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UE diz que acordo do Brexit ainda está a ‘metros da linha de chegada’

sexta-feira, 20 novembro 2020 por Administrador

Bruxelas e Londres continuam em choque a respeito dos direitos de pesca, garantias de concorrência justa e maneiras de resolver disputas futuras. A União Europeia e o Reino Unido avançaram mais rumo a um acordo comercial nos últimos dias, mas ainda há muito trabalho a fazer para que um pacto entre em vigor até o prazo do final do ano, disse a executiva-chefe do bloco nesta sexta-feira (19). Foto mostra reunião do Comitê Misto União Europeia-Reino Unido na sede do bloco europeu em Bruxelas John Thys/ AP Diplomatas informados mais cedo pelo Executivo da UE, que está negociando com o Reino Unido em nome dos 27 países-membros, disseram que Bruxelas e Londres continuam em choque a respeito dos direitos de pesca, garantias de concorrência justa e maneiras de resolver disputas futuras. Brexit: Reino Unido sai da União Europeia Mas a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, adotou um tom mais otimista sobre as conversas de última hora em uma coletiva de imprensa, destacando o progresso na questão de se assegurar condições igualitárias para a ajuda estatal. "Depois de semanas difíceis com um progresso muito, muito lento, vimos um progresso melhor nos últimos dias, mais movimento em temas importantes. Isto é bom", disse ela. "Dentro do arcabouço das condições igualitárias, houve progresso, por exemplo, na ajuda estatal, mas ainda há alguns metros até a linha de chegada, então ainda há muito trabalho a fazer". Brexit: cúpula entre líderes da União Europeia continua nesta sexta (16), em Bruxelas Três diplomatas veteranos da UE disseram à Reuters que, no informe aos embaixadores, a Comissão enfatizou que as conversas ainda estão travadas em três questões centrais, mas que agora existe um ímpeto que os deixou esperançosos no fechamento de um acordo a tempo. "Realmente havia uma sensação de que estamos vendo muito ímpeto e de que, de alguma maneira, encontraremos um caminho", disse um deles. Os principais negociadores do Brexit suspenderam as conversas diretas na quinta-feira porque um membro da equipe da UE foi diagnosticado com Covid-19, mas autoridades continuam trabalhando remotamente para firmar um acordo comercial que entraria em vigor em seis semanas. Assista as últimas notícias de economia

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Companhias aéreas precisarão entre US$ 70 bi e US$ 80 bilhões adicionais de ajuda, diz IATA

sexta-feira, 20 novembro 2020 por Administrador

Setor já recebeu 160 bilhões de dólares dos governos. Sem a ajuda adicional, Alexandre de Juniac, diretor-geral da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) acredita que boa parte das empresas podem não sobreviver à crise. As companhias aéreas precisarão entre 70 e 80 bilhões de dólares (equivalente a cerca de R$ 373 e R$ 426 bilhões) em ajuda adicional dos governos para sobreviver à crise da Covid-19, que está esgotando sua renda, afirmou Alexandre de Juniac, diretor-geral da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), ao jornal francês La Tribune.
O setor já recebeu 160 bilhões de dólares em ajudas dos governos, mas "para os próximos meses, as necessidades da indústria estão estimadas entre 70 e 80 bilhões de dólares em ajudas adicionais".
"Caso contrário, as empresas não sobreviverão", disse De Juniac em uma entrevista.
"Quanto mais durar a crise, maior será o risco de falências", disse De Juniac. "Quase 40" empresas estão "com dificuldades muito grandes, em processo de recuperação ou falência".
Galinhos, no RN, tem praias isoladas, farol à beira-mar e montanhas de sal como paisagem
Desde o início da crise do coronavírus, que paralisou quase toda a frota mundial durante várias semanas no começo do ano, os governos têm oferecido ajuda às empresas em diversas formas (empréstimos, ajuda direta, auxílio para manter empregos).
No entanto, com a segunda onda de coronavírus, o tráfego não conseguiu se reativar e as empresas continuarão registrando perdas.
É provável que este ano se aproximem "dos 100 bilhões, em vez dos 87 bilhões anunciados anteriormente", segundo De Juniac.
Sobre as possíveis fusões no setor, o chefe da IATA afirmou que isso exige "que as empresas tenham os meios para se comprarem mutuamente", em um momento em que estão "em modo de sobrevivência".
Entretanto, a longo prazo, considera "provável" que haja "menos atores, devido às falências, e que esses atores sejam um pouco menores, porque serão obrigados a vender uma grande parte de sua frota ou a fechar rotas, ou ter horários de voo mais limitados".
A IATA se reúne a partir de segunda-feira (23) para a assembleia-geral anual da organização, que reúne 290 companhias aéreas de todo o mundo.
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Ministério da Economia reduz para R$ 844 bi previsão de rombo nas contas do governo em 2020

sexta-feira, 20 novembro 2020 por Administrador

Informação consta no relatório de receitas e despesas do orçamento deste ano. No fim de outubro, estimativa para o déficit nas contas do governo estava em R$ 880 bilhões. As contas do governo devem registrar déficit primário de R$ 844,5 bilhões neste ano, informou o Ministério da Economia nesta sexta-feira (20) no relatório de receitas e despesas do orçamento deste ano.
Há déficit primário quando as despesas do governo superam as receitas com impostos e contribuições. Quando ocorre o contrário, há superávit. A conta do déficit primário não considera os gastos do governo com o pagamento dos juros da dívida pública.
Em setembro, também no relatório do orçamento, a área econômica estimou que o rombo nas contas públicas seria maior: de R$ 861 bilhões.
No final de outubro, por ocasião do balanço das ações de combate à pandemia do novo coronavírus, a previsão estava em um déficit fiscal de R$ 880,5 bilhões nas contas do governo.
O novo cálculo considera uma retração de 4,5% para o Produto Interno Bruto (PIB) neste ano, última estimativa divulgada pelo Ministério da Economia.
Para este ano, o governo tinha autorização para registrar em suas contas um déficit primário de até R$ 124,1 bilhões.
Entretanto, com o decreto de calamidade pública, proposto pelo governo e aprovado pelo Congresso Nacional devido à pandemia do novo coronavírus, o governo não está mais obrigado a cumprir a meta, ou seja, está autorizado a gastar mais.
Receitas e despesas
De acordo com o Ministério da Economia, a queda no déficit previsto para as contas do governo neste ano está relacionada a um aumento das receitas, em relação ao previsto em setembro, e também a uma redução dos gastos estimados para 2020.
Com relação às despesas, o Ministério da Economia destacou a queda de R$ 11,749 bilhões neste ano, sendo R$ 9,441 bilhões relativos aos gastos discricionários (não obrigatórios). Nesse caso, segundo o governo, houve redução do pagamento do Bolsa Família devido à opção dos beneficiados pelo auxílio emergencial.
Além disso, houve queda de R$ 2,098 bilhões em subsídios por conta da "atualização dos compromissos até o final do ano", envolvendo, entre outros, o Programa de Financiamento às Exportações (Proex) e o Plano Safra.
O relatório também reduziu em R$ 1,789 bilhão a previsão de gastos com benefícios previdenciários. Segundo o governo, a tendência de queda dessas despesas se confirmou, refletindo os efeitos da Reforma da Previdência e de mudanças nas previsões de concessão de benefícios diante da pandemia de Covid-19.
Do lado das receitas, o governo estimou um aumento de R$ 9,868 bilhões na arrecadação de impostos e contribuições federais, considerando R$ 10,164 bilhões a mais nas receitas do Imposto de Renda. Também foi elevada em R$ 4,302 bilhões a estimativa para a arrecadação previdenciária em 2020.
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Imposto de Renda: Receita abre consulta a lote residual de restituição nesta segunda

sexta-feira, 20 novembro 2020 por Administrador

Dinheiro da restituição será liberado no próximo dia 30. Receita irá pagar R$ 399 milhões a mais de 198 mil contribuintes nesse lote. Receita Federal vai abrir nesta segunda-feira consulta a lote residual de restituição do IR de novembro Marcello Casal Jr/Agência Brasil A Receita Federal vai abrir na próxima segunda-feira (23) a consulta ao lote residual de restituição do Imposto de Renda 2020 do mês de novembro. O lote residual será para 198.967 contribuintes, totalizando mais de R$ 399 milhões. Segundo a Receita, o dinheiro das restituições será depositado no dia 30 de novembro. As consultas poderão ser feitas por meio da página da Receita na internet ou pelo telefone 146. Prazo para entrega terminou em julho; veja o que fazer se você não declarou 910 mil contribuintes caíram na malha fina Também é possível checar se há inconsistências na declaração e fazer a regularização pelo portal e-CAC, menu Meu Imposto de Renda. A Receita informa que, caso a restituição tenha sido liberada, mas o valor não for creditado, o contribuinte pode ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco. Consultas Ao realizar a consulta do Imposto de Renda 2020, o contribuinte será informado: que foi contemplado e que receberá os valores na semana que vem; ou que a declaração está na "fila de restituição", ou seja, que está tudo correto (apenas aguardando a liberação dos valores nos próximos meses), ou que está "em processamento", ou na "fila de espera" do órgão. Quando a declaração está "em processamento" ou na "fila de espera", pode ser que haja alguma inconsistência de informações, e o contribuinte pode revisá-la para ter certeza, mas isso ainda não é certo. VÍDEOS: Últimas notícias de Economia

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Mnuchin diz que pequenas e médias empresas dos EUA precisam de subsídios, não de empréstimos

sexta-feira, 20 novembro 2020 por Administrador

Secretário do Tesouro dos Estados Unidos defendeu encerrar em 31 de dezembro vários dos principais programas Fed para empréstimos relacionados à pandemia. O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, defendeu nesta sexta-feira (20) sua decisão de encerrar em 31 de dezembro vários dos principais programas do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) para empréstimos relacionados à pandemia, dizendo que o Congresso deveria usar o dinheiro para ajudar pequenas empresas norte-americanas com subsídios. O presidente do Fed, Jerome Powell, e o presidente do Fed de Chicago, Charles Evans, criticaram a medida do Tesouro, dizendo que os programas – embora não tenham sido usados ​​extensivamente – forneceram um apoio importante para a economia. Secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin AP Photo/Susan Walsh Mnuchin disse a Powell em uma carta na quinta-feira que os US$ 455 bilhões alocados ao Tesouro sob a Lei CARES na primavera passada (nos EUA) – grande parte desse volume reservado para apoiar empréstimos do Fed a empresas, organizações sem fins lucrativos e governos locais – deveriam ser disponibilizados para realocação pelo Congresso. Mnuchin disse, em entrevista à CNBC, que o Congresso sempre pretendeu que os programas de empréstimo terminassem em 31 de dezembro e procurou tranquilizar os mercados de que o Fed e o Tesouro tinham muitas ferramentas restantes para apoiar a economia. "Os mercados deveriam estar muito confortáveis ​​com o fato de que ainda temos capacidade suficiente", disse Mnuchin, acrescentando que o Tesouro poderia reativar os instrumentos recorrendo ao ESF, um fundo de emergência raramente usado e que fica baseado no departamento. "Caso essas (ferramentas) precisem ser reativadas, temos mais de 800 bilhões de dólares de capacidade, então considero que é uma bazuca muito boa", disse ele. Os 800 bilhões de dólares estariam combinando o ESF e o capital dos instrumentos restantes do Federal Reserve. Mnuchin negou que a medida visasse prejudicar o governo do presidente eleito, o democrata Joe Biden, que assumirá o cargo em 20 de janeiro. "Não estamos tentando impedir nada", disse Mnuchin, acrescentando que seu departamento trabalhará em estreita colaboração com o próximo governo "se as coisas forem certificadas". Mnuchin disse que ele e o chefe de gabinete da Casa Branca, Mark Meadows, conversariam com os líderes republicanos no Congresso na sexta-feira e redobrariam seus esforços para aprovar novas medidas de estímulo. "Queremos que o Congresso se reaproprie desse dinheiro", disse. Vídeos: Últimas notícias de economia

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Brasilprev nomeia Ângela de Assis como nova presidente

sexta-feira, 20 novembro 2020 por Administrador

A executiva exercia, desde 2017, a função de diretora comercial e de marketing na empresa; ela é a primeira mulher na presidência da maior empresa do setor de Previdência do país. A Brasilprev escolheu Ângela Beatriz de Assis como nova presidente da companhia, que faz parte da holding BB Seguridade. A executiva exercia, desde 2017, a função de diretora comercial e de marketing na empresa.
Ângela é a primeira mulher na presidência da maior empresa do setor de Previdência do país. A executiva substitui Marcio Hamilton, que recentemente foi nomeado como presidente da BB Seguridade.
A nova presidente da Brasilprev iniciou sua carreira no Banco do Brasil em 1992. Atuou até 2004 na rede de agências de varejo e também de atacado. Na sequência, assumiu a gerência de divisão nas diretorias de varejo e cartões e, de 2009 a 2012, foi gerente executiva na diretoria de controles internos. Ainda como gerente executiva, ocupou a diretoria de seguros, Previdência aberta e capitalização por 11 meses.
Na sequência, assumiu, na BB Seguros, o cargo de diretora de clientes, comercial e de produtos, entre março de 2013 e maio de 2017. Após esse período, Ângela assumiu o cargo de diretora na Brasilprev.
“É motivo de orgulho receber esse reconhecimento dos acionistas da Brasilprev, a BB Seguros e a Principal”, destaca Ângela.
A Brasilprev tem como acionistas a BB Seguridade, braço de seguros, capitalização e Previdência privada do Banco do Brasil, e a Principal, uma das principais instituições financeiras dos Estados Unidos. Líder do setor, a companhia conta com mais de R$ 300 bilhões em ativos sob gestão e uma carteira de 2 milhões de clientes.
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Preços do petróleo fecham quase estáveis nesta terça-feira

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

Investidores seguem preocupados com um nova onda de lockdowns para combater o avanço do coronavírus. Os preços do petróleo terminaram esta terça-feira (17) praticamente estáveis, à medida que temores de lockdowns impostos no combate à nova onda do coronavírus compensam as esperanças de uma vacina e de políticas de oferta mais rígidas da Opep+.
Os contratos futuros do petróleo Brent fecharam em queda de 0,07 dólar, ou 0,2%, a US$ 43,75 por barril, enquanto o petróleo dos Estados Unidos (WTI) avançou 0,09 dólar, ou 0,2%, para US$ 41,43 o barril.
O mercado do petróleo recuperou perdas iniciais nos últimos 15 minutos da sessão, após o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, afirmar que o banco central dos EUA está comprometido a "usar todas as nossas ferramentas para apoiar a recuperação pelo tempo que for necessário, até que o trabalho esteja bem e verdadeiramente feito."
Na segunda-feira, o Brent fechou em uma máxima de 10 semanas, após a Moderna afirmar que sua vacina contra a Covid-19 possui eficácia de 94,5%. O anúncio ocorreu após notícias semelhantes da Pfizer na semana passada.
Vacina da empresa Moderna apresenta quase 95% de eficácia em primeiro resultado da fase 3
Para combater o enfraquecimento da demanda por energia em meio à nova onda de casos de coronavírus, a Arábia Saudita pediu nesta terça-feira que os outros membros da Opep+ sejam flexíveis na resposta às necessidades do mercado de petróleo, argumentando em favor de uma política de produção mais apertada em 2021.
"É amplamente esperado que a Opep+ recue dos planos de aumento de produção em janeiro, mas com os anúncios da Pfizer e Moderna empurrando o petróleo para mais de 40 dólares, talvez não haja o mesmo espaço para suporte que havia duas semanas atrás", disse Craig Erlam, analista sênior da Oanda.
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Twitter e Facebook ouvem duras críticas de senadores por conduta das redes durante as eleições nos EUA

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

Em audiência, os executivos Zuckerberg e Dorsey foram acusados de agir como 'editores finais' em posts e permitirem que Trump divulgasse falsidades. Políticos pedem mudança em lei que dá imunidade a serviços online quando se trata de conteúdo postado por terceiros. Twitter e Facebook se defendem em audiência no Senado dos EUA O Facebook e o Twitter defenderam a forma como lidaram com a desinformação nas eleições dos Estados Unidos durante uma audiência acalorada diante do Congresso nesta terça-feira (17), na qual as plataformas foram acusadas de serem "editores finais" das notícias políticas, entre outras críticas. A audiência, a segunda em menos de um mês, ocorreu em meio às pressões sobre as redes sociais, tanto da esquerda quanto da direita, por sua gestão dos conteúdos políticos durante a árdua campanha presidencial americana. O chefe do Facebook, Mark Zuckerberg, e o presidente-executivo do Twitter, Jack Dorsey, deram seus depoimentos de forma remota na sessão sobre a "censura e supressão de artigos de notícias" e o "tratamento das eleições de 2020" pelas plataformas, de acordo com as propostas dos senadores. O senador republicano Lindsey Graham, que preside a audiência do Comitê Judiciário, alertou ambos sobre a necessidade de novos regulamentos para garantir que as principais plataformas sejam responsabilizadas pelas decisões de remover, filtrar ou permitir que conteúdos permaneçam online. Mark Zuckerberg, do Facebook, em audiência no Senado nesta terça-feira (17) Bill Clark/AFP "Parece que vocês são os editores finais", disse ele, na abertura, enquanto questionava as decisões de ambas as redes de limitar a distribuição de um artigo do "New York Post" sobre uma má conduta envolvendo o filho do presidente eleito, Joe Biden, durante a campanha. "Quando há empresas que têm o poder dos governos (e) têm muito mais poder do que a mídia tradicional, alguém tem que ceder", declarou o senador. Mudança em lei Graham disse que a lei conhecida como Seção 230, que confere imunidade a serviços online quando se trata de conteúdo postado por terceiros, "precisa ser alterada". O senador democrata Richard Blumenthal também pediu uma reforma da Seção 230, enquanto repreendia as redes sociais pelo que ele considera um ato impróprio de desinformação política do presidente Donald Trump. "O presidente usou esse megafone para espalhar falsidades perigosas em uma aparente tentativa de anular a vontade dos eleitores", disse Blumenthal. O congressista acrescentou que as grandes redes sociais têm "um poder que excede em muito os barões ladrões da última era do ouro" e "lucraram enormemente com a extração de dados sobre nossas vidas privadas e a promoção de discurso de ódio e repressão aos eleitores". Por sua vez, o senador republicano Mike Lee denunciou o que chamou de "situações em que suas plataformas estão tendo uma abordagem notoriamente partidária e não neutra na moderação de conteúdos relacionados à eleição… poucos dias antes da eleição". Dorsey e Zuckerberg disseram que estavam abertos à reforma da Seção 230 e ressaltaram seus esforços para conter a desinformação durante a campanha eleitoral. "Fortalecemos nossa fiscalização contra milícias, redes de conspiração e outros grupos para ajudar a impedi-los de usar nossa plataforma para organizar violência ou distúrbios civis no período após a eleição", afirmou Zuckerberg. Ele observou, ainda, que o Facebook removeu falsas alegações sobre as condições das pesquisas e exibiu avisos em mais de 150 milhões publicações sinalizadas por checadores de fatos independentes. Dorsey disse que a filtragem no Twitter não foi tendenciosa, ao contrário do que afirmam os conservadores. Ao filtrar o conteúdo, "todas as decisões são tomadas sem usar pontos de vista políticos, filiação partidária ou ideologia política", explicou ele em seu depoimento. "As regras do Twitter não são baseadas em uma ideologia ou um conjunto específico de crenças", afirmou Dorsey. "Acreditamos fortemente em ser imparciais e nos esforçamos para garantir o cumprimento de nossas regras de maneira justa", completou. Ambas as plataformas começaram a limitar o alcance de muitos dos tuítes de Trump, principalmente aqueles em que o presidente rejeitou sua derrota na eleição ou questionou a integridade do processo de votação. Twitter e Facebook têm enfrentado forte pressão para remover o que muitos consideram desinformação prejudicial sobre as eleições, ao mesmo tempo em que lutam contra as alegações de que estão suprimindo certas opiniões políticas. Presidente-executivo do Twitter, Jack Dorsey, em audiência no Senado dos EUA nesta terça-feira (17) Bill Clark/AFP VÍDEOS mais assistidos no G1 nos últimos 7 dias:

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Bolsas dos EUA fecham em baixa com temor sobre restrições pelo coronavírus

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

Queda das bolsas de valores representou uma reversão da alta de segunda-feira, em que o Dow Jones alcançou sua primeira máxima recorde desde antes da pandemia. Bolsas dos EUA fecham em baixa Reuters Os principais índices de ações dos Estados Unidos recuaram nesta terça-feira (17) de máximas recordes de fechamento, encerrando esta sessão em baixa, com o salto de novos casos de Covid-19, a crescente ameaça de uma nova rodada de fechamentos de negócios e dados fracos de vendas no varejo amortecendo a euforia gerada por potenciais progressos sobre vacinas. A queda das bolsas de valores representou uma reversão do rali de segunda-feira, em que o Dow, índice de blue-chips, alcançou sua primeira máxima recorde desde antes da pandemia. A perda do Nasdaq foi atenuada pelo salto nas ações da Tesla Inc, e papéis de empresas "small caps" (menor capitalização) tiveram desempenho superior, com o índice Russell 2000 atingindo um novo recorde de fechamento. O rali do mercado na segunda-feira foi motivado pelo anúncio da Moderna Inc de que sua candidata a vacina para a Covid-19 parece ser 94,5% eficaz na prevenção da infecção. Mas um recente salto de novos casos de coronavírus nos Estados Unidos levou vários governadores a decretar novas restrições para evitar que a doença saia do controle. "Vai ser a vacina contra o vírus, oscilando para frente e para trás até chegarmos ao ponto em que a vacina será lançada", disse Joseph Sroka, diretor de investimentos da NovaPoint em Atlanta. "É como estar na beira de um vale — posso olhar para baixo e ver os volumes crescentes de casos ou posso olhar para a vacina". O relatório de vendas no varejo divulgado pelo Departamento de Comércio mostrou gastos em desaceleração enquanto a temporada de compras de fim de ano se aproxima, em meio à falta de alívio fiscal de Washington. O índice Dow Jones caiu 0,56%, a 29.783 pontos. O S&P 500 perdeu 0,479196%, a 3.610 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuou 0,21%, a 11.899 pontos. As ações da Tesla saltaram 8,2%, depois que a S&P Dow Jones Indices anunciou que adicionaria a montadora de carros elétricos à composição do índice S&P 500 em 21 de dezembro.

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Infográfico: entenda como funciona um consórcio

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

Negócio pode ser usado para comprar bens como casa ou carro Quem decide comprar uma casa ou um carro precisa analisar bem todas as possibilidades do mercado para evitar problemas no orçamento. Por isso, na hora de colocar os custos na ponta do lápis, vale considerar a opção de fazer um consórcio. Essa modalidade de compra é muito segura e confiável, e normalmente fica mais em conta do que o financiamento, pois não tem juros. Além disso, não exige o pagamento de entrada e permite a oferta de lances para aumentar as chances de contemplação. Mas você sabe como o consórcio funciona? Veja abaixo o passo a passo e conheça. Infográfico Divulgação Viu só como o consórcio pode te deixar bem mais perto do sonho da casa própria, do carro e até daquela viagem tão desejada? A Embracon atua há mais de 30 anos no mercado e é uma das maiores administradoras de consórcio do país, segundo ranking do Banco Central. Saiba mais. SIMULE AQUI O SEU CONSÓRCIO!

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