Plataforma digital conecta arquitetos e clientes por preços acessíveis
O resultado são projetos de decoração 3D pensados para cada ambiente. Procura pelo serviço cresceu com a pandemia. Plataforma digital conecta arquitetos e clientes por preços acessíveis
Uma plataforma que oferece serviços de arquitetura quer democratizar a decoração, conectando arquitetos e clientes de forma digital.
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As empresárias Fernanda Cintra e Vanessa Prado montaram a plataforma em 2017. O atendimento é feito por um chat, onde o cliente se cadastra, faz um teste de estilo e interage com um profissional de forma online.
Com a tecnologia, o profissional consegue cortar os custos e isso se reflete no preço. Assim, o arquiteto consegue cobrar um valor fixo e isso aumenta o número de clientes.
O atendimento ao cliente segue três etapas. Começa com o teste de estilo, que é de graça. “Para descobrir qual é o seu estilo de decoração. Se é casual, se é contemporâneo, moderno ou clássico”, explica Vanessa.
Depois é hora do briefing: descrever o serviço e fotografar o ambiente que vai ser redecorado. Só no final, a plataforma seleciona o profissional que vai fazer o trabalho.
“É um atendimento bem robusto, onde no final o cliente recebe um projeto 3D e a lista com absolutamente tudo que vai nesse ambiente para que ele compre e monte no tempo e no orçamento dele”, conta a empresária.
Os preços são fixos. O projeto para um ambiente custa R$ 400. O pacote com cinco ambientes sai por R$ 1,4 mil. Existe um outro serviço, de soluções de pequenos problemas, que custa R$ 150.
“Feita essa transação do valor total, 70% fica para o profissional e 30% fica para a plataforma”, afirma Vanessa.
Desde que se cadastrou na plataforma, a arquiteta Camila Falcão já atendeu mais de 90 clientes. “O que é mais comum é a reforma da sala, principalmente com a pandemia, com o pessoal ficando mais dentro de casa e querendo transformar o espaço em que mais ficam”, afirma.
E por causa da pandemia, o número de clientes aumentou este ano. Outra estratégia da startup para continuar crescendo foi fazer parceria com empresas do setor, como uma grande indústria de tintas.
“Às vezes, a empresa oferece, por exemplo, papel de parede. Mas como ela vai fazer para o cliente entender como aquele papel de parede vai ficar na casa dele? Nós somos essa ferramenta. Então, acaba sendo bom para todos, pro cliente, para a empresa e para a nossa plataforma”, diz Vanessa.
Agora, a startup atende clientes em Portugal, no Canadá e na Inglaterra, e quer expandir para a América do Sul e toda a Europa.
Archie
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Saiba como calcular a área para a secagem do café
Globo Rural ouviu especialistas para descobrir qual a metragem ideal do terreiro utilizado neste processo. Saiba como calcular a área para a secagem do café
Após a colheita, o café precisa ser secado, e isso ocorre normalmente em grande terreiros a céu aberto. Mas muitos produtos têm dúvidas para saber qual é a metragem ideal para realizar a secagem?
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Para ajudar os agricultores, o Globo Rural ouviu especialistas para explicar o cálculo.
Uma conta simples é: para cada saca de café beneficiado = 1 m² terreiro. Se o produtor quiser um resultado mais preciso, deve usar a seguinte fórmula matemática:
Variáveis:
Volume a ser colhido de café por dia (em metros cúbicos – m³)
Tempo de secagem do café no terreiro (em dias)
Espessura, a camada de café que vai secar no terreiro , a altura do café no terreiro. (em metros – m)
Fórmula:
volume x tempo
———————- = área do terreiro (m²)
espessura
Exemplo: Produtor vai colher 10 m³ de café por dia e deixar secar por 10 dias. A espessura é de 10 cm (0,1m). O resultado será 1000 m² de terreiro.
10 m³ X 10 dias = 100
100
______ = 1.000 m2
10 cm (0,1 m)
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Produtores do Maranhão iniciam plantio da soja
Agricultores correm para conseguir cultivar dentro janela ideal e, assim, aproveitar o calendário de chuvas para a segunda safra de milho. Produtores do Maranhão iniciam plantio da soja
Agricultores do Maranhão correm para plantar a soja e, assim, manter o calendário para conseguir aproveitar a mesma área no cultivo do milho na segunda safra.
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No Cerrado maranhense, a janela ideal para o cultivo do grão começa na primeira semana de novembro e vai até o dia 10 de dezembro. Dessa forma, os produtores conseguem colher a soja mais cedo e aproveitar o período chuvoso restante para a safrinha.
Os sojicultores do Maranhão devem plantar mais de 1 milhão de hectares da oleaginosa, alta de 5% em relação à safra passada. O que tem animado os agricultores são os preços do grão, cerca de R$ 157 por saca, um recorde no estado.
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Agricultores de Minas Gerais iniciam o plantio do milho primeira safra
Expectativa no estado é de área plantada seja maior nesta temporada. Agricultores de Minas Gerais iniciam o plantio do milho primeira safra
O Brasil tem duas safras consolidadas de milho, e a primeira está sendo plantada neste momento, para que seja colhida no início de 2021.
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Em Minas Gerais, um dos principais produtores do milho primeira safra no país, a chuva irregular atrasou os trabalhos de campo, mas, ainda assim, a previsão é de aumento na área plantada no estado.
Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), os agricultores mineiros devem colher 4,8 milhões de toneladas. Em todo o Brasil, a previsão é que a produção do milho verão seja de 26,6 milhões de toneladas.
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Alta no preço da ração faz subir os custos de criadores de frango e porco do Paraná
Soja e milho estão em patamares recordes no mercado, pesando – e muito – no gasto com a alimentação dos animais, o principal da atividade.
Alta no preço da ração faz subir os custos de criadores de frango e porco
A alta no preço da soja e do milho está afetando os custos de produção de criadores de frango e porco. O motivo é que a alimentação dos animais representa por mais de 70% dos gastos da atividade.
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No Paraná, o custo geral de produção de suínos subiu 25,7%, e o de aves 27,4%, de acordo com a Embrapa. Os integrados a cooperativas são os que mais sentem menos o impacto no estado.
É o caso dos criadores do oeste paranaense. O motivo do impacto ser menor é porque as cooperativas são as responsáveis pela compra da ração dos animais.
O Paraná é o maior produtor de frangos do Brasil e o segundo maior de suínos.
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Senar abre inscrições para cursos gratuitos à distância; saiba como participar
Instituto de ensino rural oferece aulas sobre agricultura de precisão, manejo de pastagens, entre outros. Senar abre inscrições para cursos gratuitos à distância; saiba como participar
O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) abriu inscrições para cursos gratuitos à distância.
O instituto oferece aulas sobre agricultura de precisão, manejo de pastagens, administração rural, entre outros. Ao todo, são 30 cursos.
Para se inscrever, clique aqui.
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Extração de látex atrasa no noroeste paulista
Por outro lado, produtores estão positivos com o preço do coágulo de borracha. Extração de látex atrasa no noroeste paulista
Com a falta de chuvas, a extração do látex, também conhecida como sangria, atrasou no noroeste paulista, mas os produtores estão positivos com o preço.
Na propriedade do Dirceu Monteiro, em Onda Verde (SP), por exemplo, a extração começou só no fim de outubro, dois meses após o previsto, mas ele garante que não terá prejuízos.
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"A perspectiva é boa, por R$ 3 o preço do coágulo", diz o gerente de uma fazenda em Ipiguá, Leandro Koch. O coágulo de borracha é o látex depois de endurecer nos potinhos que ficam nas árvores.
Este coágulo tem sido o principal produto para os seringueiros da região.
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Tecnologia permite ampliar a aplicação de defensivos biológicos nas lavouras por meio de drones
Casamento de duas tecnologias já existe há algum tempo, mas agora é possível também pulverizar produtos microbiológicos. Economia de tempo é o grande trunfo. Tecnologia permite ampliar a aplicação de defensivos biológicos nas lavouras por drones
Um problema comum dos agricultores é a quantidade de pragas e doenças que atacam a plantação, seja nas grandes ou pequenas culturas.
E para aumentar a eficiência na aplicação, os produtores têm encontrado no drone – também conhecido como veículo aéreo não tripulado (Vant) – um grande aliado no controle desses inimigos.
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O Brasil tem hoje mais de 78 mil drones cadastrados na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Do total, pouco mais de 1.400 são utilizados em atividades agropecuários.
O uso dele na agricultura não chega a ser novidade, já é utilizado para mapear propriedades e monitorar pragas, mas agora ele também é capaz de fazer o controle delas com diversos defensivos biológicos.
Antes, era possível distribuir insetos, inimigos naturais dos alvos, pelos drones, os chamados macrobiológicos. Agora, é possível também espalhar fungos e bactérias pelos talhões na forma líquida, que é a aplicação dos microbiológicos.
Tempo é dinheiro
Uma das principais vantagens da aplicação de microbiológicos com a ajuda dos drones é o tempo que o produtor ganha.
A conta é bem simples. Por exemplo, um trabalhador com o aplicador manual demora até 5 dias para tratar 1 hectare. Com o trator, a mesma área é pulverizada em até 3 horas. Já o drone faz o mesmo trabalho na mesma área em 30 minutos.
Além da economia de tempo, o consumo de água também é menor. Isso porque o líquido aplicado é mais concentrado do que dos pulverizadores tradicionais.
O empresário Nei Brasil é o fundador da companhia que desenvolveu esse tipo de drone. O trabalho começou em 2005, mas foi só em 2017 que resolveu aposta no mercado agrícola.
A empresa não vende o equipamento, mas, sim, o serviço de aplicação e, para isso, existe uma plataforma na internet.
Lá, o produtor rural acessa e agenda a pulverização. Um piloto da empresa faz todo o trabalho, são 61 profissionais e equipamentos disponíveis.
Depois do produto ser aplicado no campo, o agricultor recebe um relatório e, após conferir, paga a conta, que varia de R$ 200 a R$ 300 por hectare.
Os defensivos biológicos
“A natureza é repleta de inimigos naturais, se a gente for buscar, no solo brasileiro, nas culturas, a gente vai encontrar uma diversidade extremamente grande de inimigos naturais”, explica Italo Delalibera Júnior, pesquisador da escola de agronomia da USP, a Esalq.
“Então, a gente estuda isso e transforma em uma tecnologia. Seria, basicamente, produzir um microorganismo e aplicar ele com um produto semelhante ao que se faz com produto químico”, acrescenta o agrônomo.
Os pesquisadores classificam esses inimigos naturais em dois grupos, como dito acima: os macro, que são basicamente os insetos; e os micro, que são fungos, vírus e bactérias. Essa dupla compõe o chamado controle biológico.
“A gente costuma dizer que é a natureza controlando a própria natureza. Todo inseto, toda praga, toda doença de planta possui um inimigo natural: um outro agente que vai naturalmente controlar ele no campo”, diz o biólogo Luciano Zappelini.
O Brasil tem, atualmente, cerca de 265 produtos biológicos autorizados para a utilização nas lavouras. Há 10 anos, esse número era de apenas 21.
Livre para todas as culturas
A aplicação dos pesticidas microbiológicos por drone pode ser feita em qualquer cultura, mas, por enquanto, ela só foi testada na produção de hortaliças
Desde novembro do ano passado, um drone visita a hora do agricultor Marcio Hasegawa. Toda semana, o equipamento aplica os defensivos em um hectare de couve-manteiga.
“Eu acredito que trazer essa tecnologia, só pela questão da alta produtividade, mas principalmente pela sucessão. Eu creio que os jovens virão com essa tecnologia, aquele que não se adaptar, não terá mais mão de obra”, diz Hasegawa.
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Praga preocupa produtores de caju do Ceará
Ataque da cochonilha pode afetar a colheita do maior estado produtor do falso fruto. Praga preocupa produtores de caju do Ceará
A colheita do caju no Ceará está na reta final e, por lá, a incidência de uma praga pode afetar a safra do maior produtor nacional do falso fruto.
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O motivo é que a cochonilha atingiu diversas lavouras. Além disso, o prolongamento das chuvas neste ano pode ser outro fator negativo.
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Pesquisadores já avaliam formas de recuperar o Pantanal de MS após queimadas
Um dos esforços é tentar identificar os locais onde as sementes das plantas permanecem viáveis sob o solo, e onde elas foram destruídas. Pesquisadores já avaliam formas de recuperar o Pantanal de MS após queimadas
Pesquisadores brasileiros estão avaliando o tamanho dos danos provocados pelas queimadas no Pantanal de Mato Grosso do Sul, e as formas de recuperar a fauna e a flora do bioma.
Um dos esforços é tentar identificar os locais onde as sementes das plantas permanecem viáveis sob o solo, e onde elas foram destruídas.
"Nós não sabemos ainda [onde houve destruição das sementes]. Depende muito da quantidade de combustível e o tempo de residência desse fogo. Se não tiver esses bancos de sementes, essas riquezas, não adianta chover. Se realmente foi afetado, não vai ter esse retorno. ", diz a pesquisadora da Embrapa Pantanal, Sandra Aparecida.
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“Nós temos que buscar formas de recuperação do Pantanal. Por isso, é muito importante saber como era antes e tentar trabalhar com o que a gente trabalha no Pantanal, que é a resiliência adaptativa. A resiliência é quando buscamos que o ambiente volte o que era antes", acrescenta.
Na Serra do Amolar, uma das mais belas paisagens do Pantanal de MS, o fogo foi impiedoso e queimou 70% da área que servia de refúgio para muitas espécies de animais, durante o período de cheias.
Mas, por lá, os pesquisadores do Instituto Homem Pantaneiro (IHP) coordenam um estudo para avaliar a região, e já planejam reflorestar o local
“Nós verificamos onde o fogo foi considerado de intensidade alta ou média, e quão rápido foi o aumento dessa temperatura até chegar no solo. Isso impacta diretamente no banco de semente", diz o biólogo Nilson Lino Xavier Filho.
"Mas nos locais em que a gente fez a visita técnica, percebemos que o fogo não foi subterrâneo. Ele queimou apenas a parte superficial do solo e queimou as plantas mais herbáceas, arbustos. Então ele não chegou a atingir as raízes. Isso é um ponto positivo, ela vai rebrotar", diz o biólogo Nilson Lino Xavier Filho.
Fauna
A fauna tem um papel fundamental no processo de reestruturação do Pantanal. E, para isso, os veterinários do IHP estão fazendo um trabalho de "formiguinha", ao atender os animais nas áreas mais afetadas e levando alimentos.
Estima-se que mais de 11 milhões de animais tenham morrido durante os incêndios. E os que sobreviveram começam, aos poucos, a retornar para as suas áreas.
“Ainda existem, em todas as áreas que foram impactadas pelo fogo, as ilhas verdes. Nós já conseguimos acessar algumas delas e vemos uma aglomeração de espécies que, geralmente, não estão juntas, como, por exemplo, primatas de três espécies diferentes ocupando a mesma árvore. Aos poucos nós já observamos que eles voltando a ocupar as áreas afetadas pelo fogo", diz o veterinário do IHP, Diego Viana.
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