Após doações a Covas, setor imobiliário busca aproximação com Boulos
Representantes do mercado imobiliário apresentaram um pacote de reivindicações a Bruno Covas (PSDB) no primeiro turno da corrida à Prefeitura de São Paulo. Com a definição de seu adversário na segunda rodada, irão atrás de Guilherme Boulos (PSOL), com quem já tentaram se reunir duas vezes, sem sucesso. "Mesmo se ele não for eleito, continuará influente, e queremos que conheça nossas propostas", diz o presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), Basilio Jafet.
Leia mais (11/16/2020 – 23h31)
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Embraer fecha venda do cargueiro KC-390 para mais um país da Otan
A Embraer fechou a venda de duas unidades de sua principal aposta no mercado de defesa, o avião de transporte multimissão KC-390 Millennium, para a Hungria.
Leia mais (11/17/2020 – 10h57)
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China usa testes de coronavírus em alimentos para restringir comércio, criticam parceiros
Grandes países produtores de alimentos estão cada vez mais frustrados com a vigilância da China em produtos importados e estão fazendo um apelo para que o país pare com os exames agressivos de detecção de coronavírus, que alguns dizem equivaler a uma restrição comercial.
Leia mais (11/17/2020 – 10h46)
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Covid-19, clima e o poder da negação
A eleição de 2020 está encerrada. E os grandes vencedores foram o coronavírus e, muito possivelmente, a mudança catastrófica no clima.
Leia mais (11/17/2020 – 10h34)
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Pix tem índice de operações não realizadas de 7% no primeiro dia, diz presidente do BC
O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou que o índice de operações rejeitadas no Pix nesta segunda-feira (16), estreia do sistema de pagamentos instantâneos, foi de 7%.
Leia mais (11/17/2020 – 11h28)
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Alta nos preços de alimentos faz governo elevar projeção de inflação para 2020 e 2021
Em meio à alta registrada nos preços dos alimentos, o governo elevou a previsão de inflação para este ano e para o ano que vem. A expectativa para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) em 2020 subiu de 1,8% para 3,1%.
Leia mais (11/17/2020 – 11h02)
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Testes da China para detectar coronavírus em alimentos incomoda parceiros comerciais
Austrália, Brasil, México, Reino Unido e Estados Unidos e Canadá argumentam que governo chinês não forneceu justificativa científica para a medida. Mulher olha para frutos do mar em supermercado em Xangai REUTERS/Aly Song Grandes países produtores de alimentos estão cada vez mais frustrados com a vigilância da China em produtos importados e estão fazendo um apelo para que o país pare com os exames agressivos de detecção de coronavírus, que alguns dizem equivaler a uma restrição comercial. A China diz que flagrou o vírus em embalagens de produtos de 20 países, incluindo carne de porco alemã, carne bovina brasileira e pescado indiano, mas funcionários estrangeiros dizem que a falta de indícios das autoridades está prejudicando o comércio e afetando a reputação dos alimentos importados sem motivo. Wuhan diz ter encontrado coronavírus em embalagens de carne brasileira Em uma reunião da Organização Mundial do Comércio (OMC) nos dias 5 e 6 de novembro, o Canadá classificou as verificações chinesas de alimentos importados e a rejeição de produtos que tiveram exames de ácido nucleico positivos como "restrições comerciais injustificadas" e instou o país asiático a interrompê-las, disse uma autoridade comercial radicada em Genebra a par da reunião que não quis ser identificada. Com o apoio de Austrália, Brasil, México, Reino Unido e Estados Unidos, o Canadá argumentou que a China não forneceu uma justificativa científica para as medidas, disse a autoridade. A missão canadense na OMC em Genebra não respondeu de imediato a um pedido de comentário. A China só intensificou a verificação de alimentos importados desde então. Nesta semana, o Global Times, um tabloide apoiado pelo Partido Comunista governista chinês, insinuou que a presença do novo coronavírus em alimentos importados criou a possibilidade de o vírus, que muitos acreditam ter surgido na cidade chinesa central de Wuhan no final do ano passado, ter vindo do exterior. A China começou a verificar alimentos importados resfriados e congelados para detectar o vírus em junho devido a um foco de infecções entre trabalhadores de um mercado atacadista de alimentos da capital. A Organização Mundial da Saúde (OMS) dize que nem alimentos, nem embalagens são rotas de transmissão conhecidas do vírus. Mas a China, que praticamente erradicou a transmissão local da doença, diz que existe o risco de o vírus reentrar no país em produtos alimentícios. A reação externa veio depois de meses de frustração crescente com a maneira como as autoridades alfandegárias e sanitárias vêm aumentando a verificação de importações – parceiros comerciais se queixam de que a prática não se alinha às normas globais. Tudo sobre o novo coronavírus:
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Presidentes de Twitter e Facebook falarão no Congresso dos EUA sobre moderação de conteúdo
Zuckerberg, do Facebook, e Dorsey, do Twitter, foram convocados formalmente por comitê. Intimação ocorreu após as plataformas bloquearem reportagens com alegações sobre o filho do então candidato presidencial democrata Joe Biden. Mark Zuckerberg, presidente do Facebook Reprodução Os presidentes-executivos do Facebook e do Twitter devem depor em uma audiência no Congresso dos Estados Unidos nesta terça-feira (17) que abordará as práticas de moderação de conteúdo das redes sociais. Em outubro, parlamentares republicanos no Comitê Judiciário do Senado dos Estados Unidos votaram unanimemente pela aprovação da convocação formal de Mark Zuckerberg, do Facebook, e Jack Dorsey, do Twitter. Os democratas do painel não votaram. As gigantes das redes sociais realmente 'jogam contra' os republicanos? Processo contra o Google nos EUA: veja o que se sabe As intimações foram aprovadas logo após as plataformas de mídia social decidirem bloquear reportagens do New York Post que faziam alegações sobre o filho do então candidato presidencial democrata Joe Biden. Jack Dorsey, presidente-executivo do Twitter, participou de audiência no Senado dos EUA no final de outubro Reprodução Irritados com a decisão das empresas sobre o que manter em suas plataformas e o que retirar, muitos parlamentares republicanos e o presidente Donald Trump ameaçaram suspender as proteções para empresas de internet previstas na lei federal chamada Seção 230 do Communications Decency Act. A lei protege as empresas de serem processadas por conteúdo publicado pelos usuários em suas plataformas. Biden, agora presidente eleito, também disse ser favorável à revogação da seção 230. Os democratas do Congresso, no entanto, preferem uma abordagem mais deliberada para reformular a lei. Em outra audiência, no final de outubro, Zuckerberg e Dorsey defenderam seus métodos de moderação em depoimento também no Senado. Na ocasião, Sundar Pichai, da Alphabet, a dona do Google, também foi interrogado. Assista aos vídeos mais vistos do G1
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Governo reduz de 4,7% para 4,5% projeção de queda do PIB em 2020
Previsão foi divulgada nesta terça (17) pelo Ministério da Economia. Para 2021, governo manteve em 3,2% a previsão de crescimento do PIB. O Ministério da Economia reduziu de 4,7% para 4,5% a sua estimativa oficial para o tombo da economia brasileira em 2020.
A previsão de queda do Produto Interno Bruto (PIB) foi divulgado nesta terça-feira (17) por meio Boletim Macrofiscal do orçamento de 2020, da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia.
O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. No mês passado, o ministro Paulo Guedes estimou que o PIB brasileiro teria queda menor, de 4%, em 2020.
Assista abaixo a reportagem de 13 de novembro que trata da divulgação do índice de desemprego no Brasil, que cresceu durante a pandemia:
IBGE: Desemprego bate recorde e quase 52 milhões de brasileiros vivem na pobreza
A queda neste ano é reflexo de medidas restritivas e de distanciamento social tomadas para frear a pandemia do novo coronavírus.
As ações levaram, por exemplo, ao fechamento de boa parte do comércio e de fábricas ligadas a áreas consideradas não essenciais. Esses serviços, porém, estão sendo gradativamente reabertos em todo país.
Com a reabertura gradual da economia nos últimos meses, indicadores mais recentes, porém, indicam uma retomada mais forte do nível de atividade. Na semana passada, por exemplo, o Banco Central divulgou estimativa de crescimento de 9,47% para o PIB no terceiro trimestre de 2020.
Recuperação
Segundo o Ministério da Economia, após a "forte retração da atividade econômica" no primeiro semestre deste ano, a economia global tem se recuperado ao longo da segunda metade de 2020.
"Padrão semelhante pode ser observado para os países emergentes, inclusive para o Brasil (…)", informou o Ministério da Economia, acrescentando que indicadores apontam retomada do crescimento em “V” – ou seja, forte queda seguida de recuperação também pronunciada.
Para 2021, o Ministério da Economia manteve em 3,2% a previsão de crescimento do PIB.
Desafios
De acordo com a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia, os grandes desafios para a manutenção do crescimento sustentável nos próximos anos "passam pela recuperação do mercado de trabalho e a manutenção da agenda de elevação da produtividade e consolidação fiscal [melhora das contas públicas]".
O governo avaliou que a deterioração do mercado de trabalho se concentrou nos empregos informais, e acrescentou que a retomada deste setor "poderá gerar mais vagas com a continuidade da queda dos novos casos de Covid em curso e a futura imunização da população, através de uma vacina".
Inflação
A projeção do Ministério da Economia é que a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fique em 3,13% neste ano.
Com isso, houve aumento em relação à estimativa anterior, divulgada em setembro, de que a inflação somaria 1,83% neste ano.
No decorrer do ano, com a pandemia do novo coronavírus e a recessão na economia brasileira, o mercado baixou a estimativa de inflação. Nos últimos meses, porém, com a alta do dólar e com a retomada da economia, os preços voltaram a subir.
Em setembro, a inflação oficial do país avançou 0,64%, a maior alta para o mês desde 2003. Em outubro, subiu para 0,86%, a maior desde 2002.
Apesar da alta, a expectativa de inflação do governo para este ano segue abaixo da meta central, de 4%, e acima do piso do sistema de metas, que é de 2,5% em 2020.
Pela regra vigente, o IPCA pode oscilar de 2,5% a 5,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. Quando a meta não é cumprida, o BC tem de escrever uma carta pública explicando as razões.
A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).
Para o próximo ano, a expectativa é que a inflação medida pelo IPCA seja de 3,23%, também acima da previsão divulgada em setembro deste ano (+2,94%).
No ano que vem, a meta central de inflação é de 3,75% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2,25% a 5,25%.
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Alemanha pode abater até 70 mil frangos após registro de gripe aviária em fazenda
Diversos surtos têm sido registrados na Europa nas últimas semanas, com suspeitas de que aves selvagens estejam espalhando a doença. Risco para humanos é considerado baixo. Criação de frango na Europa REUTERS/Francois Lenoir A Alemanha detectou a presença de gripe aviária em mais uma granja comercial e agora se programa para realizar o abate de até 70 mil aves, disseram autoridades na terça-feira (16). A gripe aviária do tipo H5N8 foi confirmada em uma fazenda perto de Rostock, no estado de Mecklenburg-Vorpommern, disse um porta-voz da autoridade governamental local, Landkreis Rostock. Cerca de 4.500 frangos na granja teriam que ser sacrificados, mas a criação se espalha por vários locais e o total pode chegar a 70.000, disse o porta-voz. "Para combater o surto da doença e prevenir sua propagação, é necessário, do ponto de vista médico veterinário, abater até 70.000 aves em vários locais", disse o porta-voz. "Os preparativos começaram". Enquanto isso, o estado de Schleswig-Holstein, no norte da Alemanha, também relatou na terça-feira outro surto de H5N8 em uma fazenda na área de Kreis Nordfriesland, com cerca de 1.000 patos, gansos e galinhas abatidos. Diversos surtos de gripe aviária têm sido registrados na Europa nas últimas semanas, com suspeitas de que aves selvagens estejam espalhando a doença. A Dinamarca ordenou o abate de 25 mil frangos depois de descobrir a gripe aviária H5N8 em uma fazenda, disseram as autoridades na segunda-feira, o que na prática interrompe as exportações de aves e ovos para países fora da União Europeia por pelo menos três meses. Outros casos foram relatados na França e na Holanda. A Grã-Bretanha ordenou o abate de 13.000 aves em uma fazenda no noroeste da Inglaterra depois de detectar casos da gripe aviária. O risco da doença para os humanos é considerado baixo, mas surtos anteriores entre aves de criação exigiram extensos programas de abate para conter sua disseminação. Veja os vídeos mais assistidos do Globo Rural:
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