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A falta que os mortos na pandemia farão também para a riqueza do Brasil

sexta-feira, 30 outubro 2020 por Administrador

Estudo preliminar do Ibre-FGV estima que pessoas em idade produtiva que o país perdeu para a Covid-19 teriam tido a capacidade de gerar mais R$ 36 bilhões ao longo de sua vida, se tivessem sobrevivido. Cemitério Vila Formosa, em meio ao surto de coronavírus (Covid-19), em São Paulo. Foto tirada por um drone em julho Amanda Perobelli/Reuters Os quase 160 mil mortos até agora pela Covid-19 no Brasil eram filhos, pais, mães e avós. Mas também eram professores, médicos, enfermeiros, engenheiros, prestadores de serviços ou aposentados pensionistas, por exemplo – em outras palavras, pessoas que que contribuíam para o sustento de suas famílias e para movimentar a economia do país. Um levantamento preliminar recém-publicado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre, da FGV) traça hipóteses para esmiuçar justamente o quanto o Brasil perdeu — e deixou de ganhar — com as vidas que estão se esvaindo na pandemia. As 63,2 mil pessoas entre 20 e 69 anos (ou seja, em idade produtiva) que haviam morrido de covid-19 até 6 de outubro tinham rendimentos mensais estimados em R$ 108,6 milhões. Por ano, elas geravam em renda estimados R$ 1,3 bilhão. Soma-se a isso o quanto provavelmente ganhavam do Estado, em média, as 72,3 mil pessoas com mais de 70 anos que morreram até 6 de outubro. Considerando a aposentadoria média de R$ 1,8 mil, elas recebiam por mês, juntas, estimados R$ 138,3 milhões. Em um ano, isso equivale a R$ 1,7 bilhão. Os pesquisadores Claudio Considera e Marcel Balassiano fizeram as estimativas cruzando dados do Portal da Transparência do Registro Civil, que traz informações sobre as pessoas mortas na pandemia, com a Pesquisa Nacional Por Amostras de Domicílios Contínua (Pnad Contínua, de 2018, do IBGE), que traça um panorama de nível de educação e renda da população brasileira. "Essa tragédia já alcança todos nós social ou individualmente. Esse é seu lado humano", escrevem os pesquisadores no estudo. "Mas há outro lado: essas pessoas vitimadas tinham um certo conhecimento, certas habilidades adquiridas ao longo da vida, que utilizando e transmitindo para os colegas poderiam, por muito tempo ainda, contribuir para gerar renda para si, para eventuais dependentes e, portanto, para o país. Eles farão falta." Considera e Balassiano estimaram, também, o quanto as pessoas em idade produtiva ainda poderiam, em teoria, gerar de renda para o país, levando-se em conta a expectativa de vida nacional. Calcularam que as pessoas entre 20 e 69 anos poderiam ter tido a chance de gerar, juntas, mais R$ 36,1 bilhões ao longo de sua vida, caso elas tivessem sobrevivido à pandemia. "O presidente fala que todo mundo vai morrer mais cedo ou mais tarde (em referência à fala, de Jair Bolsonaro, de que "a morte é o destino de todo mundo", ao comentar os mortos pela pandemia em mais de uma ocasião). Isso é uma besteira", afirma Claudio Considera à BBC News Brasil. "Ele ignora um aspecto, que é essa perda de habilidades que de certa forma é irreparável. Para o país, cada morte é uma perda de capital e de capacidade de gerar renda. Se uma máquina deixa de produzir, você pode rapidamente colocar outra no lugar, ela não tem que aprender nada. Uma vida não tem substituição imediata, e talvez não tenha mesmo (nunca)." O custo das tragédias sociais ao Brasil e ao mundo Esse conhecimento e essas habilidades intangíveis que as pessoas acumulam ao longo de sua vida profissional são chamados por economistas de capital humano. E uma de suas principais variáveis é a educação, tanto a formal (anos de estudo) quanto a prática (ou seja, a experiência adquirida durante o trabalho), que impactam enormemente a capacidade produtiva — por isso que o Brasil, com seu histórico de problemas na educação, é considerado globalmente como um país de nível mediano em acumulação de capital humano. E isso nos prejudica tanto no âmbito individual quanto nacional. "O capital humano permite às pessoas ter ciência de seu potencial como membros produtivos da sociedade", afirma o Banco Mundial, instituição que mede anualmente o capital humano médio dos países. "Mais capital humano está associado a renda mais alta às pessoas, mais ganhos para os países e uma coesão mais forte da sociedade. É uma força central no crescimento sustentável e na redução da pobreza." Para os pesquisadores do Ibre, o mesmo raciocínio da perda de capital humano decorrente da pandemia poderia ser aplicado (e calculado) para outras mortes potencialmente evitáveis, resultado de outras tragédias brasileiras — como os altíssimos índices de homicídios e as mortes decorrentes de acidentes de trânsito do país. Só no ano passado, o Brasil teve 47.773 mortes violentas intencionais, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado neste mês de outubro. As mortes no trânsito, embora em queda, foram 30.371 no ano passado. Esses dois números, juntos, equivalem a quase um Maracanã lotado de pessoas mortas a cada ano. Em 2016, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) calculou que os homicídios de jovens custava ao Brasil R$ 150 bilhões por ano. "Cada vida é única, e óbvio que isso é muito mais importante do que a questão econômica", afirma o pesquisador Marcel Balassiano à BBC News Brasil. "(Mas) todas as tragédias que ocorrem sempre têm uma perda de capital humano com impacto econômico no curto prazo e para o resto da vida — de o quanto essas pessoas poderiam produzir." A mesma lógica vale para outros países que perderam capital humano, seja na pandemia ou em guerras e eventos trágicos. Considera cita, por exemplo, os 6 milhões de mortos no Holocausto. "Pense em quantos eventuais prêmios Nobel estariam ali, quantas pessoas que poderiam ter contribuído para o bem da humanidade, ou na Primeira e na Segunda Guerras Mundiais. São perdas também do ponto de vista econômico." Brasil tem 159.038 mortos por Covid-19, aponta consórcio de veículos Fragilidade da mão de obra Considera e Balassiano fazem a ressalva de que, na atual crise econômica do Brasil, muitas das vítimas fatais do coronavírus talvez estivessem entre os mais de 65 milhões de brasileiros que, segundo dados de 2019, já viviam em situação vulnerável no mercado de trabalho e possivelmente sofreriam precarização profissional ainda mais intensa por causa da pandemia. Muitos talvez estivessem desempregados. Isso não muda, porém, o fato de que suas habilidades e conhecimentos foram precocemente perdidos. Do ponto de vista dos aposentados — que, embora talvez não gerassem mais renda e dependessem do Estado para sustentar a si e a parentes —, os economistas apontam que "algumas das mortes (na pandemia) levarão a pagamento de pensão. (…) Do lado fiscal, se de um lado temos os aposentados que deixarão de pesar no INSS, do outro (haverá) mais pensões em alguns casos. Pesquisas futuras para quantificar esse efeito fiscal ficam como sugestões". Ambos os pesquisadores ressaltam que seu levantamento é preliminar, com o objetivo de, mais do que estabelecer um cálculo definitivo sobre a perda de capital humano na pandemia, "provocar um debate e falar disso mais qualitativamente do que quantitativamente". PIB tem tombo recorde de 9,7% no 2º trimestre e Brasil entra de novo em recessão Um desafio global O problema, claro, é compartilhado pelo restante do mundo, em meio às disrupções socioeconômicas provocadas pelo coronavírus. Em relatório de setembro, o Banco Mundial afirmou que a pandemia "ameaça reverter muitos dos ganhos recentes" na melhoria do capital humano global. Para voltar a promover o acúmulo de capital humano, o Banco sugere que os países não apenas deem apoio às comunidades mais vulneráveis, como voltem seus olhares à educação: desde investir em estímulos cognitivos para as crianças menores (na fase em que seu cérebro está no auge do desenvolvimento) até promover habilidades nas crianças mais velhas e adolescentes. Isso tudo no cenário desafiador da volta às aulas presenciais, ainda sob a ameaça do contágio pelo coronavírus, que demanda conciliar os esforços da educação à distância com "recursos personalizados de ensino e aprendizagem, urgentemente necessários principalmente para compensar (as oportunidades de aprendizado) perdidas pelas crianças em situação de desvantagem". E, mesmo antes da pandemia, a desigualdade social já impedia muitos jovens de atingirem seu pleno potencial de capital humano. Agora, o desafio é ainda maior, diz o relatório do Banco Mundial. "No mundo, uma criança nascida pouco antes da chegada da covid-19 teria como expectativa, em média, alcançar apenas 56% de sua produtividade potencial como trabalhadora futura. (Porque) os abismos em capital humano continuam especialmente profundos em países de baixa renda e os que são afetados pela violência, conflitos armados e fragilidade institucional." Vídeos: veja últimas notícias de economia no Brasil e no mundo

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Guaranys diz que governo segue trabalhando em desoneração da folha

sexta-feira, 30 outubro 2020 por Administrador

Na quinta, ministro Paulo Guedes disse que imposto sobre transações digitais 'está morto' e que, sem ele, proposta de desoneração da folha não pode ser levada adiante. O secretário-executivo do Ministério da Economia, Marcelo Guaranys, afirmou nesta sexta-feira (30) que o governo segue trabalhando na desoneração da folha de pagamento dentro da sua proposta de reforma tributária, um dia após o ministro Paulo Guedes ter descartado a investida. Marcelo Guaranys, secretário-executivo do Ministério da Economia Alexandro Martello (Portal G1) Ao participar de debate promovido pelos jornais O Globo e Valor Econômico, ele disse que a pandemia de coronavírus impôs uma parada no ritmo de reformas, mas destacou que essa agenda está sendo retomada conforme a economia dá sinais de recuperação em V. "Precisamos melhorar a rede de proteção social, por isso estamos discutindo junto da reforma fiscal, do Pacto Federativo, quanto mais recursos podemos dar para nosso programa de proteção, que é hoje Bolsa Família integrando com Renda Cidadã", disse. "E, com a reforma tributária, (estamos) trabalhando para que a gente possa ter uma desoneração da folha e empregar cada vez mais gente. Vimos muita gente desempregada", completou. Na véspera, Guedes afirmou que o imposto digital está morto, uma hora após ter defendido sua necessidade para bancar a desoneração da folha de pagamento das empresas – e alertou que, sem os recursos desse tributo, não pode levar adiante uma proposta de fazer uma ampla desoneração da folha de pagamentos de empresas. A criação de um imposto sobre transações, nos moldes da extinta CMPF, estava nos planos de Guedes desde a campanha presidencial como alternativa para diminuir o custo da contratação formal no Brasil. "Do meu ponto de vista o imposto está morto, não tem imposto nenhum, não tem desoneração, não tem como fazer", afirmou o ministro na quinta-feira. Guedes diz que, sem imposto, não há como manter desoneração da folha Assista as últimas notícias de economia

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Tereza Cristina terá que prestar informações ao Senado sobre pecuária no Pantanal

sexta-feira, 30 outubro 2020 por Administrador

Comissão aprovou requerimento após ministra da Agricultura defender o 'boi bombeiro'. Se ela não responder ou dar informações falsas, pode ser processada por crime de responsabilidade A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, terá que prestar informações sobre a pecuária no Pantanal à comissão do Senado que acompanha o enfrentamento aos incêndios no bioma. O colegiado aprovou nesta sexta-feira (30) um requerimento solicitando os esclarecimentos.
Pela Constituição, a Câmara e o Senado podem encaminhar pedidos escritos de informações a ministros de Estado. O prazo para a resposta é de 30 dias. Se o ministro não responder ou prestar informações falsas, poderá ser processado por crime de responsabilidade
A ministra compareceu a uma audiência da comissão no início de outubro. Na ocasião, ela disse que o boi é o "bombeiro do Pantanal" e que, se houvesse mais gado na região, as queimadas e o "desastre" poderiam ter sido menores.
Especialistas comentam fala da ministra da Agricultura sobre "boi bombeiro"
Por que a teoria do 'boi bombeiro' no Pantanal, citada pela ministra da Agricultura, é mito
O documento aprovado nesta sexta pede que a ministra forneça dados relativos à evolução do rebanho bovino no Pantanal, de 1991 até 2020, em cinco municípios do Mato Grosso:
Barão de Melgaço;
Cáceres;
Poconé ;
Nossa Senhora do Livramento;
Santo Antônio de Leverger.

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Economia mexicana cresceu 12% no 3° trimestre

sexta-feira, 30 outubro 2020 por Administrador

Nos três meses anteriores, PIB havia registrado tombo histórico de 17,1%. A economia do México cresceu 12% no terceiro trimestre, conforme o esperado, compensando grande parte da contração registrada nos três meses anteriores no auge das restrições provocadas pelo coronavírus no país, mostraram dados preliminares nesta sexta-feira (30).
FMI prevê 'amplo impacto' da pandemia no emprego na América Latina
Analistas em uma pesquisa da Reuters esperavam que os dados da agência nacional de estatísticas Inegi mostrassem um crescimento ajustado sazonalmente do Produto Interno Bruto (PIB) de 11,9% em comparação com o segundo trimestre.
No período de abril a junho, a economia recuou 17,1% em relação ao primeiro trimestre.
Em comparação com o terceiro trimestre do ano passado, a segunda maior economia da América Latina recuou 8,6% em termos não ajustados trimestre. A previsão era de perda de 8,7%.
México é terceiro país a registrar mais mortes pela Covid-19 no mundo
Uma análise dos números mostra que as atividades primárias, como a agropecuária, a silvicultura e a pesca, avançaram 7,4% em relação ao trimestre anterior. As atividades secundárias, como a manufatura, avançaram 22%, informou o Inegi.
Já as atividades terciárias, que englobam gastos de consumo e o setor de serviços, aumentaram 8,6%.
A previsão é de que a economia do México recuará quase 10% este ano, sua contração anual mais profunda desde a Grande Depressão.
Os meses mais severos para a economia mexicana foram abril e maio, quando grande parte da atividade empresarial foi paralisada, levando à perda de cerca de um milhão de empregos formais. Até 19 de outubro, quase um terço desses empregos haviam sido recuperados, disse o governo.
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Helena Ranaldi faz post no aniversário do filho e semelhança entre os dois impressiona

quinta-feira, 29 outubro 2020 por Administrador

Pedro Waddington, filho da atriz e do diretor Ricardo Waddington, faz 23 anos nesta quarta (28). 'Tua cara', escreveu um internauta. Semelhança entre Helena Ranaldi e o filho Pedro Waddington chamou atenção nas redes sociais Reprodução/Instagram/HelenaRanaldi; João Miguel Júnior/Globo Helena Ranaldi fez um post para celebrar o aniversário de 23 anos do filho Pedro Waddington na madrugada desta quarta (28), mas o que chamou atenção mesmo foi a semelhança entre mãe e filho. "Tua cara", "Cópia fiel! lindo! Que Deus abençoe e parabéns!️", escreveram dois internautas. Outra comentou: "O filho da Helena Ranaldi parece mais a Helena Ranaldi do que a própria Helena Ranaldi". Além de destacar como são parecidos, amigos e fãs também parabenizaram o menino, que é fruto do relacionamento com o diretor Ricardo Waddington. "São 23 anos de vida e a cada ano que passa eu me sinto presenteada por ser sua mãe. Admiro demais seu caráter e sua generosidade. Seu jeito suave, seu sorriso bonito, largo e sincero, seu olhar doce e sua pureza são características marcantes que fazem você ser essa pessoa especial", escreveu Helena. Pedro parece seguir os caminhos artísticos dos pais e compartilha fotos de apresentações teatrais nas redes sociais. A atriz estreou a peça "Protocolo Volpone", em São Paulo, com todos os protocolos de segurança na quarta (21). São 20 pessoas por sessão e a temporada vai até 8 de novembro. VÍDEO: Semana Pop explica temas do entretenimento

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Kim Kardashian faz festa de 40 anos em ilha particular e diz que se sente ‘abençoada’

quinta-feira, 29 outubro 2020 por Administrador

'Em momentos como esse, sou humildemente lembrada de como minha vida é privilegiada', diz influenciadora e empresária americana. Kim Kardashian faz festa de 40 anos em ilha particular Reprodução/Twitter/Kim Kardashian Nas fotos em que Kim compartilhou, Kanye West não aparece, apenas a mãe Kris Jenne e amigos. As irmãs Kourtney, Khloe, Kendall e Kylie também estavam na comemoração. Kim Kardashian comemorou os 40 anos em uma ilha particular e falou sobre a festa para amigos íntimos e família no Twitter nesta terça-feira (27). "40 anos e me sinto tão humilde e abençoada", escreveu a influenciadora que nasceu no dia 21 de outubro de 1980. "Para o meu aniversário este ano, não consegui pensar em uma maneira melhor de comemorá-lo do que com algumas das pessoas que ajudaram a me transformar na mulher que sou hoje", explicou. Nas fotos em que Kim compartilhou, Kanye West não aparece, apenas a mãe Kris Jenner, a irmã Kourtney e amigos. As irmãs Khloe, Kendall e Kylie também estavam na comemoração. A influenciadora disse ainda que antes de viajar os convidados fizeram exames e ela pediu que todos estivessem de quarentena. "Surpreendi meu círculo íntimo mais próximo com uma viagem a uma ilha particular onde poderíamos fingir que as coisas estavam normais apenas por um breve momento", escreveu. Kim Kardashian compartilhou fotos da festa de 40 anos em ilha particular com amigos e família Reprodução/Twitter/Kim Kardashian "Dançamos, andamos de bicicleta, nadamos perto de baleias, andamos de caiaque, assistimos um filme na praia e muito mais", cita as atividades da viagem. "Percebo que, para a maioria das pessoas, isso é algo que está muito fora de alcance agora, então, em momentos como esses, sou humildemente lembrada de como minha vida é privilegiada", finalizou a influenciadora que tem mais de 190 milhões de seguidores no Instagram e 67 milhões no Twitter. A viagem de aniversário aconteceu durante a pandemia do novo coronavírus e a influenciadora foi criticada nos comentários das postagens pela festa e por usar a palavra "humildemente". Durante a semana passada, a mãe e as irmãs prepararam uma festa surpresa, na qual lembraram comemorações antigas de aniversário de Kim. As irmãs dançaram a mesma coreografia do aniversário de 10 anos da influenciadora e o bolo de aniversário era igual ao da festa de 16 anos. Gabriela Pugliese e outras celebridades da web com atitudes desastrosas durante a pandemia

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Nasce Lua, filha de Tiago Leifert e Daiana Garbin

quinta-feira, 29 outubro 2020 por Administrador

'Lua nasceu! Obrigado pelo carinho! Mamãe e Lua estão ótimas!', anunciou o apresentador nas redes sociais. Tiago Leifert e Daiana Garbin Reprodução/Instagram/tiagoleifert O apresentador Tiago Leifert e a jornalista Daiana Garbin tiveram sua primeira filha nesta quarta (28). Leifert anunciou o nascimento de Lua em seu Instagram nesta tarde. "Lua nasceu! Obrigado pelo carinho! Mamãe e Lua estão ótimas!", disse o apresentador nas redes sociais. Garbin anunciou a gravidez após a final do "BBB20", em abril. "Obrigada por estar ao meu lado todos os dias e por ser o pai da menina que está crescendo em minha barriga." Artistas, amigos e ex-BBBs parabenizaram a família. "Parabéns Titi e Daiana. Bem-vinda, Lua", escreveu o diretor Boninho. "Parabéns! Que a linda e abençoada Lua ilumine com mais amor e alegrias a vida de vocês", desejou a apresentadora Ana Furtado. Fernanda Gentil, Thiaguinho, Iza, Alok, Ivete Sangalo, Gustavo Villani também desejaram boas-vindas à menina. Semana Pop explica temas do entretenimento

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Zé Manoel se eleva ao recontar história do povo negro no álbum ‘Do meu coração nu’

quinta-feira, 29 outubro 2020 por Administrador

Pianista e compositor pernambucano alia o ativismo do discurso à beleza de música requintada em disco autoral de canções inéditas. Capa do álbum 'Do meu coração nu', de Zé Manoel Kelvin Andrade / Máquina 3 Resenha de álbum Título: Do meu coração nu Artista: Zé Manoel Edição: Joia Moderna / ONErpm (distribuição digital) / Passa Disco (parceria na edição em CD) Cotação: * * * * * ♪ Em junho deste ano de 2020, Zé Manoel apresentou História antiga, primeiro single de álbum então intitulado Meu coração escuta e dita em silêncio. Nessa grandiosa composição da refinada lavra do artista, o cantor, compositor e pianista pernambucano – nascido em 1980 em Petrolina (PE) – recontou, com dor no peito, narrativa ancestral, genocida, que vem ceifando vidas negras ao longo de séculos de escravidão e injustiça social. No álbum lançado na segunda-feira, 26 de outubro, com o título já trocado para Do meu coração nu, Zé Manoel desenterra tesouros ancestrais, se despe dos pré-conceitos brancos e reconstrói essa narrativa social, oferecendo o posto de vista negro da história. O álbum Do meu coração nu bate no pulso da ancestralidade africana, mas no compasso próprio deste artista que transita pelo universo musical erudito com a mesma naturalidade com que finca notas no fértil solo afro-brasileiro. Pianista de mão cheia, de toque tão sucinto quanto preciso, já comumente arregimentado para discos de exigentes cantoras como Adriana Calcanhotto e Maria Bethânia (que o chamou para o álbum que apronta desde setembro com os toques de músicos como o também gigante violonista João Camarero), Zé Manoel se eleva – inclusive – como compositor em Do meu coração nu. História antiga, que já se insinuou grande em junho, fica ainda maior no contexto social e musical do álbum produzido pelo guitarrista baiano Luisão Pereira e lançado pela gravadora Joia Moderna em edição digital (distribuída via ONErpm) e edição em CD (fabricada em parceria com o selo Passa Disco, da homônima loja de discos do Recife). Não fosse a (boa) música, o disco já estaria legitimado somente pela reconstrução – em 11 faixas que encadeiam músicas e falas – do enredo da história do povo negro, evocativa da ancestralidade africana, como reforçam os versos em francês de Notre histoire, parceria de Zé Manoel com o compositor e baterista Stephane San Juan bafejada pelos sopros arranjados por Alberto Continentino. Zé Manoel lança o terceiro álbum de estúdio, 'Do meu coração nu', produzido por Luisão Pereira Kelvin Andrade / Máquina 3 / Divulgação Na exposição do disco Do meu coração nu, a canção Notre histoire sublinha a fala da historiadora sergipana Beatriz Nascimento sobre a invisibilidade dos povos negros e indígena no roteiro escrito por mãos brancas. Retirada do documentário O negro – Da senzala ao soul (1977), a fala da historiadora está alocada na faixa anterior intitulada Escuta Beatriz Nascimento e é ouvida sobre a música que brota do toque do piano de Zé Manoel. Em outra fala musicada, Escuta Letieres Leite, o maestro baiano – um dos arranjadores do álbum Do meu coração nu – defende a matriz afro-brasileira latente tanto no baião de Luiz Gonzaga (1912 – 1989) quanto no toque do piano de Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994). Contudo, além do discurso tão legítimo quanto necessário, a música jamais fica em segundo plano no disco. Grande música, aliás. Nesse terceiro álbum de estúdio, o primeiro desde Canção e silêncio (2015), Zé Manoel atinge sublimes regiões emocionais com composições como Canto pra subir (Zé Manoel), inebriante canção de adeus composta pelo artista com inspiração nos versos “Você tem que aprender a sair da mesa quando o amor não está mais sendo servido”, eternizados pela cantora norte-americana Nina Simone (1933 – 2003) na gravação de 1965 da música You've got to learn (Il faut savoir, Charles Aznavour, 1961). No mesmo alto nível melódico e harmônico de Canto pra subir, a música No rio das lembranças propõe imersão nas águas doces de Oxum em que Zé Manoel revolve memórias ancestrais e embute canto de candomblé colhido no terreiro Xambá, de Olinda (PE). Guitinho da Xambá é parceiro (na letra) e convidado de Zé Manoel na faixa encorpada com o baticum e as vozes do Grupo Bongar, oriundo do mesmo terreiro. Guardião de falas e sensações imemoriais, o corpo é o templo que abriga a sensualidade romântica de Não negue ternura. Cantora e compositora baiana que também vendo apresentando outras visões da história negra, Luedji Luna é parceira e convidada de Zé Manoel nessa canção sobre amor preto e sobre aceitação. No discurso do álbum Do meu coração nu, as personagens negras se elevam ao alto e rogam proteções para sobreviver na selva das cidades violentas que exterminam o povo preto com balas perdidas que encontram sempre o mesmo alvo. Rogar às deusas é o que faz a poeta pernambucana Bell Puã nos versos ouvidos no prelúdio que antecede Pra iluminar o rolê (Zé Manoel), outra maravilha contemporânea do repertório inédito e autoral do álbum Do meu coração nu. Pra iluminar o rolê é canção embebida em latinidade (com ecos dos boleros caribenhos de João Donato) e leveza construída pelo arranjo que harmoniza o piano de Zé Manoel com a guitarra de Kassin, a bateria de Stephane San Juan e o baixo, órgão e synth pilotados pelo produtor musical Luisão Pereira. A atmosfera leve dilui a angústia do eu-lírico da canção por ignorar o paradeiro do ser amado. Já Wake my divine é flerte com a canção norte-americana. A música é de Zé Manoel. Escrita em inglês, a letra é de autoria da cantora norte-americana Gabriela Riley, convidada da faixa. No arremate do disco, Zé Manoel pede cura e externa gratidão ao orixá das doenças, Obaluaê. Com sopros orquestrados divinamente pelo maestro e arranjador Letieres Leite, Adubé Obaluaê – faixa previamente lançada em 19 de outubro como segundo single do álbum – reverbera Tincoãs no solo afro-brasileiro em que Zé Manoel assenta o álbum Do meu coração nu. Desse solo, Zé Manoel tem o mundo como horizonte infinito, vislumbrado pelo som sofisticado desse artista que ainda precisa ser (re)conhecido como um gigante do universo musical do Brasil para que ele não veja o aeroporto como a única saída viável para o crescimento de carreira que já soma mais dez anos de canções e silêncios.

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Elogiado ator de musicais de teatro, Mateus Ribeiro entra em cena como cantor e compositor

quinta-feira, 29 outubro 2020 por Administrador

Artista catarinense dá início à carreira fonográfica com o single autoral 'João ninguém'. ♪ Artista catarinense que entrou em cena em 2005 como ator de musicais de teatro, iniciando trajetória ascendente que atingiu um primeiro pico há dois anos com o voo artístico de Peter Pan – O musical (2018), Mateus Ribeiro compõe desde os 19 anos. Em setembro de 2019, no rastro do sucesso conquistado pelas elogiadas atuações no musical sobre Peter Pan e no espetáculo juvenil Meu destino é ser star – Ao som de Lulu Santos (2019), o artista gravou naipe de composições autorais para perpetuá-las em disco e para “mostrar para o mundo como minha arte pode reverberar de outras formas, que vão além de criar um personagem”, como Mateus explicou em rede social ao revelar a existência desse trabalho musical. A primeira dessas músicas, João ninguém, composta em 2013, chega ao mundo a partir desta quarta-feira, 28 de outubro, em single gravado e editado por via independente que dá início a carreira de Mateus Ribeiro como cantor e compositor. A gravação de João ninguém foi feita com produção musical de Rique Azevedo, tendo sido mixada e masterizada por João Milliet. Além de dar forma ao fonograma como produtor, Rique Azevedo tocou violão, baixo, piano, guitarra e programação na gravação, cujo sons percussivos foram extraídos de balões pelo próprio Mateus Ribeiro. Na sequência do lançamento do single João ninguém, promovido com clipe roteirizado e dirigido (com Julio Denig) pelo artista, o cantor pretende apresentar mais três músicas autorais, sendo que uma delas tem lançamento previsto ainda para este ano de 2020.

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Quais filmes que vão entrar em cartaz nos próximos meses, após reabertura dos cinemas?

quinta-feira, 29 outubro 2020 por Administrador

Após paralisação do setor na pandemia, calendário do final de 2020 e início de 2021 tem longas de heroínas, cinebiografia e sequência de terror; veja trailers Semana Pop explica como ficou o calendário de filmes para os próximos meses Cinemas estão reabrindo em várias partes do país, com protocolos de segurança para tentar evitar o contágio do coronavírus. Mas muita gente ainda está se perguntando: após a paralisação do setor na pandemia, como ficou o calendário de lançamentos nos próximos meses? Primeira grande estreia após a retomada, o thriller "Os Novos Mutantes" foi lançado na última quinta-feira (22) e conseguiu levar mais de 60 mil pessoas aos cinemas do país em seu primeiro fim de semana de exibição. O longa liderou a bilheteria no período, arrecadando pouco mais de R$ 1 milhão. "Tenet", aguardada ficção científica de Christopher Nolan, chega nesta quinta (29), após mudanças na previsão de estreia, com a promessa de ajudar a alavancar o faturamento nos cinemas. Outros filmes, também adiados por causa da pandemia, já estão prontos, aguardando na fila para chegarem às telas. Veja, abaixo, os principais filmes com lançamento programado para os próximos meses Assista ao novo trailer de 'Mulher-Maravilha 1984' 'Mulher-Maravilha 1984' Estrelado por Gal Gadot, o segundo filme da heroína da DC teve a estreia marcada para junho de 2020, depois foi adiado para agosto, depois mudou para outubro. Agora, finalmente, vai sair no Natal de 2020. Ufa! Assista ao trailer de Viúva Negra 'Viúva Negra' O primeiro longa próprio da heroína vivida por Scarlett Johansson está previsto para o dia 7 de maio de 2021. Ele já teve outras duas datas antes: abril e outubro de 2020. Essa nova história da espiã russa Natasha Romanoff se passa entre as tramas de "Capitão América: Guerra civil" e "Vingadores: Guerra infinita". Jennifer Hudson em 'Respect' Divulgação 'Respect – A história de Aretha Franklin' Mais uma heroína que está prestes a chegar aos cinemas. A cinebiografia está prevista para estrear em fevereiro de 2021. Aretha, uma lenda da música soul americana, é interpretada por Jennifer Hudson, que já ganhou um Oscar e, desde já, é cotada para levar de novo. 'Velozes e furiosos 9' ganha 1º trailer; ASSISTA 'Velozes & furiosos 9' A nova sequência da franquia tem Vin Diesel, Charlize Theron, Michelle Rodriguez, Helen Miren e Jordana Brewster no elenco. É o quinto filme da série dirigido pelo Justin Lin. O público pode esperar uma trama de vingança e, claro, explosões e perseguições. Ele foi adiado para abril de 2021. Teaser de 'Um lugar silencioso 2' 'Um lugar silencioso 2' Quem quer tomar uns sustos no cinema também terá que esperar até abril de 2021. Desta vez, a personagem vivida por Emily Blunt descobre que as criaturas aterrorizantes do primeiro filme não são os únicos perigos que ela e os filhos têm que enfrentar. Daniel Crag se despede de James Bond em "007 – Sem Tempo Para Morrer" Divulgação '007 – Sem tempo para morrer' Mais um com estreia marcada para abril de 2021. Além de Daniel Craig como protagonista, dois nomes bem celebrados estão no filme. o vilão é interpretado por Rami Malek, que ganhou o Oscar na pele de Freddie Mercury, e Phoebe Waller Brigde está no time de roteiristas, depois de ganhar prêmios no Globo de Ouro e no Emmy com a série Fleabag.

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