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Falta de clareza em estratégia do governo é entrave para crescimento sustentado da economia

quinta-feira, 03 dezembro 2020 por Administrador

Economistas ouvidos pelo G1 afirmam que incerteza se arrastou à espera das eleições e aumentou a desconfiança de que o governo Bolsonaro tenha força para colocar o país em uma trajetória de recuperação vigorosa. O ministro da economia Paulo Guedes e o presidente Jair Bolsonaro durante cerimônia no Rio de Janeiro, em outubro de 2019 Mauro Pimentel/AFP O resultado positivo do PIB brasileiro no 3º trimestre — que cresceu 7,7% sobre os três meses anteriores, na maior alta da série histórica do IBGE — passa uma borracha no momento de recessão técnica do país e traz boas notícias ao governo de Jair Bolsonaro. Permanecer em campo positivo, contudo, não é suficiente para uma retomada de crescimento vigoroso. PIB do Brasil cresce 7,7% no 3º trimestre, mas não elimina perdas com pandemia PIBinho com cara de PIBão: 5 pontos para entender o ritmo de recuperação da economia Como mostrou o G1 nesta quinta-feira, as perspectivas para o PIB de 2021 são tímidas, mas há possibilidade em aberto de revisão para baixo. No radar dos economistas, está o destino da situação fiscal pela qual passa o Brasil e as formas de manejo do orçamento para vencer a crise. O G1 ouviu quatro economistas, de diferentes correntes de pensamento, sobre o que deve ser feito para que haja uma retomada robusta, desenvolvimento da economia e redução das taxas de desemprego no país. Houve um único consenso: a falta de uma estratégia do governo para ataque dos problemas se arrasta por tempo demais e tira confiança de que há poder político para resolver a questão. O economista-chefe da XP Investimentos, Caio Megale, fez parte da equipe econômica do ministro Paulo Guedes até julho deste ano. Para ele, as contas públicas têm respaldo de mecanismos importantes, como a Lei de Responsabilidade Fiscal e o teto de gastos, mas falta ao Executivo uma mostra clara de que essas políticas serão respeitadas. "O investimento é o motor da economia, mas os empresários ficam com a sensação de que o governo a qualquer momento vai aumentar imposto ou gerar inflação para conseguir pagar as contas", diz Megale. Para o economista, flexibilizar o teto de gastos e acelerar investimentos públicos em um momento que o país está no vermelho, com a dívida pública acima dos 90%, demandaria uma emissão de títulos públicos com juros mais altos. "Esse aumento dos juros acaba custando mais do que o aumento de investimento e transferências sociais", diz. Assim como os antigos colegas de Ministério, o economista acredita em uma saída por meio de incentivo aos investimentos privados. Cita a nova Lei do Saneamento, aprovada neste ano, e a nova Lei do Gás, que está em tramitação, como marcos regulatórios importantes para atrair investidores. Megale aposta também na captação de recursos pelo mercado de capitais, que ganhou fôlego no país desde que a taxa Selic entrou em queda, ainda no governo Michel Temer. De fato, títulos de crédito subiram muito em um comparativo de cinco anos. Segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), as debêntures (títulos de dívida de empresas) movimentaram R$ 74,6 bilhões em 2014. Em 2019, foram R$ 184,6 bilhões. As ofertas públicas de ações (IPOs) foram de R$ 1,03 bilhão para R$ 10,2 bilhões no mesmo intervalo. "Dinheiro existe, mas precisamos de bons mecanismos para canalizar essa transferência e uma sinalização de estabilidade para a frente", diz. A economista Zeina Latif concorda com a necessidade de fortalecimento de marcos regulatórios, mas não está tão otimista com um futuro promissor. O tempo que o país teve juros mais elevados e desajuste fiscal, diz ela, aumentou o risco país, reduziu a produtividade e tirou competitividade do ambiente de negócios brasileiro. "Houve uma queda da Selic, mas a economia ficou tão desestruturada nos últimos anos que, por mais que se tenha um alívio, não vai ser um instrumento tradicional que vai conseguir puxar crescimento", diz Zeina. Para a economista, qualquer extensão de política pública para resgate da economia por conta de complicações da pandemia deveria vir junto de um planejamento detalhado de reformas estruturais. Mas lembra que, ainda assim, há complicações extras de governança no país, como a questão ambiental, que gera fuga de investimentos. "Não temos uma bala de prata. O Custo Brasil tem uma série de nós que precisam ser desatados. Lamentavelmente, foi eleito um governo em que o presidente não tem essa visão e o ministro da Economia está isolado", afirma. Paulo Guedes defende que o pior da pandemia já passou e que a economia dá sinais de recuperação Embate de visões Em todo o mundo, a continuidade de estímulos à economia está sendo discutida. A pandemia do novo coronavírus passa por uma segunda onda de contágios e ameaça a retomada vigorosa da economia global. Por outro lado, as farmacêuticas Pfizer e Moderna protocolaram pedidos de uso de emergência de suas vacinas, o que traz algum alívio às expectativas do mercado. O Reino Unido, por exemplo, anunciou que deve começar já na próxima semana seu programa de vacinação. Nos Estados Unidos, o presidente eleito Joe Biden montou um time de simpatizantes de novos pacotes de incentivo para sua equipe econômica. Os integrantes montarão políticas inspiradas na recuperação da crise financeira de 2008. O governo brasileiro pretende fazer o contrário: um retorno à agenda de aperto fiscal para conter os gastos públicos e, ao mesmo tempo, formatar um programa social — sem aumentar gastos e que dê conta de suavizar o impacto da retirada do Auxílio Emergencial. Joe Biden anuncia formalmente equipe econômica para o governo dos EUA Uma corrente de economistas brasileiros advoga por um prolongamento dos incentivos públicos à economia, dizendo que o corte de gastos em um momento de crise tende a piorar a demanda em uma economia que volta a subir com dificuldades. Quem é contrário argumenta que um "drible" no teto de gastos geraria aumento precoce da taxa de juros, deterioração ainda maior da situação fiscal, inflação e fuga de investimentos. Ampliação de gastos Professor da Fundação Getulio Vargas, o economista Nelson Marconi é do time que defende ampliação de gastos. Ele calculou o tamanho da expansão monetária produzida pelo governo com os programas de auxílio durante a crise. A ordem de crescimento foi de 33%. Incluindo títulos públicos e operações compromissadas, a alta foi de 14,6% entre março e setembro. "Se tivesse uma relação direta, o aumento da inflação deveria ser maior. Claro que houve impacto em preços de alimentos, por exemplo, mas são resultados localizados. Não dá para dizer que isso é inflação consistente", diz Marconi Pela tese dos economistas que pensam como ele, o crescimento continuará patinando em 2021 porque, sem estímulos por parte do governo, haverá uma queda forte da demanda, prejudicando o consumo. O economista propõe a formatação de um fundo para financiamento de investimentos públicos, captando de diferentes fontes. Sadi: reeleição de Bolsonaro deve depender mais de gestão da economia Baseado na tese de que a emissão de moeda não causou inflação durante a pandemia, o fundo teria parte de emissão de moeda. Outra, aplicando tributação a lucros e dividendos distribuídos por empresas. Uma terceira, de pequena parcela de reservas internacionais. Por fim, uso de receita de outorgas. Só a última, diz ele, teria impacto mais relevante na dívida pública. "A queda da taxa básica de juros foi importante para a trajetória da dívida, mas não foi transmitida para os juros de mercado. Não tem como achar que o mercado privado vai resolver a questão do financiamento de investimentos", afirma Marconi. O economista Pedro Rossi, professor da Universidade Estadual de Campinas, também avalia que a busca de enquadrar repasse de recursos dentro do teto de gastos não será suficiente para uma recuperação econômica. "Temos uma crise de demanda que foi muito amenizada por conta atuação do governo, em particular com o Auxílio Emergencial. É uma medida temerária fazer um corte brusco nos gastos públicos dessa forma", diz Rossi. O economista afirma ainda que a pandemia deixa "cicatrizes", e que enviar ao Congresso um Orçamento sem espaço para ajuste pode agravar a crise econômica. "Não dá para tirar os estímulos todos da economia de uma vez só. É um experimento social de alto risco", diz. Ao lado de Ana Luiza Matos de Oliveira e Esther Dweck, Rossi organizou recentemente um livro chamado "Economia Pós-Pandemia", que elenca uma série de ideias opostas às da equipe de Paulo Guedes para a condução da economia nos próximos anos. Initial plugin text 1xVelocidade de reprodução0.5xNormal1.2×1.5x2x VÍDEOS: Últimas notícias de Economia

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Brasil se recupera de forma acelerada, mas deve fechar 2020 abaixo da média dos BRICs

quinta-feira, 03 dezembro 2020 por Administrador

Segundo o Banco Mundial, a China deve ser o único país a registrar um PIB positivo este ano. Brasil deve fechar o ano com queda de 5,4%, atrás da Rússia, e na frente da África do Sul e da Índia. O forte crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil no terceiro trimestre deste ano, de 7,7% sobre os três meses anteriores, aponta que o país se recupera de forma acelerada da crise provocada pela Covid-19. Com uma queda esperada de 5,4%, segundo estimativas do Banco Mundial, o país deve fechar o ano com desempenho melhor do que o previsto no início da pandemia, avaliam economistas ouvidos pelo G1. PIB trimestre a trimestre Guilherme Luiz Pinheiro/G1 No entanto, se as estimativas se confirmarem, o país deve ficar abaixo da média dos BRICs — grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. De acordo com o Banco Mundial, a China deve ser o único país do bloco a registrar um desempenho positivo do PIB (2%) este ano. A Rússia, por sua vez, deve registrar queda – mas menos acentuada que a brasileira, de 5%. Atrás do Brasil, devem ficar África do Sul (-7,2%) e Índia (-9,6%) (veja no gráfico abaixo). "Uma parte importante da recuperação econômica se deve à resposta do governo. O estímulo fiscal foi muito rápido e resultado de uma combinação de medidas para as famílias mais vulneráveis, empresas e setores financeiros", afirmou ao G1 Paloma Anós Casero, diretora do Banco Mundial para o Brasil. Projeções para o PIB 2020 Economia G1 O estímulo fiscal também fez a produção industrial brasileira reagir à crise no segundo trimestre do ano — reação semelhante à de outros países em desenvolvimento, como a Rússia, acrescentou Emerson Marçal, coordenador do Centro de Estudo de Macroeconomia Aplicada da Fundação Getulio Vargas (FGV). "É impossível a economia não reagir com os estímulos do governo. É como se você tirasse todo o dinheiro guardado para a aposentadoria para resolver uma emergência", exemplificou. Cúpula do Brics Reprodução Na avaliação de Paloma, o Brasil se destacou dos demais países em desenvolvimento por ter mitigado o crescimento da pobreza. "Graças ao estímulo [de 11% do PIB], a pobreza vai ser contida em 2020. Nos demais países dos Brics, isso não aconteceu. A Rússia, por exemplo, teve um estimulo fiscal menor, de 4% do PIB", acrescentou. Entre os países em desenvolvimento, a Índia foi um dos mais prejudicados pela pandemia. A nação asiática é a segunda do mundo com mais casos de Covid-19 do mundo. Por este motivo, a economia do país, que já estava desacelerando antes da crise, foi ainda mais danificada. Estimativas para o PIB de 2021 Economia G1 "A propagação do vírus e medidas de contenção interromperam gravemente as condições de oferta e demanda do país. Apesar de medidas para proteger famílias e empresas vulneráveis, a trajetória de redução da pobreza tem desacelerado, se não revertido", analisou o Banco Mundial, em relatório sobre a Índia. Expectativa para 2021 Para 2021, o Banco Mundial espera que todos os países do bloco tenham uma retomada, principalmente após a distribuição das vacinas contra o coronavírus. A Índia — que deve fechar o ano com queda do PIB superior a 9% — pode acabar 2021 com um crescimento de 5,4%, impulsionada pelo mercado doméstico. "Os desafios são as incertezas sobre a Covid-19 e possíveis novas ondas em vários países porque a pandemia ainda não está controlada. A vacina também não será distribuída com facilidade", avaliou Paloma. No caso específico do Brasil, a diretora da instituição destaca o risco de a pobreza aumentar quando o Auxílio Emergencial for retirado. "Não haverá mais impulso fiscal como houve neste ano e o mercado de trabalho ainda está fraco, com índice de desemprego muito alto, acima de 14%", alertou. Initial plugin text

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Guedes nega que haja ‘briga’ com TCU e diz que pode fixar meta fiscal para 2021

quinta-feira, 03 dezembro 2020 por Administrador

Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias enviado pelo governo prevê 'meta flexível' de déficit primário para 2021, gerando reação do Tribunal de Contas da União. Ministro da Economia, Paulo Guedes, diz que pode fixar meta fiscal para 2021
O ministro da Economia, Paulo Guedes, negou nesta quinta-feira (3) que haja uma briga entre a área econômica e o Tribunal de Contas da União (TCU) e admitiu, pela primeira vez, que pode ser fixada uma meta de déficit primário para 2021.
"Então, agora a economia se firmando e voltando, nós teremos possibilidade, vamos conversar com o TCU sobre isso, de rever as previsões de receitas e aí podemos então anunciar a meta. Tem briga nenhuma, está tudo certo, o Brasil está voltando", declarou a jornalistas.
Mais cedo, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, criticou a estratégia do governo de adotar uma meta fiscal flexível no Orçamento e disse que o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre foi "baixo" por causa da "desorganização do governo".
No projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do próximo ano, enviado ao Congresso em abril deste ano, no auge da pandemia do novo coronavírus, o governo propôs uma meta flexível e variável de déficit primário de 2021. A LDO serve de base para a elaboração do orçamento federal.
Como as despesas estão limitadas pelo teto de gastos, o governo definiu que a estimativa de rombo fiscal vai variar de acordo com as receitas, ou seja, com o dinheiro que entrar efetivamente no caixa.
Em outubro, porém, o Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou um alerta ao governo federal sobre a ausência de uma meta fiscal fixa no projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2021, em tramitação no Congresso.
Segundo o tribunal, ao não definir esse indicador, o governo afrontará a Constituição Federal e a Lei de Responsabilidade Fiscal.
De acordo com Guedes, não há nenhum problema entre o ministério da economia e o TCU. "O TCU é um parceiro confiável, está sempre examinando nossas contas, nos ajuda", disse.
O ministro disse que, quando o projeto da LDO foi encaminhado ao Congresso, a economia estava em colapso por conta da pandemia e que o cenário indefinido dificultava muito a estimativa de receitas para o próximo ano.
"Então, naquela ocasião, você não podia estimar ainda as receitas. Você tinha que continuar com a meta flexível para o ano que vem, tanto que o próprio TCU tinha se manifestado de que só em 2022 é que voltariam as metas", afirmou o ministro.
Por conta da pandemia do coronavírus, e de disputas entre os parlamentares, o projeto da LDO de 2021 ainda não foi votado. O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), marcou para o próximo dia 16 a votação. Com isso, o governo poderá conversar com o Legislativo para retomar uma meta fixa de déficit primário para 2021.

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Novos pedidos semanais de seguro-desemprego nos EUA caem após duas semanas de alta

quinta-feira, 03 dezembro 2020 por Administrador

Entre 22 e 28 de novembro, os pedidos registraram uma queda de 75.000 em relação aos números revisados da semana passada. Os novos pedidos semanais de seguro-desemprego caíram mais do que o esperado nos Estados Unidos, a 712.000, aponta um informe divulgado pelo Departamento do Trabalho nesta quinta-feira (3). Entre 22 e 28 de novembro, os pedidos registraram uma queda de 75.000 em relação aos números revisados da semana passada, que foram atualizados para 787.000. Pedidos de seguro desemprego nos EUA Economia G1 Assista as últimas notícias de economia

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Após crescimento de 7,7% no PIB do terceiro trimestre, Guedes diz que economia está voltando em ‘V’

quinta-feira, 03 dezembro 2020 por Administrador

Expressão tem sido usado pelo ministro da Economia para dizer que queda na atividade econômica causada pela pandemia será rapidamente superada. Mesmo com o resultado do trimestre, PIB do ano ainda é negativo. Ministro da Economia, Paulo Guedes, comenta PIB do 3º trimestre O ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a afirmar nesta quinta-feira (3) que a economia brasileira está voltando em "V", ou seja, com uma forte retomada após um tombo substancial no nível de atividade causado pela pandemia de Covid-19. Mais cedo, nesta quinta, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 7,7% no 3º trimestre, na comparação com os três meses imediatamente anteriores, confirmando a saída do país da chamada "recessão técnica". "A economia voltando, voltando em 'V' como nós dissemos antes. Houve revisões de trimestres anteriores, com um crescimento um pouquinho acima, e veio [um terceiro trimestre] abaixo do esperado. Mas o fato é que a economia está voltando em 'V,' realmente está voltando", declarou Guedes. A expansão da economia foi recorde no terceiro trimestre, mas ainda insuficiente para recuperar as perdas vistas no ápice da pandemia. Em valores correntes, o PIB do terceiro trimestre totalizou R$ 1,891 trilhão. PIB do terceiro trimestre Editoria de Arte/G1 Por meio de nota à imprensa, o Ministério da Economia avaliou que o "escudo de políticas sociais" que foi criado para amenizar os impactos econômicos e sociais da pandemia deve ser "desarmado". Segundo a área econômica, o fim de auxílios governamentais abrirá espaço para a agenda de reformas estruturais e medidas de ajuste das contas públicas que, na visão da secretaria, são o "único meio para que a recuperação se mantenha "pujante". "A forte recuperação da atividade, do emprego formal e do crédito neste semestre pavimentam o caminho para que a economia brasileira continue avançando no primeiro semestre de 2021 sem a necessidade de auxílios governamentais", acrescentou o Ministério da Economia. Initial plugin text

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PIB do 3º trimestre: agronegócio é único setor a ter leve queda, mas deve fechar 2020 em alta

quinta-feira, 03 dezembro 2020 por Administrador

Recuo é na comparação com o 2º trimestre. Já sobre o mesmo período de 2019, houve crescimento de 0,4%. IBGE diz que resultado se deve à sazonalidade da safra, sobretudo da soja, que tem estimativa de recorde no 4º trimestre. PIB trimestral por setores Guilherme Luiz Pinheiro/G1 O agronegócio segue como um dos poucos setores que praticamente não foi abalado pela pandemia. O bom desempenho do ano tem sido sustentado pela safra recorde, pela alta nos preços das commodities agrícolas e pelo câmbio favorável para os exportadores. No entanto, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), houve queda de 0,5% no 3º trimestre frente ao 2º trimestre deste ano. Foi o único setor a apresentar recuo no período, pelo lado da oferta. No 2º trimestre, o agro tinha registrado praticamente uma estabilidade em relação ao 1º, quando cresceu 2,9% sobre os últimos 3 meses de 2019. Historicamente, os resultados do 3º trimestre são mais fracos que os do 1º semestre, em razão do efeito estatístico de uma base de comparação mais elevada, mas vale lembrar que o agronegócio também foi o único setor que registrou crescimento na primeira metade do ano. “A agropecuária é um caso à parte. Ela continua crescendo na taxa interanual e é a única que cresce no acumulado do ano”, diz a gerente de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca de La Roque Pallis. "Na comparação com o 1º trimestre deste ano ela teve queda (-0,5%) por causa da questão de sazonalidade da safra de produtos, sobretudo da soja, mas que tem estimativa de crescimento recorde no 4º trimestre", completa. "Os dados de bovinos e aves deram uma reduzida, e a produção de leite também. Foi isso que levou a um número pior no 3º trimestre", avalia Luana Miranda, economista do Ibre/FGV. Na comparação com o 3º trimestre de 2019, houve alta de 0,4%, puxada principalmente pela alta na produção de café (21,6%), cana (3,5%), algodão (2,5%) e milho (0,3%). No campo negativo, destacaram-se o feijão (-4,0%) e a laranja (-3,4%). Dentre as três grandes atividades econômicas, a agropecuária é a única que mantém a alta considerando os resultados no acumulado do ano, de 2,4%, enquanto indústria e serviços recuam, respectivamente, 5,1% e 5,3%. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estima um crescimento de 1,5% do PIB da agropecuária em 2020 e de 1,2% em 2021. A safra de grãos deve atingir em 252 milhões de toneladas em 2020, patamar recorde e 4,4% acima da colheita de 2019, segundo a última estimativa do IBGE. Initial plugin text

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Documentos falsos e mineradores de criptomoedas: especialistas identificam técnicas que ‘ocultam’ invasões de hackers do Vietnã

quinta-feira, 03 dezembro 2020 por Administrador

Microsoft e Trend Micro identificaram novas ferramentas de ataque empregadas por um grupo de invasores contra alvos no Vietnã. Empresas descrevem técnicas usadas para despistar profissionais de segurança. Simon Stratford/Freeimages Especialistas em segurança da Microsoft e da Trend Micro detalharam novas técnicas de ataque usadas por um grupo de espiões digitais que vêm atuando contra alvos no Vietnã. A Microsoft apontou que esses invasores podem instalar mineradores de criptomoeda para despistar os times de segurança das organizações, enquanto a Trend Micro analisou um software espião para macOS que se disfarça de documento do Word. Embora cada empresa tenha divulgado um relatório próprio sobre suas descobertas e não haja indício de colaboração entre elas, ambas mencionaram que as técnicas foram empregadas pelo grupo de invasores conhecido como "APT32". A Trend Micro usa o codinome "OceanLotus" para descrever esse grupo, enquanto a Microsoft se refere a eles como "Bismuth". Outra semelhança entre os casos descritos pela Microsoft e pela Trend Micro está nos alvos atingidos: organizações no Vietnã. Fora disso, contudo, os casos são muito diferentes. A Microsoft estudou um ataque que atingiu computadores com Windows, utilizando uma série de técnicas específicas para ocultar a atividade dos invasores nesse sistema operacional. A Trend Micro, por sua vez, detalhou o funcionamento de um programa espião para o macOS, da Apple. No macOS, invasores se aproveitam de extensão falsa O ataque identificado pela Trend Micro utilizou um truque para esconder um programa malicioso de macOS em um suposto documento do Microsoft Word. Os espiões se aproveitaram de uma particularidade técnica na maneira que computadores processam texto para fazer com que um arquivo ".doc", que normalmente seria aberto pelo Word, fosse executado como um programa. Embora o arquivo pareça ter a extensão ".doc", ele na realidade possui um caractere invisível que faz com que o sistema não reconheça a extensão visível para o usuário. Como o macOS não reconhece a extensão, o arquivo passa a ser aberto pelo interpretador de comandos do sistema – na prática, o arquivo se transforma em um programa. Para completar o disfarce, os criminosos injetaram um ícone falso no programa, deixando-o com a mesma aparência de um documento de Word. Após ser executado, o programa instala o software espião no sistema e então abre um arquivo do Word para que a vítima não suspeite que foi alvo de um ataque. Apesar da engenhosidade desse truque, ele pode ser facilmente replicado por outros invasores – o que significa que usuários precisam ter muito cuidado ao abrir arquivos aparentemente benignos. Minerador de criptomoeda para despistar técnicos O ataque contra Windows descrito pela Microsoft utiliza uma série de técnicas conhecidas para se ocultar no sistema, em especial a execução por "dentro" de programas conhecidos, inclusive o próprio antivírus Defender incluído no Windows. Ou seja, mesmo que a vítima confira o "Gerenciador de Tarefas" do Windows – que mostra os programas em execução –, ela não suspeitará da presença do vírus. No entanto, os especialistas da empresa chamaram atenção para outro detalhe: a instalação de um minerador de criptomoeda. Mineradores de criptomoeda se aproveitam do poder de processamento do computador invadido para contribuir com a mineração de criptomoeda em benefício do invasor. Na prática, eles conseguem transformar o poder de processamento e a energia elétrica da vítima em um benefício financeiro para o invasor. Como esses ataques são muito comuns, a Microsoft acredita que o objetivo dos invasores é despistar os técnicos que estiverem investigando esses ataques. Segundo essa hipótese, os times responsáveis pela análise da invasão considerariam que o ataque é de baixa sofisticação – uma invasão "corriqueira" – após encontrar um programa malicioso com esse tipo de característica. Induzindo os profissionais ao erro, o programa de espionagem poderia evitar uma investigação mais aprofundada. Na pior das hipóteses, a organização atacada poderia não perceber que seus dados foram roubados pelo software espião. A Microsoft recomenda que as instituições levem isso em conta ao investigar ataques e códigos maliciosos encontrados em seus computadores. Quem é o 'OceanLotus' Ativo pelo menos desde 2012, o grupo que a Trend Micro chama de "OceanLotus" também já foi chamado de "SeaLotus" e de "Cobalt Kitty" no passado. O nome "Cobalt Kitty" é uma derivação de um software comercial destinado a equipes que realizam testes de invasão e que já foi utilizado por esses invasores – eles são conhecidos por misturar ferramentas comerciais e próprias em suas ações. O nome "Bismuth" (bismuto), adotado pela Microsoft, segue o padrão da fabricante do Windows de batizar os grupos de espiões digitais com nomes de elementos químicos. De acordo com a Microsoft, esse grupo redige e-mails sob medida para as vítimas e até se corresponde com elas para criar um vínculo de confiança antes de enviar os arquivos maliciosos que darão início à invasão e, por sua vez, a captura de dados da rede do alvo. Pela forma de atuação, é considerado um grupo de "ameaça avançada". Ataques do OceanLotus já foram registrados contra empresas privadas e instituições governamentais. Recentemente, a consultoria Recorded Future detalhou um ataque realizado contra o governo do Camboja. Especialistas já vincularam as atividades desse grupo aos interesses do Vietnã, levantando inclusive a hipótese de que os responsáveis por essas ações seriam financiados pelo governo vietnamita. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com Vídeos: tudo sobre segurança digital

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Mourão diz que alta de 7,7% no PIB do terceiro trimestre é um ‘bom resultado’ e ‘bateu na trave’ das previsões

quinta-feira, 03 dezembro 2020 por Administrador

Resultado do PIB é o maior para um trimestre desde o início da série histórica, em 1996. Mediana das previsões do mercado estimavam uma alta de 8,8%. O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou nesta quinta-feira (3) que considerou um “bom resultado” a alta de 7,7% do Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre de 2020, na comparação com os três meses anteriores.
O crescimento do PIB, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), confirmou a saída do Brasil da chamada "recessão técnica". Contudo, a expansão recorde da economia em um terceiro trimestre foi insuficiente para recuperar as perdas do ápice da pandemia de coronavírus no país.
Questionado sobre o resultado em entrevista no Palácio do Planalto, Mourão disse que foi um “bom resultado”. Indagado sobre o fato do resultado ter ficado abaixo do esperado (o mercado aguardava alta de 8,8%), Mourão disse que “bateu na trave”.
"Expectativa é expectativa, a expectativa era oito e alguma coisa, ficou 7,7%, bateu na trave", disse.
Mourão também afirmou que as perdas que o país teve na economia durante a pandemia serão recuperadas no final deste ano e ao longo de 2021.
"A queda do segundo trimestre foi muito grande, ela vai ser recuperada ao longo desse terceiro, mais o quarto [trimestres] e ao longo do ano que vem. Isso já era o esperado. O grande ponto é que as principais instituições davam que o Brasil ia ter uma queda grande esse ano e a queda não será tão significativa", disse

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Petrobras abre 236 vagas para jovens aprendizes

quinta-feira, 03 dezembro 2020 por Administrador

Aprendizes terão direito a remuneração de um salário-mínimo nacional (R$ 1.045), benefícios legais, capacitação e prática profissional no Senai. Prédio da Petrobras no Rio de Janeiro Sergio Moraes/Reuters A Petrobras abriu as inscrições nesta quinta-feira (3) para 236 vagas de jovens aprendizes nos municípios de Pilar (AL), São Miguel (AL), Manaus (AM), Salvador (BA), Fortaleza (CE), Brasília (DF), Juiz de Fora (MG), Ipojuca (PE), Mossoró (RN), Natal (RN), Paulínia (SP), Santos (SP), Aracaju (SE), Japaratuba (SE) e Laranjeiras (SE). Veja mais vagas de emprego pelo país O programa oferecerá cursos profissionalizantes nas áreas de logística, mecânica, eletromecânica, eletrotécnica, tecnologia da informação e comunicação, segurança do trabalho e assistente administrativo. Os aprovados no processo de recrutamento e seleção receberão aulas de capacitação no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e desenvolverão atividades de prática profissional, cumprindo jornada de trabalho de 4 horas diárias, de segunda a sexta-feira. A interação com a Petrobras se dará por meio de visitas técnicas, quando os jovens participantes do programa poderão conhecer as atividades da companhia. O registro do contrato especial de aprendizagem na Carteira de Trabalho e Previdência Social dos jovens será realizado diretamente pela Petrobras e os aprendizes terão direito a salário-mínimo nacional (R$ 1.045), 13º salário, férias, vale-transporte e plano de previdência complementar opcional. O ciclo do programa terá duração de 18 meses. Para se inscrever, é necessário ter entre 14 anos e 22 anos e seis meses completos, estar cursando ou ter concluído o ensino fundamental ou médio. O participante deve estar cadastrado no CAD único do Governo Federal, ser beneficiário de programas sociais de âmbito Federal, Estadual ou Municipal. Também há vagas reservadas para pessoas com deficiência, sem limite de idade e adolescentes egressos do trabalho infantil. As inscrições devem ser realizadas pela internet, através do link https://jobs.kenoby.com/ppja, até 12 de dezembro. Mais informações sobre os requisitos para inscrição e detalhes sobre o processo de recrutamento e seleção podem ser obtidos no edital, disponível pelo seguinte endereço: https://jobs.kenoby.com/ppja, ou na página da Petrobras https://petrobras.com.br/pt/quem-somos/carreiras/jovem-aprendiz/ Assista a mais notícias de Economia:

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Influencer Alexis Sharkey é encontrada morta após família informar desaparecimento

quarta-feira, 02 dezembro 2020 por Administrador

Segundo a revista People, a influencer de 26 anos iria se encontrar com amigos para assistir um filme no sábado, mas não estava respondendo mensagens. Mãe confirmou morte nas redes sociais. Influencer Alexis Sharkey é encontrada morta após família informar desaparecimento Reprodução/Instagram A influencer Alexis Sharkey foi encontrada morta em Houston, nos Estados Unidos, no sábado (28), após familiares e amigos notificarem seu desaparecimento. Segundo a revista People, Alexis, de 26 anos, iria supostamente se encontrar com amigos para assistir um filme no sábado, mas não estava respondendo mensagens de textos e chamadas telefônicas. A mãe da influencer, Stacey Clark Robinault, conta que a última vez que a filha foi vista foi na noite de sexta-feira (27). Um amigo de Alexis citou que a família e amigos passaram a desconfiar que havia algo de errado quando a influencer parou de responder as mensagens enviadas. "Ela é conectada ao telefone, rainha das mídias sociais. Ela é influencer, trabalha pelo telefone." O corpo de Alexis foi encontrado no sábado e uma investigação segue em curso. A informação foi confirmada pela mãe de Alexis em uma publicação nas redes sociais. "Com os corações profundamente partidos que eu e Mike queremos que todos saibam que o corpo da Lexi foi encontrado. Não podemos deixar de agradecer a todos pelo carinho e pelas palavras amáveis! Por favor, nos deem este tempo para chorarmos esta perda inacreditável para a nossa família! Sentiremos sua falta, amor", escreveu Stacey Clark Robinault. Initial plugin text VÍDEOS: Saiba tudo o que acontece no entretenimento com o Semana Pop:

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