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Prolongamento de greve em portos da Argentina preocupa moinhos de trigo do Brasil

terça-feira, 22 dezembro 2020 por Administrador

Avaliação de especialistas é que, caso a greve se prolongue por janeiro, as indústrias brasileiras terão dificuldade para recompor os estoques do cereal. Lavoura de trigo no interior de São Paulo Reprodução/TV TEM O prolongamento de uma greve de trabalhadores em portos na Argentina, movimento que entrou na sua segunda semana, é fator de preocupação para moinhos de trigo do Brasil, especialmente se a paralisação não for encerrada até o final do ano, segundo especialistas. Mais de cem navios cargueiros estão enfrentando atrasos para carregar produtos agrícolas na Argentina nesta segunda-feira (21), conforme relatos de integrantes do setor, que apontam paralisação dos embarques de vários produtos no país vizinho. De onde vem o trigo que eu como O Brasil, que importa a maior parte de suas necessidades de trigo e tem na Argentina seu principal fornecedor, registrou uma desaceleração nos desembarques do cereal em dezembro, conforme dados do Ministério da Economia divulgados nesta segunda-feira. A situação só não é mais grave para o Brasil porque no final do ano muitas indústrias reduzem a demanda por trigo, por conta de paradas para recesso e ainda há oferta de cereal nacional, uma vez que a colheita foi encerrada há pouco. "A informação que eu tenho é que havia expectativa de que a greve terminaria antes do final do ano. Se não houver o final da greve, alguns moinhos vão ser afetados, porque têm barcos chegando…", disse o presidente da Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo), Rubens Barbosa, à Reuters. Segundo ele, esses moinhos estariam localizados ao sul do Brasil. "Nesta época do ano são poucos os que compram o trigo. Se acabar o greve, não tem problema nenhum. Se não acabar, aí sim vai ter, alguma coisa limitada para alguns", acrescentou ele, pontuando que está em contato com a embaixada brasileira em Buenos Aires para acompanhar a situação. De onde vem o que eu como: conheça a produção do trigo no Brasil G1 Uma fonte do setor, por outro lado, indicou uma situação mais "dramática". "Tudo parado. Vários navios esperando para carregar. Alguns moinhos podem ficar sem trigo", disse a fonte que atua em uma empresa paulista, na condição de anonimato, por não ter autorização para falar com a imprensa. As importações brasileiras de trigo e centeio caíram pela metade até a terceira semana de dezembro, para pouco mais de 14 mil toneladas/dia, na comparação com a média do mesmo mês do ano passado, segundo dados do governo brasileiro. "Acredito que tenha um impacto sim, principalmente se a greve continuar se estendendo ao longo de janeiro, o que poderia afetar a oferta interna brasileira", afirmou o analista Jonathan Pinheiro, da Safras & Mercado, ao ser consultado. "Os preços poderiam voltar a ter reajustes para cima, tendo em vista uma possível busca por alternativas dos compradores, buscando o trigo em países menos competitivos, além de custos logísticos mais elevados", acrescentou. O especialista disse que uma eventual puxada nos preços em função da situação na Argentina compensaria possíveis retrações cambiais. "Mas, de maneira geral, é necessário aguardar para ver até quando isso vai seguir, quanto maior a duração da greve, mais acentuados podem ser esses impactos no mercado brasileiro." Em dezembro do ano passado, o Brasil importou 650 mil toneladas de trigo de todas as origens, sendo que no acumulado deste mês os desembarques somaram apenas cerca de 200 mil toneladas. Do total de trigo importado pelo Brasil de janeiro a novembro, de 5,87 milhões de toneladas, a Argentina forneceu 4,33 milhões, enquanto os Estados Unidos ofertaram 733,8 mil toneladas, seguidos por Rússia (237,6 mil), Uruguai (235 mil) e Paraguai (218,5 mil), entre outros, conforme dados do Ministério da Agricultura. VÍDEOS: tudo sobre agronegócio

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Câmara aprova projeto que detalha pagamento por ações de preservação ambiental

terça-feira, 22 dezembro 2020 por Administrador

Código Florestal já prevê compensação; novo texto traz normas para implementar a política. Texto vai à sanção presidencial. A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (21) o texto-base do projeto que viabiliza o pagamento de benefícios para produtores rurais e comunidades tradicionais que colaborarem com a preservação do meio ambiente.
A proposta já tinha sido aprovada na Câmara, mas voltou para a análise dos deputados porque foi modificada no Senado. Com a aprovação nesta segunda, o texto segue para a sanção presidencial. Os deputados fizeram apenas uma mudança no conteúdo aprovado pelos senadores (veja detalhes abaixo).
O Código Florestal aprovado em 2011 já prevê a compensação para a recuperação de áreas, incluindo a remuneração em dinheiro. O texto aprovado trata da implementação da política de incentivo à preservação.
A sessão da Câmara foi marcada por tentativas de obstrução por parte dos partidos do Centrão que apoiam a candidatura de Arthur Lira (PP-AL) à presidência da Câmara.
Os parlamentares dizem que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), tem utilizado as sessões da Câmara para articular apoio de legendas a um candidato de sua preferência. O parlamentar do Rio de Janeiro nega.
Ministério deixou de usar maior parte da verba para preservação ambiental, diz CGU
Projeto
O relator, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), acolheu as modificações feitas pelo Senado e defendeu a aprovação da proposta sem alterações.
Segundo o deputado, o sistema de compensações abre caminho para que boas práticas ambientais sejam reconhecidas e remuneradas, além de contribuir para a solução de questões ambientais importantes como a emissão de gases do efeito estufa, o desmatamento ilegal e as queimadas, entre outras.
“O substitutivo do Senado Federal, como mencionei anteriormente, converge em mais de 90% com o da Câmara dos Deputados. O relatório trouxe aperfeiçoamentos relevantes ao texto aprovado nesta Casa, conferindo maior segurança jurídica na sua interpretação e implementação”, escreveu o parlamentar no relatório.
Segundo a proposta, os objetivos do programa são:
recuperação da vegetação nativa, da vida silvestre e do ambiente natural em áreas rurais;
melhoria da qualidade da água, especialmente em bacias hidrográficas importantes para o abastecimento das cidades, e também em áreas que correm risco de desastre ambiental;
recomposição da cobertura vegetal por meio do plantio de espécies nativas;
manejo sustentável, ou seja, exploração de recursos, como a madeira, de forma adequada, possibilitando a retenção de carbono;
escolha da manutenção da vegetação nativa mesmo que a área possa ser usada para agricultura que desmate.
Compensações
O texto aprovado prevê as seguintes modalidades de compensação para quem prestar os serviços ambientais:
pagamento de valores em dinheiro;
compensação vinculada a certificado de redução de emissões por desmatamento e degradação;
comodato (empréstimo de um bem que não pode ser substituído, como áreas de preservação a ser exploradas de maneira sustentável);
Cotas de Reserva Ambiental (CRAs) – títulos que representam áreas de reserva nativa excedentes ou em processo de recuperação nas fazendas. A cota funciona como um ativo ambiental. Um produtor, que possui excedentes, pode vender o título para outro, cuja propriedade tem déficit de áreas que deveriam estar preservadas. A partir da compra, o segundo agricultor ganha direito à regularização ambiental;
títulos verdes, emitidos para a captação de recursos para investimentos em projetos de sustentabilidade.
Pelo texto, será dada prioridade a:
comunidades tradicionais;
povos indígenas;
agricultores familiares;
empreendedores familiares rurais.
De acordo com a proposta, as ações serão preferencialmente de larga escala, efetuada por cooperativas e associações.
Um contrato precisa ser formalizado para confirmar a parceria entre produtor e governo.
Jornal da Globo mostra desmonte do governo no sistema de proteção ao meio ambiente
Outros pontos
No caso de imóveis rurais privados, os donos terão de comprovar situação regular no Cadastro Ambiental Rural (CAR).
Esse registro eletrônico é obrigatório para qualquer propriedade e reúne informações que mostram se o terreno possui áreas de reserva natural e também extensão de vegetação nativa dentro da fazenda.
Fica proibido de receber recurso público em troca do serviço ambiental o agricultor ou a empresa que estiver inadimplente em relação a multas ambientais, por exemplo.
O programa será financiado por doação de fundações, associações, empresas e também de agências de cooperação internacional. O governo poderá oferecer uma contrapartida às doações.
O projeto estabelece a criação de um órgão colegiado para monitorar a iniciativa. E, também, de um cadastro para controle dos contratos firmados.
Trecho retirado
Na votação desta segunda-feira, os deputados aprovaram um destaque, proposto pelo PSOL.
O destaque aprovado excluiu da proposta um trecho que possibilitaria a destinação de recursos decorrentes de multas a ações de pagamento por serviços ambientais.
“Não tem cabimento transformar multa em pagamento de serviço ambiental para quem cometeu a infração”, afirmou o deputado Afonso Florence (PT-BA).

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Preços do petróleo caem após nova cepa do coronavírus reacender temor sobre demanda

terça-feira, 22 dezembro 2020 por Administrador

Petróleo Brent fechou em queda de 2,6%, enquanto o petróleo dos Estados Unidos (WTI) recuou 2,8%. Campo de exploração de petróleo no RN Getúlio Moura/Petrobras/Divulgação Os preços do petróleo despencaram quase 3% nesta segunda-feira (21), à medida que uma nova variante do coronavírus com rápida disseminação, que fechou boa parte do Reino Unido e levou a Europa a impor medidas restritivas mais duras, gera temores de uma recuperação mais lenta na demanda por combustíveis. O petróleo Brent fechou em queda de 1,35 dólar, ou 2,6%, a 50,91 dólares por barril, enquanto o petróleo dos Estados Unidos (WTI) para entrega em janeiro recuou 1,36 dólar, ou 2,8%, para 47,74 dólares o barril, antes de expirar. O vencimento mais ativo do WTI, para fevereiro, teve baixa de 1,27 dólar, ou 2,6%, e fechou a sessão cotado a 47,97 dólares/barril. Ambos os contratos chegaram a perder até 3 dólares no início da sessão, na maior queda diária em seis meses. A valorização do dólar também pressionou os mercados do petróleo. A divisa norte-americana mais forte torna commodities precificadas em dólar, como o petróleo, mais caras para detentores de outras moedas. "Notícias de uma nova cepa do coronavírus pesaram sobre o sentimento de risco e o petróleo. Novas restrições à mobilidade pela Europa também não estão ajudando, uma vez que a demanda europeia vai sofrer", disse Giovanni Staunovo, analista do UBS. "Os investidores precisam estar cientes de que o caminho rumo a uma demanda maior e preços mais elevados seguirá instável", acrescentou. VÍDEOS: Últimas notícias de Economia

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CAF empresta US$ 350 milhões ao Brasil para ações fiscais na pandemia

terça-feira, 22 dezembro 2020 por Administrador

Em função da crise, órgão ofereceu a seus países membros na região uma linha de crédito de US$ 2,5 bilhões. O Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) divulgou nesta segunda-feira (21) assinatura de empréstimo de US$ 350 milhões ao Brasil para ações fiscais no âmbito do enfrentamento à crise de Covid-19. O valor equivale a cerca de R$ 1,8 bilhão pelo fechamento do câmbio nesta tarde.
"O financiamento complementará as iniciativas fiscais já em curso no país e reforçará as medidas econômicas anticíclicas voltadas a reduzir os efeitos da pandemia do coronavírus no país", disse o banco, em nota.
Em função da crise, o CAF ofereceu a seus países membros na região uma linha de crédito de US$ 2,5 bilhões.
O valor do empréstimo ao Brasil equivale exatamente ao montante que a equipe econômica pretendia tomar com o CAF, conforme documento visto pela Reuters em maio.
VÍDEOS: Últimas notícias de Economia

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Wall Street tem dia de misto com variante do novo coronavírus

terça-feira, 22 dezembro 2020 por Administrador

Dow Jones foi o único índice que subiu, apoiado em ações de bancos. Quedas foram amenizadas pelo acordo do Congresso dos EUA para aprovação do pacote de estímulos de US$900 bilhões, tão esperado por investidores. Wall Street é a sede das principais bolsas de NY como a New York Stock Exchange (NYSE) Reuters As bolsas de Nova York tiveram dia misto nesta segunda-feira (21) com receios pela revelação de que há uma nova cepa mais infecciosa do coronavírus em circulação na Europa. Com a notícia, os mercados iniciaram o dia em forte baixa, mas tiveram um pregão de recuperação por conta do acordo no Congresso dos Estados Unidos para votar o novo pacote de estímulos à economia americana, tão esperado pelos investidores há meses. O único que passou a operar no campo positivo foi o índice Dow Jones, que fechou em alta 0,12%, a 30.216 pontos. O S&P 500 teve queda de 0,39%, a 3.695 pontos, e o índice de tecnologia Nasdaq recuou 0,10%, a 12.743 pontos. Bovespa tem queda forte com variante de coronavírus Dólar bate R$ 5,22, mas ameniza alta e fecha a R$ 5,12 Dos 11 principais setores no S&P 500, o financeiro e o de tecnologia foram os únicos a mostrar alta nesta sessão. "O "rali de Natal" terá que esperar", disse David Carter, diretor de investimentos da Lenox Wealth Advisors, em Nova York, à agência Reuters. "Notícias preocupantes sobre a Covid no Reino Unido lembraram aos mercados que a doença ainda não foi resolvida. O caminho à frente pode ser acidentado e incerto." Mutação do coronavírus no Reino Unido: veja o que se sabe até agora O novo pacote de ajuda acordado pelo Congresso dos EUA deve ser aprovado ainda nesta segunda, com cerca de US$ 900 bilhões em incentivos. Além de pagamentos diretos à população vulnerável, a medida também traz auxílios a pequenos empresários e destinação de fundos para a distribuição de vacinas contra a Covid-19. O pacote é bem menor que o primeiro, de US$ 2,2 trilhões, aprovado em março, mas era esperado com ansiedade pelo mercado financeiro. Os agentes contavam com novas medidas de incentivo à economia depois de uma desaceleração da retomada nos últimos meses. "O plano de estímulo fiscal parece grande o suficiente para conter uma recessão, mas não por muito tempo", acrescentou Carter. "Mas, embora não seja tão grande quanto muitos participantes do mercado esperavam, inclui muitas ações significativas que podem apoiar os mercados." VÍDEOS: Últimas notícias de Economia

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Banco dos Brics espera emprestar até US$ 2 bilhões ao Brasil em 2021

terça-feira, 22 dezembro 2020 por Administrador

Foco do financiamento deverá ser em infraestrutura, como o setor de saneamento básico, disse a diretora para Brasil e Américas, Cláudia Prates nesta segunda (21). Cúpula do Brics Reprodução O Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) deve conceder empréstimos de até US$ 2 bilhões ao Brasil em 2021 para financiar, principalmente, projetos de infraestrutura, disse a diretora do banco do Brics para Brasil e Américas, Cláudia Prates. Segundo Prates, o banco tem como um dos grandes focos no país a áreas de saneamento, cujo marco regulatório foi aprovado este ano. Outras áreas no radar do NDB são rodovias e iluminação pública. “A gente espera para o ano que vem um cheque de US$ 1,5 bilhão a US$ 2 bilhões para Brasil com foco em infraestrutura em geral”, disse a diretora, frisando que o NDB vai buscar financiar projetos em pool com outros bancos. Para ganhar mais clientes , penetração e capilaridade, o banco, segundo Prates, deve implementar medidas de modernização como operações em reais e apoio a programas de project finance, modalidade de estruturação financeira em que o fluxo de caixa da operação financiada é usado para quitar o financiamento. Entenda o Brics, grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul Outra área de interesse do banco no Brasil é o apoio a projetos de impacto social, como financiamento de escolas e hospitais. “Vamos trabalhar junto com bancos regionais para distribuir mais o funding do NDB para municípios menores“ , frisou a executiva. O banco já aumentou sua exposição no Brasil este ano com ações emergenciais de US$ 1 bilhão para financiar o auxílio emergencial e mais US$ 1 bilhão para o FGI/Peac, programa de crédito para empresas de pequeno e médio portes. O NDB também financiou indiretamente projetos municipais e regionais e realizou empréstimos privados que totalizaram US$ 1,5 bilhão. “Entre 2015 e 2019, o Brasil tinha 8% da carteira do banco e este ano atingimos quase 20% do portfólio", disse Prates. Segundo ela, a perspectiva era chegar nesse patamar em dois anos, mas o financiamento às ações de enfrentamento ao baque da pandemia antecipou esse desempenho. VÍDEOS: Últimas notícias de Economia

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Empresas de Feira de Santana divulgam vagas de emprego para terça-feira; veja lista

terça-feira, 22 dezembro 2020 por Administrador

Interessados devem enviar currículo por e-mail ou comparecer nos endereços divulgados. Entre as oportunidades, há para manicure. Pixabay Empresas localizadas na cidade de Feira de Santana, a cerca de 100 km de Salvador, divulgaram vagas de emprego disponíveis para terça-feira (21). Os interessados devem entrar em contato por telefone, e-mail ou comparecer nos endereços citados. Confira vagas Costureira Ambos os sexos com experiência em máquina reta, galoneira e fechamento. Entregar currículo na Rua Fernando Ferrari, nº 309, Bairro Brasília. 1 vaga Manicure Ligar para (75) 3223-4382 ou pelo e-mail paixaobeleza@yahoo.com.br . 1 vaga Cozinheira Ligar para (75) 9.8320-5841. 1 vaga Barman Ter experiência. Ligar para (75) 9.8320-5841. 1 vaga Atendente de telemarketing Ligar para (75) 9.8320-5841. 1 vaga Veja mais notícias do estado no G1 Bahia. Assista vídeos do BATV

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Pandemia acelera digitalização dos micro e pequenos empreendedores

terça-feira, 22 dezembro 2020 por Administrador

Levantamento do Sebrae apontou que 22% deles passaram a usar plataformas on-line nos últimos meses, enquanto 60% que já utilizavam, intensificaram as operações virtuais. Empresários contaram com a ajuda de consultores e institutos para transformar negócios. Micro e pequenas empresas migram pro digital para sobreviver durante a pandemia
A pandemia acelerou os processos de migração dos micro e pequenos empreendedores para os meios digitais, mostrou uma pesquisa do Sebrae-SP.
O levantamento apontou que 22% deles passaram a usar plataformas on-line nos últimos meses, enquanto 60% que já utilizavam, intensificaram as operações virtuais.
É o caso do Henrique Kagohara, por exemplo, que está faturando 30% a mais do que no ano passado, devido à repaginada que ele e os seus sócios deram nos perfis da loja de pesca nas redes sociais. Com essa mudança, eles conseguiram conquistar mais 2,5 mil seguidores.
Pudim perfeito, marmitarias… as histórias mais vistas do PEGN em 2020
“A gente oferece o conteúdo, oferece como fazer a pescaria, onde fazer a pescaria. E, por trás disso, tem o produto que nós temos aqui e o nosso contato", conta Henrique.
"A gente desperta o interesse da pessoa através do tipo de pescaria que ela anda pesquisando ou vendo nas redes sociais”.
Ajuda para digitalizar
Nem todo empreendedor conseguiu transferir a loja para internet de uma hora para outra, sem ajuda. No caso de Henrique, o impulso para vender mais pelas redes sociais veio do Sebrae.
Na página do instituto, os 20 cursos que ajudam a vender pela internet são os campeões de audiência do site, com mais de 20 milhões de visualizações. Por lá, dá para aprender técnicas para abrir uma loja virtual e divulgar produtos, mesmo sem muito dinheiro.
“Nós estimulamos que os empreendedores, nesse momento difícil, foquem na solução, e não no problema. A gente dá diversas dicas para que eles possam fazer contato com todos os seus clientes e com novos clientes”, explica o diretor superintendente do Sebrae de São Paulo, Wilson Poit.
“A loja física continua, mas daqui para frente os negócios serão híbridos: vendas pela internet e vendas pessoais”, acrescenta.
Partindo do zero
No parque tecnológico de São José dos Campos (SJC), no interior de São Paulo, um projeto piloto ajudou donos de seis pequenas empresas a entrarem no mundo virtual, a partir do zero.
Empresas de tecnologia criaram páginas em redes sociais e em espaços de comércio on-line, além de treinarem os comerciantes para atualizar o conteúdo e melhorar a comunicação com os clientes.
"A diferença fundamental é que as imagens daquele produto […] precisam ser tratadas", diz Marcelo Nunes, coordenador do projeto.
"Eu preciso ter formas de pagamento, utilização de cartão, emissão de nota fiscal, eu preciso ter a logística depois de deu vender, como vou entregar. […] Nós executamos isso para o cliente durante o processo da transformação", acrescenta.
A micro empreendedora Clélia Rosângela Barros é uma das pessoas que participou da iniciativa. Ela entendeu que precisava perder o receio de usar a internet quando teve que fechar a ótica. Clélia ficou sem se comunicar com os seus clientes e sem faturar.
Mas o projeto a ajudou a mudar essa situação e a empreendedora já vê o resultado, já que as vendas da sua loja chegaram a crescer pelo menos 5%.
"É um caminho sem volta, agora é só aprimorar, praticar", diz Clélia.
VÍDEOS: veja últimas reportagens sobre tecnologia do PEGN

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Aeroportos testam sistema de reconhecimento facial para facilitar embarque

terça-feira, 22 dezembro 2020 por Administrador

Tecnologia está sendo usada em Salvador e Florianópolis. Objetivo é que recurso evite filas e aglomerações ao entrar no avião. Tecnologia de reconhecimento facial facilita embarque nos aeroportos
Uma tecnologia que ganhou utilidade na pandemia foi o reconhecimento facial. Além de garantir o distanciamento social, o uso dele traz mais segurança, tanto que o recurso é utilizado em aeroportos para facilitar o embarque.
2020, um ano vivido pelas telas
Em Salvador, a tecnologia passou a ser testado no aeroporto da cidade para facilitar o processo de check-in. Isso evita fila e aglomerações para embarque.
Além do aeroporto da capital baiana, o sistema também está sendo testado em Florianópolis, e a expectativa é de ampliar o projeto.
“Temos um planejamento para levar ao Rio e Belo Horizonte. Essa etapa vai até março, e, a partir do fim do processo, a gente vai colher os resultado para que possa ter uma expansão progressiva ao longo de 2021 para todos os aeroportos”, diz Lívia Embiruçu, gerente do serviço em Salvador.
Como funciona
O primeiro passo é fazer a validação biométrica do passageiro e, para isso, os dados e a foto tirada na hora são comparados a uma base que já consta nos sistemas do governo.
Qualquer pessoa que já tenha carteira de motorista em formato digital ou cadastro biométrico no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) podem embarcar desta forma.
Ao chegar no embarque, o passageiro que passou por esse processo tem acesso a uma fila separada. A partir daí, não é necessário apresentar documentos ou se dirigir a um funcionário. Basta apontar o cartão de embarque para o leitor, tirar a máscara por 1 segundo e olhar para o equipamento.
Em menos de 10 segundo a entrada para a aeronave é liberada, sem contato físico algum.
Vídeos mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias

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Chefe de gabinete de Biden diz que resposta a ataque hacker irá ‘além de apenas sanções’

terça-feira, 22 dezembro 2020 por Administrador

Grupo atacou empresa de tecnologia de redes para invadir governo dos EUA e a especialista em segurança FireEye. Ron Klain será chefe de gabinete da Casa Branca no governo Biden AP Photo/Jacquelyn Martin O próximo chefe de gabinete da Casa Branca afirmou, no último domingo (20), que a resposta do governo do presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, ao imenso ataque hacker descoberto na semana passada contra agências federais norte-americanas irá além de sanções. Ron Klain disse que Biden estava mapeando maneiras de reagir aos supostos hackers russos que penetraram meia dúzia de agências do governo dos EUA e deixaram milhares de empresas norte-americanas expostas. Para isso, eles antes atacaram uma empresa de tecnologia de redes, a SolarWinds, e também a especialista em segurança FireEye, que reportou que a ação empregou técnicas "nunca antes vistas". ENTENDA O CASO As opções sendo consideradas pelo governo Biden para punir a Rússia por seu suposto papel incluem punições financeiras e ataques retaliatórios à infraestrutura da Rússia, afirmaram pessoas com conhecimento do assunto à Reuters. O Kremlin nega ter tido qualquer papel no ataque. “Não são apenas sanções. São passos e coisas que podemos fazer para degradar a capacidade de agentes estrangeiros de realizar esse tipo de ataque”, disse Klain ao programa “Face the Nation”, da emissora CBS. ALTIERES ROHR: Empresas preparam 'autodesligamento' de software Biden, que tomará posse em 20 de janeiro, provavelmente terá apoio bipartidário para uma reação contundente à campanha de espionagem, indicaram dois senadores neste domingo. O senador republicano Mitt Romney afirmou, em entrevista ao programa “Meet the Press”, da NBC, que a violação de dados foi “extremamente danosa”. “Isso exige uma resposta”, disse. “É algo de que precisaremos tratar assim que possível”.

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