadas. A Companhia está trabalhando com os terceiros que foram afetados pelo incidente. A Companhia manterá o mercado informado dos desdobramentos relevantes deste evento, em cumprimento à regulamentação da Comissão de Valores Mobiliários.

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WhatsApp critica exigências do novo recurso de privacidade da Apple

quinta-feira, 10 dezembro 2020 por Administrador

Aplicativos precisarão mostrar uma 'tabela nutricional' sobre informações coletadas das pessoas, mas serviço de troca de mensagens alegou que programas pré-instalados no iOS não têm as mesmas obrigações. WhatsApp AFP O WhatsApp se manifestou contra as novas regras de privacidade impostas pela Apple, que exigem que os aplicativos revelem os dados que são coletados em uma tela simplificada. O app de troca de mensagens alega que as demandas são injustas, já que as informações sobre coleta de dados não é exibida para os programas pré-instalados nos produtos da Apple, como o iMessage. Em junho, a Apple revelou um recurso inspirado nas tabelas nutricionais, que vêm nos alimentos, que revela quais dados naquele aplicativo estão ligados a uma pessoa e quais deles são usados para rastreios. Saiba mais: Apple pode bloquear apps que não cumprirem novo recurso de privacidade Os desenvolvedores devem enviar para a Apple as informações que coletam até quinta-feira (10). "Pensamos que os rótulos [de privacidade] devem ser consistentes com aplicativos proprietários e de terceiros", disse o WhatsApp em um comunicado compartilhado com o site americano "Axios". "[Os rótulos] também devem mostrar as fortes medidas que os apps podem tomar para proteger as informações privadas das pessoas", afirmou a companhia, alegando que a "tabela nutricional" da Apple não detalha as proteções às informações. Para o WhatsApp, as pessoas deveriam poder comparar as opções de privacidade de aplicativos baixados e pré-instalados, como o iMessage. Apple vai exibir, na página de um aplicativo na loja de apps, quais informações ele coleta Divulgação/Apple O aplicativo de mensagens também fez uma publicação em seu blog oficial detalhando o uso das informações coletadas que são exibidas no sistema da Apple. Assista os vídeos mais vistos do G1

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Exportação de café do Brasil sobe mais de 30% em novembro e tem recorde para o mês

quinta-feira, 10 dezembro 2020 por Administrador

Vendas atingiram 4,3 milhões de sacas, com o dólar ajudando no fechamento dos negócios. Além disso, oferta foi abundante e de alta qualidade. Plantação de café Reprodução As exportações totais de café do Brasil atingiram 4,3 milhões de sacas (incluindo industrializado) em novembro, alta de 32,2% na comparação anual, marcando um novo recorde para o mês, além do segundo maior embarque mensal deste ano, informou nesta quarta-feira (09) o Conselho de Exportadores de Café do Brasil (Cecafé). Em meio à pandemia, as condições favoráveis de mercado com um câmbio que permitiu o fechamento de bons negócios anteriormente — além de uma oferta abundante e de alta qualidade em 2020 — abriram espaço para que o Brasil registrasse exportações mensais acima 4 milhões de sacas nos últimos três meses, quebrando recordes consecutivos. Sabe tudo de café? Faça o TESTE De onde vem: café é a 2ª bebida mais consumida no país e interesse por métodos de preparo cresceu na pandemia Embora um valor revisado aponte agora que outubro teve a maior exportação mensal da história pelo maior produtor e exportador global de café, com 4,456 milhões de sacas, o Cecafé alertou que novembro pode bater essa marca, após as tradicionais revisões de fechamento. "Os resultados de exportação do café brasileiro, apresentados no mês de novembro, surpreenderam mais uma vez por sua excelente performance, tanto pelos registros em volume quanto pelo econômico", disse em nota o presidente do Cecafé, Nelson Carvalhaes. Assim, o Cecafé afirmou que o Brasil registrou a maior performance dos últimos cinco anos em volume exportado de café nos cinco primeiros meses do ano safra 2020/21, com 19,8 milhões de sacas embarcadas, um crescimento de 15,2% ante o mesmo período da temporada anterior. A exportação de café verde do Brasil em novembro somou 4,025 milhões de sacas de 60 kg, alta de 35,9% ante o mesmo mês de 2019, informou nesta quarta-feira Os embarques de café arábica atingiram 3,69 milhões de sacas, alta de 33,9% em igual comparação. A exportação de café robusta em novembro somou 333,9 mil sacas, um salto de 63,6% ante o mesmo mês de 2019, segundo o Cecafé, enquanto o volume equivalente em solúvel foi de 313,4 mil sacas, queda de 1,7%. De janeiro a novembro, o Brasil exportou 39,8 milhões de sacas de café, aumento de 5,7% em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto a receita cambial atingiu 5 bilhões de dólares, alta de 6,7%. Na conversão em reais, a receita foi equivalente a 25,9 bilhões, registrando crescimento de 40% em relação a janeiro/novembro de 2019. No ano civil, os dez principais países consumidores de café brasileiro foram, respectivamente: Estados Unidos, que importaram 7,2 milhões de sacas (18,2% do total embarcado no período); Alemanha, com 6,7 milhões de sacas (16,9%); Bélgica, com 3,3 milhões de sacas (8,4%); Itália, com 2,8 milhões de sacas (7,2%); Japão, com 2,1 milhões de sacas (5,2%); Turquia, com 1,3 milhão de sacas (3,3%); Federação Russa, com 1,1 milhão de sacas (2,9%); México, com 971,9 mil sacas (2,4%); entre outros.

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