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Peças de Shakespeare são exibidas de graça em canal de teatro inglês no YouTube

terça-feira, 05 maio 2020 por Administrador

Teatro Globe transmite obra diferente a cada duas semanas. 'Os Dois Nobres Parentes' fica disponível até dia 17. 'Macbeth' é a próxima. Cena da peça 'Os Dois Nobres Parentes' no teatro Globe Reprodução/YouTube/Shakespeare's Globe O teatro Globe está disponibilizando de graça peças de Shakespeare em seu canal no YouTube. A obra "Os dois nobres parentes" entrou em cartaz nesta segunda-feira (4), e pode ser assistida até o dia 17. As peças são trocadas a cada duas semanas. A exceção é "Macbeth", que estreia no dia 11 e fica disponível até que as escolas inglesas sejam reabertas. Veja a programação abaixo: "Os dois nobres parentes" (2018) – de 4 de maio a 17 de maio "Macbeth" (2020) – de 11 de maio até as escolas reabrirem "Conto do Inverno" (2018) – de 18 de maio a 31 de maio "As Alegres Comadres de Windsor" (2019) – de 1º de junho a 14 de junho "Sonho de uma Noite de Verão" (2013) – de 15 de junho a 28 de junho "Globe to Globe (2012)" – data a definir

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Ouça música inédita de Aldir Blanc e Moacyr Luz: ‘Palácio de lágrimas’

terça-feira, 05 maio 2020 por Administrador

Dupla deixou mais de 100 canções gravadas, mas também outras nunca divulgadas, como a que o RJ2 exibiu nesta segunda-feira com exclusividade. Aldir morreu nesta segunda, de Covid-19. Ouça música inédita de Aldir Blanc e Mocyr Luz
A morte de Aldir Blanc, aos 73 anos, de Covid-19, pôs fim à longa e fértil carreira de Aldir Blanc. Mas Entre os principais parceiros em suas composições estão João Bosco, Cristóvão Bastos, Paulinho da Viola, Carlos Lyra, Guinga e Paulo Cesar Pinheiro, além de Moacyr Luz.
Com Luz, deixou uma obra imensa, de mais de 100 músicas gravadas, mas também outras inéditas. Uma delas é "Palácio de lágrimas", que o RJ2 mostrou com exclusividade nesta segunda (ouça a íntegra e leia a letra abaixo).
"99% das músicas com ele, eu fazia a música, ele fazia a letra (…) 99% a partir de uma história nossa. Eu dizia que tinha ido na rua, que tinha ido não sei aonde, ele ouvia aquilo e transformava em letra", conta Moacyr Luz.
“Palácio de lágrimas”
(Aldir Blanc e Moacyr Luz)
"Eu sou um peregrino nessa estrada sem fim
Caminho sem nada… e é assim
Desde que você se foi de mim
Desde que você se foi de mim
Desde que você se foi de mim
Desde que você se foi de mim
Quem me vê passar me dá
Água de poço, mel e pão
Mas nada pode saciar
A ânsia em meu coração
Percorro mesquitas, santuários
Nessa peregrinação
De mãos vazias, mas cheias
De um amor sem ilusão
Não tem fim esse querer
De saudade, areia e sal
Com lágrimas ergo a você
Um outro Taj Mahal
Eu sou um peregrino nessa estrada sem fim"
Alma do subúrbio carioca
O compositor e escritor morreu de Covid-19 na madrugada desta segunda, no Hospital Universitário Pedro Ernesto, em Vila Isabel, Zona Norte do Rio.
Blanc é autor de vasta obra musical e literária, como "O Bêbado e a Equilibrista", feita com João Bosco e eternizada na voz de Elis Regina.
Morre Aldir Blanc, aos 73 anos, vítima da Covid-19
Aldir Blanc deixa composições que marcaram a vida e a história dos brasileiros. O menino nascido no Estácio, Centro do Rio, era um observador das ruas, poeta da vida e da cidade. Captava a alma do subúrbio.
Virou também cronista e em suas histórias revelava paixões, como o bairro de Vila Isabel, onde passou a infância, o time do coração, o Vasco da Gama, e o carnaval.
Blanc batizou também um dos mais tradicionais blocos do Rio, o "Simpatia é Quase Amor", que desfila há anos em Ipanema, na Zona Sul.
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Manu Gavassi anuncia live ‘Vinho no meu tapete’

terça-feira, 05 maio 2020 por Administrador

Cantora vai fazer transmissão ao vivo em seu canal no YouTube na quinta-feira (7). Manu Gavassi Divulgação/Fernando Thomaz Manu Gavassi anunciou que vai fazer uma live na próxima quinta-feira (7). A transmissão "Vinho no meu tapete" acontecerá em seu canal no YouTube. A cantora disse ao G1 que vai conversar com amigos on-line e que também vai usar a live para conhecer os novos fãs que ganhou ao participar do "BBB20". Ela também falou que deve cantar músicas recentes como "Áudio de Desculpas" e outras do começo da carreira. Initial plugin text Ela ainda vai apresentar uma versão de "Don't start now", de Dua Lipa. Manu ajudou a popularizar a música no Brasil ao dançá-la no programa. Tanto que a britânica chegou a fazer uma apresentação para os participantes. "É chegado o momento… prepare sua taça, escolha seu vinho e venha para a minha live", escreveu a cantora em seu perfil no Instagram.

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Colson Whitehead se torna quarto escritor na história a ganhar dois prêmios Pulitzer

terça-feira, 05 maio 2020 por Administrador

Autor se junta a lista que inclui os nomes de Booth Tarkington, William Faulkner e John Updike ao vencer pela segunda vez com 'O reformatório Nickel'. O escritor americano Colson Whitehead durante debate na Flip 2018 Walter Craveiro/Divulgação O americano Colson Whitehead se tornou nessa segunda-feira (4) o quarto escritor na história a ganhar dois prêmios Pulitzer em ficção. Com isso, ele se junta aos nomes de Booth Tarkington, William Faulkner e John Updike. Whitehead ganhou em 2020 com "O reformatório Nickel" (HarperCollins), obra sobre abuso em um reformatório juvenil americano nos anos 1960. Seu primeiro prêmio foi recebido em 2017, graças ao livro "The Underground Railroad: Os caminhos para a Liberdade" (HarperCollins).

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Discos para descobrir em casa – ‘Mágico’, Alceu Valença, 1984

terça-feira, 05 maio 2020 por Administrador

Capa do álbum 'Mágico', de Alceu Valença Carlos Horcades ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Mágico, Alceu Valença, 1984 ♪ Pernambucano de São Bento do Una (PE), terra interiorana onde nasceu em 1º de julho de 1946, Alceu Valença se mudou para a cidade do Rio de Janeiro (RJ) em 1970, no início na corrente migratória que deslocou iniciantes artistas nordestinos para o sudeste do Brasil em busca de visibilidade nacional. Cantor, compositor e músico que contribuiu decisivamente na década de 1970 para a eletrificação dos ritmos nordestinos, amalgamados com a batida do rock, Alceu Valença precisou esperar dez anos na embolada do tempo para obter efetivo sucesso popular a partir de 1980. Décimo álbum da discografia de Alceu, Mágico propagou a densa balada Solidão (Alceu Valença, 1984), mas, a rigor, diminuiu a intensidade do fluxo do sucesso tardio do cantor ao ser lançado em 1984 sem deixar de reforçar a assinatura singular do artista. Essa assinatura começou a ser delineada ao longo dos anos 1970, década em que o cantador participou de festivais, gravou disco com Geraldo Azevedo (LP recusado pela Philips e editado pela Copacabana em 1972) e, em carreira solo, lançou álbuns arrojados como Molhado de suor (1974), o posteriormente cultuado Vivo! (1976) e Espelho cristalino (1977). Desiludido com a moderada repercussão desses álbuns, o artista partiu para o autoexílio na França. Em Paris, em 1979, gravou o álbum Saudade de Pernambuco – disco dado como perdido até ser encontrado e lançado discretamente em 1998 – e compôs o coco Coração bobo. Nome do álbum lançado por Alceu em 1980 na volta ao Brasil (quando o cantor foi contratado pela Ariola, gravadora de origem alemã então recém-instalada no país), Coração bobo bateu forte nas paradas e fez a massa brasileira prestar atenção no som deste artista de obra influenciada pelo canto dos aboiadores, violeiros e emboladores. Alceu aproveitou a favorável onda mercadológica e, se sentindo renovado e inspirado, ampliou a obra e o sucesso com os álbuns Cinco sentidos (1981), Cavalo de pau (1982) e Anjo avesso (1983). Cavalo de pau, em especial, representou pico de popularidade na trajetória de Alceu com os retumbantes hits Tropicana (Alceu Valença e Vicente Barreto, 1982) e Como dois animais (Alceu Valença, 1982). Anjo avesso manteve o pique por conta de Anunciação (Alceu Valença, 1983), música desde então obrigatória nos shows de Alceu, nos quais é saudada assim que a banda reproduz o prefixo do arranjo da gravação original. O sucesso do disco Anjo avesso e em especial da música Anunciação motivou o executivo Cor Van Dyke – então presidente da Polygram, gravadora que, a partir de 1984, encampou o acervo e o elenco da Ariola – a propor a Alceu que gravasse o próximo álbum na Holanda. Esse álbum foi Mágico, produzido pelo guitarrista Paulo Rafael – sob a direção artística de Marco Mazzola – e editado via Barclay, selo vinculado à Polygram. Entusiasmado com a proposta para gravar disco na Holanda, até porque acabara de compor com o parceiro João Fernando (antes do convite) a canção Moinhos, em que vislumbrara os moinhos da Holanda e os coqueiros de Olinda (PE) na mesma paisagem poética, Alceu partiu para Hilversum, cidade holandesa em que, de 30 de julho a 25 de agosto, gravou o álbum Mágico no Wisseloord Studios. “Meu repente é brasileiro / E a pitada de estrangeiro / Eu boto pra te envenenar”, ressaltou o cantor, duas vezes, na introdução de Que grilo que dá (Rock de repente). Da lavra de Alceu, esse repente roqueiro foi uma das nove músicas que compuseram o repertório quase inteiramente autoral do álbum Mágico. A exceção foi A menina dos meus olhos (1983), composição do primo Bubuska Valença, lançada pelo autor no ano anterior e regravada por Alceu em Mágico com o toque de Zé da Flauta em evocação dos pífanos de Caruaru (PE). A rigor, a “pitada de estrangeiro” mencionada por Alceu na introdução do rock repentista foi diluída no álbum Mágico pela forte brasilidade do som elétrico do artista. Essa brasilidade vestiu o agalopado martelo Casaca de couro (Alceu Valença), sintetizada na faixa no toque da percussão de Firmino. Rajada de vento (Zé da Flauta e Alceu Valença) também soprou forte, enfrentando a corrente tecnopop roqueira produzida pela fricção entre a guitarra-furacão de Paulo Rafael, o baixo de Jorge Degas e a bateria de Jurim Moreira. Nem os toques do sintetizadores pilotados por Márcio Miranda esmaeceu o tom de Dia branco, canção da lavra solitária de Alceu, homônima do sucesso de Geraldo Azevedo. A influência dos cantadores reverberou na vocalização árida do Maracatu colonial, composto sem letra. Como hábil ilusionista, Alceu embolou ritmos no álbum Mágico no tempo agitado que sempre pautou a obra do artista. Cambalhotas (Alceu Valença) abriu o disco como se fosse rock e depois deu a impressão de ser samba sem ser nem uma coisa nem outra. Nem embolada. Nem samba-rock. Era Alceu Valença, em rota que o levou à Holanda, país que tentou colonizar o povo pernambucano em invasões dos territórios de Recife (PE) e Olinda (PE) entre 1630 e 1654. Três séculos depois, foi a vez de nativo de São Bento do Una (PE), de visão contemporânea e sotaque universal, ir para a Holanda demarcar o território musical brasileiro na gravação de Mágico, disco feito sem truques. A única mágica de Alceu Valença neste álbum de 1984 foi mostrar que, independentemente de ter (ou não) o massivo apoio popular, o artista sempre pulsou firme com cancioneiro alimentado pela força elétrica desse alquimista embolador de ritmos.

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Lives de hoje: Risadaria com Fábio Porchat e Leandro Hassum, Anelis Assumpção e mais transmissões

terça-feira, 05 maio 2020 por Administrador

Nesta terça-feira (5), comediantes fazem apresentação para arrecadar fundos para comunidades carentes. Veja horários. Fabio Porchat faz participação na live 'Risadaria em Casa' nesta terça-feira (5); Leandro Hassum, Paulo Bonfá, Marco Luque, Maurício Meirelles e outros comediantes também participam Divulgação/Risadaria A live Risadaria em Casa é o grande destaque desta terça-feira (5). Os comediantes Fábio Porchat, Leandro Hassum, Marco Luque, Maurício Meirelles, Paulo Bonfá, Marco Luque, Maurício Meirelles, Marlei Cevada, Igor Guimarães, Paulo Vieira e Victor Sarro farão stand-up direto de casa, a partir das 21h. Depois da live do festival Radioca, Anelis Assumpção canta músicas de seu pai Itamar Assumpção, acompanhada por Curumin no projeto Em Casa com o Sesc. Veja a lista completa com horários das lives abaixo. Na onda das lives, o bastidor virou o show. Casas de músicos são os palcos possíveis no isolamento para conter o coronavírus. O G1 fez um intensivão de lives e avaliou os desafios deste formato; leia. Lives hoje e como assistir às lives: Bloco Fica Comigo – a partir das 16h – Link Anelis Assumpção e Curumin (Em Casa com Sesc) – 19h – Link Preta Gil, Linn da Quebrada e Djonga conversam com Didi Wagner na live com tema "A música como ferramenta de discussão de gênero e responsabilidade social" – 20h – Link Anna O'Brien e Wayne Brady (Happy at Home: #OneCommunity LIVE no Tiktok) – 21h Risadaria em Casa com Fábio Porchat, Leandro Hassum, Marco Luque e outros – 21h – Link Casseta & Planeta (Cultura em Casa) – 21h30 – Link Deftones – 22h – Link O debate sobre a bebedeira de sertanejos em lives

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Roberto Carlos revela ‘A cor do amor’ com Liah Soares em gravação para novela

terça-feira, 05 maio 2020 por Administrador

Terceira atração do projeto 'Em casa', da TV Globo, cantor faz live no Dia das Mães. ♪ Em fevereiro, Roberto Carlos revelou, em entrevista durante a 17ª edição do projeto Emoções em alto mar, o plano de gravar dueto com a cantora e compositora paraense Liah Soares em música romântica de autoria da própria Liah. A música se chama A cor do amor e é uma parceria de Liah com Iana Marinho. A gravação com Roberto e Liah foi idealizada para a trilha sonora da próxima novela das 21h da TV Globo, Um lugar ao sol, escrita por Lícia Manzo com direção de Maurício Farias. E por falar em Roberto Carlos, o cantor é a terceira atração do projeto multimídia de lives Em casa, criado pela TV Globo em parceria com a plataforma Globoplay e com os canais de TV Multishow e GNT. Às 15h do próximo domingo, 10 de maio, Dia das mães no calendário de 2020, o cantor fará a segunda live da carreira dentro da programação do projeto Em casa. Dedicada ao público feminino que segue o artista com fidelidade, a apresentação ao vivo de Roberto Carlos tem garantida no roteiro a música Lady Laura, composta pelo artista com Erasmo Carlos e lançada pelo Rei no álbum Roberto Carlos de 1978 como homenagem à mãe do cantor, Laura Moreira Braga (1914 – 2010).

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Caso Pugliesi escancara crise dos influenciadores, que foram do fascínio à rejeição na pandemia

terça-feira, 05 maio 2020 por Administrador

Mas ela não foi a única a ter atitude condenável durante quarentena. VÍDEO explica como celebridades estão tentando se adaptar a mundo pós-coronavírus. Gabriela Pugliese e outras celebridades da web com atitudes desastrosas durante a pandemia Nas últimas semanas, as críticas à influenciadora Gabriela Pugliesi escancaram uma crise na imagem de influenciadores, em meio à pandemia do coronavírus. Primeiro, o nome dela surgiu no noticiário relacionado ao vírus por causa do casamento de sua irmã. A festa, em um resort de luxo na Bahia, aconteceu antes do aumento do número de infecções no Brasil, mas convidados ficaram doentes – incluindo a própria Pugliesi. Depois, a musa fitness foi "cancelada" na internet por publicar um textão agradecendo ao coronavírus pela mudança que causou no mundo e nas pessoas. A situação degringolou quando ela resolveu dar uma festa com amigos em casa, às vésperas do pico da pandemia no país. Logo ela, que ficou famosa justamente por falar de hábitos saudáveis. Um vídeo em que, com um drink na mão, Pugliesi aparece dizendo "f***-se a vida" virou símbolo de seu desrespeito à quarentena imposta para tentar controlar o vírus. A influenciadora pediu desculpas, mas o estrago já estava feito e ela decidiu se afastar do Instagram, sua maior fonte de renda. Gabriela Pugliesi publicou imagens de festa em casa, depois apagou e pediu desculpas Reprodução/Instagram/gabrielapugliesi O caso dela dominou o debate no Brasil, mas não foi o único. Pegas de surpresa por uma mudança sem precedentes nessa geração, outras celebridades também tiveram que lidar com a repercussão de atitudes desastrosas durante a pandemia. Famosos em fuga Nos Estados Unidos, atual epicentro da pandemia no mundo, tem gerado preocupação o movimento de celebridades que partem das grandes metrópoles para cidades menores. Várias decidiram passar a quarentena em suas casas de praia ou no campo, colocando em risco a população dessas regiões. A imagem que estampa o debate no país foi publicada por Naomi Davis, uma blogueira de Nova York, conhecida na internet como Taza. Ela postou um registro que mostra sua família deixando Nova York para viajar "para o oeste" americano em um trailer, em meio à pandemia. Initial plugin text "Meu coração está partido pelo que está acontecendo em Nova York, onde eu moro, e em todo o mundo agora", escreveu ela. "E depois de duas semanas inteiras no apartamento, tomamos a decisão de ir para o oeste, para que possamos ter um pouco mais de espaço (ou seja, algum espaço ao ar livre para as crianças) por um tempo." O fenômeno dos famosos em fuga leva a outro ponto importante. Muitos desses influenciadores construíram sua fama com alicerces de casas sofisticadas e estilos de vida deslumbrantes. Mas, no contexto da pandemia, a exibição dos privilégios tem gerado mais rejeição que fascínio em quem enfrenta um confinamento sem luxo, com medo e risco financeiro. Ou seja, a maior parte do público. Isso ficou claro desde que passaram a ser rechaçados na internet vídeos de famosos, em suas casas confortáveis, cantando músicas "inspiradoras" para o mundo em quarentena – como na performance de "Imagine", de John Lennon, feita por Gal Gadot, Natalie Portman, Jimmy Fallon e outros astros de Hollywood. Initial plugin text Também nos EUA, uma influenciadora gerou repercussão comparável à do caso Pugliesi ao revelar ter se beneficiado de contatos próximos para furar a fila dos testes de Covid-19 no país. Com o resultado positivo, Arielle Charnas saiu da cidade de Nova York para se refugiar em um balneário próximo, e foi novamente criticada. Depois disso, publicou um vídeo em que pede desculpas, chorando. Initial plugin text "Todos cometemos erros", disse ela, em um comunicado divulgado pelo jornal "The New York Times". "Minha família e eu pedimos desculpas a quem ofendemos por não parecer levar a sério essa crise, mas estou absolutamente comprometida em tomar decisões informadas e responsáveis ​​por minha família e comunidade." Apesar das retratações, algumas celebridades dão sinais claros que ainda não conseguiram se adaptar à realidade do mundo em pandemia – e as novas responsabilidades que carregam com o título de influenciadores. Muitos estão tentando. Kylie Jenner, com seus 173 milhões de seguidores, usou sua própria linha de cosméticos para produzir álcool em gel destinado a hospitais. Alguns influenciadores de beleza estão assumindo visuais mais naturais, em uma mudança de tom em seus conteúdos, enquanto setores como o da culinária ganharam força na internet, pela demanda do público em quarentena. E, para não deixar de lucrar, há até quem tente adaptar as velhas práticas do mercado ao cotidiano do confinamento. A "presença vip virtual' – com famosos fazendo aparições pagas em transmissões ao vivo e vídeos de empresas – já é realidade nas redes sociais. Os cachês chegam a R$ 5 mil por live.

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Festivais on-line podem amenizar os prejuízos do cinema de arte?

terça-feira, 05 maio 2020 por Administrador

Produtores e distribuidores explicam soluções para amenizar crise com pandemia da Covid-19. Filmes pequenos e independentes tentam se fortalecer com streaming e patrocínios. Festival de Cannes Joel C Ryan/Invision/AP Os grandes festivais de cinema de arte que agitavam Cannes, Veneza, Toronto e outras cidades migraram para a internet durante a pandemia da Covid-19. Mas um dos objetivos ainda é o mesmo: dar visibilidade aos filmes que ficaram prontos no primeiro semestre, mas não chegaram aos cinemas. São produções independentes ou de pequenas produtoras em busca de uma chance de serem vistas e compradas por exibidores de todo o mundo. A ida para o streaming é parte do rearranjo da indústria do cinema para enfrentar a crise de salas fechadas. O distanciamento impacta produtores, distribuidores e exibidores. Até o Oscar mudou suas regras e, pela primeira vez, vai aceitar concorrentes só exibidos na internet. Passar pelo crivo dos festivais é crucial para filmes que não são blockbusters ou feitos por grandes estúdios. "É preciso ter essa curadoria. Os filmes independentes largam sem força na disputa pela atenção das pessoas. Quando é selecionado por um festival importante, ele melhora suas chances com o público", explica Jean-Thomas Bernardini, da distribuidora Imovision. Ele é dono do Reserva Cultural, cinema de São Paulo. Além disso, os festivais on-line ajudam a aproximar o cinema das pessoas em casa. “É melhor ficar em contato com cinema do que não ficar”, diz Jean Thomas. Como o medo do coronavírus está alterando rota do pop Para André Sturm, curador do cinema Petra Belas Artes, em São Paulo, também é importante promover os filmes que não ficaram tempo suficiente em cartaz. “Para os distribuidores e exibidores, é um prejuízo que não tem como recuperar. Eu espero que tenhamos, quando os cinemas voltarem, uma demanda reprimida, de gente com muita vontade de sair de casa, com saudades de ir ao cinema." O Festival Varilux de Cinema Francês criou uma versão para a internet, enquanto seus organizadores estruturam o festival para os cinemas, com previsão para antes do final do ano. "Conseguimos apoio da embaixada da França, sem ela não teríamos conseguido realizar. Mas fizemos por questão de solidariedade, para ajudar as pessoas e amenizar a situação", conta Christian Boudier, um dos organizadores. Filmes em cartaz no Festival Varilux de cinema francês Divulgação Uma parte do orçamento foi utilizada para pagar os direitos dos filmes às distribuidoras durante os quatro meses em que eles ficarão no ar. “É uma pequena forma de ajudá-las em um momento tão difícil, mas a maior parte de sua receita vem do cinema", diz. O financiamento da Lei Rouanet recebido pelo festival no final do ano passado vai ajudar a aliviar o pagamento das contas. Segundo Boudier, ele representa 40% do orçamento da mostra: "Estamos com perspectiva de perder 50% do financiamento tradicional do festival." Quanto menor, mais difícil O streaming pode aparecer como solução parcial para absorver o grande número de títulos que ainda estavam em cartaz. A Imovision disponibilizou parte de seus filmes no Globoplay, e o Belas Artes abriu sua plataforma, O Belas Artes à la Carte, em abril. O serviço teve 50 mil acessos durante o período em que ficou aberto. Segundo a assessoria de imprensa do cinema, o número foi muito superior ao registrado normalmente. Imovision disponibilizou parte de seus filmes no Globoplay Divulgação Mas a luta de filmes independentes por atenção nos serviços sob demanda ainda é a principal dificuldade das distribuidoras, diz Jean Thomas. Ele explica que para conseguir ter força em uma plataforma com um catálogo amplo, os filmes precisam investir em marketing. "É diferente do cinema, quando você vai a uma sala, que geralmente conhece e gosta da programação, e tem uma pequena seleção à disposição." Para Sturm, o impacto é diferente para o segmento independente: “O cinema de arte é feito, em geral por empresas pequenas, que têm menos capital de giro e sofrem mais com zero receita. Mas os gastos também são menores." Uma saída tem sido o crowdfunding (as populares vaquinhas on-line). "Abrimos uma campanha de financiamento coletivo. Muitas pessoas contribuíram. Em troca, oferecemos filmes para ver na internet, ingressos para quando o cinema reabrir e brindes", diz Sturm. Na luta pelo financiamento, velhos hábitos ganharam força: a venda de DVDs e os cinemas drive-in. No Brasil, a Imovision voltou a vender títulos que fizeram sucesso no Brasil em DVD e blu-ray. Jean Thomas diz que é uma aposta, mas foi muito estudada. "Na primeira semana, vendemos mil [cópias]. É muito animador. Não sei se vai continuar, mas eu sei que já ganhamos essa aposta. Mantém a cumplicidade com o público e, quem sabe, a gente ganha um lucro com isso", diz. Os cinemas drive-in, em que as pessoas assistem aos filmes dentro de seus carros, aparecem como alternativa para ver filmes nas telonas. No Brasil, uma cinema do Distrito Federal voltou a funcionar neste final de semana após um decreto do governo distrital. Segundo a imprensa americana, o formato também ganhou força nos Estados Unidos, que ainda tem mais de 300 cinemas do tipo. Reabertura requer cuidados Para exibidores e distribuidores, a reabertura das salas não vai significar, imediatamente, a recuperação do cinema como negócio. "A questão é quando vamos reabrir e quando o público vai aceitar entrar de novo em um cinema. A reabertura é muito complicada e complexa”, pondera Boudier. Espera-se que as pessoas ainda fiquem com medo de frequentar cinemas mesmo após a reabertura oficial, por ser um local fechado, com aglomeração e ar condicionado. Além disso, as salas precisarão se readequar e diminuir sua capacidade. E os cinemas precisarão aumentar gastos com higienização. Jean Thomas diz que o governo terá que intervir para dar força aos filmes independentes. "O governo vai precisar lutar contra a pirataria e limitar a exibição de blockbusters, para impedir que um filmes ocupe 80% das salas como já ocorreu." Lista de festivais on-line: We Are One: A Global Film Festival Festival Varilux em casa É tudo verdade Visions du réel

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Fotógrafo mostra imagem de Tom Hardy como Al Capone e transformação surpreende

terça-feira, 05 maio 2020 por Administrador

Ator fará o gangster no filme 'Capone', previsto para ser lançado em 12 de maio. Fotógrafo mostra imagem de Tom Hardy como Al Capone e transformação surpreende Reprodução/Instagram O fotógrafo Greg Williams compartilhou uma imagem da transformação de Tom Hardy para o papel de Al Capone. O ator viverá o gangster no filme "Capone". Na legenda do clique, Greg explicou que a maquiagem da transformação tem Audrey Doyle como responsável e alguns internautas chegaram a comentar que era digna de Oscar. Dirigido por Josh Trank, o filme mostra Al Capone após seus mais de dez anos de prisão quando começa a sofrer com demência e passa a ser assombrado por seu passado violento. Também estão no elenco Linda Cardellini, Kathrine Narducci, Jack Lowden, Matt Dillon e Neal Brennan. O longa tem previsão de lançamento no streamming para 12 de maio e, por conta da pandemia do coronavírus, não deve chegar aos cinemas. Ao menos por enquanto, conforme respondeu o diretor Joshua Trank a um internauta no Twitter. "Sem cinema por enquanto, meu amigo", escreveu o diretor. Initial plugin text Esta semana, Tom Hardy também compartilhou o cartaz do longa em suas redes sociais. Initial plugin text Initial plugin text Assista ao trailer do filme 'Capone'

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